terça-feira, março 31, 2015
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fetiche

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Clara estava encostada na parede. Seu corpo mole do gozo era sustentado pelo corpo de Ronaldo, suas pernas pareciam levitar. Em seu rosto a satisfação estava estampada abertamente.

Mas é claro que o sádico não estava satisfeito, ele precisava de mais pra se satisfazer. Olhar ali pra ela fez com que ele desejasse machuca-la e marcar aquele corpo de forma mais intensa.

Ao comprar as rosas, ele havia planejado fazer um caminho com as pétalas pra que ela se sentisse acolhida e especial, mas por um erro da floricultura os espinhos não haviam sido retirados do caule, e ao desfazer o embrulho ele acabou furando o dedo. Agora olhando pra pele de Clara ali tão alva, a sua disposição, teve uma ideia e caminhou para o vaso.

Pegou umas cinco rosas, segurou pelas flores pra não se machucar, abriu o vidro de álcool, limpou os caules e as coxas dela. O olhar dela era de excitação, misturado com questionamento, mas acima de tudo ali estava estampada a confiança.

Ele se aproximou dela e disse baixinho:

– Vire-se, vou brincar na sua bunda. Vamos botar abaixo a afirmação de quem em mulher não se bate nem com uma flor. Vou te bater com as rosas, porque posso, porque você me pertence.

E assim foi feito, Clara se virou, colocou as mãos na parede, acima da cabeça, empinou a bunda o máximo que conseguiu e esperou.

Ronaldo começou passando delicadamente as rosas na sua pele. Começou pelas costas, deslizava as rosas na pele e ia beijando atrás. Ela foi se arrepiando e mesmo sem desejar seu corpo buscava o dele, queria se encaixar naquele homem, sentir a sua ereção, ver que ele a desejava. Assim encaixados, ele brincou com o corpo dela, acariciando-a com as rosas e dando beijos e lambidas por onde as flores passavam.

Do nada ele a agarrou pelos cabelos, empurrou seu corpo de encontro à parede e puxou sua bunda. Sentiu a primeira batida das flores na sua bunda, não era nada forte que provocasse uma dor lancinante, mas ardia, e depois da primeira vieram várias batidas, ritmadas, uma seguida da outra. A ardência aumentava, o corpo se excitava cada vez mais, seu corpo estremecia, dos seus lábios gemidos começaram a escapar. Era um som misturado de tesão e lamento de dor. Lágrimas escorriam do seu rosto, fazendo com que a maquiagem escorresse, dando um efeito dramático a cena.

Algo escorria nas suas pernas. A principio Clara não soube definir o que era, achou que podia ser água que escorria do caule das flores, mas ao olhar pra baixo viu o sangue respingado. Imediatamente o cheiro invadiu suas narinas, seu sexo se contorceu, escorreu e ela gozou. O cheiro do sangue havia despertado o seu lado mais negro, mais vadia e puta.

Ronaldo jogou as flores na cama, a arrastou pelos cabelos e a jogou sobre as flores. Pegou mais algumas do vaso e jogou sobre ela. Assim a possuiu, montou sobre seu corpo como um cavalo monta uma égua no cio.

Socava seu sexo dentro dela, abria o máximo possível suas pernas, era como se desejasse entrar por completo. As flores espetavam seu corpo em todos os lugares, pétalas se soltavam dos caules e iam grudando na sua pele.

No lençol branco o rastro daquela foda ia sendo carimbado com o sangue de ambos. Ronaldo saiu de dentro dela e começou a comê-la com os dedos. Enfiava dois ou três, rodava dentro do seu corpo, lambia sua barriga e suas coxas, levava sua boca manchada de sangue e a beijava. Ela se sentia a puta das putas, ali entregue, sendo usada sem limites. Seu sangue vertendo dos pequenos furos da sua bunda, seu sexo sendo manuseado pro prazer dele, mas a maneira com que ele a olhava era a melhor coisa da cena.

Naquele olhar ela via excitação e desejo, via carinho e via que ele necessitava dela. Precisava sorver do seu corpo tudo que ela tinha pra satisfazer aquela mente sádica.

Ele olhou bem dentro dos seus olhos e disse:

– Agora vamos juntos, minha puta. Venha, acompanhe o ritmo do seu DONO. Quero sentir o seu gozo junto do meu.

Num balé de sensualidade, os corpos se encaixando o máximo que a anatomia permitia, Clara elevou suas pernas, enlaçou Ronaldo com força, olhou pra ele e disse:

– DONO, por favor, sua cadela precisa do seu gozo…

Ele a apertou em seus braços e respondeu:

-Venha minha cadelinha, traga seu gozo pro seu DONO… vamos juntos…venha.

E eles gozaram juntos, os corpos colados, suor e sangue se misturavam. O prazer estava ali naquele quarto, em forma de sexo, entrega confiança e cumplicidade.

Passaram-se alguns minutos, eles estavam abraçados. Ronaldo saiu de cima dela, a beijou na testa e disse: “Vamos, cadelinha. Vamos cuidar dos seus machucados”. E a pegou no colo e levou ao banheiro.

Ajustou uma água morna no chuveiro e entraram juntos. Clara pode visualizar pelo espelho as marcas que as rosas haviam deixado em seu corpo. Era um rastro de pequenos furinhos, de onde brotavam gotículas de sangue, a cor da paixão que ela sentia na alma se manifestava em sua pele que gritava pelo toque daquele homem.

Ele a ensaboou com um sabonete antisséptico, deixou a água deslizar por seu corpo e lavou seus cabelos. Com muito carinho os desembaraçou embaixo do chuveiro, passando as mãos por sua nuca, atiçando seu corpo, todo e qualquer toque dele despertava o tesão dela.

Entregando o sabonete em suas mãos, ele disse que agora era a hora dela cuidar do seu DONO. Ela começou ensaboando a costa larga dele, depois levou suas mãos delicadas para o peito e ombros, acariciou seu rosto, sua barba um pouco por fazer, desceu e foi pro seu membro, que já estava duro de desejo. Estar ali ajoelhada perante ele fez com que sua boca salivasse. Ela não resistiu. Imediatamente a agarrou pelos cabelos e encheu sua boca com aquele mastro de desejo.

Num movimento de vai e vem ele invadiu sua boca, sufocava com seu sexo, tirava dela o ar e a trazia pra fora a deixando respirar. Ela sugava, com força, como se desejasse que ele a brindasse com o seu gozo. Foi exatamente o que ela recebeu, ele preencheu sua boca com seu líquido grosso e morno. Gozou no fundo da sua garganta, com os cabelos presos em suas mãos. Olhando diretamente pra ela, entre gemidos e arfados, ele repetia uma única palavra:

– MINHA…

Continua…

 

 

 

 

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Com certeza você já deve ter ouvido ou até mesmo ter falado a seguinte frase “Como eu queria ser homem pelo menos uma vez para ter a sensação de fazer xixi em pé… Ou para ter a sensação de ter um pênis… Ou ter a deliciosa sensação de “meter” em alguém…”, isso nos leva a pensar sobre as vontades que as Mulheres têm de fazer as coisas que somente os Homens podem fazer.

Um simples comentário pode abrir oportunidades para experiências muito mais intensas do que simplesmente pensar no assunto e não expor sua vontade.

Hoje em dia é mais explícito ainda que as mulheres têm a liberdade de expressar seus desejos, até os mais ocultos. Isso é uma coisa muito boa, pois geralmente é a mulher que tem o lado mais criativo na cama. Uma proposta como esta pode fazer a diferença para que o casal descubra formas de prazer jamais imaginadas.

A inversão de papel se resume em a mulher fazer o papel do homem e o homem fazer o papel da mulher. Neste jogo não necessariamente o homem precisa se vestir de mulher, passar maquiagem, afinar a voz a agir como uma mulher para que a brincadeira aconteça. Sendo direto no assunto, a mulher penetra o homem, nesse caso, com um vibrador ou uma cinta com um consolo acoplado. Como você já sabe o prazer anal é muito comum a todos os homens, isso porque o “ponto g” deles fica na próstata que se localiza dentro do ânus.

O jogo de Inversão de Papéis, pode começar com uma carícia mais quente, fazendo o tão famoso e polêmico Beijo Grego. A mulher pode começar tomando a iniciativa da Inversão neste ponto. Ao perceber que seu parceiro gostou da ideia, basta se aproveitar da situação e ir aos poucos.

É possível também que o homem sinta vontade de fazer o papel da mulher na cama. Caso você (homem) tenha essa vontade, não há nada demais em provar novos prazeres. Isso quer dizer que você está aberto a diferentes tipos de experiências.

Mas infelizmente, em muitos casos, essa vontade não se concretiza por medo ou receio de ser julgado ou mal entendido pela parceira. O medo que essa rejeição estrague ou abale o relacionamento, acaba deixando essas vontades de lado e frustrando a ideia. Se seu homem achar que você está em algum momento criticando ele ou julgando suas fantasias, ele nunca mais se abrirá pra você novamente.

Em um relacionamento, tudo se resolve na base da conversa. Se você tem vontade, não tenha medo de conversar com sua parceira(o). Muitas vezes ela espera uma iniciativa sua ou vice versa.

 

Para a Mulher

No caso da mulher, acaba sendo um pouco mais delicado propor para seu companheiro que ele se torne a mulher na cama, deixando-a fazer o papel de homem. Mas isso não quer dizer que seu parceiro não aceite a ideia, basta ter jeito e paciência.

Bom, se você quer começar a botar a ideia na cabeça de seu parceiro da Inversão de Papéis, não precisa dizer de uma vez que quer. Isso pode fazer com que ele “se assuste” e recuse o pedido, pois não houve nenhum preparo, nenhum tipo de tentativa. Isso também porque os preconceitos e tabus quanto a masculinidade dos homens ainda é muito repressor e seu homem pode não topar de primeira, com medo de ser criticado e julgado por você.

Tente, aos poucos, ir descobrindo os limites dele, descubra até onde ele deixa você ir. Quando estiver fazer Sexo Oral em seu Parceiro, não economize esforços para deixa-lo excitado. Faça com que ele sinta muito prazer até quase entrar em transe, pois este será o momento que ele estará mais “aberto” para receber mais prazer.

Brinque com sua língua, vá descendo cada vez mais, passando pelo testículo, períneo (aquela região entre o ânus e o testículo) até então chegar bem devagar na região anal. Comece sugerindo uma carícia diferente como um Beijo Grego ou até mesmo a Estimulação da Próstata enquanto você pratica o Sexo Oral. Deixe a região bem lubrificada com sua saliva e suavemente vá introduzindo o dedo, mas não deixe de chupa-lo, pois isso vai fazer com que um prazer se junte ao outro. Essas são práticas mais “leves” e podem abrir portas significativas para o prazer.

É muito importante que antes de começar a estimulação nessa região, certifique-se que o local está limpo, dessa forma é mais fácil de evitar qualquer constrangimento.

 

Para o Homem

No caso dos Homens acaba sendo um pouco mais “complicado”, pois muitos ainda têm um certo medo ou receio de serem julgados por gostarem ou terem essa vontade. O fato do homem gostar de inverter os papéis, não tem nada a ver com homossexualismo. Trata-se apenas de um prazer comum, uma zona de prazer do corpo humano, e não tem absolutamente nada a ver com ser homossexual.

Caso você (homem), tenha a vontade de iniciar a inversão de papéis, converse com sua companheira, não tenha medo de expor suas vontades. Você precisa se sentir confiante para mostrar o quanto está disposto a dar um passo adiante nos “limites” do casal.

Se ela se mostrar interessada em explorar estas áreas, não a proíba. Deixe acontecer naturalmente pra ver até onde ela gostaria de ir. Você pode até conduzi-la para carícias na região do períneo e assim desfrutar destas sensações diferentes.

Além claro, do prazer de ser penetrado, a inversão de papéis, tem um “que” do prazer de ser dominado ou submisso. Alguns homens também adoram ficar de quatro com coleirinha sendo dominado por suas mulheres. Depois disso vá experimentando uma imensidão de vibradores, consolos e próteses com diversas cores, modelos e texturas diferentes. Alguns modelos até vibram, proporcionando ainda mais prazer. Na arte do sexo amor… o céu é o limite.

Mas independente se você é Homem ou Mulher e tem a vontade de praticar a Inversão de Papéis em seu relacionamento, o importante é não ter medo de falar sobre o assunto e expor suas vontades com clareza para seu companheiro(a). Desta forma, você mostra que, acima de desejar essa pessoa, você também confia o suficiente para depositar o seu prazer nela.

Bom, espero que vocês tenham gostado deste texto e que, de alguma forma, eu tenha ajudado e esclarecido algumas dúvidas sobre o assunto.

E você, já praticou Inversão de Papéis? Tem vontade de praticar? Qual conselho você daria para quem pretende praticar?… Deixe seu comentário, pois é muito importante saber a opinião de vocês!

Obrigado pela presença de todos e até o próximo texto.

Autoria: Domna

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Clara tomou um banho gelado na expectativa de diminuir o fogo que a consumia. Por mais que tivesse imaginado como seria o encontro dela com Ronaldo, jamais cogitou que pudesse existir entre eles um tesão tão grande. Ela era uma mulher vivida no BDSM, já havia tido outras relações, já havia tido sessões avulsas, mas nunca tinha tido um encontro tão intenso. Era como se o corpo dela tivesse sido moldado pra se encaixar no dele.

Confira aqui a primeira parte desta história: 
À tua espera – Parte 1

Saber que por trás daquela porta estava ele, arrumando o quarto para a sessão, provavelmente arrumando sobre a cama chicotes e canes, cordas e outras coisinhas pra brincarem, a deixava totalmente ensopada de excitação.

Eles haviam se conhecido de uma forma muito natural. Clara estava vivendo o BDSM completamente livre. Tinha amigos sádicos com quem fazia cenas avulsas, viajava pra participar de eventos e estava sempre conhecendo gente nova. Relacionar-se com esse homem seria abrir mão de tudo isso. Ele já havia deixado claro que não dividia posse e que era um homem controlador, mas mesmo assim ela desejava muito estar aos pés dele.

Sentia que sua vida mudaria por completo, mas nada disso importava mais. Tudo que importava estava ali no quarto. E foi com esse pensamento que ela terminou de se arrumar. Tinha comprado uma lingerie branca, com meias e liga combinando. Pensou em colocar um salto alto, mas se lembrou de que uma das prerrogativas de uma submissa era a humildade e decidiu ter os pés descalços.

Na maquiagem ela foi mais ousada, adorava o efeito da maquiagem escorrendo pelo rosto após as lágrimas que o sadismo lhe causava, por isso fez um olho bem preto. Caprichou no lápis e no delineador e na boca ousou com o vermelho, cor da paixão e do desejo que só crescia dentro do corpo e da mente dela.

Acabou de passar o batom e como se houvesse combinado a porta se abriu. Ronaldo a pegou terminando o batom, ela ficou um pouco sem jeito e baixou o olhar. Ele gargalhou e disse: “está linda, mas essa timidez em nada combina com você”. Dizendo isso ele passou a mão pelo seu colo, apertou com força um dos seus seios e a agarrou pelos cabelos, ordenando: “agora feche novamente seus olhos. Tenho uma surpresa pra você”.

E ela foi arrastada pelos cabelos quarto adentro. Estando com os olhos vendados seus outros sentidos estavam aguçados e ela sentiu um perfume de flores. Pareciam rosas, mas ela não teve certeza. Ouviu uma música de fundo, suave e baixa, mas ritmada.

Pelos passos que havia dado ela imaginou que estivesse no meio do quarto e logo sentiu seus joelhos encostarem-se ao que ela imaginava ser a cama. Seu coração estava acelerado por ansiedade, sua pele toda arrepiada. Seu sexo escorrendo de excitação fazia com que a calcinha mínima que ela usava colasse ainda mais nela.

O corpo dela tremia de expectativa. Sentiu as mãos dele passeando por suas costas e ombros. Sua barba que estava meio por fazer e arranhava suavemente seu pescoço trazendo arrepios ainda maiores. Ele sussurrou em seu ouvido:

– Está com frio, minha fêmea. Abra seus olhos agora e veja, tenho brinquedos aqui pra aquecerem tua pele.

Ao abrir os olhos ela viu que estava mesmo de frente a cama. Chamou atenção um vaso com pelo menos duas dúzias de rosas vermelhas na cabeceira da cama. Seu olhar foi descendo lentamente e na cama encontrou uma coleira de couro vermelha presa a uma guia feita do mesmo couro. Ao lado alguns chicotes e flogs estavam arrumados metodicamente e velas coloridas se sobressaiam.

Na ponta da cama o que ela já sabia que estaria ali a esperar por ela: uma gag ball pra calar seus gritos e gemidos, afinal de contas estavam em um hotel, e um par de algemas. Havia ali um arsenal de dor e prazer e ela ansiava por experimentar cada um deles.

No canto do quarto um jogo de potinhos brancos de louça completava o cenário, um deles abastecido com água fresca fez com que sua boca ficasse ainda mais seca. Ronaldo deve ter percebido que ela engolia com certa dificuldade e disse que se ela desejasse poderia beber da água no potinho. Ela se afastou dele, ficou de quatro e foi lentamente até o pote.

Sorveu da água com pressa, sem se importar em ser uma cadela educada. Ali naquele momento, quanto mais bagunça fizesse mais seria castigada e ela desejava muito cada um dos castigos que ainda estavam por vir.

Ainda de cabeça baixa ela sentiu que ele se aproximava por causa dos seus passos no chão. Sua bunda começou a ser mordida por ele. Parecia que queria se alimentar da carne dela, eram mordidas fortes e intensas. Ela gemia um pouco de prazer e um pouco de dor. Parou de beber água, mas não se mexeu. Estava sendo usada e sabia que a partir daquele momento, o sádico estava com ela naquele quarto.

Sentir aquela boca marcando sua pele era delicioso, mas o que já estava bom ficou ainda melhor quando ela sentiu que sua bunda era aberta pelas mãos dele e ela sentiu que ele brincava com seu sexo, massageava seu clitóris e passava os dedos no seu rabinho.

Ela começou a gemer alto, não conseguia mais conter o tesão e o desejo. Ele parou e ordenou que ela permanecesse naquela posição. Suas mãos saíram do seu corpo e ele se levantou. Segundos se passaram e ele novamente estava ali, com o corpo encostado no dela, mas dessa vez não houve carinhos. Clara o sentiu prender seus cabelos e depois foi colocado na boca dela a mordaça em formato de bola.

Aquilo significava que a dor iria começar. Seu corpo logo ficou alerta, seus sentidos se despertaram e ela tentava ouvir barulhos que mostrassem o que acontecia ali a suas costas… Mas ele estava silencioso, como se a observasse.

As mãos de Ronaldo abriram novamente sua bunda, e ela sabia o que aconteceria ali. Ele possuiu sua bunda sem pena e sem carinho. Seu rabo foi invadido pelo membro dele num só golpe. Sentiu que ele a rasgava por dentro, as lágrimas rolaram por seu rosto. Era uma dor louca e um prazer absurdo. Ele entrava e saía dentro dela com força e rapidez, e o que era dor virou só prazer. Clara começou a se movimentar no ritmo dele e formaram um balé de êxtase e luxuria.

Quando ela percebeu que ia gozar, ele a puxou pelos cabelos e a fez se levantar, mas não saiu de dentro dela. Carregou ate a cama, com um dos braços tirou os chicotes, jogando-os no chão, deitou seu corpo na cama e continuou a cavalgar nela. Avisou: “não goze, controle-se estamos apenas começando”.

Ele socava seu sexo dentro dela, puxava seus cabelos e a chamava de tudo que desejava ser. Era uma sensação muito intensa estar ali subjugada pelo peso do seu corpo, sentindo presa pela mão em seu cabelo e o ouvindo dizer tantos palavrões e palavras obscenas. Ia se sentindo mais entregue. Agora ela era um brinquedo nas mãos dele e que ele iria brincar ate a exaustão.

Ele foi diminuindo o ritmo das investidas, foi levantando seu corpo e saiu de dentro dela. Seus corpos suavam e seus cheiros se misturavam. No ar pairava o cheiro de desejo e paixão. O corpo de Clara estava pronto pra ele, pronto pra dor e pra ser marcado.

Ronaldo parecia que havia lido sua mente e a colocou com as mãos abertas na parede. Abriu suas pernas e ordenou que empinasse a bunda. A pele foi esquentada pelos golpes do flogger. Cada vez mais rápido sua pele foi se aquecendo, bunda e pernas eram alcançadas e marcadas pelo couro macio. Ainda de mordaça não podia gritar ou gemer, mordia aquela bola que invadia sua boca e sentia que babava feito bicho no cio. Seu corpo estremecia de prazer.

Ronaldo a virou de frente e começou a golpear suas coxas. O olhar de desejo dele compensava toda dor. Tudo que poderia ser dolorido se tornava prazer. Ele a olhava com fome e desejo, a olhava como um DONO, olhava o corpo que lhe pertencia e era assim que ela se sentia: completamente dele.

Tirou a gag dela e beijou seus lábios, invadindo sua boca com a língua. Apertava os seus mamilos com força e desceu uma das mãos ate seu sexo. Comeu-a com seus dedos. Enfiava um, dois, tirava e colocava novamente; rodava os dedos lá dentro, a beijava e dizia sussurrando: “goze, minha cadela. Goze pro DONO do seu corpo, goze agora”.

E ela gozou! Gozou com tanto tesão que lagrimas de satisfação escorreram dos seus olhos. Gemia e chorava, perdeu as contas de quantas vezes gozou nas mãos daquele homem.

Gozou pra ele, gozou por ele.

Continua… Aguarde novo capítulo

 

 

Autoria: Agatha Magalhães

 

 

 

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Sentei naquela poltrona com as pernas bem abertas. Estava observando ela de quatro ali no chão, olhando para mim. Estava do jeito que eu gosto: completamente submissa às minhas vontades.

Comecei a alisar lentamente meu sexo. Não conseguia mais esconder minha excitação. Estava prestes a gozar só de ver aquela cena: minha putinha de joelhos, lambendo os lábios, louca para me chupar…

– Vem cá, vem… Sente o cheiro Estou mandando vir até aqui para me satisfazer!

E ela veio rastejando lentamente em minha direção. Escutava apenas a sua respiração ofegante E a corrente da coleira em seu pescoço arrastando no piso daquele quarto.

Segundos depois, ela estava com a cara enterrada em minhas pernas. Segurei-a pelas orelhas e esfreguei meu mel em sua cara. Ela gostava disso e eu também! Vi o tesão em seu rosto enquanto estava fazendo isso.

Puxei-a novamente para continuar a sua deliciosa tarefa. Estava me controlando ao máximo, queria me aproveitar um pouco mais disso. De repente, tive uma ideia louca: peguei um batom na cômoda ao lado e passei em seus lábios.

Sem pensar duas vezes, beijei-a até ficarmos completamente borrados de vermelho. Aquela boca safada me mordia me lambia, me deixava nas nuvens. Sabia beijar como ninguém!

Fiquei em pé. Precisava ver minha obra de arte vista de cima! Adorava fazer este jogo… E ela sabia muito bem brincar de fetiche comigo. Virei de costas e empinei a bunda. Queria sentir aquela língua quente pelas costas. Demonstrei toda minha satisfação com altos e bons gemidos.

– Chega! Agora venha comigo – falei.

Peguei a corrente no chão e a puxei pelo quarto para dar um pequeno passeio. Pra quem gosta de brincar de dominação, esta cena é praticamente o paraíso! Dentro daquele pequeno espaço, levei minha “cadela” para se exercitar. Rebolava aquela bunda carnuda pra lá e pra cá, provocando meus instintos masculinos escondidos.

Em frente ao espelho, tirei meus sapatos e estiquei um dos meus pés diretamente em sua boca. Ela entendeu o recado: lambeu cada um de meus dedos. Segurava-o como se fosse uma peça rara, enquanto fazia movimentos ágeis e firmes com lábios, língua e dentes. Depois foi o outro pé…

Pelo espelho observava cada detalhe…

– Agora deita no chão, minha vadia… Quero pisar em você!

Com os pés, fui sentindo sua pele quente estremecer ao meu toque. Pisei em seu peito, esfreguei meu pé em seu rosto, enfiei dentro de sua boca. De onde ela estava, dava pra ver meu sexo completamente molhado. Comecei a me masturbar de uma maneira muito intensa.

E cada vez ela chupava meus pés com mais vontade!

– Abre tua calça, minha menina! Quero ver você se tocar pra mim.

– Sim, Senhora! Seu desejo é sempre uma ordem para mim… – ele falou com aquela voz grave.

Completamente excitado, me devorando com os olhos, abriu botão por botão. Dava pra ver aquele volume enorme querendo saltar de dentro de sua calça jeans. Estava duríssimo! Do jeito que eu gosto!

Estava com uma calcinha vermelha que eu tinha lhe dado outro dia. Puxou-a para o lado e tirou seu membro pra fora. As veias saltavam de tanta excitação… Com as duas mãos, ele começou a bater uma pra mim… Que tesão esse homem safado! Como eu gostava de o ver fazendo isto! Até que ele segurou aquele mastro pela base… Não resisti e sentei nele. Cavalguei-o com força. Sentia meu néctar escorrendo e lambuzando nossos corpos.

Aquela cara de excitação que ele fazia me deixava completamente louca! Gemi gostoso no ouvido dele… Neste momento não havia mais ninguém neste mundo, apenas nós dois entregues a mais completa loucura.

Abracei seu pescoço, mordi sua pele, arranhei suas costas, porque eu sabia que estava prestes a gozar. Um grito de prazer invadiu o quarto. Não consegui me conter e explodi num orgasmo intenso, que quase me deixou sem forças.

Abraçamos-nos, cansados e suados. Vi em seus olhos a vontade de gozar também. Então eu voltei ao meu papel de dona da situação, me limpei diante dele e coloquei meu salto alto.

Caminhei devagar para o outro lado do quarto só para que ele ouvisse o som do salto no chão. Pedi que viesse até a mim. Tinha o maior tesão em ver meu homem se rastejando na minha frente, feito uma escravinha implorando por sua Dona.

Percebi um sorriso no canto dos lábios a me ver abrir a gaveta e retirar aquela cinta dali de dentro, junto com um lubrificante. Ele já sabia o que viria.

Não disse nada. Apenas meu olhar ordenou que ele deitasse na cama. De pernas bem abertas.

Sim, hoje ele era minha menina! Era dia de inverter papeis.

 

Autoria: Alessandra A.

 

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Beatriz foi arrastada até a cruz que viu a menina ser açoitada na noite anterior, ao tocar seu corpo despido naquele couro macio todos os pelos do seu corpo se arrepiaram, por segundos algumas das cenas que ela tanto lera nos livros de romance BDSM se passaram em sua mente. E com um sorriso no rosto ela pensou, que depois de hoje, nada mais teria tanta graça quanto antes, ela agora estava vivendo o BDMS, traria em seu corpo as marcas do seu desejo estampados através da luxúria de DOM T.

Com os lábios muito próximos ao seu ouvido ele disse baixinho:

–          Levante suas mãos delicia de menina, irei te prender aqui pra que seu corpo fique exatamente onde eu desejo, mas lembre-se a qualquer sinal de dor excessiva ou desconforto seu use sua palavra de segurança que acabamos de combinar, alguma dúvida?

–          Tenho sim DOM, quero saber quando vamos parar de falar e começar a brincar…rs..

E foi através da risada rouca daquele homem que ela pode perceber que a cumplicidade entre os dois era algo muito grande, ali naquele lugar o mundo todo ficava de fora, eles eram apenas macho e fêmea que se desejavam com loucura.

Seus pulsos foram presos, suas pernas abertas e também presas pelos tornozelos, em sua cintura havia também uma tira que a prendia ainda mais a cruz, ela sentiu que as mãos dele passeavam em suas costas descendo em direção a sua bunda, deixando por onde passava um rastro de tesão.

Sua bunda foi empinada, aberta, explorada. Com as mãos ele separou as bandas e brincou alguns minutos em sua vulva, procurou pelo seu grelo, brincou, primeiro com suavidade, depois com urgência, mas antes que ela gozasse, sentiu que um dedo entrava em sua gruta, era um movimento alucinante sentir aquele homem a explorando por dentro, suas pernas ficavam moles, sua respiração estava descompassada, lhe faltava ar, lhe sobrava tesão.

Ele se encaixou todo nela, de forma que sua ereção ficasse colada a seu corpo, e ela o ouviu dizer.

–          Não vai ser hoje, pra algumas coisas é preciso ter paciencia pra degustar melhor o corpo da mulher, mas fique sabendo que na próxima vez que cruzar a porta da minha masmorra irei roubar de vc um lugar que tenho certeza nunca foi usado como se deve.

E ela sentiu-o enfiar um dedo em seu rabo, sem delicadeza alguma, com urgência ela foi invadida por aquela mão, choramingou, gemeu, se contorceu, e antes o que era impensado se tornou um forte desejo, sim ela queria que aquele homem a possuísse por inteiro, queria se sentir uma vadia sendo fodida pelo rabo e sabia que as palavras dele não seriam em vão, que em breve ele daria a ela aquele prazer.

Bem Beatriz, agora chega de brincar como vc mesma disse, vamos cravar nessa sua carne tenra as marcas que vc tanto deseja.

Ela ouviu-o se afastar e ir em direção a mesa em que os brinquedos estavam exposto e em segundos sentiu o primeiro golpe ser desferido em sua pele. Seu corpo todo se alertou, ela se empinou ainda mais tentando demonstrar pra ele que era aquilo que ela desejava e precisava. E pelo jeito ele entendeu o recado, porque dessa vez os golpes vieram em sequência, um após o outro Beatriz sentia sua pele esquentar, seu sexo encharcar e seu corpo implorar por mais.

O barulho do couro estalando em sua pele era fantástico, sua bunda e coxas pareciam ter vida própria, dos seus lábios gemidos eram emitidos sem censura, as vezes baixinhos, por vezes altos. Beatriz se comportava como uma vadia no cio, mas era assim que ela se sentia, a pequena dor que ela sentia era pequena perto do prazer de sentir seu corpo ser usado e marcado.

Os golpes cessaram, ele se aproximou dela, passeou com suas mãos por seu sexo, sentiu seu tesão, teve seus dedos melados pelo mel que escorria dela, tocou suas marcas com as mãos, e trouxe até seus lábios o mel que mostrava o quanto ela estava com tesão. Beatriz sorveu aqueles dedos com pressa, queria sentir seu próprio gosto.

Como eu já esperava vc está excitada bela mulher, até agora estava te aquecendo pra mim, agora quero que me diga com todas as letras, posso continuar?

E no meio da vontade absurda de gozar por estar sendo invadida no sexo por aquelas mãos, Beatriz respondeu, sim vc deve continuar.

Dizendo isso ela sentiu os dentes dele serem cravados em seu ombro, e entre a mordida o ouviu sussurar:

–          Então mocinha, já que vc decidiu continuar, vamos fazer a coisa certa, a partir de agora chega de usar a palavra VC, posso não ser seu DONO, mas aqui na minha masmorra, sempre sou SENHOR, estamos entendidos?

–          Sim estamos DOM T.

–          Resposta errada menina. Dizendo isso ele a agarrou pelos cabelos, fixou seu olhar no dela e disse:

–          Última chance menina…qual é mesmo a sua resposta.

Ela o desafiou com o olhar, mas de seus lábios sairam a frase: Sim SENHOR.

E ele invadiu seus lábios com sua lingua. Num beijo possuidor, ele levou pra si gemidos de prazer, ele deixou em sua boca o sabor da sua saliva e sentiu o gosto do desejo dela na ponta da língua.

Quando aquela boca descolou da sua Beatriz sentiu um vazio, ela nitidamente se sentia mais inteira com o toque dele, com a invasão dele em seu corpo.

Dom T se afastou dizendo que agora ela iria experimentar o chicote, em antes que ela tivesse muito tempo para assimilar essa informação sentiu o couro estalando em sua pele, não teve controle, e imediatamente emitiu um grito, uma mistura de gemido e dor saiu dos seus lábios.

A cada novo açoite ela sentia que sua bunda e coxas estavam pegando fogo, era uma sensação estranha e única, o desejo que escorria em suas coxas denunciavam que tudo aquilo a excitava demais, seu sexo pulsava ao ritmo do chicote, seu corpo tremia um pouco pela dor mas em sua maioria de puro tesão, o estalar do chicote agora era constante, e seus gemidos faziam com ele uma sinfonia. Bunda e pernas estavam sendo alvejadas, Beatriz não sabia precisar a distancia que DOM T estava dela, e por mais que as vezes sua mente tenha cogitado dizer a palavra de segurança, no fundo sabia que seu corpo precisava daquilo, desejava aquilo.

De repente, sentiu que seu sexo se contraia no mesmo ritmo das batidas, subiu um tremor do seu corpo, sua nuca se encharcou de suor, e ela gozou, ali, presa e sendo açoitada, sem que ele a tocasse com as mãos ou a boca, Beatriz teve seu primeiro orgasmo vindo exclusivamente da dor, dos seus lábios saíram um grito animalesco, era um som que a libertava, seus joelhos ficaram moles, suas pernas já não eram capazes de segurar seu peso, e um segundo gozo a assaltou, ainda mais intenso do que o primeiro, ainda mais libertador, e seu corpo se tornou pesado demais para estar ali, suas pernas não aguentavam mais, seus pulsos estavam doloridos pois o peso do corpo estava sendo todo seguro por seus braços, e então ela o sentiu a enlaçando pela cintura.

Ele a soltou da cruz, e foi descendo com ela até o chão, a acomodou em seu colo, a embalou em seus braços e disse baixinho:

–          Como vc está delicia de mulher?

–          Não sei, entrei em um estado que a dor foi me preenchendo de tal forma, que gozei, jamais imaginei ser possível ter um orgasmo desse jeito, e pra te ser bem sincera quero mais, só não acho que consigo ficar mais tempo presa nessa posição.

Ele deu uma sonora gargalhada e disse, podemos resolver seu problema, tem certeza que consegue e deseja por mais?

E após receber dela uma resposta positiva, ele a pegou no colo, e a levou até uma mesa próxima. Seus braços e pernas foram novamente atados, seu sexo agora estava aberto, exposto, e ele começou a acariciá-lo. Tocou seu grelinho, enfiou os dedos na sua gruta, a fudia com os dedos, mas seus olhos estavam fixos nos dela. A olhava como sendo parte dele, um olhar de DONO, um olhar de satisfação.

E mais uma vez Beatriz gozou pra aquele homem, dessa vez gozou no ritmo dele, sendo acariciada e fudida por ele, gozou olhando nos olhos dele, e atrevidamente dizendo com o olhar que ela queria mais e mais.

Dom T trouxe até seus lábios os dedos encharcados com o seu mel, e enfiou em sua boca, ela mais que depressa os lambeu um a um, provou do seu gozo, o provocou com os lábios e a lingua, ele se abaixou e tiveram um beijo misturado de gozo, dedos, lábios e linguas.

Ele deu tempo pra ela se recuperar, e quando sua respiração voltou ao normal o primeiro golpe da cane veio na sua coxa. Era uma dor diferente, seca, rápida, mas ainda muito boa, marcas foram surgindo, uma, duas, três, logo suas coxas estavam todas riscadas pelas marcas daquele brinquedo. Seu corpo era todo desejo, estava todo desenhado pelo prazer daquele homem.

A brincadeira com a cane durou poucos segundos, Beatriz não tinha muita noção do tempo que se passará desde que havia chegado, mas sentiu no momento em que ele parou de golpeá-la que o tempo da dor havia acabado. Na forma de olhar pra ela, ele estava diferente, o olhar sádico havia desaparecido, e ela o sentiu acariciando seu corpo, com leveza e carinho. Ele afagava, admirava as marcas das coxas, passava primeiro seus dedos por elas, depois as beijava ternamente cada uma e murmurava palavras doces e gentis.

A soltou, deu seus braços como suporte e a levou pra um quarto que ficava ao fundo, ela não havia reparado essa parte na noite anterior, mas imaginou que deveria ser o mesmo lugar em que a menina havia sido levada ontem. Lá havia uma banheira morna, cheia de espumas a esperando, e eles entraram ali juntos. Ele a banhou, cuidou do seu corpo, tratou de cada marca que seu sadismo havia deixado em sua pele, e enquanto a enxugava, a levou pra frente de um espelho, e mostrou pra ela como a sua assinatura estava gravada em sua pele.

Eram marcas lindas, vermelhas, rosas, algumas arroxeadas. Espalhadas pela bunda, coxas na parte da frente e trás. Dava pra notar claramente a diferença da marca do chicote e da cane.

Ele se deitou com ela numa cama enorme que havia no quarto, a aconchegou em seu peito e começaram a conversar. Ele disse pra ela que o que havia acontecido ali era uma cena ou sessão avulsa, mas que ele gostaria de poder conhecer ela melhor, achava que eles poderiam ter uma relação que envolveria além do SM, os cuidados de um DONO e a obediência de uma submissa, e a convidou pra passar o resto dos seus dias de férias ali junto dele, pra que assim pudessem conversar e se conhecer.

Beatriz parecia que estava sonhando, seu corpo esta dolorido, mas seu coração cheio de felicidade, mas algo faltava pra ela, depois de tanto prazer obtido, ela queria dar a ele prazer, e pensando assim ela passou uma perna sobre o corpo dele, e se sentou em seu abdômen. Olho bem profundamente em seus olhos e disse:

– não sei como as coisas funcionam pro SENHOR, mas queria poder te dar um pouco do prazer que recebi.

Ele se encantou pela forma que ela disse, seu olhar atrevido havia ido embora, ela ainda o olhava com desejo, mas havia um pouco de timidez no olhar,  um desejo de agradar mas um receio de nao lhe ser permitido.

– vou permitir que vc me toque Beatriz, e que me mostre o prazer que deseja me dar.

Ela então foi aos poucos se abaixando, e desceu sua boca para o peito nu dele. Começou beijando timidamente, depois lambendo, e ao ouvir gemidos que ele emitia, ela foi ficando mais e mais ousada. Desceu sua boca até a cintura da calça, desabotou-o com os dentes, desceu o ziper com uma das mãos, e foi descendo com a calça até tirá-la, na volta ao olhar pra cima viu o volume que ele tinha dentro da cueca box preta, e ainda um pouco timida pra olhar, tirou-a.

O sexo dele era lindo, Beatriz achava que nunca tinha visto nenhum homem tão excitado dessa forma, e sem pensar duas vezes o colocou dentro da boca, lambeu, chupou, o sugou com desejo e tesão, ocasionalmente levantava seus olhos e encontrava os dele vidrados nela, a acompanhando, fixos e com tesão.

A forma dele olhar pra ela a enxeu ainda mais de tesão, e ela foi ainda mais ousada, o engolia todo, sufocava sentindo aquele membro invadir sua boca, tirava-o da boca, olhava pra ele e recomeçava, seu rosto foi se enxendo de saliva, e ela o sentiu crescer ainda mais, até que ele disse sem cerimõnia, se vc continuar nesse ritmo eu vou gozar. Ela levantou o rosto, olhou pra ele e disse:

– A ideia é essa, quero sentir o seu gosto, me alimentar do seu prazer.

E recomeçou o que havia parado, sentiu as mãos dele a agarrarem pelos cabelos e enfiarem ainda mais sua boca em seu membro, ele começou a ditar o ritmo, ela subia e descia desenfreadamente, e foi assim que ele gozou, com seu membro todo dentro da boca dela, enxeu sua boca com seu gozo, doce e amargo, grosso e morno.

Ela degustou aquele leite grosso como se fosse o último alimento da face da terra, mas ele queria mostrar mais intimidade a ela, a puxou pelos cabelos e trouxe sua boca pra perto da sua, e a beijou, um beijo profundo, guloso, as linguas se sugando, os labios se comendo.

Ela se levantou e foi pro banheiro, tomou uma ducha rápida e ali embaixo daquele chuveiro gelado decidiu o que fazer. Iria pro hotel e pensaria na proposta dele, precisava desse tempo pra pensar sozinha.

Voltou ao quarto e disse pra ele:

– não tenho palavras pra definir tdo que vivi aqui hoje, no meu corpo suas marcas, na minha mente suas lembranças, enfim, tudo foi mais do que perfeito, mas preciso ir agora, deitar na cama do hotel, e pensar na sua proposta, tudo bem pra vc¿

Claro que ele concordou, sabia que ela iria precisar desse tempo, eram muitas informações pra serem pensadas, e ele a viu partir, claro que havia sido um dia maravilhoso, mas olhar pra aquela mulher lhe dava mil outras oportunidades, sua mente sádica imaginava mil coisas, mil cenas, e era fato pra ele que amanhã na hora combinada ela estaria pronta no saguão da pousada esperando por ele. E foi com essa certeza que ele dormiu.

Dom T levantou cedo, tomou café, tomou um banho e foi ao encontro de Beatriz. Ela não estava na recepção, e ele pediu que ligasse pro seu quarto, o rapaz da recepção voltou com um envelope na mãos e entregou pra ele.

Ainda sem entender o que estava acontecendo ele tirou lá de dentro uma carta, nela Beatriz agradecia mais uma vez por tudo que havia acontecido no dia anterior, com palavras doces mas firmes a carta terminava assim:

– Você ontem me abriu uma nova vida, me mostrou o quanto meu corpo se liberta pela dor, e agora, eu quero apreciar essa liberdade de forma plena, me prender a uma relação de obediência nesse momento seria mais uma vez viver conforme as pessoas desejam, e hoje eu quero viver conforme eu desejo.

Beijos já com saudades Beatriz.

Ela havia partido, é claro que ela havia partido, ele viu essa fome de liberdade no olhar dela, só não interpretou os sinais da forma certa.

E assim ficamos por hora com a história da Beatriz e Dom T, gostaria de agradecer a todos que passaram os últimos 15 dias conosco. Lambeijos da Gatha.

 

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Existem vários motivos que levam as pessoas a buscarem novas maneiras de sentir prazer na hora de ter relações sexuais. Após se sentirem íntimos e confiantes em relação ao sexo, muitos casais decidem se aventurar por novas fantasias e técnicas para não deixar o relacionamento e a vida sexual caírem na rotina, ou simplesmente as pessoas têm curiosidade ou fantasias que querem realizar.

As melhores experiências sexuais normalmente acontecem quando se pode usar todos os sentidos, no entanto, se você deixa de fazer o uso de algum sentido, como a visão ou toque por exemplo, acaba aumentando drasticamente os outros sentidos, e é aí que entra a prática da Bondage.

O que é a prática da Bondage? É um tipo de fetiche que consiste basicamente em amarrar e imobilizar consensualmente o parceiro, podendo haver ou não a penetração como ato sexual. Embora normalmente esteja relacionado ao sadomasoquismo, não necessariamente este fetiche é algo sadomasoquista, pois ele pode ser visto apenas como uma parte do sexo em conjunto com outras técnicas BDSM.

BDSM significa Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo, e quem a pratica, busca o prazer sexual através do poder e submissão da outra pessoa.

Os praticantes da Bondage afirmam que com apenas alguns adereços e um pouco de criatividade, você poderá criar encontros eróticos inesquecíveis. Confira algumas dicas para sentir prazer com esta técnica.

Certifique-se de que tanto você como seu parceiro se sentem confortáveis. Não são todas as pessoas que se sentem confortáveis com experiências sexuais consideradas “diferentes” pela sociedade.

Para que isso não seja um problema na hora H, comece a pensar e fantasiar com a situação se colocando no papel tanto da pessoa submissa como no da dominadora. Veja como se sente e se realmente estaria confortável com a situação. Peça para o seu parceiro fazer a mesma coisa.

Durante o período inicial da prática, você poderá começar de uma maneira mais sutil, como um teste, e para isso você pode fazer algumas coisas, como por exemplo pedir para que seu parceiro feche os olhos durante a relação sexual, e diga que se ele abrir enquanto vocês transam irá parar, ou faça um strip tease e não permita que ele te toque, para que desta maneira vocês saibam como se sentem em ralação ao fato de um dominar e o outro ser dominado.

Comece com uma pena. Na hora de começar a praticar Bondage, uma dica é começar literalmente com uma pena, é algo simples e fácil.

O mais interessante quando se trata do bondage, do submisso e dominado, é que um não possa se mover ou lutar contra os seus impulsos sexuais, e o outro sinta prazer no poder que tem sobre a outra pessoa.

Quando as pessoas estão em ambas condições, é uma oportunidade única para experimentar uma grande variedade de toques sensuais usando penas, gelo, calor, tecidos como a seda, língua, dedos,brinquedos sexuais, etc.

bondage produtos

Penas ou tecidos de seda se tornam ferramentas super sensuais quando usadas nesta situação. Agradam, excitam e fazem com que os neurotransmissores fiquem loucos quando esses objetos entram em contato com a pele.

Estar amarrada e ter uma pena ou um lenço de seda passando pelo seu corpo é algo que pode ser muito perverso.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, praticar o bondage não se trata de violar a outra pessoa enquanto ela está imobilizada. A “arte” de brincar de dominante e dominador envolve provocações, cócegas, lambidas, chupadas, e o que a criatividade e o parceiro permita.

Sexo Oral durante o Bondage

A língua é algo incrível que pode trazer sensações maravilhosas quando usada no pescoço, orelha, face, peito, boca e, claro, no clitóris ou no pênis.

Enquanto a pessoa assume o papel de dominante, é essencial que ela use a língua para despertar sensações no parceiro. Beijar, lamber e chupar o submisso é uma necessidade.

50 tons de cinza bondage

Quando ocorre o sexo oral durante a prática desta técnica, o submisso se sente vulnerável e impotente para parar a sensação do prazer, e isso é algo excelente.

Uma das outras formas de aguçar o sentido do parceiro é tapando a sua visão, pois como foi dito anteriormente, quando a pessoa deixa de fazer o uso de algum sentido, ela acaba aguçando os outros.

 

O uso da venda é algo simples e muito usado durante a prática de bondage, pois o dominado não poderá ver nada que o dominante estará fazendo ao seu lado.

Uma das coisas que faz com que o dominante sinta prazer estando nessa situação é sentir poder em inventar novas formas de prazer para o parceiro, e muitas vezes eles usam os brinquedos eróticos para conseguir.

A maioria deste tipo de brinquedo faz algum tipo de ruído quando estão ligados, e quando o submisso escuta este “zumbido” ele começa a sentir uma certa emoção e angústia antecipadamente, que é extremamente evidente para o dominante.

Outro detalhe intessante são as amarras. Amarrar o parceiro é um clássico do bondage; isso o deixa totalmente imobilizado e totalmente nas mãos do dominante, porém é importante tomar alguns cuidados para que ele se sinta confortável e também possa aproveitar o momento.

Certifique-se de que ele estará em uma posição confortável, e nunca use linhas nem barbante, pois eles cortam a pele, e podem machucar seriamente.

O mais aconselhável são os produtos fabricados especialmente para este tipo de situação, ou uma corda de poliéster, que pode ser encontrada em lojas de material de construção. Outra ideia é usar lenços, inclusive os de seda ou cetim, que têm um toque suave.

Amarras de Tecido - 50 Formas de Amar

Cuidado com os tipos de nós, para que na hora de soltar o parceiro eles saiam com facilidade, e lembre-se de mudar a posição dele de meia em meia hora, e não apertar muito as cordas para evitar problemas de circulação. Nunca ultrapasse o limite da dor permitido, e não se esqueça que ambos devem sentir prazer!

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Fonte: http://irresistivel.com.br/7-dicas-de-prazer-com-o-bondage/

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Diante de muitos pedidos de nossos leitores, resolvemos postar aqui os “Signos Fetiche” Feminino e Masculino. Sabemos que as previsões astrológicas instigam e despertam muita curiosidade do público, porém aqui vamos encarar como uma importante ferramenta para o autoconhecimento e entender as personalidades das pessoas, principalmente no que diz respeito ao amor e sexo. E também para servir como um momento de descontração aqui em nosso Blog, onde você pode compartilhar esse post com seus amigos.

Dizer as palavras certas, acariciar as partes mais sensíveis do corpo da pessoa amada, despertar seus mais loucos desejos. Essas são algumas das receitas infalíveis para você tornar seus encontros eróticos ainda mais ardentes. E, como a regra básica para atrair irresistivelmente o parceiro é conhecer seus mais íntimos segredos, você agora conta com um roteiro de sedução, com as particularidades de cada signo. Só para o seu prazer! Confira agora o Horóscopo Fetiche Feminio. Clique aqui para ver o Horóscopo Fetiche Masculino.

 

ariesHORÓSCOPO FETICHE:
ÁRIES: 21/3 a 20/4

Signo de fogo, regido por Marte, que confere, entre outras coisas, a vontade de expandir-se, conquistar, e o impulso de lutar.
As arianas em geral possuem grande energia e vitalidade. São corajosas, combativas e costumam ter as qualidades necessárias para vencer, realizar, comandar, impor disciplina. São fisicamente harmoniosas e sexualmente atraentes. Ainda que não demonstrem, podem ser temperamentais, agressivas e muito impacientes. Seu espírito aventureiro e de liderança exige muito autocontrole e energia vital, o que, às vezes, pode provocar um desgaste. Gostam de enfrentar desafios com sua imensa coragem, que adoram exibir constantemente e que é muito admirada.
São impulsivas e ardentes por natureza. São muito individualistas, mas não gostam de viver sozinhas.
São animadas, independentes, dinâmicas e gostam de liderar. Interessam-se por atividades competitivas, exercícios, música rítmica, entre outras coisas. Como a Ariana tem disposição de sobra para o sexo, procura uma pessoa que seja ardente e ousada. Para agrada-la, o melhor é entrar no clima e realizar suas vontades e fantasias.

Pontos Eróticos: Cabeça e o Pescoço.
Lugares para Transar: Adora locais ousados,que tornam o sexo mais emocionante, como elevadores ou locais públicos. A fantasia sexual sugerida é Felina, uma mulher selvagem, de sangue quente e devoradora na cama.

 

TOUROHORÓSCOPO FETICHE:
TOURO 21/4 a 20/5

Signo de terra, regido por Vênus, que confere sensibilidade, estabilidade e profundidade às emoções e disposições amáveis. As mulheres de Touro são, em geral, amantes de beleza, do conforto, de tudo o que der prazer e do romantismo, em especial. São muito esforçadas e sua teimosia faz com que cheguem às últimas conseqüências em seus empreendimentos. Sua paciência e determinação acabam sendo de grande ajuda nos negócios. São práticas, econômicas e seu objetivo é adquirir patrimônio. Gostam de conforto e luxo. Normalmente, programas culturais de boa qualidade e projetos urbanos bem elaborados costumam atraí-las. Possuem sempre muito gosto pela vida e procuram tanto o bem estar material quanto o espiritual. Interessam-se por música clássica ou romântica. São conservadoras, pacientes, leais e dignas de confiança. Podem ser também teimosas, auto-indulgentes, possessivas, gulosas e materialistas. Ela é um expert em preliminares e costuma levar o seu parceiro(a) ao delírio com beijos ardentes. Para este signo, o sexo tem de acontecer naturalmente. Além disso,tem preocupação em oferecer prazer.

Pontos Eróticos: Ombros e o Pescoço.
Lugares para Transar: Os luxuosos e requintados são os que mais fazem a cabeça deste signo. A fantasia sexual sugerida para este signo é Militar Sexy, uma mulher organizada, lider, dominadora e que faz acontecer na cama do jeito que ela quer.

 

GEMEOSHORÓSCOPO FETICHE:
GÊMEOS 21/5 a 20/6

Signo de Ar, regido por Mercúrio, que confere inteligência, versatilidade, agilidade mental, sociabilidade, grande poder de persuasão. As mulheres de Gêmeos são naturalmente inquietas e curiosas, sempre muito comunicativas. Preocupam-se muito com atividades intelectuais e procuram amigos igualmente inteligentes. Adaptam-se facilmente a qualquer tipo de ambiente ou pessoa. Isso faz com que possam viver várias experiências ao mesmo tempo, tirando de todas grande proveito. Uma das principais características de Gêmeos é a jovialidade, o que faz com que raramente amadureçam, embora sejam capazes de compreender perfeitamente a complexidade das situações. Curiosas por natureza, as mulheres desse signo gostam de experimentar e conhecer de tudo um pouco. O tédio é o seu maior inimigo, e a falta de atividades costuma aborrecê-las. São alegres, entusiasmadas, comunicativas, eloqüentes, têm facilidade para aprender e ensinar. Interessam-se por eventos de vários tipos – músicas, em geral -, atividades em educação, comércio, comunicação.
Às vezes podem ser indiscretas e instáveis. Criativa, a geminiana adora um clima exótico na hora de transar. Monotonia passa longe deste signo e cada dia precisa ter um sabor diferente do outro, odeia rotina no sexo.

Pontos Eróticos: Mãos e Braços.
Lugares para Transar: Para Gêmeos, os locais pouco convencionais, como uma praia deserta e o campo, são os melhores. A fantasia sexual sugerida é Colegial Sexy, a menina que chega como quem não quer nada, cheia de charme e alegria e vai deixar seu parceiro louquinho com suas inovações.

 

CANCERHORÓSCOPO FETICHE:
CÂNCER 21/6 a 20/7

Signo de água regido pela Lua, o que confere enormes sensibilidade e criatividade, e inclina á vida doméstica. São por natureza mulheres muito simpáticas e bem humoradas, mas ao mesmo tempo introvertidas, tímidas e sonhadoras; parecem estar sempre nas nuvens. Por serem muito reservadas, é sempre difícil ajudá-las. Retiram-se para dentro de sua casca, prudentemente, toda vez que sente negatividade ou desarmonia pairando no ar. São muito criativas, bastante emotivas e muito protetoras. Estão constantemente ajudando os outros e envolvendo-se numa boa causa, o que satisfaz seu enorme desejo de ser útil. Apreciam todo tipo de música, conforme seu estado de espírito.
Sentem-se atraídas por problemas sociais, trabalho voluntário e qualquer atividade em prol dos menos favorecidos. São intuitivas, maternais, muito inteligentes, dotadas de ótima memória, prudentes, afetivas, dedicadas e idealistas. Mas podem também ser crédulas, impacientes, irritadiças, obstinadas, manipuladoras e egoístas. Sempre muito apegadas aos assuntos familiares e domésticos, “seu lar é seu castelo”. Precisam da segurança do lar e da família, mesmo que não seja durante todo o tempo. Muito leais às amizades, costumam dar muita importância, especialmente, aos “velhos amigos”, aos quais costumam ser muito apegadas. Não é raro escolherem atividades profissionais que possam ser desenvolvidas dentro de casa. Muito sensíveis, podem magoar-se com facilidade e seu estado de espírito pode oscilar. Ela é super atenciosa e costuma cobrir seu parceiro(a) de carinhos na hora do sexo. Não curte transar só por atração física, precisa ter algum sentimento pela pessoa.

Pontos Eróticos: Peito e pernas
Lugares para Transar: Curte locais seguros e convencionais, mas às vezes, topa se arriscar às margens de uma lagoa. A fantasia sexual sugerida é  Empregada Sexy. Como ela é vidrada em novidades, costuma ter modelos variados no guarda-roupas. E como gosta muito de servir aos caprichos de seu parceiro, este é o fetiche ideal para você.

 

LEAOHORÓSCOPO FETICHE:
LEÃO 21/7 a 22/8

Signo de fogo regido pelo Sol, que torna as nativos saudáveis, bonitas, carismáticas, cheias de vida, exuberantes e comunicativas. As leoninas caminham decididamente em direção ao sucesso e só se contentam com a glória. Podem ser ambiciosas e vaidosas, sempre conscientes dos seus méritos e quase nunca de seus limites. Seu espírito é de líder, ou, é aquela que sempre ocupa o centro do palco. Podem superar-se e seus objetivos são elevados. Estão sempre envolvidas em projetos de grande vulto, artísticos ou para exibição pública, que quase sempre são reconhecidos com elogios ou prêmios. Suas atitudes, geralmente, tendem a ser dramáticas. São dignas, leais e estáveis, extrovertidas e muito generosas. São ingênuas, às vezes. Gostam de músicas de cinema, baladas, grandes concertos, óperas e canções românticas. Idealistas, criativas, orgulhosas, sabem perceber o lado bom das pessoas e costumam ser excelentes amigas. Podem também ser arrogantes, vaidosas, cruéis e pretensiosas.Para a Leonina, a sintonia sexual é muito importante. Tem vigor e disposição e se está com uma pessoa que acompanhe o seu pique, pega fogo na cama. Para ela é muito importante se entregar totalmente e explorar as fantasias.

Pontos Eróticos: Costas, os Olhos e os Órgãos genitais.
Lugares para Transar: Não costuma se importar muito com isso, mas a preferência é por locais exóticos. Exuberância e glamour não falta para uma leonina, nem mesmo na escolha da fantasia sensual. A sugestão é Sete Véus, uma dançarina exótica, sensual que combina com seu jeito ousado de ser.

 

VIRGEM2HORÓSCOPO FETICHE:
VIRGEM 23/8 a 22/9

Signo de terra regido por Mercúrio, que confere raciocínio lógico, inteligência, bastante sensibilidade, agilidade mental, capacidade de análise e poder de observação. As virginianas são bastante reservadas, mas muito afetuosas, demonstrando seus sentimentos com atitudes delicadas e pouco comuns. São críticas e introspectivas, perfeccionistas, atentas aos detalhes. Esse perfil costuma criar dificuldades em fazer amizades, pois torna-as muito seletivas. Entretanto, sentem-se à vontade em ambientes culturais ou com amigos intelectuais. Apresentam uma imagem convencional. Adaptam-se bem a qualquer trabalho que exija atenção à detalhes. São práticas e saem-se bem no trato com o público, no comércio, artes, educação, entre outras coisas. Gostam de armazenar conhecimento e se interessam por análise e pesquisa. Quando em desarmonia, podem ser submissas, nervosas, pedantes, materialistas, solitárias. Gostam de música, do clássico ao new age, artesanato, antiguidades, qualquer atividade prática. A Virginiana gosta de fazer sexo sem pressa, deixando as coisas acontecerem . É muito vaidosa e se mostra sempre preocupada com o conforto do parceiro(a). O único probleminha é a timidez na cama.

Pontos Eróticos: Umbigo e a Virilha.
Lugares para Transar: Prefere locais limpos e organizados para ter prazer. Um banho a dois pode ser ideal. A sugestão de fantasia sexual é Enfermeira Sexy que possui um encanto discreto, porém avassalador, além de ser delicada e provocante.

 

LIBRAHORÓSCOPO FETICHE:
LIBRA 23/9 a 22/10

Signo de ar regido por Vênus, que exalta a sensibilidade e refina as emoções e sensações. Está associado à beleza, ao amor e à harmonia. As mulheres de Libra são românticas e sempre dispostas ao amor. Gostam de participar da vida social, de preferência acompanhadas de gente interessante. São amáveis e simpáticas, muito alegres, elegantes, compreensivas e generosas. Gostam de luxo e conforto, das coisas requintadas, arte, beleza e cultura. As librianas não são adeptos do esforço físico, mas apreciam todo trabalho que dependa da inteligência, habilidade e bom gosto. Envolvem-se com atividades artísticas, com moda, e em tudo que exija apurado senso estético. Gostam de seduzir. São inclinadas ao casamento e à vida em família, mas também adoram divertimentos, bem como a companhia de amigos e pessoas cultas. Podem ser inconstantes, intrigantes, desanimar facilmente, orgulhosas, apáticas. Este é muito mais preocupado com a qualidade do que com a quantidade. As preliminares são fundamentais e não dispensa carinhos e palavras suaves.

Pontos Eróticos: Nádegas e a região Lombar.
Lugares para Transar: Um jantar à luz de velas, com música lenta de fundo podem dar origem a uma grande noite de amor. Seu jeito meigo, sensivel e romantico esconde a mulher poderosa e sensual, que gosta de provocar e seduzir. A sugestão para Libra é Policial Hot.

 

ESCORPIAOHORÓSCOPO FETICHE:
ESCORPIÃO 23/10 a 21/11

Signo de Água regido por Plutão, que confere grande magnetismo e poder, determinação e criatividade. As mulheres nascidas em Escorpião são inteligentes, arredias, têm emoções e sentimentos fortes, são muito persistentes, mas também podem ser rancorosas e obstinadas. Desconfiadas e ciumentas, resguardam a sua privacidade a todo custo, e preservam a vida familiarda maneira mais tradicional possível. Sentem-se atraídas pela competição, e para isso contam com uma enorme inteligência, além de serem boas estrategistas. O sangue frio é sua melhor arma. Despertam a curiosidade das pessoas, graças ao mistério que criam em torno de si. São muito exigentes em tudo. Costumam ser bastante discretas, especialmente na vida profissional. Podem tornar-se materialistas e consumistas crônicas.
Em certas ocasiões, podem ser vingativas, sarcásticas, intolerantes, manipuladoras, cruéis e vaidosas.
Muito atraente, este signo é sensual e ardente na hora H. É sempre um vulcão prestes a explodir de prazer.

Pontos Eróticos: Nuca e Órgãos Genitais
Lugares para Transar: Locais proibidos e misteriosos fazem sua cabeça na hora da transa. Elevadores e Prédios abandonados deixam seus desejos à flor da pele. A sugestão de fantasia sexual é Dominatrix, que combina perfeitamente com sua personalidade forte e mandona.

 

SAGITARIOHORÓSCOPO FETICHE:
SAGITÁRIO 22/11 a 21/12

Signo de fogo regido por Júpiter, que confere generosidade, nobreza, sinceridade e dignidade, bem como uma natureza otimista e jovial e um caráter justo. As sagitarianas são inteligentes, de raciocínio brilhante, profundo e lógico. Ensinam e aprendem com igual facilidade. São sempre detalhistas, exigentes, impulsivas. Exuberantes e entusiasmadas, podem tender ao exagero, às vezes.
Interessam-se por turismo, viagens, aventuras, assuntos comunitários, política, religião, comércio, esportes e adoram desafios. Às vezes são inconstantes e costumam se interessar por vários assuntos ou atividades, sem se aprofundar em nenhum. Espaço e movimento são essenciais para seu equilíbrio físico e mental, e precisam sempre conservar a sua independência. Muito intuitivas e diplomáticas, são ótimas para lidar com situações de risco. Em alguns casos, podem se tornar prepotentes, esbanjadoras, imprudentes, rebeldes, inconstantes e tagarelas. Atuam melhor em profissões liberais.
Apreciam música e artes. A regra na transa para este signo é : pura adrenalina sempre . Um dia não pode ser igual ao outro, aventura e emoção fazem parte de todos os setores da vida dela.

Pontos Eróticos: Coxas, Pernas e Quadris
Lugares para Transar: Uma praia, a cobertura de um prédio ou um campo são os locais ideais para liberar seus desejos. A fantasia sexual sugerida é Coelhinha Sexy, que demonstra toda sua alegria, descontração e otimismo presentes na escolha de uma brincadeira sensual.

 

CAPRICORNIOHORÓSCOPO FETICHE:
CAPRICÓRNIO 22/12 a 20/1

Signo de terra, regido por Saturno, que confere solidez, ambição e cautela. As capricornianas fazem planos e têm paciência de deixa-los amadurecer. São modestas, reservadas, tranqüilas, práticas e econômicas. São persistentes, e não desistem enquanto não conquistam seus objetivos. Não são amantes de vida social intensa, nem muito comunicativas, entretanto possuem habilidade para comércio e finanças. Corajosas e objetivas, enfrentam situações difíceis com diplomacia. Podem ser desconfiadas, principalmente no campo afetivo, porém, são muito fiéis e protetoras, e inspiram confiança. Essa característica pode torna-los um pouco solitárias. Colocam a vida afetiva em segundo plano, dando especial atenção aos interesses profissionais, ou à coisas que reafirmem seu prestígio. Às vezes, não se importam de passar por cima das pessoas nessa busca profissional e social. Gostam de música séria, bem elaborada, clássicos, antiguidades. Prefere a vida tranquila e modesta. Adora tomar a iniciativa e costuma cobrir a pessoa amada de carinhos e atenção. Não é muito chegada a inovações e idéias exóticas na hora do sexo, mas sua sensualidade chega a surpreender em certos momentos. 

Pontos Eróticos: Boca, Joelhos, e Costas.
Lugares para Transar: Prefere locais reservados, como a sua própria casa ou um motel bem discreto. A fantasia sexual sugerida é Bombeira Sexy, onde personalidade clássica pede uma dose de ousadia, sem abrir mão do toque de sensualidade.

 

AQUARIOHORÓSCOPO FETICHE:
AQUÁRIO (21/1 a 19/2)

Signo de ar regido por Urano, que confere dons artísticos, capacidade critica, genialidade, originalidade, intuição acentuada. Aquário é um signo fraterno, e as aquarianas costumam ser dotados de forte espírito humanitário. São progressistas e muito avançadas em suas idéias, o que faz com que sejam consideradas, quase sempre, muito adiantadas para seu tempo. Para as aquarianas, a vida tem que ter colorido e circunstâncias inusitadas. Independentes, não gostam de estar presas a compromissos, ou sentirem-se amarradas. Entretanto, apreciam a companhia das pessoas, as quais, geralmente, sentem-se atraídas por sua personalidade agradável e cativante. Dotadas de agilidade mental invejável e de grande senso de oportunidade, às vezes, podem dar a impressão de desleais e oportunistas. Adoram fazer amigos, e não toleram qualquer tipo de segregação ou preconceito.
São pacientes, perseverantes, humanitárias, teimosas e muito independentes. Procuram sempre agir de maneira pacífica. A rebeldia e a originalidade podem ser consideradas como sua marca registrada.
Gostam de lidar com métodos e idéias modernas, fora do comum e, se possível, em benefício da humanidade. Nos momentos de intimidade, a Aquariana coloca para fora as mais estranhas fantasias sexuais. A sintonia mental e espiritual é importante para este signo.

Pontos Eróticos: Pés, os Tornozelos e as Pernas.
Lugares para Transar: É imprevisível na hora de escolher um local para fazer amor, o importante para o aquariano é curtir as mais diferentes sensações. A fantasia sexual sugerida é Escrava do Sexo, onde ela pode usufruir de todas as sensações que desejar numa entrega total.

 

PEIXESHORÓSCOPO FETICHE:
PEIXES 20/2 a 20/3

Signo de água, regido por Netuno. Sonhadoras, emotivas, muito receptivas, indecisas, sensuais, as piscianas podem ser consideradas os mais maleáveis em todo o zodíaco, com todas as características, positivas ou negativas, que esta particularidade possa conferir. Possuem personalidade sensível e impressionável, podendo chegar à instabilidade emocional. São facilmente afetadas por pessoas ou ambientes. Por esse motivo, têm facilidade para sentir o problema dos outros, “como se fosse seu”.e ‘as vezes, tendem a anular-se ou submeter-se a uma vontade mais firme que a sua. Por outro lado, são muito inspiradas, intuitivas e humanitárias, sempre dando mostras de um profundo amor às pessoas.
Sua personalidade é bastante complexa, e ao mesmo tempo em que se abre para a vida, se fecha em seu mundo, evitando encarar a dura realidade cotidiana. A generosidade e a justiça são suas grande marca. Ligam-se com freqüência a atividades místicas ou religiosas. Ela é puro carinho na hora da transa dar e receber muitos cafunés e palavras doces. É uma ótima amante e deixa o seu parceiro (a) nas nuvens. Seus desejos são estimulados pela energia incrível que possui. Não gosta de rotina.

Pontos Eróticos: Pés e as Costas
Lugares para Transar: Para ele um quarto decorado com toques místicos pode ser o ideal para curtir o prazer. A sugestão de fantasia sexual é Noiva Sexy, que com sua delicadeza e sedução instiga romantismo.

Fonte: Adaptação – Guia dos Signos / João Bidu – Editora Alto Astral

 

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Depois de muitos pedidos de nossos leitores para falar sobre os “Signos Fetiche”, resolvemos acrescentar este assunto aqui no Blog. Não estamos fazendo previsões astrológicas, apesar delas instigarem e despertarem curiosidade do público. Vamos encarar somente como uma ferramenta para o autoconhecimento e também como curiosidade e descontração.

Nós, mulheres, sempre damos um jeitinho de descobrir qual é o signo do parceiro, pois sabemos que os signos sempre falam algo da personalidade das pessoas, principalmente no que se diz respeito ao amor e sexo. É como uma espécie de regra oculta que usam para conhecer os mais íntimos segredos atraves das particularidades de cada signo. Só para o nosso prazer! Confira agora o Horóscopo Fetiche Masculino. Clique aqui e veja o Horóscopo Fetiche Feminino.

ARIES

HORÓSCOPO FETICHE:
ÁRIES: 21/3 a 20/4

Suas marcas são a coragem e ousadia.
Você é uma pessoa fogosa e intensa na cama: tem um pique invejável, sabe provocar o par e adora transas mais selvagens. Assim como nos outros setores da vida, você gosta de ousar na hora H, criando as condições ideais para liberar seus desejos.
Aliás, é o tipo de pessoa que pensa que sexo deve ser feito no momento e no lugar que tiver vontade. Você não tem pudores de revelar suas fantasias ou posições que lhe dão mais prazer. Adora transar em céu aberto ou em contato com a natureza. Suas zonas erógenas são costas, parte interna das coxas e nuca. Suas posições sao aquelas em que fique por cima, pois gosta de estar no comando. O fetiche (ou fantasia) indicado é vestir-se policial (homem) ou domadora (mulher).

 

TOURO

HORÓSCOPO FETICHE:
TOURO: 21/4 a 20/5

Você preza tudo que é estável e traz tranquilidade. Você só revela a sua ousadia e fogosidade na cama para quem realmente conquistou seu coração. Demora um pouco para se soltar entre quatro paredes, pois precisa de segurança para liberar suas fantasias. No entanto, quando isto acontece, voce surpreende. Dá um “chega pra lá” no lado conservador e deixa fluir todo seu erotismo. Para seu signo, sexo bom de verdade é aquele cercado de amor e conforto. Você gosta de jantar romântico ou dança carregada de sensualidade e preliminares. Gosta de fazer amor na sua própria cama ou hotel confortável. Suas zonas erógenas são nuca, costas e boca. As posições preferidas são “papai e mamãe” ou as propícias para sexo oral. O fetiche (ou fantasia) indicado é incrementar a transa com frutas, gelo ou doces. 

 

GEMEOSHORÓSCOPO FETICHE:
GÊMEOS: 21/5 a 20/6

Um dos seus maiores dons é a comunicação. Dizem que é facil conquistar um homem pelo estômago, mas no caso de seu signo, o sexo é uma arma muito mais poderosa. Tudo porque você abusa da criatividade e proporciona ao par momentos inesquecíveis e surpreendentes. Porém, para que realmente liberte seus desejos, precisa se sentir á vontade com a outra pessoa. Para isso, ela deve demonstrar disposição para inovar na transa. Quando ama, gosta de sussurrar palavras carinhosas durante as preliminares e na hora H não dispensa palavras picantes. Gosta de transar em locais diferentes, sempre acompanhados de sussurros. Suas zonas erógenas são maõs, orelhas e costas. As posições preferidas são as mais diversificadas possíveis. O fetiche (ou fantasia) indicado é transar onde corram o risco de serem pegos em flagrante.

 

CANCER

HORÓSCOPO FETICHE:
CÂNCER: 21/6 a 21/7

Sua família é a maior riqueza de sua vida. Gosta de criar uma atmosfera romantica antes da transa: música e vinho costumam fazer parte do ritual de sedução. As preliminares também não podem faltar. Aí, quando o clima esquenta, você revela seu fogo e transforma-se num verdadeiro vulcão. Mas claro que, entre uma caricia e outra, ha espaço para as declarações de amor, afinal, para você, o sexo é muito mais gostoso quando existe envolvimento emocional. No entanto, se seus desejos não forem correspondidos, pode se mostrar exigente e egoista na cama. Lugares romanticos, confortaveis e seguros são seus ambientes preferidos. Suas zonas erogenas são parte interna das coxas, peito e barriga. Posições preferidas são as variações de “papai e mamãe”. O fetiche (ou fantasia) sugerido é transar num quarto especialmente preparado por quem ama.

 

LEAOHORÓSCOPO FETICHE:
LEÃO: 22/7 a 22/8

Você sabe expressar seus talentos. Tem uma sexualidade vibrante e entrega-se totalmente aos momentos de prazer. Gosta de demonstrar sua satisfação entre os lençóis com gemidos, sussurros e gritos, pois na hora H solta-se de verdade e pode até se imaginar representando um papel erótico, já que seu signo adora dramatizações. Quando está no domínio e a outra pessoa elogia sua performance, você vai ao delirio e ganha mais disposição para o sexo. Só precisa tomar cuidado para não se empolgar demais e se esquecer dos desejos de seu par. Um quarto cheio de espelhos e com clima de romantismo é seu ambiente preferido. Gosta de ser acariciado nas regiões das costas e quadris. Todas as posições que você tenha comando dos movimentos são aquelas que mais chamam sua atenção. O fetiche (ou fantasia) indicado é fazer da outra pessoa sua escrava sexual.

 

VIRGEM

HORÓSCOPO FETICHE:
VIRGEM: 23/8 a 22/9

Nada escapa de se olhar e de sua avaliação. Seu signo pode viver um dilema quando o assunto é intimidade: tem vontade de ousar, de curtir aventuras, mas ao mesmo tempo fica se policiando, controlando seu modo de agir, como se estivesse fazendo alguma coisa errada. Porém quando encontra uma pessoa que corresponda as suas expectativas, libera toda sua energia, tornando-se muito mais ardentes. Só precisa tomar cuidado para que sua mania de organização não prejudique o sexo, fazendo você evitar transar, por exemplo, num local ou momento inesperado. Gosta de transar em sua cama, principalmente. Suas zonas erógenas são virilha, pés, pernas e nuca. Prefere as posições tradicionais, mas sempre com muitas preliminares. O fetiche (ou fantasia) indicado é fazer coisas que jamais teria coragem de fazer na vida real.

 

LIBRA

 HORÓSCOPO FETICHE:
LIBRA: 23/9 a 22/0

Conviver com pessoas é seu maior prazer. Para alcançar plena satisfação na cama, não basta ter ao lado alguém interessante e disposto a realizar seus desejos.É preciso existir amor, pois você gosta de se entregar de corpo e alma à pessoa e sentir que ela também está totalmente envolvida. Nesse caso, adora passar horas na cama, curtindo momentos de intimidade. Dá grande valor ás preliminarese afinidades que descobre com seu par. Gosta de transformar transas em noites de amor inesquecíveis, repletas de romantismo e encantamento. Prefere transar em lugares aconchegantes e luxuosos, como um bom motel. Suas zonas erógenas são costas, bumbum, parte interna das coxas e tornozelos. As posições que mais gosta são aquelas que permitem admirar o movimento dos corpos. O fetiche (ou fantasia) sugerido é ver/ter uma pessoa elegante e refinada seduzindo voce.

 

ESCORPIÃO

HORÓSCOPO FETICHE:
ESCORPIÃO: 23/10 a 21/11

Seu ar misterioso esconde emoções muito intensas. Você exala erotismo e tem um pique incrível na cama, por isso seu par precisa ter muito fôlego para dar conta. Seu signo é conhecido como amante fantástico porque curte os momentos intimos com intensidade, buscando o máximo de prazer. Você acredita que no sexo tudo é permitido quando os dois estão a fim. Sabe como enlouquecer a outra pessoa, mas gosta de ter suas vontades atendidas prontamente. Vive inventando formas para esquentar a relação e quanto mais ousada for a transa, mais seu desejo aumenta. Gosta de transar em lugares proibidos ou exóticos, com clima de mistério. Regiões preferidas para carícias sexuais são orelhas, pés e pernas. As posições mais ousadas possiveis e acompanhadas de palavras picantes são seu “carro-chefe”. O fetiche (ou fantasia) indicado é transar em situações que misturem prazer e medo.

 

SAGITARIOHORÓSCOPO FETICHE:
SAGITÁRIO: 22/11 a 21/12

Liberdade e aventura são seus maiores ideais. Você tem energia de sobra para transformar intimidade em momentos de intenso prazer. Criatividade também não lhe falta, alias, isto é fundamental para que seu signo tenha uma transa boa de verdade. Você gosta de viver experiências diferentes, testas posições novas, se aventurar, enfim… afastar a rotina. É capaz de passar horas explorando as delicias do sexo e, se seu par tiver fôlego para acompanhar seu pique, aí é que ninguém conseguirá tirar vocês da cama, ou melhor, do sofá, do tapete, da mesa, da cozinha… Adora transar ao ar livre ou longe da rotina, como dentro de um carro. Gosta de ser estimulado em áreas como boca,pescoço, nucas, coxas e virilha. Posições? As mais diferentes possiveis. O fetiche (ou fantasia) sugerido é transar numa praia deserta, com paisagem exótica.

 

CAPRICORNIO

HORÓSCOPO FETICHE:
CAPRICÓRNIO: 22/12 a 20/1

Você sabe até onde quer e pode chegar. Entre quatro paredes e ao lado de uma pessoa que você ame e confie, não há espaço para timidez ou censuras. Nesse momento, você libera todo o seu erotismo, mostrando como sabe ser envolvente. Em busca de realização,aperfeiçoa sua arte de amar. Com isso, seu par se surpreende a cada dia e vai ficando mais apaixonado. Porém, é claro que para seu signo, tudo tem limite: lugares arriscados ou aventuras perigosas não entram em sua lista de ideias para tirar o sexo da rotina. Você prefere segurança. O ambiente preferido é um hotel aconchegante, onde não sejam incomodados. Zonas erógenas são pernas, nádegas, ombros, pescoço e nuca. As posições de comando são aquelas que mais gosta. O fetiche (ou fantasia) indicado é repetir cenas de filme erótico com a pessoa amada.

 

AQUARIO

HORÓSCOPO FETICHE:
AQUÁRIO: 21/1 a 19/2

Em sua vida, não há espaço para regras. Experimentar, testar e inovar: estes são seus lemas quando se trata de intimidade. Para você, o sexo precisa de movimento, criatividade e renovação. E imaginação e ousadia para colocar isso em prática não lhe falta. Você acredita que, quando o casal está de acordo, não deve haver limites para o prazer. Alias, voce também acha que não deve existir hora certa para transar, porque o melhor é se entregar á pessoa amada no momento que surge a vontade. Reprimir desejos e se prender a ideias moralistas não fazem sua cabeça. Gosta de transar em ambientes em meio a natureza ou lugar descontraído. Suas zonas erógenas são orelhas, pescoço e barriga. As posições preferidas são todas! Desde a básica até a mais complicada. O fetiche (ou fantasia) indicado) é transar em locais imprevisíveis.

 

PEIXESHORÓSCOPO FETICHE:
PEIXES: 20/2 a 20/3

A compaixão é sua qualidade mais marcante. Para seu signo, sexo não existe sem amor. Sua realização na cama só é completa quando você tem ao seu lado alguém que desperte fortes sentimentos em seu coração. Nos momentos íntimos, presta atenção em cada reação de seu par, fazendo o possível para lhe oferecer o máximo de prazer. Tem desejos ardentes e bastante pique para colocar suas fantasias em prática. Além disso, costuma inventar mil maneiras de incrementar as transas. Adora quando a outra pessoa toma a iniciativa de seduzir você. Gosta de transar em ambientes relacionados à água, como piscina, mar e chuveiro. Suas zonas erogenas são mamilos, barriga, costas, pernas e pés. As posições que deixem seu par louco de desejo são aquelas que mais aprecia. O fetiche (ou fantasia) indicado é transar em algum local romantico e paradisíaco.

 

Fonte: Adaptação – Guia dos Signos / João Bidu – Editora Alto Astral

 

 

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Conheça mais a história de Beatriz e como ela conheceu o mundo BDSM.
Confira os capítulos anteriores:
- Livre pela Dor / Parte 1
- Livre pela Dor / Parte 2

Ao abrir os olhos Beatriz percebeu que o sol estava alto. Tinha dormido mais do que o normal, mas o que podia ser considerado normal depois das primeiras 24horas que ela havia vivido naquela cidade?

Levantou, tomou um banho e resolveu ver se ainda dava tempo para o café da manhã. Ao descer encontrou o saguão da pousada lotado. Eram certamente os últimos turistas que vinham pra FLIP, que começaria oficialmente naquela tarde.

Ao se encaminhar pro salão do café, ela se viu olhando as pessoas de uma forma diferente tentou imaginar se ali entre os sentados existia alguém que fizesse parte do mundo BDSM. Olhou de relance para a mesa a sua direita e percebeu que a mulher servia o homem. Voltou seus olhos para a mesa a sua frente e viu dois homens sentados, mas pra ela claramente um estava acima do outro. Riu por dentro e entendeu que as coisas que tinha visto, mas ainda não havia vivido tinham mudado sua visão do mundo.

Sentada numa mesa de canto, Beatriz tomava sua última xícara de café e tentava decidir o que iria vivenciar nos próximos dias. Havia vindo pra Paraty com um propósito diferente daquele que agora preenchia o seu pensar. E agora por mais que tivesse tentado evitar a imagem de DOM T, ele veio na sua mente.

A segurança de aquele olhar, o sadismo explicito em suas ações, o desejo visto claramente no seu meio sorriso, o morder de lábios que ela pegou ele fazendo em alguns momentos da cena. O toque da sua mão em sua cintura a conduzindo pela festa, o cheiro que exalava daquele corpo. Beatriz estava decidida! Iria vivenciar aquela fantasia, sem se preocupar com o novo e o diferente. Seu corpo pedia por isso!

Mesmo agora sentada naquela cadeira tomando seu café Beatriz sentiu seu sexo molhado. O desejo gritava dentro dela e dessa vez viveria esse desejo. Seria ela a ser açoitada e usada por aquele homem que a seduzia apenas com um olhar.

Foi para o quarto e ficou na dúvida sobre o que usar. De repente pensou: a roupa seria o de menos. Tudo que ela desejava era se despir perante aquele homem e esperar que ele decidisse como usá-la. E com esses pensamentos ela foi tomar banho.

A água morna escorria pelo seu corpo. Encheu a bucha com um sabonete liquido de morango, fez muita espuma e foi se tocando, espalhando aquele cheiro na sua pele. Enquanto tomava banho, imaginando se ELE sentiria seu cheiro, se provaria do seu gosto. Depilou as pernas e resolveu ser ousada. Depilou seu sexo! Nunca tinha ficado assim tão exposta sem pelo algum, mas ela queria que aquele olhar tivesse acesso a todo seu corpo. Queria ser vista e ser tocada por aquelas mãos fortes e decididas.

Escolheu um vestido soltinho, abotoado na frente, preto, alguns centímetros acima do joelho, mas de decote generoso. Beatriz gostava dos seus seios, eram fartos, porem firmes. Como ela era branquíssima, as aureolas e os bicos eram rosados, imaginou como eles ficariam no vestido sem soutien e decidiu que iria sem. Queria além de se sentir ousada, se mostrar ousada.

E já que era pra ser ousada, ela resolveu quer seria muito e decidiu também ir sem calcinha. Até porque entre as suas lingeries não havia peças que a fizessem se sentir sexy como ela desejava. Passou uma maquiagem rápida, apenas um rimel e um gloss rosado nos lábios, se perfumou e desceu. Nos pés, sandálias rasteiras. Tirando o vestido, que era uma peça obrigatória, Beatriz decidiu que o sexy viria da sua atitude. Queria se despir de qualquer coisa que atrapalhasse seu corpo se entregar aquele homem.

Ela foi caminhando até a casa da festa da noite anterior. Chegando lá, resolveu bater na porta de entrada, que ficava ao lado da porta que descia pra masmorra. Esperou alguns minutos, bateu novamente e quando já estava pensando em sair, a porta da masmorra se abriu. DOM T estava ali parado a sua frente, com um sorriso radiante e disse:

– Seja bem vinda Beatriz! Estava divertido te acompanhar pela câmera de segurança, mas achei que você iria embora, então vim atender.

Dizendo isso ele apontou pra uma câmera que ficava posicionada pra porta da casa. Ela riu meio constrangida e disse:

– Sim, eu estava a ponto de ir. Achei que tivesse entendido errado sua fala de ontem, e por minutos me senti uma intrusa em sua porta.

– Não, doce Beatriz. Não se sinta uma intrusa. Você pertence a esse mundo tanto como eu pertenço. Só vamos descobrir hoje o que te agrada, mas pra isso, vamos descer. Precisamos conversar um pouco.

Lá embaixo Beatriz pode observar melhor o local. Havia correntes que vinham do teto, muitos grilhões nas paredes, quatro cruz em formato de X, cadeiras feitas pra tortura, casinha de cachorro do tamanho que abrigaria uma pessoa, enfim, era um lugar enorme e muitíssimo bem equipado.

DOM T estava parado alguns passos atrás observando as reações dela ao olhar as paredes da sua masmorra. Tudo que ele conseguia ver nela era encantamento. Em momento algum ela demonstrou medo ou receio, e o que ele já suspeitava antes foi formando uma verdade em seus pensamentos. Beatriz era o tipo de mulher que não temia. O medo não fazia parte da sua mente, ou seja, era a parceira perfeita para um sádico como ele. Um homem que a crueldade fazia parte dos seus pensamentos e a lascívia do seu viver.

Ainda olhando pra ela, ele observou as curvas do seu corpo. Era uma bela mulher! Com certeza, por detrás daquele jeito recatado, havia um corpo ansiando por ser tocado, por ser usado e marcado, por ser descoberto para o prazer. Ele agora desejava ardentemente ser esse homem. Dentro da sua calça já não era possível esconder o tamanho da sua ereção. O corpo dele a desejava loucamente, de tal forma que chegava a sentir dor no sexo que latejava por ela.

Beatriz voltou seu olhar pra ele de repente, e o pegou a observando com fome. Havia algo entre eles, isso era claro. Pela primeira vez não se intimidou ao se sentir sendo avaliada. Pelo contrário, ela se insinuou, posicionou as mãos na cintura e olhando fundo em seus olhos disse:

– Oras, estou sendo degustada pelo seu olhar?

Ele sorri e responde: “Por enquanto sim, em breve será degustada por minhas mãos”.

Pegou-a pela cintura, meio que a encaixou ao seu lado e foram caminhando até uma mesa. Ao sentar Beatriz propositalmente cruzou as pernas com um pouco de ousadia, deixando a mostra suas coxas desnudas. DOM T deu uma sonora gargalhada e disse:

– Mocinha, mocinha, você sabe mesmo onde está se metendo? Vamos conversar Beatriz, quero que você esteja ciente do que vai acontecer aqui hoje.

E dizendo isso passaram cerca de uma hora conversando sobre chicotes, palmatórias, sobre as marcas, sobre como ele usaria o corpo dela. E foi combinada uma palavra de segurança, pra que usasse em qualquer momento da cena que ficasse desconfortável ou com dor.

Após ter todas as suas dúvidas sanadas, Beatriz se permitiu observar aquele homem sem pudor. Ele havia se levantado e se encaminhava para o canto onde ficava a cruz que usou pra prender a serva na noite passada. Era um homem comum, se fosse visto sem prestar atenção, devia ter menos que 1,80m, pele bronzeada de sol, cabelos escuros num corte baixo. Não tinha nada de especial ao primeiro olhar, mas havia nele detalhes que mexiam demais com ela. O sorriso franco e espontâneo que cativava quem estivesse por perto, um olhar profundo que desnudava a alma, mãos fortes, unha bem cuidado, costas largas, que demonstravam que ele devia praticar algum esporte. Qualquer mulher que o olhasse com um pouco mais de atenção perceberia seu charme. Nesse exato momento, ele era o único homem da terra, ele era o seu centro e o seu motivo.

Conforme ele foi se aproximando, ela pode perceber que ele trazia alguns instrumentos de tortura como chicote, flogs, um bastão que ela o viu utilizar na noite anterior e que agora sabia se tratar de uma cane. Tocou seu ombro e disse: “Feche os olhos, doce Beatriz”. Vou passar meus brinquedos na sua pele e quero que você se concentre no toque deles.

Ela obedeceu, ficou entregue aquele homem. Sentiu seu hálito se aproximar do seu pescoço, sentiu sua barba por fazer e o ouviu sussurar:

– Esse é um chicote feio de couro. Irá marcar sua pele, provavelmente cortá-la, mas deixará em ti lindas marcas do nosso momento. Então ela sentiu o couro passando por suas coxas, num suave roçar.

Ouviu o barulho do chicote sendo largado no chão, e dessa vez ele a pegou com força pela cintura, cravando seus dedos e disse:

– Abra suas pernas! Essa é a minha cane! Ela baterá em você e irá doer. “Uma dor seca, mas deixará seu corpo úmido de desejo”. Sentiu que ele levantava levemente sua saia expondo pra si o seu sexo depilado.

E mais uma vez ouviu o barulho da peça sendo deixada ao chão. Por segundos, ele se afastou, arfou, emitiu um gemido baixo. Beatriz sentiu suas mãos percorrendo sua bunda e junto das suas mãos pode sentir tiras suaves. Era um toque quase gentil e ele dizendo: “Esse é o meu flog”. Ele nao irá te machucar, apenas vai aquecer sua pele. Deixará ela pronta pra que a nossa brincadeira fique mais intensa e preparar para uma dor maior.

Ao ouvir o baruho da peça sendo deixado no chão, ele se acomodou nas suas costas, encaixou seu sexo duro e latejando em sua bunda. Pegou seus seios um em cada mão e apertou sem pesar seus mamilos. Mordeu levemente seu pescoço, enquanto roçava nela o seu desejo, o seu tesão. Beatriz não conseguiu conter os gemidos. Ainda com os olhos fechados, o sentia descobrindo seu corpo. Suas mãos agora estavam dentro da sua saia, afastando os lábios vaginais e brincando em seu clitóris.

Começou lentamente, depois com mais rapidez. Sem pedir licença, ele enfiou primeiro um dedo em sua fenda, depois dois, e num entrar e sair frenético a fez gozar ali, em pé, encostada em um estranho.

No meio do seu gozo, ele disse: “Abra os olhos, Beatriz. Goze mais pra mim”. DOM T rodeou seu corpo e ficou frente a ela. A troca de olhares que se seguiu naquele instante foi muito intensa. Gozou novamente sentindo aquele homem a foder com os dedos.

Entre um gemido e outro, ele cravou seus olhos nos dela. E disse: “Faça o que deve ser feito, menina. Agora te quero obediente”.

Ordens não eram necessárias. Um olhar que dizia tudo.

Ela se afastou e de cabeça baixa foi deixando suas roupas caírem ao chão. Peças sobrepostas uma as outras se amontoaram. E agora o corpo desnudo estava ali, a mercê daquela mente sádica.

Deu dois passos pra frente, cobriu seu seio com uma das mãos e com a outra explorou seus lábios.

Sua voz perversa e sexy disse: “Vamos, minha menina. Agora vou brincar com você”. E ela foi arrastada pelos cabelos até os grilhões pregados na parede.

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Você já ouviu falar de Fisting? Esta pergunta foi feita por diversos seguidores de nossa página e como nosso blog fala de fetiches e curiosidades, resolvemos ir em busca da informações deste tipo de fetiche. Vamos descobrir o que é o tal de “fisting”? E se você, caro leitor, tem alguma curiosidade a respeito de sexo e fetiches, entre em Contato conosco.

Leia também:
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- 20 Fetiches estranhos
- Como praticar a fantasia de inversão de papeis?

Tecnicamente falando, Fisting é uma prática sexual que consiste em inserir mão e antebraço na vagina ou ânus do parceiro. O termo usado nos meios científicos é Braquiosigmofilia. Aqueles que são adeptos falam que parte do gozo na sua realização está em aprender a apreciar as intensas sensações proporcionadas pela distensão do local.

Há que ter em conta, contudo, que existem riscos envolvidos, pois embora possa proporcionar um prazer muito intenso também causa dor e pode danificar os tecidos da pele. Mas não há nada de errado com a estimulação anal, desde que sejam tomadas algumas precauções para não machucar ou transmitir doenças.

Praticantes afirmam que é essencial fazer uma limpeza intestinal prévia às introduções. As unhas devem estar cortadas e limpas,de forma que não possa raspar ou arranhar os tecidos, principalmente os cantos das unhas. É aconselhável usar uma luva de látex, bem lubrificada, na mão que é introduzida. Além do látex tornar a entrada mais suave, funciona como uma barreira de proteção que impede a transmissão de doenças.

“No caso de fisting vaginal, deve ser utilizado um lubrificante à base de água porque não irrita a pele, no caso de fisting anal pode ser um lubrificante mais oleoso o à base de silicone, para que seja mais duradouro”, cita a dra. Helena Barroqueiro, do site Consultório de Sexologia.

É fundamental que os parceiros estejam absolutamente descontraídos, e a pessoa que penetra a outra deve começar suavemente por introduzir os dedos, gradualmente e sem pressas. Quando os dedos estiverem introduzidos, devem enrolar suavemente até o punho fechar, enquanto a mão é introduzida também. Quando toda a mão estiver dentro da vagina ou do ânus, a pessoa que faz a penetração pode abri-la e fechá-la suavemente, como se estivesse a apertar uma bola anti-stress, para estimular a outra pessoa.

Nesta técnica é fundamental que haja comunicação, confiança e muito lubrificante. A sintonia entre o casal é que traz os segredos deste fetiche. A percepção de novas sensações distinguindo-as da dor é que permite sua expansão. O que recebe a introdução da mão precisa estar completamente relaxado e à vontade para sentir prazer, assim como a parte dominante precisa ter respeito e compreensão diante dos limites do outro.

Um detalhe curioso citado por Oswaldo M. Rodrigues, em seu livro sobre parafilias e varições sexuais fala do receio de a elasticidade do ânus e relata que alguns praticantes afirmam que, após alguns anos de prática, o esfíncter anal é o músculo mais fortalecido do corpo. O que eles fazem é treino da musculatura anal. Outros preferem o “autofisting”, ou seja, a introdução da própria mão no ânus para obter excitação sexual, muitas vezes realizados na presença de quem aprecie olhar.

Convém citar que, apesar de ser um fetiche um tanto estranho, um número crescente de praticantes tem surgido nas últimas décadas, assim como o oferecimento de vídeos deste tipo nos meios pornográficos.

 

Autoria: Alessandra A.
Fontes: Wikipédia / Livro: Parafilias – Oswaldo M. Rodrigues / Consultorio de Sexologia

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Você já teve curiosidade por troca de casais? Alguns ficam excitados com a ideia de assistir a outro homem fazendo amor com sua parceira. Não é de se surpreender que algumas pessoas transportem tal fantasia para a vida real por curiosidade, pra apimentar a relação ou apenas para satisfazer seu ego.

Para isso, a quantidade de casais que fazem swing abertamente está aumentando, e muitas pessoas dizem que isso pode fortalecer e prolongar um casamento feliz. Outros se assustam ao ouvir falar de swing e recriminam essa prática.

Leia também:
- Como fazer um Strip Tease de sucesso
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- Homem que sabe fazer sexo oral

Mas a curiosidade em torno do assunto é grande! O que rola lá dentro? O que acontece? Como é a troca de casais? Clube de Swing é uma balada normal, quer dizer, nem tanto. É bem mais liberal, mas tem suas regras para evitar situações desagradáveis entre os frequentadores. Ninguém é atacado logo na entrada, nem tiram suas roupas ou fazem sexo forçado. Não é porque foi a uma casa de swing que precisa trocar de casal ou transar com alguém lá dentro. Vocês podem apenas assistir aos outros ou ver os shows da casa.

Quando o casal decide ir a um ambiente desses, o ideal é sentar para uma boa conversa sobre o assunto, combinar quais serão as atitudes que toleram ou não e até que ponto será válida essa troca de casais. A relação tem que ter bases fortes e definidas para não se deixar abalar pelo mundo diferente que estão prestes a entrar. Expor os limites de cada um é muito importante, para evitar problemas futuros, afinal o ciúme muitas vezes pode entrar no jogo. Pode ver gente de todo tipo, incluindo mulheres tipo capa de revista e homens esculturais. Por isso, se não conseguir segurar a onda e diga o que está incomodando.

Algumas dicas que podem deixar o praticante mais à vontade:

1- Cheguem juntos, fiquem perto o tempo todo e vão embora juntos. É mais provável que o ciúme ocorra se você não conseguir avistar o parceiro ou não souber o que ele está fazendo. Ficar perto um do outro nas festas ou reuniões significa que vocês podem ficar de olho um no outro e verificar se está tudo bem.

2- Mantenha aberto o canal de comunicação entre vocês dois. Os sentimentos de ciúme ou mágoa ocorrem e crescem quando você não se dirige ao parceiro, e a única maneira de participar de um swing com sucesso é quando vocês dois são francos e honestos um com o outro e exprimem todos os problemas.

3- Fique com estranhos e nunca faça swing com amigos próximos ou pessoas com as quais possa esbarrar frequentemente. A situação corre mais risco de fugir ao controle quando você tem uma “relação” com o outro casal ou pessoa, o que envolve emoções e amizade. Pessoas totalmente estranhas estão isentas desses tipos de laços, o que os torna uma opção mais segura.

4- Crie gestos íntimos especiais e “códigos secretos” para quando estiver somente com o seu parceiro. Se compartilhar um gesto muito significativo ou pessoal com qualquer uma das pessoas com quem faz swing, você pode não apenas tornar a ação menos especial, como também pode levar o seu parceiro a se sentir traído ou como se houvesse sido substituído como seu confidente.

5- Fique atento ao ambiente e às suas ações. Consuma bebidas alcoólicas, mas sempre com moderação, e nunca se envolva demais ou fique bêbado ao ponto de não saber o que está fazendo, pois você pode acabar correndo riscos e fazendo coisas que normalmente não faria.

Por último e não menos importante: use camisinha. Apesar de ser algo óbvio num ambiente desses, alguns arriscam suas manobras. A pessoa pode ser linda e maravilhosa, mas não está escrito na testa o seu histórico. Não vacile.

troca

Dicas Adicionais:

Lembre-se de que o seu parceiro é o número um e que os sentimentos dele devem sempre ser a sua prioridade. Então, como toda relação deve ser conversada e discutida, pense bem antes de abordar sobre o assunto com o seu parceiro. Relação a dois que envolve uma terceira, nem sempre é bem aceita e deve se ter muita confiança para praticar um swing. O swing é para ser algo a mais na relação. Vocês não podem esquecer-se do casal e do tesão que proporcionam ao outro.

Se aceitar, é só curtir e se divertir à beça!

Fontes: Site Dia do Orgasmo e Blog Papo de Homem

 

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Confira aqui a primeira parte do Conto Erótico Livre pela Dor.

O olhar que ele lançou pra ela não foi de surpresa. Era como se tivesse certeza da sua resposta e assim ele continuou conduzindo-a pelo salão.

Chegaram a uma mesa que parecia reservada. Ao se sentarem num pequeno sofá de couro preto, imediatamente um homem trajando uma calça preta, sem camisa, com uma coleira grossa preta no pescoço e pés descalços se aproximou.

De cabeça baixa, sem fitar DOM T nos olhos perguntou:

– Deseja beber algo, MESTRE?

DOM T olha pra Beatriz e pergunta “o que deseja doce mulher”. Ela sorri meio encabulada e diz: “Um scoth duplo, acho que vou precisar.” DOM T diz a ela: “Hoje será permitido que beba, pois está aqui apenas pra observar, mas o dia que vier aqui pra brincar saiba que não será permitido que beba, estamos entendidos?” Ela em tom brincalhão responde: “Sim, SENHOR.” Ele sorri de volta e diz: “Boa menina”. Ele diz que beberá água tônica e com um movimento de cabeça dispensa o rapaz.

Após as bebidas chegarem, ele se vira pra ela que estava até então com o olhar fixo numa cena que acabara de começar: uma mulher, com cerca de 50 anos, estava sendo içada para o teto, presa por cordas e ganchos. Ele pergunta: “Beatriz, me diga, já tinha ouvido falar sobre o nosso mundo? Você não me pareceu muito espantada ao cruzar aquela porta, então imagino que alguma coisa você já conheça. Conte-me de onde vem seu conhecimento”.

Beatriz responde:

– Bem acredito que após o mercado ter sido invadido com romances sobre o tema, poucas pessoas sabem o que é BDSM, mas tudo que estou vendo aqui é completamente diferente do que é escrito nos livros. Jamais passou pela minha cabeça que as pessoas se reunissem dessa forma pra expor desejos e vontades. Mas te confesso que desde que cheguei aqui estou com uma pergunta martelando na minha cabeça: porque me convidou pra sua festa?

– O seu olhar no restaurante, sua forma de lamber os dedos cheios de sangue do filé, ali pude perceber que por baixo dessa sua capa de boa moça existe uma mulher ousada. Por alguns segundos enquanto me olhava daquela forma provocadora, pude entender que você se encontrará aqui. Só não sei ainda de que lado do chicote, mas isso por hora é um mero detalhe. Hoje só quero que se divirta e observe, e se na hora que a festa terminar desejar saber mais, ou se conhecer melhor, conversaremos a respeito.

Terminando a frase DOM T olhou para o relógio e disse: “Bem, agora preciso me preparar. Tenho uma cena marcada em poucos minutos. Se desejar vá até o X em 10 minutos e poderá conhecer um pouquinho de quem eu sou”. Dizendo isso, ele se levantou e a deixou ali com seus pensamentos.

Pela primeira vez em anos Beatriz estava excitada, seu corpo todo estava arrepiado, seu sexo gotejava na lingerie e ela suspeitava que até o short escolhido pra noite estivesse úmido. Seu olhar passeava entre uma cena e outra. Seus ouvidos estavam aguçados em busca de gritos e gemidos. Sem que percebesse ela levou uma das mãos aos seios e os tocava por cima da roupa. Pode sentir que seus mamilos estavam durinhos e sensíveis. Contraiu as coxas na esperança de contrair também o sexo, mas isso não era suficiente. Sem pensar duas vezes ela se levantou em busca de um banheiro. Queria gozar, e queria agora.

Ela se aproximou do rapaz que a pouco tinha servido sua mesa e disse que precisava ir ao banheiro. Ele sorriu e falou: “Ali ao fim daquele corredor temos banheiros. Fique a vontade e divirta-se”.

Chegando ao banheiro Beatriz pode entender o “divirta- se” dito pelo rapaz. Por todas as paredes do banheiro havia fotos de cenas BDSM. Cenas reais! Ela pode reconhecer muitas das pessoas que agora estavam ali no salão se divertindo.

No canto direito havia um sofá de couro vermelhas, ali sentadas e entrelaçadas havia duas mulheres. Uma delas segurava o cabelo da outra pela nuca e a olhava nos olhos enquanto sua mão brincava dentro da calcinha de sua presa. Era uma troca de olhar tão forte, tão intensa, e a que comandava a cena dizia baixinho o tempo todo:

– Não ouse gozar, não ouse.

Beatriz entrou num dos banheiros, fechou a porta e arrancou o short. Colocou uma das pernas em cima do vaso sanitário e se perdeu em seu sexo. Massageava o clitóris, enfiava dois dedos e sentia seu caldo escorrer por sua mão. Gemia e arfava sem se preocupar onde estava e se alguém estava ouvindo. Ali só ela importava, o gozo se aproximava e ao sentir que ele ia acontecer ela simplesmente gritou e se libertou.

Foi um gozo intenso, longo, louco. Seu corpo agora encostado na parede arfava a respiração ainda estava acelerada, sentia os cabelos molhados grudados na nuca. Ela decidiu fazer algo que sempre tivera vontade: provou-se, levou seus dedos à boca e sugou um por um. Sorveu todo o seu prazer, sentiu a textura do seu gozo, o cheiro e o sabor.

Recompôs-se, prendeu os cabelos, deu descarga embora tivesse certeza que se tivesse alguém ali teria certeza que ela não tinha usado o vaso pra absolutamente nada. Saiu com um sorriso estampado, ela suspeitava que ainda houvesse muitos.

Lavou as mãos, se olhou no espelho e foi impossível não reparar que suas bochechas estavam coradas. Claro, ela estava todo quente, por dentro e por fora, e saiu com pressa. Mal havia dado um segundo e bateu contra alguém. Nem precisou olhar pra ver em que tinha esbarrado. O perfume de DOM T invadiu tudo ao seu redor. Ele a segurou pelos ombros a amparando e com um tom sarcástico disse: “Vejo que a senhorita está com pressa. Espero que seja pra ver a minha cena, pois eu estava te esperando pra começar”. Enlaçou-a pela cintura e ela foi levitando ate a cruz pregada na parede.

Chegando lá havia uma mulher de costas, nua e presa por mãos e tornozelos. Dava pra sentir o clima de expectativa no ar. Todas as cenas haviam parado e agora todos se acomodavam em volta da cruz pra ver o que aconteceria. A pele branca da mulher estava claramente excitada. Era possível ver seus pelos arrepiados e algumas gotículas de suor brotando nas costas. Ao contrário do que se possa imaginar ela não era uma menina de corpo escultural. Era uma mulher comum, com um corpo proporcional ao seu tamanho, mas nenhum atrativo que a fizesse se sobressair em meio a uma multidão de pessoas. Mas ali, naquele momento, sem a menor sombra de dúvidas, ela era o foco central, todos os pares de olhos estavam cravados nela.

DOM T caminha até ela e a toca com carinho. Passa suavemente suas mãos por suas costas, a acaricia levemente, descendo de encontro a sua bunda, enquanto diz algo em seu ouvido. É notável que ele diz a acalma, suas mãos que pareciam estar tensas relaxam. De onde Beatriz está é possível ver que ela sorri ao ouvir o que ele diz. Ele a ajeita na cruz separa um pouco suas pernas, empinam seus quadris, caminha pra parede ao lado e pega um instrumento, que pra Beatriz se parece um chicote, só que com várias camadas de um couro mais macio. Depois ela descobriu que se tratava de um flogger, utilizado pra aquecer a pele, pra preparar o corpo para o açoite mais pesado.

Com um gesto de mãos ele ordena que a música cesse, e as poucas luzes que haviam ali são apagadas, ficando apenas a cruz e um pequeno espaço a sua volta iluminados.

E as batidas começam. Primeiro nas costas e vão descendo pra bunda e coxas. Devagar, ritmadas, o barulho do couro tocando a pele dela é uma sinfonia. A pele que antes era branca agora começa a tomar uma coloração rosada. Em alguns lugares é possível ver as marcas das tiras na pele, mas de uma maneira geral, vai ficando rosada por igual.

Em volta o silêncio reina, os únicos barulhos ouvidos são o flogger brincando na pele da menina e um ou outro gemido que ela emite gemidos de puro prazer. Após alguns minutos, ele caminha até ela, novamente desliza as mãos por sua pele. Agora com mais intensidade, com mais desejo, diz algo ao seu ouvido. Deve ter perguntado algo, pois ela prontamente balança a cabeça como se concordasse com o que lhe foi dito.

Ele vai até a parede lateral, e volta de lá com outro instrumento na mão. De onde estava Beatriz viu que era uma vara, com cerca de um metro e pouco, mas não soube dizer feita de que material. Antes que ela pudesse se perguntar o que seria feito com aquilo, houve o barulho seco da batida dada na coxa direita da mulher. Na hora, uma marca roxa pode ser percebida. Em seguida várias lambadas foram desferidas na mesma perna, todas do joelho pra cima e a perna dela parecia desenhada de linhas horizontais.

Sem dar tempo para que ela respirasse, começa a bater na coxa esquerda. Um golpe atrás do outro! A mulher geme, às vezes baixinho, às vezes um pouco mais alto. A nossa volta nem um som que não venha da cena é ouvido. Mesmo sem poder ver, Beatriz sabe que todos os olhares estão voltados pra o que se passa naquela cruz. Ela mesma, por mais que às vezes tente desviar seu olhar não consegue. Muito excitada com tudo que está vendo, ela se imagina no lugar dela.

Será que ela ficaria ali, nua, em frente a tantos estranhos? Será que ela se excitaria tendo seu corpo mal tratado e marcado daquela forma? A julgar pelo tesão que ela está sentindo, a resposta é afirmativa. Sim, ela teria coragem! E mais: ela gostaria muito de estar ali, dentro dela, a cada nova batida que agora subiu pra bunda. Seu desejo de um dia sentir aquilo em seu corpo só aumenta.

É impossível saber quantas foram dadas. Coxas e bunda agora parecem um quadro, pintado e decorado de linhas ora transversais, ora horizontais. E quando ele para, e Beatriz acha que a cena acabou novamente caminha até a mulher presa. Dessa vez sem a tocar, apenas diz algo pra ela, e novamente recebe um balançar afirmativo da cabeça, uma permissão, uma concordância.

E ele novamente vai até a parede onde seus brinquedos ficam pendurados, e volta de lá com um chicote vermelho, mais longo, dessa vez com uma única tira. Ele caminha até ela, enfia a mão em um dos seus bolsos, tira de lá um elástico e gentilmente prende seu cabelo num coque alto. Posiciona-se atrás dela, encosta seus lábios em sua coluna e vai descendo, beijando e lambendo suas costas. Para na bunda e sem o menor aviso do que irá fazer crava seus dentes em uma das nádegas. Fica por segundos que parece uma eternidade, e pela primeira vez sai um grito dos lábios da prisioneira, um grito de dor que parece um lamento, mas que tem ao seu fim a junção com um gemido.

Ele dá uma sonora gargalhada e diz pra todos que o observam: “Agora peço que se afastem um pouco, queridos amigos. Vamos brincar com o chicote longo e colorir um pouco as costas dessa bela mulher”.

Dito isso, as pessoas começam a dar pequenos passos pra trás. Ele se posiciona mais longe da cruz dessa vez. Beatriz percebeu que ele estava usando um par de luvas de couro e quando ela começar a se perguntar pra que as luvas, ouviram o som mais intenso da noite: o estalar do chicote longo. A primeira batida não foi dada na mulher, o chicote alcançou o nada, estalou e voltou ao encontro de DOM T e então Beatriz pode entender o porquê das luvas, ele agarra o chicote ainda no ar.

O próximo estalar não fica perdido no espaço. Ele acerta diretamente nas costas e a marca sobe instantaneamente. O barulho do estalar se mistura ao grito dado por sua presa. Em volta as pessoas murmuram muito baixinho e antes que Beatriz pudesse se recuperar do que tinha visto, outro estampido ecoa no salão. E mais uma vez a marca sobe na pele que outrora havia sido branca. E mais uma batida, mais uma e mais uma. Beatriz contou vinte, podem ter sido mais ou menos, não importa. Tudo que importava agora era olhar pra tela que se formou nas costas da mulher. Eram vergões altos, de alguns era possível ver gotas de sangue escorrendo e traçando desenhos.

DOM T para, sem caminhar até sua presa, com um gesto de mãos, ordena que ela seja solta. Uma mulher vestida com uma túnica transparente a solta, e a envolve com um tecido nas costas, que logo fica manchado de sangue. A mulher que antes estava presa agora caminha com passos lentos na direção dele. Sua cabeça está baixa, e ao se posicionar a sua frente, ela se ajoelha, beija-lhe os pés, se agarra a suas pernas e chora um choro de agradecimento. Ele ternamente acaricia seus cabelos e a solta. Ela se ergue pega cada uma das suas mãos, beija compulsivamente e o olha profundamente nos olhos e diz:

– Obrigada MESTRE.

Ele a beija nos lábios e chama a mulher de túnica para levá-la.

Como num passe de mágica a música recomeça, as luzes voltam a brilhar em alguns lugares do salão. As pessoas começam a se dispersar, mas Beatriz não consegue tirar os olhos de DOM T. Chamado por seu olhar, ele caminha até ela com uma expressão que não soube decifrar. Ao chegar perto de Beatriz, ele segura seu rosto entre as mãos e pergunta:

– Porque choras Beatriz? – Diz isso enxugando suas lágrimas com os polegares.

Beatriz não tinha percebido que seus olhos estavam chorando, pois sua mente estava em êxtase. Todo seu corpo desejava que tudo que viu ali. Queria aquelas marcas, ela sentia que precisava daquela dor. Sabia dentro de si mesma que o prazer que sentiria seria infinitamente maior do que a dor.

Ela o encarou e disse: “Choro de desejo, choro de alegria por estar aqui, choro de pesar por não ser eu quem estava ali sendo açoitada por você”.

Ele sorri e diz: “Já esperava por uma resposta parecida com esta. Por isso te digo, agora é hora de ir embora. Vá para o hotel, pense sobre tudo que viu. Pense sobre tudo que me disse agora, e se desejar mesmo experimentar a dor em sua pele, volte aqui amanhã. A hora que se sentir pronta, estarei lhe aguardando. Seremos só eu e você”.

Dizendo isso ele a levou até um carro parado em frente à porta de entrada. E sem ter a oportunidade de se despedir daquele homem que havia aberto um novo mundo, ela se viu deitada em seu quarto na pousada.

Autoria: Agatha Magalhães

 

Aguardem o próximo conto erótico (terceira parte) a ser postado na sexta-feira!

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