quinta-feira, dezembro 18, 2014
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fetiche

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Como todo homem, gosto de inventar algumas loucuras de vez em quando. Situações inusitadas sempre me atrairam de uma forma muito louca, talvez seja uma espécie de fetiche. Bom mesmo é quando a gente tem uma parceira que acompanha todas as suas vontades sem ficar questionando o lado certo ou errado. Naquele dia, pude tirar a prova…

Certa vez, eu e minha namorada saimos para dançar. A noite estava quente, a festa estava super animada e realmente nos divertimos bastante! Ela me encarava o tempo todo com aqueles olhos castanhos, fazendo mil e uma promessas naquele sorriso malicioso e aquela cara de anjo. Sabia me provocar como ninguém!

Nos cantinhos escuros da festa trocamos beijos e abraços. Tudo dentro da normalidade, pois o ambiente não era tão liberal assim… Estava morrendo de tesão e já não conseguia esconder minha excitação. Gostava muito de trepar com ela e já estava louco para ir embora.

Convidei-a para sair dali. Não via a hora de voltar para casa para fazer aquele sexo gostoso… Ao sair para a rua, sentimos o ar quente da noite. O bairro era afastado da cidade e esta festa era próxima à praia. Morava perto. Decidimos fazer um passeio pelo calçadão na madrugada. Não havia perigos, pois ali praticamente todos se conheciam e aquela hora estava tudo deserto.

Minha namorada estava com um olhar muito safado para meu lado. Seu sorriso ligeiramente malicioso me prometeu fazer uma travessura… tipo aquelas loucuras adolescentes, de não pensar em medos ou consequências. Soltou da minha mão e passou a caminhar sozinha na minha frente. Rebolava numa cadência silenciosa… Estava com um vestido negro, solto, leve.

Nem olhou para trás! Passou a mão nos quadris e percebi que fazia algum movimento estranho por cima do vestido. Custei a perceber que ela estava desamarrando sua calcinha… Só fui ver quando a peça caiu no chão na medida que ela caminhava.

Fiquei louco com isto! Ela olhou pra mim e levantou rapidamente o vestido. Vislumbrei-a nua! Ela abaixou-se como quem não quer nada e juntou a calcinha do chão. Veio na minha direção e esfregou a pequena peça no meu rosto. Senti o cheiro de sexo naquela lingerie. A noite prometia…

Ao lado do calçadão tinha algumas árvores. Tudo completamente escuro! Nenhuma iluminação para denunciar coisas proibidas. Parece que minha ela leu meu pensamento! Saiu da calçada e dirigiu-se para a escuridão, com a calcinha na mão sacudindo displicentemente.

A esta altura estava com meu membro estourando dentro da calça. Aquela situação de adrenalina atiçou minha imaginação! Nós dois começamos a nos beijar sem se importar com riscos. Os beijos eram quentes e molhados! Minhas mãos imediatamente viajaram por baixo daquele pequeno vestido, tocando sua pele macia e morena.

Senti seu sexo lisinho e molhado de tesão se abrindo entre meus dedos. Seus gemidos baixinhos pedindo para “parar com isto” me deixavam cada vez mais louco! Como ela já estava sem calcinha, o acesso estava muito fácil!

Ela encostou-se numa árvore qualquer, mal conseguia equilibrar o salto alto naquele chão úmido. Abriu aas pernas para mim e pediu-me para chupar tudo o que pudesse. Não precisou dizer duas vezes. Aquele cheiro dela… O seu sabor… Minha lingua provou cada pedacinho com vontade! Ela se agarrou em meus cabelos e pedia mais…

Ao mesmo tempo em que curtíamos esta pequena loucura, também estávamos atentos a um possivel movimento suspeito. Alguns transeuntes cruzavam pela calçada, decertos vindos da mesma festa em que estávamos. A impressão que dava é que eles poderiam nos ver, só que eu sabia que aquela escuridão nos protegia.

Sem aguentar muito, abaixei minha calça, virei-a de costas para mim e a penetrei ansioso. Era muito tesão! Deslizei inteiro dentro dela, arrancando ainda mais gemidos e sussurros. Puxei seus cabelos e disse no seu ouvido o quanto ela era safada… Sabia que ela tinha feito aquele lance da calcinha de propósito! Ela sabia o quanto era louco por estas surpresas!

Completamente nervosa pela situação, ela não conseguia gozar, mas estava gostando muito. De minha parte, não demorei muito. Aquele vai-e-vem pra lá de gostoso e proibido estava acabando comigo! Em pouco tempo, explodi num orgasmo intenso! Meu corpo tremia junto com o dela.

Ainda colados, dei um abraço nela e desejei que aquele momento se prolongasse um pouco mais. Só ouvi ela dizendo um “depressa, vamos sair daqui” e saiu andando por entre as árvores, disfarçadamente como se estivesse passeando. Eu me arrumei e sai por outro rumo.

Nos encontramos em pontos diferentes do calçadão. Que poderia dizer dela naquela hora? Simplesmente radiante! Sorriso perfeito nos lábios, olhos brilhando… Típico de quem acabou de fazer arte na madrugada! Ainda carregava a calcinha na mão. Enroscou-a em meus pulsos, improvisando uma algema e convidou:

- Vamos para casa agora?

E me arrastou pra casa, feito um escravo. Enquanto isso, um pequeno filete do meu gozo escorreu lentamente pela sua perna…

Era uma mulher e tanto! Pena que eu não soube amá-la como deveria. Terminamos algum tempo depois, mas nunca mais tive alguém como ela.

 

 
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Luis M. V.
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Para muitos, o assunto inversão de papéis no sexo pode soar como algo errado, homossexual, sem lógica. Mas para nós, é só mais uma forma de prazer.

Sair da rotina e da monotonia sexual é o desejo de muitos casais, mas para consegui-lo requer apelar à comunicação e à criatividade. Para obter o prazer, muitos experimentam, tornando realidade as diferentes fantasias sexuais em que a chave é assumir papéis.

Quando falamos em assumir papéis não falamos apenas da inversão de gênero homem/mulher, mas também dos cross dressers, das submissas, dominadores e todos aqueles que gostam de assumir personagens durante o sexo.

Todos nós temos fantasias sexuais: o professor e a aluna,  a dominadora e o dominado, a estudante virgem e o experiente e tantas outras ideias. Basta usar da criatividade para renovar a relação.

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A primeira chave para iniciar o jogo de inversão de papéis é acontecer em um local que os excite a ambos, deste modo o prazer será muito maior. A segunda questão é: quer praticar isto, mas não sabe como dizer ao seu parceiro? Simples: pergunte diretamente qual a fantasia que o excita mais e torne-a realidade. Não se lance a surpreender seu parceiro a não ser que realmente saiba que ele ou ela deseja.

Praticar este jogo de inversão de papéis permite o casal estar ligado sexualmente de outro modo, além de desinibir-se e experimentar novidades a partir de outra perspectiva. Além disso, é uma grande forma de demonstrar ao seu parceiro o que você gosta e o que não gosta, pois se presume que você está interpretando um papel em que tudo é válido.

Assumir um papel implica também aceitar tudo o que o rodeia: o local da cena, a atitude, as palavras, a forma de dar e receber prazer. Por exemplo, se for professor e aluna, elementos como o vestuário ou o discurso incluem um papel fundamental. O mesmo ocorre com o dominante/dominado.

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Se vocês planejam realizar um jogo de inversão de papéis mais extremos com práticas que incluam algum dos encontros ao estilo BDSM é importante marcar os limites antes de começar. Lembre-se de que a chave é desfrutar e não gerar uma situação que possa ser incômoda. Fale ao seu parceiro tudo aquilo que pode ou não ser feito durante o ato em si. Sinceridade e transparência no diálogo resolverão muitos mal entendidos. E para remeter a ideia de dominação, nada melhor que acessórios de couro, um pequeno chicote e as palavras adequadas são necessárias para recriar a fantasia.

É muito importante lembrar que as fantasias sexuais que levam à inversão de papéis são somente isso: fantasias. Se o seu parceiro diz que gostaria que você fosse aluna virginal e ele o professor que lhe mostra o sexo, isso não quer dizer que na realidade ele deitaria com uma adolescente. Só que a ideia de experimentar de novo o sexo com alguém “inocente” a quem ensinar e dominar lhe dá prazer. Por isso nada de se envolver pensando tolices.

Ter a mente aberta e estar disposto a viverem novas experiências é importante para desfrutar este jogo. Por isso não se feche perante a proposta de seu parceiro. Atreva-se a fazer tudo, afinal é sua chance de extravasar sem pensar em possíveis críticas.

Outra prática sexual que identifica claramente a “inversão” é o pegging. Consiste na mulher usar um cinto com um dildo e penetrar seu parceiro (heterossexual) de forma anal. O que pode ser para algumas pessoas algo extremo, para outras é uma fonte enorme de prazer, pois as duas podem viver plenamente a experiência do sexo anal em todas as suas facetas.

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Deixe de lado os tabus sexuais e anime-se a desfrutar desta experiência sem medo.

Se você gostou das nossas dicas, está esperando o que para coloca-las em prática? Conheça o Click Desejos e realize suas fantasias!

Fonte: Click Desejos e o site http://relacoes.umcomo.com.br/
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Você sabe o que é Podolatria? Trata-se do fetiche pelos pés. Em Portugal e no Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra, que pode ser homem ou mulher, embora se estime que o contingente masculino seja maior.

Esta preferência sexual vem de longa data na história. Este termo surgiu no início do século XX, com a normatização dos estudos sobre sexualidade humana na Europa.

Todas as atividades eróticas envolvendo pés, incluindo excitação pela visão dos pés, pernas, sapatos, meias e demais adereços, assim como atos de poder beijar, tocar ou lamber pés é usado o termo podolatria (ou podofilia).

Quando, porém, o culto aos pés é um elemento erótico da relação, fazendo parte das preliminares de uma relação sexual, por exemplo, é considerado apenas um fetiche.

O fetichista responde ao pé de uma maneira similar às nádegas ou seios. Outras práticas são associadas à podolatria, como o Footjob e Trampling.

Trampling é um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem.

Footjob é o prazer em ter seus genitais manipulados pelos pés do parceiro até o ponto de atingir o orgasmo e a ejaculação. Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de fato, de uma forma de masturbação).

Outras práticas sexuais como o sadomasoquismo frequentemente acompanham a atração por pés. Um traço que permite distinguir o podólatra, no entanto, na comparação com o sado masoquista submisso, é o fato de que o pé, para aquele, reveste-se de um valor estético, que por si só o excita.

Alguns podólatras preferem somente as solas, ou pés com arcos pronunciados, outros, de dedos longos, unhas longas, alguns preferem pés descalços, outros, pés calçados em certos tipos de calçados ou meias, alguns preferem pés muito bem cuidados, outros, sujos, de plantas incrustadas de terra, outros podem até desejar o cheiro do que chamam de “chulé”, no caso em que isso dá certo prazer ao podólatra.

Agora, deixando a teoria de lado… Considerando que podolatria é um dos fetiches mais populares entre homens e mulheres, que tal experimentarmos novas práticas para nosso repertório? Confira algumas destas dicas a seguir:

- Ponta dos pés: item altamente valorizado pelos amantes de pés femininos, que valorizam beleza e estética dos dedos e unhas dos pés. Quer “agregar valor” ao seu fetichista de plantão? Capriche no visual de seus pés. Vale investir em pedicure, unhas lindamente esmaltadas, tatuagens (temporárias ou não) e acessórios como anéis e tornozeleiras.

- Sapatos fetichistas: todo e qualquer calçado que deixem seus pés de maneira sexy são sempre bem-vindos. Dê preferências aqueles com formas diferentes e com pés expostos.

- Lamber os pés: faça do contato de lábios e língua nos pés uma fonte especial de prazer. Usar a língua em toda sua extensão nos pés do parceiro (ou parceira) produz uma sensação diferente do que já está acostumada. Outra forma de praticar podolatria de maneira mais gostosa possível é introduzir os dedos dos pés na boca e realizar carinhos com língua, lábios e mãos.

- Pés no rosto: geralmente é acompanhada da intenção de demonstrar dominação. Pode conter imposição de dor e/ou pisoteamento no rosto, corpo e genitais. Também pode ser feito de maneira mais leve apenas esfregando os pés no rosto do parceiro.

- Carícias genitais com os pés: também chamada de Footjob, esta deliciosa “técnica” consiste em fazer movimentos e carícias eróticas com os pés nos órgãos genitais do parceiro (ou parceira). Seria como a masturbação que a gente já conhece só que é feita pelos pés. Tente praticar! Aposto que vai adorar!
Confira maiores informações no vídeo abaixo:

Podolatria na novela da Globo:

Fonte: Wikipedia / Parafilias – Das perversões às variações sexuais – Oswaldo M. Rodrigues Jr./ Zagodoni Editora / Youtube
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O que é Footjob?

Já pensou em fazer carícias genitais com os pés? Parece uma prática diferente, não é? Pois saiba que existem pessoas que se excitam sexualmente ao terem seus órgãos genitais acariciados pelos pés de outra pessoa. A maioria dos praticantes é do sexo masculino, mas existem mulheres que adoram induzir excitação através deste meio.

Chamamos esta prática sexual de Footjob, uma palavra em inglês para uma prática sexual que envolve a fricção dos pés no parceiro, a fim de induzir a estimulação erótica ou orgasmo. É considerada uma parte do fetiche pelo pé, que denominamos de Podolatria, um tipo particular de desejo pelos pés.

Footjobs são frequentemente realizados mais em homens, com uma parceira usando seus pés e/ou dedos dos pés para acariciar ou esfregar a área genital do parceiro do sexo masculino. Uma boa sugestão para aproveitar melhor este momento é usar gel ou lubrificante íntimo para que os pés deslizem facilmente. Também pode se referir à prática de usar os pés e/ou os dedos dos pés para acariciar os seios de uma parceira ou a área vaginal.

A definição mais comum da prática do footjob consiste com a mulher utilizando seus pés (normalmente descalços) para acariciar, acolher, deslizar, escorregar, esfregar e até pisotear os órgãos genitais do homem – em maior parte pênis, saco escrotal e pélvis - com movimentos múltiplos e repetidos, geralmente culminando com uma ejaculação decorrente do atrito contra os pés da mulher.

Leia também:
~~> Pompoarismo – A arte do amor
~~> Periculofilia – Fetiche pelo perigo
~~> O que é Spanking?

Não muito comum, mas também possível, existe o chamado “footjob inverso”, em que o (a) parceiro (a) que aplica a manobra o faz virado de costas para o (a) outro (a).

São relativamente comuns (embora não tanto) onde pés masculinos acariciam e estimulam os órgãos genitais femininos – o mais comum é o de penetrar e manipular a vagina e o ponto G com o dedão do pé, bem como outras zonas erógenas femininas, como os seios, propiciando o orgasmo da mulher.

Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de uma forma de masturbação). Outras fórmulas em que uso dos pés por si só acabam por levar ao orgasmo e à ejaculação também existem, todavia, variando de indivíduo para indivíduo.

Também não tão incomuns são footjobs realizados entre casais gays e lésbicas, onde os parceiros utilizam seus pés não só para estímulo genital como também para excitar prazer por meio da ativação das zonas erógenas.

Em países lusófonos, principalmente Brasil e Portugal, o footjob é conhecido informalmente pelo apelido popular “pénheta”, que consiste na junção das palavras “pé” + “punheta” (termo vulgar para masturbação).

E para nós, homens e mulheres antenados em práticas diferentes, que tal experimentar este fetiche? De vez em quando é bom sair do “lugar comum” e permitir-se novas experiências e sensações. Depois me conte como foi.

Fonte: Wikipedia
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Hoje em dia, muito se fala de fetiche.  Mas, afinal, o que é fetiche? Percebo que a grande maioria não sabe ou confunde o conceito verdadeiro de fetiche. No dicionário, verificamos que é uma palavra de origem francesa “fétiche” e significa feitiço. Hoje ela está muito associada a elementos eróticos que podem ser desde meras fantasias sexuais até obsessões.

Na verdade, fetiche é uma espécie de obsessão por alguma coisa, uma situação, pessoa ou parte da pessoa. Esta fixação dá origem a um prazer intenso. Os mais comuns são aqueles referentes à parte do corpo da pessoa (pernas, pés, nádegas, mãos etc), até objetos utilizados por essa pessoa (roupas, uniformes, lingerie, sapatos, tatuagens etc). Temos ainda fetiches originados por situações diversas, desde fazer sexo em locais públicos, dentro dos automóveis, elevadores, com mais pessoas, entre outros. Ou seja, a principal atração num fetiche é justamente essa ideia de variação sexual que vai além do sexo comum e básico como estamos acostumados.

É claro que alguns fetiches são mais aceitáveis pela sociedade como fantasias sensuais, lingeries e uso de acessórios. Já outros fetiches são considerados mais polêmicos como sadomasoquismo. O fato é que fetiche sempre existiu e é algo intrínseco ao ser humano. Não se restringe a classe social, gênero ou época. Todas as pessoas são fetichistas em algum grau. Quer um exemplo: você acha uma mulher de sapato alto sexy? Ou homens de uniforme atraente? Isso é fetiche! Essas preferências são o fetiche! Não é nada errado e nem precisa ser totalmente estranho.

Por causa deste preconceito e olhar moralista da sociedade muitas pessoas têm vergonha de assumir seus fetiches e também de discuti-los com os parceiros, o que acaba muitas vezes impedindo a plena satisfação sexual. Realizar ou não realizar um fetiche, é uma escolha pessoal. E o individuo precisa estar seguro o suficiente para compartilhar suas vontades mais secretas com seu parceiro. Não deixar que as preferências sexuais atrapalhem a relação com o mundo exterior é fundamental, afinal sexo é uma atividade saudável e entre quatro paredes se é consentido, é permitido.

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Para curiosidade de muitos, eis aqui alguns fetiches curiosos (alguns mais conhecidos, outros um tanto desconhecidos para a grande maioria):

Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras aos pênis.

Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.

Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).

Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.

ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.

BBW: atração por mulheres obesas

Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.

Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que “recebe” no rosto a ejaculação de diversos homens.

Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.

Coreofilia: excitação sexual pela dança.

Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótico e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.

Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.

Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).

Fisting: prazer com a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).

Footjob: prazer através das carícias sexuais feitas com os pés.

Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.

Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes.

Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.

Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.

Nanofilia: atração sexual por anões.

Odaxelagnia: fetiche por mordidas.

Pigofilia: excitação sexual por nádegas.

Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.

Podolatria: fetiche por pés.

Pogonofilia: fetiche por barba.

Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.

Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.

Smoking Fetish: excitação ocasionada pelo uso do fumo durante as relações sexuais.

Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.

Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.

Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.

Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.

Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

Confira maiores informações no vídeo abaixo:

Deu pra ter uma ideia? Realmente “há muito mais fetiches entre o céu e a terra do que sonha nossa vã sacanagem”. Mas afinal, qual será o fetiche de cada um que está presente aqui?
Fonte: Wikipédia
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Um dia comum, agitado como outros… Mas alguma coisa me dizia que este dia não seria normal. Estava no escritório concluindo uma tarefa quando lembrei que havia deixado alguns documentos no carro. Apressada, fui buscá-los.

Ao atravessar a rua, avistei um carro. O condutor deu um toque de farol e aguardou minha passagem. Peguei os documentos e vi que aquele carro estava parado na frente do escritório.

Minha surpresa foi imensa ao perceber quem era o motorista… Um “amigo” que há muito tempo não via. Meu coração disparou no momento que ele me chamou até o carro.

Com um sorriso malicioso e um “oi” cheio de segundas intenções soou como musica aos meus ouvidos. Delirei ao ver que estava uniformizado. Sempre tive o maior fetiche por fardas.

_ Queria te ver… – ele disse. Aquela voz arrepiou minha alma!

_ Quer me matar? Que delicia você está vestido assim.

Não conseguia esconder minha excitação. Logo, muitas lembranças vieram à mente.

_ Muito ocupada? Quem está com você ai no escritório?

Pensei numa desculpa para fugir da tentação, mas acabei falando:

_ Ninguém além da recepcionista. Hoje é dia de audiência e todos vão ficar fora por um bom tempo…

Ele sorriu! Aquilo me encantava! “Olha o que eu tenho pra você…” falou baixinho e tirou da cintura as suas algemas.

Neste momento senti um arrepio de tesão que tomou conta de mim.

Fui à frente para disfarçar. Disse a recepcionista que liberasse a entrada do policial. Na teoria, ele levaria alguns documentos que eu estava precisando para redigir a um novo cliente.

Tudo mentira! Mas eu precisava de uma boa desculpa para explicar a presença dele em minha sala.

Entrei, sentei em minha cadeira e logo em seguida a recepcionista o conduziu até minha sala com os papéis que eu havia pedido. Pedi que fechasse a porta e não passasse nenhuma ligação até que eu resolvesse o assunto do cliente.

Nossos olhos se encontraram de repente… Tive que fazer um grande jogo de cintura para não me denunciar diante da recepcionista. Assim que ela saiu, levantei para pegar um café para ele e fui surpreendida com um forte abraço.

Fui à loucura quando senti seu beijo em minha orelha e uma leve mordida em meu pescoço. Sem me dar tempo para pensar, ele me virou, mergulhou sua boca na minha com uma intensidade tão grande que eu mal conseguia respirar.

Em meu ouvido ouvia seu sussurro com voz rouca: “você me deixa louco”.

Tentei dizer algo como: “Tenha calma, por favor”. Ele só dizia baixinho: “Não posso ter calma. Esperei tanto tempo por isso e você não imagina o quanto! Não consigo ter calma. Não me peça essa calma!”.

Tudo o que a gente mais precisava era de uma chance como esta. Agora não havia como voltar atrás.

Num ato muito rápido abriu minha blusa e suspendeu minha saia. Loucamente abocanhou meus seios totalmente enrijecidos. Entregue àquele momento, não percebi quando ele segurou minhas mãos e prendeu com as algemas.

Que ninguém entrasse naquela sala agora! Foi a primeira coisa que pensei. Com carinho, pegou-me no colo e colocou-me sobre a mesa. Tirou minha calcinha e começou a me morder. Ele sabia me provocar com aquela língua sem-vergonha!

Olhava aquele uniforme e enlouquecia.

- Solte minhas mãos, por favor, deixe-me toca-lo! – pedia quase suplicando.

- Negativo! Hoje você está presa a mim, pra mim e por mim. – esta foi sua resposta, acompanhada de um sinal para fazer silêncio.

Sua boca encontrou-se com a minha em mil beijos. Sentia suas mãos grandes me apertando, tocando cada pedacinho do meu corpo.

Eu estava extasiada de tanto desejo e louca pra ser invadida por aquele safado. Queria fazer mais que sussurrar e gemer, mas com as mãos presas ficava difícil.

Percebi que algo gritava desesperadamente para sair de dentro da calça daquele uniforme.

_ Por favor, acabe com meu sofrimento.  Tire-me daqui…

Então ele soltou minhas mãos, tirou da cintura a arma e o cassetete. Bem devagarzinho colocou pra fora uma “arma” quente e latejante que parecia que ia explodir. Não tive mais paciência de esperar e o puxei para dentro de mim.

Entrava e saía de mim de uma maneira deliciosa. Perdemos a noção do perigo e entramos naquele mundo que a moral e a decência não são bem-vindas.

Vi em seus olhos a alegria daquele instante. Não demorou muito para que o gozo viesse intenso, explodindo entre minhas coxas.  Após um beijo, ouvi:

_ Sua bandida safada! Está presa em nome da lei, sob a acusação de perturbar a mente de um policial inocente. De hoje em dia sua pena será me saciar todos os dias.

Difícil foi me recompor e acompanhá-lo até a porta da sala dizendo:

_ Obrigada pela confiança, senhor. Espero que goste de nossos serviços. Entro em contato para falar do resultado de nossas pesquisas. Tenha um ótimo dia e volte sempre!

E ele sempre volta…
Autoria: Ana Sophia
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Madrugada… Ellen acabara de chegar de uma festa; estava linda, como sempre! Saiu com um vestido preto, justíssimo, que encurtava a cada passo que dava. Maldito vestido! Deu trabalho a noite toda! Ressaltava suas curvas e não havia homem que não olhasse com desejo para ela. Cá pra nós, ela fez isso de propósito, gostava de ser desejada ao extremo! Era praticamente um fetiche secreto: exibir-se… A noite foi boa! Mas agora já estava quase em casa…
Tirou os saltos, sentiu o chão gelado sob seus pés. Começou a subir lentamente as escadas do prédio em que morava. Lembrou-se de Carlos, seu ex-namorado… Ele estava na tal festa. Fingiu que não tinha visto, mas ele a observava feito um lobo pronto pra caçada! Sentia a pele queimar cada vez que notava que ela a olhava. Ainda existia muito tesão entre os dois… A vontade era de beijá-lo ali mesmo, na frente de todo mundo. Depois não o viu mais… Deve ter ido embora com alguma menina por aí.
Voltando à realidade, elevador estragado, o jeito era enfrentar os degraus. Começou a procurar suas chaves em sua bolsa, quando de repente, escutou um barulho atrás de si. Estranho… parecia ter ouvido passos. Parou por um momento e permaneceu quieta. Sentiu o coração bater mais forte.
Entre as escadas, viu um vulto se aproximar rapidamente. Estava muito escuro, não conseguiu ver quem era. Aliás, nem deu tempo de fugir! Um homem a agarrou por trás e tapou sua boca. Não podia gritar por socorro. O pânico tomou conta de seu corpo, sua mente, suas palavras… Estava completamente sem ação, de pernas bambas. Tremia! Encostou-a em uma parede, ainda nas escadas. Que ele vai fazer comigo? pensou.
Ele estava nervoso, respirava com dificuldade, visivelmente ofegante. Enfiou a mão por dentro do vestido e Ellen  sentiu o toque quente dos seus dedos apalpando e apertando o biquinho de seus seios. Ele apenas sussurrou para ficar quieta!
Algo nele era sexy… Talvez o cheiro, parecia tão familiar… Apesar do medo impedir até seus pensamentos para pedir ajuda, gostou daquilo. Neste momento, ela descobriu o que se tratava. Toda a tensão acabou se transformando em tesão. Ele ficou um bom tempo por ali, amassando seus seios. Deslizou a mão para suas coxas, ergueu o vestido num movimento muito rápido. Estava totalmente exposta a ele, sem poder reagir. Arrancou sua calcinha numa violência sem tamanho… Parecia com raiva! Sua pele ardeu com aquele golpe. E logo sentiu os dedos dele enfiarem em seu sexo… molhado! Penetrou dois, três dedos de uma vez num vai-e-vem enlouquecedor. Tirou os dedos dela e colocou na sua boca, para que provasse do seu gosto. Não acreditava que estava ficando excitada com tudo aquilo! Deveria estar louca! Abriu levemente as pernas para senti-lo. Ele percebeu.
Ele encaixou-se nela, roçando seu membro rijo… Sentiu o corpo dele colado ao seu. Sua ereção parecia ferro! Ele abriu a calça e colocou seu membro para fora… Esfregou, esfregou, dava pra sentir que ele já estava todo lambuzado. Até que tirou a mão de sua boca e lhe deu um beijo quente, molhado, daqueles de puro tesão!
- Ellen, você me deixa louco!  Louco! – sussurrou Carlos ao seu ouvido.
Ouvir a voz dele era tudo o que ela queria! Agarrou-o pelos cabelos e o beijou ansiosa. Que saudade daquele beijo!
- Eu sabia que era você! Por que fez isso comigo? Pra que esse susto imenso? – perguntou baixinho, entre beijos e lambidas.
- Ora, você não tinha aquela fantasia de ser agarrada à força? – falou ele, rindo. Só ele sabia o quanto ela atiçou sua imaginação ao desfilar com aquele vestido naquela festa! Seu desejo precisava ser saciado o quanto antes.
Segurou suas pernas e a suspendeu, pressionando contra a parede. E a penetrou com força, sem pedir licença alguma… E nem precisava mesmo, ela já o aguardava com seu sexo totalmente úmido e quente. Gemeu baixinho… os vizinhos poderiam ouvir! Agarrou seus cabelos e mordeu seu pescoço. Ainda desejava aquele homem com todas as suas forças!
Carlos ofegava em seu ouvido… E metia cada vez mais, deslizando gostoso dentro dela… Os seios de Ellen balançavam a cada arremetida dele. Isso o deixava louco de tesão. Abaixou um pouco a cabeça para chupá-los, enquanto continuava dentro dela sentindo suas contrações. Que sensação maravilhosa! Queria ir cada vez mais fundo…
Ele estava a ponto de gozar a qualquer momento! Ellen percebeu e ajoelhou-se diante dele. Deu leves mordiscadas nele e passou a lingua em cada centímetro daquele p…que ela conhecia tão bem! Abocanhou-o de uma vez só, sugando cada pedaço dele. Era perfeita! Começou a alternar sua boca quente e suas mãos, fazendo-o subir pelas paredes de tanto tesão!
Não demorou muito e o gozo jorrou abundante no rosto de Ellen. Em êxtase total, totalmente anestesiado, deixou escapar um gemido de prazer entre os dentes. Precisou apoiar-se na parede…Adrenalina a mil! Mesmo na penumbra, dava pra ver o olhar de cumplicidade entre os dois. Sorriram. Não precisavam dizer mais nada, a reconciliação estava feita!
- Quem está ai? – a voz do porteiro vindo lá debaixo quebra o silêncio e o momento mágico! Ele começa a subir as escadas para verificar o que está acontecendo.
Num impulso, os dois sobem, às pressas, para o apartamento de Ellen. Nervosismo total para achar a chave dentro da bolsa! Entram correndo, rindo de toda aquela situação… Fizeram amor novamente, desta vez na cama. Dormem abraçados.
No dia seguinte, ao ir embora, Carlos encontra uma calcinha rasgada no corredor. Guarda no bolso do casaco a lembrança de uma deliciosa reconciliação.
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Texto baseado na história de Ellen K.
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Meu aniversário é no dia 12 de junho, Dia dos Namorados. A data se aproximava e, excepcionalmente nesse ano de Copa do Mundo, resolvi comemorar na véspera em um bar de rock ao som  da minha banda favorita.

Convidei alguns amigos mais próximos, mas Vinícius era meu convidado especial, o mais aguardado da noite. Estávamos saindo a  quase dois meses e nossa química era incrível. Ficávamos horas trocando mensagens e fotos pelo Facebook. Aquela provocação toda nos levava à loucura de tanto tesão.

Ele tinha certeza se iria e essa incerteza só aumentava mais o meu desejo. Em uma de nossas conversas me disse que, caso fosse, me pegaria no banheiro do bar. Fiquei louca! Incrível como uma simples sugestão poderia despertar minha imaginação. Parecia que lia meus pensamentos, afinal sempre tive um fetiche de transar em um lugar público. Ele também!

No dia do meu aniversário ele  apareceu no bar de surpresa. Nossos olhares diziam tudo que queríamos. Eu estava pronta para ação: minissaia, salto alto, lingerie provocante. Ficamos juntos o tempo todo durante o show. A cada amasso, beijo, mordida de orelha o tesão só aumentava.

Depois de  algumas doses de bebida, eu já estava molhada e podia sentir o volume louco pra pular fora da calça. Não era mais possível esconder nossos desejos… Subimos para o andar de cima do bar onde ficava o banheiro feminino. Após uma breve “sondagem de terreno”, vi que o caminho estava livre para brincadeiras proibidas.

Entramos num box do banheiro. Logo percebemos que a porta não trancava! A sensação de sermos flagrados a qualquer momento só aumentava nossa adrenalina. Abri sua calça e comecei uma viagem pelo seu corpo. Comecei a chupa-lo intensamente, colocando todinho na minha boca. Ele adora quando eu faço isso. Depois foi a minha vez de sentir a sua boca trabalhando em mim… Vinícius usa aquela língua como ninguém e sabe me deixar de pernas bambas.

No meio de todo nosso delírio, começa o intervalo do show. O banheiro começa a encher… Podíamos ouvir as vozes da mulherada entrando no banheiro! Estávamos num grau de excitação que não havia como voltar atrás e fingir que nada estava acontecendo. O tesão falou mais alto e então  sentei nele com vontade!

Uma verdadeira delícia sentar gostoso nele e ouvi-lo dizendo, com aquela cara de safado, que iria me encher com seu gozo. Difícil era conter nossos gemidos de prazer e ao mesmo tempo segurar a porta pra que ninguém a abrisse.

Aquele “sobe-e-desce” foi ficando cada vez mais intenso. Sentia-o pulsando dentro de mim… Gozamos juntos! Depois de toda aquela volúpia, complicado foi sair de dentro do banheiro sem sermos vistos. Era só risada! Mas a adrenalina e o tesão que sentimos fez tudo valer a pena.

Quando a química assume as consequências, não existe nada proibido!
Autoria: Roberta Gonçalves
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Não adianta negar… Todo mundo tem um pouco de fetichista! E todo mundo já experimentou algum tipo de fetiche mas não sabe ainda do que se trata. Vamos conhecer alguns? E quem sabe colocar em prática pra ficar mais gostoso?

Leia também:
~~> Podolatria – Fetiche por pés
~~> Smoking Fetish: Sexo e Fumo
~~> Origem do termo Sadomasoquismo

Já ouviu falar em Amaurofilia?

Saiba que este é o nome do prazer que as pessoas sentem quando não podem ver o outro, propositalmente. Quando você se priva de um dos sentidos, os outros ficam mais aguçados; logo quem recebe os estímulos reage de uma forma muito mais intensa. Para brincar de “amaurofilia”, use uma venda nos olhos dele.  Outra dica é ficar contra a luz e deixar ele ver somentee sua silhueta. Ou vale até apagar a luz de vez… e deixar que o mistério tome conta dos dois. Já pensou que delícia somente ouvir e sentir, sem ao menos poder ver qual vai ser o próximo passo? Experimente em casa!

 

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Você curte um Trampling?

Que será isso? Um novo esporte? Talvez! Só que um “esporte” meio radical… Esse é o nome do fetiche de quem gosta de ser pisado, de sentir a pressão dos pés pelo corpo, seja descalço ou com salto. Sem falar que também curtem a dor que isto causa. Quer fazer “trampling” nele? Numa cadeira, deixe ele amarrado e sem camisa. Calce “aquele” seu salto poderoso e encoste um dos pés no peito dele e mostre quem é que manda! Acaricie-o de diversas formas e termine com uma sessão de “footjob” (traduzindo: nome que deram a masturbação feita com os pés).

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Quer praticar Agorafilia?

Já transou ao ar livre? Aposto que sim! Aquela sensação gostosa de prazer e perigo… quem nunca? Pois bem, então posso dizer que você pratica “agorafilia”, fetiche por transar em locais mais arejados, por assim dizer. Se não experimentou, está na hora de fazer diferente: que tal começar na sacada, no quintal de casa ou quem sabe numa praia… Capricha na pegada e deixa o resto pra servir de história pra contar!

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Sabe o que é Periculofilia?

Ah, para quem vive dizendo que não gosta de fetiches, eis aqui a prova do crime: Periculofilia. Sabe o que é isto? É o desejo de sexo e obtenção de excitação e prazer sexuais em situações tensas e perigosas. Quer um exemplo bem prático? Fazer sexo no carro. Diferente da Agorafilia, este tipo de fetiche busca pela sensação do perigo. Duvido que naquela época de adolescente, com os amassos no escurinho, você não tenha praticado um pouco de “periculofilia”…

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Que tal brincar de Gimnofilia?

Para quem gosta de se divertir ainda com roupas, damos o nome deste fetiche de Gimnofilia. Para estas pessoas, o mais excitante é o tesão do contato com a roupa, não propriamente a nudez em si. As famosas “rapidinhas” podem ser consideradas nesta classificação. A vontade um do outro é muito grande e parece que não dá para esperar. Faça com que as preliminares literalmente “peguem fogo”, mas não tirem nenhuma peça de roupa. Apenas afastem… Se é que me entendem…

 

Como você podem ver, “há muito mais fetiches entre o céu e a terra do que sonha nossa vã sacanagem”! Apesar de “fetiche” não ser um assunto muito falado em público, é praticado de todas as formas, em um momento ou outro da vida. Colecione momentos diferentes em sua vida… e de quebra, tenha sempre uma opção para sair da rotina de vez em quando.

Fonte: Parafilias – Oswaldo M. Rodrigues Jr. e Revista Nova Cosmopolitan

 

Alessandra A.

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Com o sucesso da trilogia Cinquenta Tons de Cinza o tema masoquismo passou a permear o imaginário feminino. O livro se tornou sucesso de vendas em todo o mundo e conta a história da jovem e virgem Anastasia Steele, e Christian Grey, bilionário que propõe que ela seja sua escrava sexual. O livro gira em torno de um jogo de poder e sedução e principalmente submissão. A simples ideia de ser Anastasia Steele por um dia deixaria qualquer leitora dos 50 tons literalmente excitada. Mas o que é masoquismo?

Masoquismo é a prática onde a pessoa sente prazer ao sentir dor. Esta dor pode ser psíquica ou física e em níveis diferentes. Uma relação onde uma pessoa apresenta tendencias sádicas, sente prazer em provocar dor, e a outra é masoquista, sente prazer em sentir dor é denominada sadomasoquista.

O masoquismo e o sadismo são considerados clinicamente como desordem psicossexual. Sigmund Freud afirmou que todo masoquista tem tendências sádicas, assim como todo sádico tem tendencias masoquista, apenas uma se sobressaindo sobre a outra. Ou somente uma se revelando na personalidade do individuo. O que caracteriza o masoquismo e o sadismo como patologia, não é somente o sofrer e nem o fazer sofrer na busca pelo prazer sexual, mas, sim, a compulsão ao sofrimento e ao fazer sofrer, que pode trazer transtornos de todas as ordens a vida do indivíduo.

Especialistas afirmam que todas as pessoas seriam sádicas e masoquistas, não em níveis patológicos, mas pelo fato de gostarem de comandar ou serem comandadas na cama ou fora dela.

Relações de pessoas psicologicamente saudáveis podem apresentar um certo grau de sadomasoquismo. Hoje é normal o uso de lenços de seda para amarrar as mãos e pernas e de palmadas suaves durante a atividade sexual estas são práticas normais entre casais e não são consideradas sadomasoquistas.

Bem o que interessa realmente é que esta é uma prática saudável e uma maneira de sentir prazer e dar prazer. Se descobrir , descobrir seu parceiro e aumentar assim a intimidade do casal. Um casal com tendencias sadomasoquistas precisa ter uma sintonia única, de conhecer o corpo do outro, seus limites, de dar prazer sem machucar.

Você tem tendência ao masoquismo quando você abre mão das suas vontades para agradar ao outro e sente prazer em servir ou quando é comandado. Não precisa necessariamente gostar de ser machucado, mas que se submete à situação de estar sempre em desvantagem, de ser dominada ou humilhada e sente prazer com isto. Um masoquista tem na dor sua principal fonte de excitação e prazer sexual, enquanto que as pessoas com tendencia terá a dor apenas como um estimulo a excitação. Use isso a seu favor, criando fantasias e experimentando novas formas de sentir prazer.

Escrito por Moema / Consultoria.

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De vez em quando eu escuto essa: “Ah, eu não tenho fetiche! Não gosto “dessas coisas”. E então, no momento seguinte, esta mesma pessoa demonstra sua alta preferência por situações perigosas, por momentos proibidos e outras práticas que geralmente não contamos nem para nosso travesseiro. Pois bem, por mais que digam o contrário, todos nós somos mais ou menos fetichistas.

Caso você não saiba, existe um fetiche chamado Periculofilia que é o desejo do sexo e obtenção de prazer diante de situações tensas e perigosas. Um dos exemplos mais comuns é fazer sexo dentro do carro. Hoje em dia sabemos o quanto esta prática é arriscada, pois existe o risco de ser pego pela policia e ser preso por atentado ao pudor; ou então por assaltantes que desejem carro ou dinheiro. Há pessoas que se viciam em momentos como estes, carregados de adrenalina.

Associado a esta variação sexual, podemos incluir os praticantes de Dogging nesta definição. Mas o que é Dogging? Este é um termo usado para designar o sexo em público ou semipúblico, da mesma forma que se assistem cachorros fazendo sexo na rua. O Dogging é praticado por casais hetero ou homossexuais, geralmente dentro do carro. Além do interior do carro, usam o capô, porta-malas e em cima do veículo. Nesses encontros, a mulher fica completamente à mercê do homem (ou homens). E o risco de um flagrante é muito alto, principalmente pelos locais escolhidos pelos fetichistas, que podem variar além de estacionamentos em ruas ou praças até em shopping centers.

O importante neste quesito é todo o risco sentido durante a relação sexual e a excitação que envolve o momento.

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Fonte: Parafilias / Oswaldo Rodrigues
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O que você diria sobre o fato de fumar enquanto está fazendo sexo? Já pensou nessa possibilidade antes? Pois bem, se para a maior parte das pessoas fumar é algo condenável e até repugnante, para muita gente uma pessoa que fuma é mais atraente, e passa uma imagem de sedução, autonomia, independência, poder.

O fetiche por fumantes (internacionalmente chamado de “smoking fetish”) é um fetiche muito comum em todo o mundo. Como qualquer fetiche, é predominantemente masculino, mas também existem mulheres que sentem atração por homens fumantes, e o fetiche também é popular na comunidade GLS. Esta prática consiste em combinar fumo e sexo num mesmo ato. A mulher, por exemplo, pode ajoelhar-se diante do parceiro e praticar sexo oral. Em intervalos regulares, pode fumar e soltar baforadas na área genital do homem ou mantê-la ainda na boca, realizando brincadeiras criativas com fumaça.

As pessoas que tem o smoking fetish nem são fumantes e as causas para esta atração podem ser as mais diversas (pai e mãe que fumavam e eram ligados a sensação de prazer da criança, alguma figura feminina ou masculina que marcou a infância, a simples beleza dos gestos e da fumaça, ou no caso de fetichistas fumantes, uma extensão da excitação obtida quando se começa a fumar.Não há estudos que indicam alguma relação quimica ou neurologica da nicotina com a libido.

O fetiche por fumantes se revela de varias formas e intensidades. Algumas pessoas acham elegante, casual ou provocante outra pessoa que fuma, sem sentir, porém, uma excitação sexual no sentido estrito do termo. Por outro lado, há pessoas que gostam e enxergam na fumaça um sentido de dominação e submissão. Há pessoas que sentem verdadeiro tesão quando fumam, ou que tem muita vontade de fumar quando estão sexualmente excitadas.

Muitos dos fetichistas (principalmente mulheres) se sentem extremamente sensuais e provocantes fumando. E de um modo geral, todas as pessoas que tem o fetiche gostariam de fazer sexo fumando ou com um parceiro que fume durante o ato sexual.

O beijo de fumaça é uma das formas mais eróticas e excitantes de usar o cigarro no sexo. Para receber, basta beijar normalmente e inspirar a fumaça que a outra pessoa sopra em seus lábios. Para dar um beijo de fumaça, você só precisa dar uma boa tragada com todo o estilo possível e soprar a fumaça suavemente nos lábios da outra pessoa ou ao redor deles. Há um fator psicológico de provocação, quando isso é feito de forma suave ou de dominação e sadomasoquismo, quando você capricha na quantidade de fumaça e “obriga” a pessoa a respirar o que vem de você.

Uma variação sobre a mesma técnica, altamente acariciante, é o banho de fumaça, em que você dá uma tragada generosa e suavemente sopra a fumaça no corpo da outra pessoa. Além da ligeira sensação táctil, equivalente à do famoso “cheiro no cangote” e capaz de causar arrepios, a fumaça também tem a presença do visual: ela toca o corpo e fica parcialmente retida na pele, subindo aos poucos. Envolve a pessoa, simbolizando posse, controle e dominação, o que é ainda mais reforçado se você masturbar o(a) seu(sua) parceiro(a) enquanto cobre ele(ela) com sua fumaça. Uma variação interessante é encher a boca de fumaça sem tragar, encostar os lábios na pele da pessoa e empurrar a fumaça lentamente com a língua, com o cuidado de desviar a respiração sua ou dele(dela). A fumaça permanecerá densa sobre a pele, esvaindo-se aos poucos, ou você pode sugá-la rapidamente.

A origem desse desejo pode ter como causas diversos fatores. Os primeiros cigarros de uma pessoa podem ser extremamente excitantes por se estar fazendo algo diferente, secreto, proibido, restrito ao mundo adulto e muito visual — dessa adrenalina toda pode surgir também excitação sexual, com sensação de prazer e auto-admiração. Ou, se você tiver reconhecidamente um fetiche por fumantes, a inspiração sexual pode surgir por você imaginar a companhia de alguém que fuma, ou a sua própria imagem de poder por estar fumando.

E então? O que achou desta ideia?

Texto extraido/adaptado do site A Arte de Fumar

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