quinta-feira, fevereiro 26, 2015
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O livro “Cinquenta Tons de Cinza” despertou curiosidade de muita gente em relação ao mundo da dominação e submissão. Sadomasoquismo era um assunto privado, hoje tornou-se assunto discutido em diversos lugares.

O tema Sadomasoquismo geralmente é algo difícil de abordar, por causar espanto e choques morais naqueles que são convencionalmente chamados de “normais”. Isso se deve, muitas vezes pela falta de informação ou mesmo informações distorcidas sobre o assunto e toda a filosofia que o envolve.

Pra falar sobre estes assuntos, convidamos para participar do Blog Meus Fetiches, a masoquista Agatha Magalhães, que já se permitia a estas práticas muito antes de se ouvir falar em tons de cinza. Vamos ler o relato dela?

Leia também:
 ~~> Sadomasoquismo: A origem do termo
~~> Curiosidades sobre práticas BDSM
~~> Os mitos sobre BDSM inspirados em 50 Tons de Cinza

“Olá a todos. Eu me chamo Agatha, tenho 39 anos e alguns anos nesta estrada chamada BDSM. Sou uma bottom (aquele que sofre a ação) masoquista (que sente prazer com a dor), e a nova colunista do site Meus Fetiches. Escreverei contos com a temática BDSM, mas, para aqueles que não estão familiarizados com o termo, farei uma breve explanação.

O acrônimo BDSM tem o seguinte significado: BD, de “bondage e disciplina”. Bondage é o ato de restringir o movimento do parceiro, seja com as mãos, cordas, algemas, fita adesiva, e o que mais a sua imaginação permitir. O termo bondage vem “colado” com a disciplina, porque restringir os movimentos de alguém é uma forma de disciplinar.

Logo em seguida, temos o DS, que significa “dominação e submissão”. Este tipo de relacionamento, como o próprio nome diz, é uma relação onde o TOP (aquele que promove a ação) é o dominante, é aquele que controla o bottom submisso, cujo papel é “servir” ao seu dono, tendo seus limites previamente estabelecidos.

Por fim, a dupla SM, que se refere ao sadismo e masoquismo, que são práticas que envolvem dor e o prazer com ela. O sádico é aquele que inflige a dor, e o masoquista, quem a recebe. Cabe lembrar que todos estes perfis estão relacionados à consensualidade, não sendo permitido o abuso e a violência.

A partir de hoje, escreverei pra vocês. Conhecerão a personagem Beatriz e o início de sua caminhada por esta atmosfera, por este estilo de vida. Conhecerão, e ouso dizer que se apaixonarão por ela e pelos outros personagens dos meus contos BDSM.

Poderemos tambem interagir na minha coluna, com perguntas feitas por vocês que tentarei responder com o maior prazer. Convido a todos para adentrar este mundo novo, cheio de mistérios e sedução, e terem muito prazer com ele. Beijos da Gatha”

A seguir, temos o vídeo de uma entrevista feita ao Programa Triálogo, com temas sugeridos pelos seguidores do site, sendo o BDSM um destes assuntos, onde Agatha participa.

Fonte do vídeo: http://www.imagem.tv.br/videos/?v=901

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Afinal, o que é uma Dominatrix? Literalmente falando significa “mulher dominadora” ou “mestra”, ou seja, é uma mulher que exerce o papel dominador em práticas de BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo). O texto “Como ser uma Dominatrix” não pretende entrar no mundo BDSM para explicar todo seu conceito e prática, mas para dar dicas especiais de como brincar e usufruir ao máximo desta fantasia sexual de uma forma deliciosamente “baunilha”.

Leia também:
- Como praticar Sadomasoquismo com seu parceiro
- Como praticar a fantasia de inversão de papeis
- Curiosidades sobre práticas BDSM

A ideia de uma mulher altamente segura de si mexe com a imaginação de qualquer um, principalmente dos homens. Já pensou na ideia de dominar completamente o seu parceiro e fazer dele (pelo menos por um momento) o seu escravo sexual? Mas se você pensa que uma dominatrix é uma mulher assustadora vestida de couro preto com chicotes e correntes, que vai bater muito e castigar o parceiro, supere essa ideia, pois tem muito mais coisas por trás disso.

Em um mundo onde há tanta pressão para que os homens estejam sempre no controle e da mesma forma sejam sempre masculinos e poderosos, não é difícil entender porque a fantasia de uma dominatrix funciona tão bem para apimentar o sexo. Algumas pessoas precisam de uma pausa de si mesmas. Para o homem, é bem-vinda esta mudança de permitir que a mulher esteja no comando, de ser a agressora. Perder o controle pode ser muito excitante. Então, o que acha de ser Domme? Está insegura? Aqui vão algumas dicas básicas para brincar de dominatrix.

 

  1. Incorpore a personalidade dominante

O primeiro item a ser observado é a sua postura e personalidade. Uma atitude dominante é o que mais chama atenção em uma dominatrix. A vestimenta caracteriza a personagem e serve como uma ferramenta para fechar o conjunto, não como um instrumento de atração. Já pensou numa mulher dominadora com medo ou vergonha de assumir o seu papel?

Um equívoco comum é de que a senhora dominante é uma mulher mandona e assustadora. Ela deve ter postura, respeito e atitude; saber dar ordens e impor suas vontades.

  1. Faça seu estilo

Não se preocupe – você não precisa gastar muito em fantasia de látex para criar um visual dominatrix. Os homens são seres visuais. Procure criar um guarda roupa que enfatize confiança e mistério enquanto ainda mantém sua feminilidade. Você provavelmente tem roupas em casa que poderão ser usadas, tais como uma minissaia preta ou uma saia lápis, meia-calça preta, salto agulha ou botas pretas com cano alto. De preferência, maquiagem mais carregada para deixar a personagem com aspecto “malvado”.

Preto é a cor principal no guarda roupa da dominatrix. Se você for capaz de incorporar um cinto ou luvas de couro vai ser melhor ainda. Se você sabe que seu parceiro é um cara que curte pernas, use isso em sua vantagem e vista algo bem justo que as mostre. Independente do que você escolher vestir tem que ser sexy e poderoso.

  1. Use as palavras a seu favor

Dizem que o maior instrumento de dominação é a imaginação e não um chicote. O que você diz e, principalmente, como você diz é o que determina o tipo de dominadora que você é. Diz e como diz determinam o tipo de dominadora que você é.

Falar muito alto e xingar vai comprometer sua posição de poder e deve ser evitado. Ao invés disso, varie o tom e o volume. Algumas vezes sussurrar no ouvido dele é muito eficaz. Aprender a como falar da maneira correta é sempre a lição mais difícil, mas tudo se resume em dizer o que você quer e saber como conseguir isso. Nunca subestime o poder da sugestão.

Neste jogo mental, seu submisso deve pedir permissão para fazer determinadas tarefas. Cabe a você aceitar ou não. Isso reforça a sensação de desequilíbrio de poder e prepara o palco para a prática.

Faça uma pesquisa e descubra se seu homem tem algum interesse sexual específico ou fantasia. Então, divirta-se usando suas habilidades verbais e brincando com a cabeça dele enquanto o provoca com seus próprios desejos.

  1. Sensualidade ao máximo

No geral, a sensualidade é a arte de provocar. Isso envolve os sentidos dele e te dá os meios pelos quais você pode criar a tensão sexual. Colocar as cartas na mesa e se tornar disponível demais vão acabar com a dança da sedução. Mantenha o suspense mudando sua postura. Chegar sendo fortemente sexual e no próximo momento agir de maneira elusiva – eles nunca saberão o que pensar e isso vão intrigá-los.

Já que a dominatrix nem sempre faz sexo enquanto está em sessão com seu escravo, saiba usar sua sensualidade para estimular todos os sentidos dele. Ele pode ficar frustrado com o tormento, mas é melhor do que ver que ele ficou entediado porque você já entregou todos os seus segredos.

  1. Use a imaginação

A imaginação é o aspecto mais importante da sedução, caso você queira apimentar o sexo dominando seu parceiro. Lembre-se de sempre começar suavemente e ir trabalhando um caminho para brincadeiras mais intensas.

Talvez você possa começar usando suas habilidades verbais enquanto sussurra e diz tudo o que gostaria de fazer com ele. Então vagarosamente aumente a temperatura e tenha um pouco mais de contato físico. Talvez você possa usar a gravata para prender seus braços atrás das costas, enquanto você tira sua roupa. Ou faça uma “tortura” substituindo o chicote pelo seu sutiã ou calcinha. Mas não mostre tudo de uma vez: aprenda a manter o suspense.

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O que você tem que ter em mente é o seguinte: a mente é nosso órgão sexual mais importante. De nada irá adiantar vestir-se de dominadora se você mesma não se sentir assim. Faça uso da manipulação mental em seu parceiro para exercer controle sobre ele e aumentar a sua expectativa erótica. Na verdade, a troca de poder entre os parceiros tem que ocorrer na mente antes de ocorrer no corpo. O ideal mesmo é você começar este jogo antes mesmo de vocês entrarem no quarto.

Criar situações diferentes pode ser o inicio de descobertas de novas formas de prazer. Se tiver um parceiro realmente disposto a entrar neste jogo com você, permita-se experimentar e ultrapassar seus limites. O que parece estranho à primeira vista pode ser muito interessante quando bem vivido.

Fonte: Texto adaptado – site Irresistível

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Da noite para o dia “50 Tons de Cinza” tem aguçado o interesse e uma intensa fascinação pelo “BDSM” – sigla para o tipo de atividade sexual que inclui submissão, disciplina, dominação, sadismo e masoquismo.

Leia também:
>>> Sobre o filme 50 Tons de Cinza
>>> Tipos de Fetiche – Descubra o seu
>>> O primeiro encontro com um Dom

Eu fico entusiasmada ao ver garotas que nunca tinham tido contato com literatura erótica antes estão lendo agora inspiradas por 50 Tons de Cinza, cativadas pelo erotismo sexualmente poderoso e energizante que os encontros de BDSM podem elucidar. Por outro lado, devido à forma como o BDSM é retratado em 50 Tons, me preocupa que pessoas menos familiarizadas com este tipo de jogo sexual não tenham uma visão exata do que se trata.

Deixe-me explicar melhor: o domínio erótico do BDSM é perfeitamente aceitável para pessoas “normais”, como fantasia. Na verdade, para muitos, o BDSM oferece um grau de intensidade sexual e prazer perverso que é realmente “explosivo.” Quantas pessoas se envolvem em relações sexuais BDSM? Pelo menos metade da população está envolvida com BDSM de uma forma ou de outra.

Um levantamento realizado pela Durex 2005 – Pesquisa Sexual Global – indicou que 20% das pessoas sexualmente ativas se rendem a um “jogo erótico não convencional” com seus parceiros.

Isto inclui, por exemplo, o uso de vendas, máscaras e o comportamento de servidão. Ainda mais interessante é a pesquisa feita pelo Instituto Kinsey que revelou que 55% das mulheres e 50% dos homens obtêm prazer sexual ao vivenciar algum tipo de dor voluntária durante a atividade sexual, com a aplicação de prendedores nos mamilos, uso de açoites, palmatórias, etc.

Se fizermos uma busca na internet usando as palavras “fetiche” ou “BDSM”, provavelmente encontraremos algumas coisas bizarras que deixariam qualquer um horrorizado. O conteúdo da internet é perversamente distorcido pela indústria pornográfica e não representa o tipo de BDSM a que nos referimos. Assim como as atividades sexuais tradicionais, alguns jogos podem funcionar e outros não.

BDSM não tem que incluir dor, de modo algum. Só o fato de uma “submissa” estar ciente de que se encontra “desamparada”, que alguém pode fazer certas coisas para ela e que ela não pode resistir de jeito nenhum pode ser um poderoso afrodisíaco. Na verdade, a renúncia voluntária ao controle é citada como o principal estimulante do BDSM.

As ideias equivocadas mais populares, que eu chamo “A mitologia do BDSM”, impediram muita gente de explorar uma variação sexual surpreendente, altamente criativa, cerebral, sensual, divertida e muito maliciosa. Quem não curte ser um pouco atrevido, de vez em quando? Então, vamos ver os seis mitos mais comuns sobre BDSM e confrontá-los com a verdade.

1: Todos os Dominantes são agressivos: FICÇÃO

O parceiro “dominante” se importa de verdade com o bem estar físico, mental e emocional de sua “submissa”. Ele nunca faria algo perigoso com ela e seu comportamento limita-se sempre ao que sua parceira considere agradável.

“Palavras seguras” são bem ensaiadas antes de começar a diversão, assim a submissa pode pedir que o parceiro pare a qualquer momento. “Vermelho”, “amarelo” e “verde” são as mais frequentes.

Vermelho significa exatamente o que você pensa: “pare agora mesmo porque eu não estou gostando do que você está fazendo (ou, isto é muito intenso, etc)”. Amarelo significa “Eu estou Ok com o que você está fazendo no momento, mas eu posso não querer continuar”.

Verde significa: “Eu realmente gosto muito disso, manda ver!” Sim, ele tem necessidade de controle, mas um verdadeiro dominante sempre equilibra o “controle” sobre a sub com a regra prioritária de garantir a segurança e satisfazer os desejos e necessidades de sua submissa.

2: o Dominante está no Controle: FICÇÃO

O trabalho do dominante é satisfazer as necessidades da submissa – isto é o que dá prazer ao dominante. “Todo bom dominante sabe que o submisso é quem realmente está no controle,” diz Jennifer Hunter.

“Tudo o que uma mulher submissa tem a fazer é relaxar e curtir a viagem enquanto atos sexuais deliciosos são oferecidos a ela, que é a estrela do processo. Alguém a está servindo por suas necessidades, em um tipo de troca. O Mestre está coreografando toda a ação.”

Os casais BDSM podem também optar pela filosofia da Segurança, Saúde e Acordo Consensual, um cuidadoso conjunto de regras que compõem o compromisso sexual em BDSM. O casal negocia antes de iniciar qualquer jogo, assim nada acontece até que esteja tudo previamente acordado.

Em resumo, a pessoa que controla o show é sempre a submissa, nunca o dominante!

3: Dominantes sofreram abusos na infância: FICÇÃO

Christian Grey é retratado como Dominante porque sofreu abuso na infância. Este tipo de trauma apresentado como uma premissa psicológica válida para justificar a prática da dominação não é comprovada.

4: Submissas são fracas e tem baixa autoestima: FICÇÃO

O contrário é a verdade da submissa. Elas abrem mão do controle porque são fortes o suficiente para fazer esta escolha. Somente um individuo corajoso, com o emocional fortalecido pode concordar em se deixar levar e confiar a si mesmo aos cuidados e proteção de um honorável parceiro DOM… que entende totalmente e reconhece o valor do dom da confiança que lhes foi dado.

De acordo com Dra. Laura Berman: “Ser dominado e estar fora do controle pode parecer muito sexy, especialmente se você é alguém que está habitualmente no comando e concilia muitas responsabilidades de uma só vez. Pode ser bastante libertador e erótico abandonar aquelas obrigações e expressar seu lado sexual sem culpas ou pressão.”.

Vamos encarar o fato, depois de um dia longo, gerenciando empregados, tomando todas as decisões, cuidando das crianças, etc., estar no comando pode se tornar cansativo. Uma garota pode gostar mesmo de se render ao controle!

5: Se você curte BDSM seu cérebro não está conectado direito: FICÇÃO

Este é um mito muito comum. A maioria dos dominantes vão falar que suas submissas (frequentemente mencionadas como “clientes”) não poderiam ser mais normais. Elas não foram abusadas quando crianças e grande parte possui nível superior.

Geralmente, elas não usam drogas, são confiantes, seguras, mentalmente estáveis, tendem a exercer cargos de considerável poder e controle em suas vidas. Você pode estar apaixonado, em um relacionamento saudável e, ainda assim, amar BDSM.

Mestra Rikka, uma DOM profissional, compartilha sua visão: “Minha opinião, baseada em anos de experiência jogando profissionalmente, é que por mais inteligente e bem sucedido que um homem ou mulher seja mais propenso estarão para aderir ao BDSM”.

Qual seria o porquê disso? Primeiro, o maior órgão sexual que temos é o cérebro, se você é esperto, as suas fantasias serão muito mais ricas, detalhadas e não convencionais do que o resto das pessoas.

Segundo, se você está em um cargo de controle ou com um alto nível de stress e é dominante o tempo todo no trabalho, dar um tempo ao deixar de ser igualmente dominante no sexo é necessário para equilibrar as coisas. O que não significa que meus clientes queiram ser dominados o tempo todo. “Apenas de vez em quando, nos momentos em que a pressão aumenta muito.”

6: BDSM é fundamentalmente baseada em dor: FICÇÃO

BDSM não é fundamentalmente baseada em dor. Trata-se de uma poderosa troca entre dominante e submisso, o que não necessariamente envolve dor, humilhação ou qualquer outra coisa que faça você se sentir desconfortável.

A razão pela qual a dor leve é considerada um ingrediente popular no BDSM se deve ao fato de que uma quantidade mínima faz a adrenalina bombear nas veias… e de repente o receptor passa a experimentar cada sensação mais intensamente… inclusive o prazer.

Isto quer dizer que o dominante precisa infligir constante dor leve? De jeito nenhum! Você pode não querer nada que tenha a ver com dor, e isso é aceitável. Trata-se de preferência pessoal, e isso é uma coisa que você vai descobrir com o tempo. Você deve esperar por surpresas!

Debby Herbenick, Educadora de Saúde Sexual no Instituto Kinsey e autora do Because It Feels Good (Porque é gostoso), diz que BDSM é um termo que abrange uma grande série de atividades.

“É importante compreender que há muitos jeitos diferentes de se envolver nos jogos de BDSM, desde algemas felpudas que você pode encontrar em sex shops voltadas para o público feminino, até ao mais extremo calabouço sexual,” completa.

“Até mesmo se você está usando apenas um dispositivo, como um açoite, existem muitas maneiras diferentes de jogar. Alguns podem usá-lo para golpear o parceiro enquanto outra pessoa pode usá-lo para realmente açoita-los.”

BDSM pode ser definido como qualquer prática em que o poder de jogo está envolvido. Nestes cenários alguém possui o controle e a outra pessoa oferece seus próprios controles, mesmo que por alguns minutos. Se você só está experimentando um pouco de surra durante o sexo, ou usando uma venda de seda, isso pode ser considerado BDSM. A não ser que você tenha sido sempre vendado e espancado… Você foi? Se não, talvez devesse ser…

A boa notícia é que 50 Tons de Cinza está apresentando as ideias do sexo BDSM para milhões de pessoas, bem como o mundo dos brinquedos eróticos, ideias novas e criativas para interações sexuais. Se você quiser explorar este gênero de verdade, pesquise um pouco mais. Afinal de contas, conhecimento é poder!

Este artigo foi escrito por Ande Lyons.

Fonte/Tradução: Thaís M. Equipe 50 Shades of Grey Brasil.



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Como todo homem, gosto de inventar algumas loucuras de vez em quando. Situações inusitadas sempre me atrairam de uma forma muito louca, talvez seja uma espécie de fetiche. Bom mesmo é quando a gente tem uma parceira que acompanha todas as suas vontades sem ficar questionando o lado certo ou errado. Naquele dia, pude tirar a prova…

Certa vez, eu e minha namorada saimos para dançar. A noite estava quente, a festa estava super animada e realmente nos divertimos bastante! Ela me encarava o tempo todo com aqueles olhos castanhos, fazendo mil e uma promessas naquele sorriso malicioso e aquela cara de anjo. Sabia me provocar como ninguém!

Nos cantinhos escuros da festa trocamos beijos e abraços. Tudo dentro da normalidade, pois o ambiente não era tão liberal assim… Estava morrendo de tesão e já não conseguia esconder minha excitação. Gostava muito de trepar com ela e já estava louco para ir embora.

Convidei-a para sair dali. Não via a hora de voltar para casa para fazer aquele sexo gostoso… Ao sair para a rua, sentimos o ar quente da noite. O bairro era afastado da cidade e esta festa era próxima à praia. Morava perto. Decidimos fazer um passeio pelo calçadão na madrugada. Não havia perigos, pois ali praticamente todos se conheciam e aquela hora estava tudo deserto.

Minha namorada estava com um olhar muito safado para meu lado. Seu sorriso ligeiramente malicioso me prometeu fazer uma travessura… tipo aquelas loucuras adolescentes, de não pensar em medos ou consequências. Soltou da minha mão e passou a caminhar sozinha na minha frente. Rebolava numa cadência silenciosa… Estava com um vestido negro, solto, leve.

Nem olhou para trás! Passou a mão nos quadris e percebi que fazia algum movimento estranho por cima do vestido. Custei a perceber que ela estava desamarrando sua calcinha… Só fui ver quando a peça caiu no chão na medida que ela caminhava.

Fiquei louco com isto! Ela olhou pra mim e levantou rapidamente o vestido. Vislumbrei-a nua! Ela abaixou-se como quem não quer nada e juntou a calcinha do chão. Veio na minha direção e esfregou a pequena peça no meu rosto. Senti o cheiro de sexo naquela lingerie. A noite prometia…

Ao lado do calçadão tinha algumas árvores. Tudo completamente escuro! Nenhuma iluminação para denunciar coisas proibidas. Parece que minha ela leu meu pensamento! Saiu da calçada e dirigiu-se para a escuridão, com a calcinha na mão sacudindo displicentemente.

A esta altura estava com meu membro estourando dentro da calça. Aquela situação de adrenalina atiçou minha imaginação! Nós dois começamos a nos beijar sem se importar com riscos. Os beijos eram quentes e molhados! Minhas mãos imediatamente viajaram por baixo daquele pequeno vestido, tocando sua pele macia e morena.

Senti seu sexo lisinho e molhado de tesão se abrindo entre meus dedos. Seus gemidos baixinhos pedindo para “parar com isto” me deixavam cada vez mais louco! Como ela já estava sem calcinha, o acesso estava muito fácil!

Ela encostou-se numa árvore qualquer, mal conseguia equilibrar o salto alto naquele chão úmido. Abriu aas pernas para mim e pediu-me para chupar tudo o que pudesse. Não precisou dizer duas vezes. Aquele cheiro dela… O seu sabor… Minha lingua provou cada pedacinho com vontade! Ela se agarrou em meus cabelos e pedia mais…

Ao mesmo tempo em que curtíamos esta pequena loucura, também estávamos atentos a um possivel movimento suspeito. Alguns transeuntes cruzavam pela calçada, decertos vindos da mesma festa em que estávamos. A impressão que dava é que eles poderiam nos ver, só que eu sabia que aquela escuridão nos protegia.

Sem aguentar muito, abaixei minha calça, virei-a de costas para mim e a penetrei ansioso. Era muito tesão! Deslizei inteiro dentro dela, arrancando ainda mais gemidos e sussurros. Puxei seus cabelos e disse no seu ouvido o quanto ela era safada… Sabia que ela tinha feito aquele lance da calcinha de propósito! Ela sabia o quanto era louco por estas surpresas!

Completamente nervosa pela situação, ela não conseguia gozar, mas estava gostando muito. De minha parte, não demorei muito. Aquele vai-e-vem pra lá de gostoso e proibido estava acabando comigo! Em pouco tempo, explodi num orgasmo intenso! Meu corpo tremia junto com o dela.

Ainda colados, dei um abraço nela e desejei que aquele momento se prolongasse um pouco mais. Só ouvi ela dizendo um “depressa, vamos sair daqui” e saiu andando por entre as árvores, disfarçadamente como se estivesse passeando. Eu me arrumei e sai por outro rumo.

Nos encontramos em pontos diferentes do calçadão. Que poderia dizer dela naquela hora? Simplesmente radiante! Sorriso perfeito nos lábios, olhos brilhando… Típico de quem acabou de fazer arte na madrugada! Ainda carregava a calcinha na mão. Enroscou-a em meus pulsos, improvisando uma algema e convidou:

– Vamos para casa agora?

E me arrastou pra casa, feito um escravo. Enquanto isso, um pequeno filete do meu gozo escorreu lentamente pela sua perna…

Era uma mulher e tanto! Pena que eu não soube amá-la como deveria. Terminamos algum tempo depois, mas nunca mais tive alguém como ela.

 

 
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Luis M. V.
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Para muitos, o assunto inversão de papéis no sexo pode soar como algo errado, homossexual, sem lógica. Mas para nós, é só mais uma forma de prazer.

Sair da rotina e da monotonia sexual é o desejo de muitos casais, mas para consegui-lo requer apelar à comunicação e à criatividade. Para obter o prazer, muitos experimentam, tornando realidade as diferentes fantasias sexuais em que a chave é assumir papéis.

Quando falamos em assumir papéis não falamos apenas da inversão de gênero homem/mulher, mas também dos cross dressers, das submissas, dominadores e todos aqueles que gostam de assumir personagens durante o sexo.

Todos nós temos fantasias sexuais: o professor e a aluna,  a dominadora e o dominado, a estudante virgem e o experiente e tantas outras ideias. Basta usar da criatividade para renovar a relação.

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A primeira chave para iniciar o jogo de inversão de papéis é acontecer em um local que os excite a ambos, deste modo o prazer será muito maior. A segunda questão é: quer praticar isto, mas não sabe como dizer ao seu parceiro? Simples: pergunte diretamente qual a fantasia que o excita mais e torne-a realidade. Não se lance a surpreender seu parceiro a não ser que realmente saiba que ele ou ela deseja.

Praticar este jogo de inversão de papéis permite o casal estar ligado sexualmente de outro modo, além de desinibir-se e experimentar novidades a partir de outra perspectiva. Além disso, é uma grande forma de demonstrar ao seu parceiro o que você gosta e o que não gosta, pois se presume que você está interpretando um papel em que tudo é válido.

Assumir um papel implica também aceitar tudo o que o rodeia: o local da cena, a atitude, as palavras, a forma de dar e receber prazer. Por exemplo, se for professor e aluna, elementos como o vestuário ou o discurso incluem um papel fundamental. O mesmo ocorre com o dominante/dominado.

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Se vocês planejam realizar um jogo de inversão de papéis mais extremos com práticas que incluam algum dos encontros ao estilo BDSM é importante marcar os limites antes de começar. Lembre-se de que a chave é desfrutar e não gerar uma situação que possa ser incômoda. Fale ao seu parceiro tudo aquilo que pode ou não ser feito durante o ato em si. Sinceridade e transparência no diálogo resolverão muitos mal entendidos. E para remeter a ideia de dominação, nada melhor que acessórios de couro, um pequeno chicote e as palavras adequadas são necessárias para recriar a fantasia.

É muito importante lembrar que as fantasias sexuais que levam à inversão de papéis são somente isso: fantasias. Se o seu parceiro diz que gostaria que você fosse aluna virginal e ele o professor que lhe mostra o sexo, isso não quer dizer que na realidade ele deitaria com uma adolescente. Só que a ideia de experimentar de novo o sexo com alguém “inocente” a quem ensinar e dominar lhe dá prazer. Por isso nada de se envolver pensando tolices.

Ter a mente aberta e estar disposto a viverem novas experiências é importante para desfrutar este jogo. Por isso não se feche perante a proposta de seu parceiro. Atreva-se a fazer tudo, afinal é sua chance de extravasar sem pensar em possíveis críticas.

Outra prática sexual que identifica claramente a “inversão” é o pegging. Consiste na mulher usar um cinto com um dildo e penetrar seu parceiro (heterossexual) de forma anal. O que pode ser para algumas pessoas algo extremo, para outras é uma fonte enorme de prazer, pois as duas podem viver plenamente a experiência do sexo anal em todas as suas facetas.

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Deixe de lado os tabus sexuais e anime-se a desfrutar desta experiência sem medo.

Se você gostou das nossas dicas, está esperando o que para coloca-las em prática? Conheça o Click Desejos e realize suas fantasias!

Fonte: Click Desejos e o site http://relacoes.umcomo.com.br/
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Você sabe o que é Podolatria? Trata-se do fetiche pelos pés. Em Portugal e no Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra, que pode ser homem ou mulher, embora se estime que o contingente masculino seja maior.

Esta preferência sexual vem de longa data na história. Este termo surgiu no início do século XX, com a normatização dos estudos sobre sexualidade humana na Europa.

Todas as atividades eróticas envolvendo pés, incluindo excitação pela visão dos pés, pernas, sapatos, meias e demais adereços, assim como atos de poder beijar, tocar ou lamber pés é usado o termo podolatria (ou podofilia).

Quando, porém, o culto aos pés é um elemento erótico da relação, fazendo parte das preliminares de uma relação sexual, por exemplo, é considerado apenas um fetiche.

O fetichista responde ao pé de uma maneira similar às nádegas ou seios. Outras práticas são associadas à podolatria, como o Footjob e Trampling.

Trampling é um fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem.

Footjob é o prazer em ter seus genitais manipulados pelos pés do parceiro até o ponto de atingir o orgasmo e a ejaculação. Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de fato, de uma forma de masturbação).

Outras práticas sexuais como o sadomasoquismo frequentemente acompanham a atração por pés. Um traço que permite distinguir o podólatra, no entanto, na comparação com o sado masoquista submisso, é o fato de que o pé, para aquele, reveste-se de um valor estético, que por si só o excita.

Alguns podólatras preferem somente as solas, ou pés com arcos pronunciados, outros, de dedos longos, unhas longas, alguns preferem pés descalços, outros, pés calçados em certos tipos de calçados ou meias, alguns preferem pés muito bem cuidados, outros, sujos, de plantas incrustadas de terra, outros podem até desejar o cheiro do que chamam de “chulé”, no caso em que isso dá certo prazer ao podólatra.

Agora, deixando a teoria de lado… Considerando que podolatria é um dos fetiches mais populares entre homens e mulheres, que tal experimentarmos novas práticas para nosso repertório? Confira algumas destas dicas a seguir:

- Ponta dos pés: item altamente valorizado pelos amantes de pés femininos, que valorizam beleza e estética dos dedos e unhas dos pés. Quer “agregar valor” ao seu fetichista de plantão? Capriche no visual de seus pés. Vale investir em pedicure, unhas lindamente esmaltadas, tatuagens (temporárias ou não) e acessórios como anéis e tornozeleiras.

- Sapatos fetichistas: todo e qualquer calçado que deixem seus pés de maneira sexy são sempre bem-vindos. Dê preferências aqueles com formas diferentes e com pés expostos.

- Lamber os pés: faça do contato de lábios e língua nos pés uma fonte especial de prazer. Usar a língua em toda sua extensão nos pés do parceiro (ou parceira) produz uma sensação diferente do que já está acostumada. Outra forma de praticar podolatria de maneira mais gostosa possível é introduzir os dedos dos pés na boca e realizar carinhos com língua, lábios e mãos.

- Pés no rosto: geralmente é acompanhada da intenção de demonstrar dominação. Pode conter imposição de dor e/ou pisoteamento no rosto, corpo e genitais. Também pode ser feito de maneira mais leve apenas esfregando os pés no rosto do parceiro.

- Carícias genitais com os pés: também chamada de Footjob, esta deliciosa “técnica” consiste em fazer movimentos e carícias eróticas com os pés nos órgãos genitais do parceiro (ou parceira). Seria como a masturbação que a gente já conhece só que é feita pelos pés. Tente praticar! Aposto que vai adorar!
Confira maiores informações no vídeo abaixo:

Podolatria na novela da Globo:

Fonte: Wikipedia / Parafilias – Das perversões às variações sexuais – Oswaldo M. Rodrigues Jr./ Zagodoni Editora / Youtube
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O que é Footjob?

Já pensou em fazer carícias genitais com os pés? Parece uma prática diferente, não é? Pois saiba que existem pessoas que se excitam sexualmente ao terem seus órgãos genitais acariciados pelos pés de outra pessoa. A maioria dos praticantes é do sexo masculino, mas existem mulheres que adoram induzir excitação através deste meio.

Chamamos esta prática sexual de Footjob, uma palavra em inglês para uma prática sexual que envolve a fricção dos pés no parceiro, a fim de induzir a estimulação erótica ou orgasmo. É considerada uma parte do fetiche pelo pé, que denominamos de Podolatria, um tipo particular de desejo pelos pés.

Footjobs são frequentemente realizados mais em homens, com uma parceira usando seus pés e/ou dedos dos pés para acariciar ou esfregar a área genital do parceiro do sexo masculino. Uma boa sugestão para aproveitar melhor este momento é usar gel ou lubrificante íntimo para que os pés deslizem facilmente. Também pode se referir à prática de usar os pés e/ou os dedos dos pés para acariciar os seios de uma parceira ou a área vaginal.

A definição mais comum da prática do footjob consiste com a mulher utilizando seus pés (normalmente descalços) para acariciar, acolher, deslizar, escorregar, esfregar e até pisotear os órgãos genitais do homem – em maior parte pênis, saco escrotal e pélvis – com movimentos múltiplos e repetidos, geralmente culminando com uma ejaculação decorrente do atrito contra os pés da mulher.

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Não muito comum, mas também possível, existe o chamado “footjob inverso”, em que o (a) parceiro (a) que aplica a manobra o faz virado de costas para o (a) outro (a).

São relativamente comuns (embora não tanto) onde pés masculinos acariciam e estimulam os órgãos genitais femininos – o mais comum é o de penetrar e manipular a vagina e o ponto G com o dedão do pé, bem como outras zonas erógenas femininas, como os seios, propiciando o orgasmo da mulher.

Este é, provavelmente, o exemplo mais frequente de excitação com o uso dos pés capaz de levar à satisfação completa (talvez por se tratar, também, de uma forma de masturbação). Outras fórmulas em que uso dos pés por si só acabam por levar ao orgasmo e à ejaculação também existem, todavia, variando de indivíduo para indivíduo.

Também não tão incomuns são footjobs realizados entre casais gays e lésbicas, onde os parceiros utilizam seus pés não só para estímulo genital como também para excitar prazer por meio da ativação das zonas erógenas.

Em países lusófonos, principalmente Brasil e Portugal, o footjob é conhecido informalmente pelo apelido popular “pénheta”, que consiste na junção das palavras “pé” + “punheta” (termo vulgar para masturbação).

E para nós, homens e mulheres antenados em práticas diferentes, que tal experimentar este fetiche? De vez em quando é bom sair do “lugar comum” e permitir-se novas experiências e sensações. Depois me conte como foi.

Fonte: Wikipedia
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footjob

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Hoje em dia, muito se fala de fetiche.  Mas, afinal, o que é fetiche? Percebo que a grande maioria não sabe ou confunde o conceito verdadeiro de fetiche. No dicionário, verificamos que é uma palavra de origem francesa “fétiche” e significa feitiço. Hoje ela está muito associada a elementos eróticos que podem ser desde meras fantasias sexuais até obsessões.

Na verdade, fetiche é uma espécie de obsessão por alguma coisa, uma situação, pessoa ou parte da pessoa. Esta fixação dá origem a um prazer intenso. Os mais comuns são aqueles referentes à parte do corpo da pessoa (pernas, pés, nádegas, mãos etc), até objetos utilizados por essa pessoa (roupas, uniformes, lingerie, sapatos, tatuagens etc). Temos ainda fetiches originados por situações diversas, desde fazer sexo em locais públicos, dentro dos automóveis, elevadores, com mais pessoas, entre outros. Ou seja, a principal atração num fetiche é justamente essa ideia de variação sexual que vai além do sexo comum e básico como estamos acostumados.

É claro que alguns fetiches são mais aceitáveis pela sociedade como fantasias sensuais, lingeries e uso de acessórios. Já outros fetiches são considerados mais polêmicos como sadomasoquismo. O fato é que fetiche sempre existiu e é algo intrínseco ao ser humano. Não se restringe a classe social, gênero ou época. Todas as pessoas são fetichistas em algum grau. Quer um exemplo: você acha uma mulher de sapato alto sexy? Ou homens de uniforme atraente? Isso é fetiche! Essas preferências são o fetiche! Não é nada errado e nem precisa ser totalmente estranho.

Por causa deste preconceito e olhar moralista da sociedade muitas pessoas têm vergonha de assumir seus fetiches e também de discuti-los com os parceiros, o que acaba muitas vezes impedindo a plena satisfação sexual. Realizar ou não realizar um fetiche, é uma escolha pessoal. E o individuo precisa estar seguro o suficiente para compartilhar suas vontades mais secretas com seu parceiro. Não deixar que as preferências sexuais atrapalhem a relação com o mundo exterior é fundamental, afinal sexo é uma atividade saudável e entre quatro paredes se é consentido, é permitido.

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Para curiosidade de muitos, eis aqui alguns fetiches curiosos (alguns mais conhecidos, outros um tanto desconhecidos para a grande maioria):

Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras aos pênis.

Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre.

Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos).

Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio.

ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada.

BBW: atração por mulheres obesas

Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro.

Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que “recebe” no rosto a ejaculação de diversos homens.

Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas.

Coreofilia: excitação sexual pela dança.

Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótico e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro.

Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais.

Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas).

Fisting: prazer com a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus).

Footjob: prazer através das carícias sexuais feitas com os pés.

Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.

Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes.

Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente.

Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas.

Nanofilia: atração sexual por anões.

Odaxelagnia: fetiche por mordidas.

Pigofilia: excitação sexual por nádegas.

Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele.

Podolatria: fetiche por pés.

Pogonofilia: fetiche por barba.

Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.

Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem.

Smoking Fetish: excitação ocasionada pelo uso do fumo durante as relações sexuais.

Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro.

Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos.

Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não.

Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo.

Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.

Confira maiores informações no vídeo abaixo:

Deu pra ter uma ideia? Realmente “há muito mais fetiches entre o céu e a terra do que sonha nossa vã sacanagem”. Mas afinal, qual será o fetiche de cada um que está presente aqui?
Fonte: Wikipédia
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Um dia comum, agitado como outros… Mas alguma coisa me dizia que este dia não seria normal. Estava no escritório concluindo uma tarefa quando lembrei que havia deixado alguns documentos no carro. Apressada, fui buscá-los.

Ao atravessar a rua, avistei um carro. O condutor deu um toque de farol e aguardou minha passagem. Peguei os documentos e vi que aquele carro estava parado na frente do escritório.

Minha surpresa foi imensa ao perceber quem era o motorista… Um “amigo” que há muito tempo não via. Meu coração disparou no momento que ele me chamou até o carro.

Com um sorriso malicioso e um “oi” cheio de segundas intenções soou como musica aos meus ouvidos. Delirei ao ver que estava uniformizado. Sempre tive o maior fetiche por fardas.

_ Queria te ver… – ele disse. Aquela voz arrepiou minha alma!

_ Quer me matar? Que delicia você está vestido assim.

Não conseguia esconder minha excitação. Logo, muitas lembranças vieram à mente.

_ Muito ocupada? Quem está com você ai no escritório?

Pensei numa desculpa para fugir da tentação, mas acabei falando:

_ Ninguém além da recepcionista. Hoje é dia de audiência e todos vão ficar fora por um bom tempo…

Ele sorriu! Aquilo me encantava! “Olha o que eu tenho pra você…” falou baixinho e tirou da cintura as suas algemas.

Neste momento senti um arrepio de tesão que tomou conta de mim.

Fui à frente para disfarçar. Disse a recepcionista que liberasse a entrada do policial. Na teoria, ele levaria alguns documentos que eu estava precisando para redigir a um novo cliente.

Tudo mentira! Mas eu precisava de uma boa desculpa para explicar a presença dele em minha sala.

Entrei, sentei em minha cadeira e logo em seguida a recepcionista o conduziu até minha sala com os papéis que eu havia pedido. Pedi que fechasse a porta e não passasse nenhuma ligação até que eu resolvesse o assunto do cliente.

Nossos olhos se encontraram de repente… Tive que fazer um grande jogo de cintura para não me denunciar diante da recepcionista. Assim que ela saiu, levantei para pegar um café para ele e fui surpreendida com um forte abraço.

Fui à loucura quando senti seu beijo em minha orelha e uma leve mordida em meu pescoço. Sem me dar tempo para pensar, ele me virou, mergulhou sua boca na minha com uma intensidade tão grande que eu mal conseguia respirar.

Em meu ouvido ouvia seu sussurro com voz rouca: “você me deixa louco”.

Tentei dizer algo como: “Tenha calma, por favor”. Ele só dizia baixinho: “Não posso ter calma. Esperei tanto tempo por isso e você não imagina o quanto! Não consigo ter calma. Não me peça essa calma!”.

Tudo o que a gente mais precisava era de uma chance como esta. Agora não havia como voltar atrás.

Num ato muito rápido abriu minha blusa e suspendeu minha saia. Loucamente abocanhou meus seios totalmente enrijecidos. Entregue àquele momento, não percebi quando ele segurou minhas mãos e prendeu com as algemas.

Que ninguém entrasse naquela sala agora! Foi a primeira coisa que pensei. Com carinho, pegou-me no colo e colocou-me sobre a mesa. Tirou minha calcinha e começou a me morder. Ele sabia me provocar com aquela língua sem-vergonha!

Olhava aquele uniforme e enlouquecia.

– Solte minhas mãos, por favor, deixe-me toca-lo! – pedia quase suplicando.

– Negativo! Hoje você está presa a mim, pra mim e por mim. – esta foi sua resposta, acompanhada de um sinal para fazer silêncio.

Sua boca encontrou-se com a minha em mil beijos. Sentia suas mãos grandes me apertando, tocando cada pedacinho do meu corpo.

Eu estava extasiada de tanto desejo e louca pra ser invadida por aquele safado. Queria fazer mais que sussurrar e gemer, mas com as mãos presas ficava difícil.

Percebi que algo gritava desesperadamente para sair de dentro da calça daquele uniforme.

_ Por favor, acabe com meu sofrimento.  Tire-me daqui…

Então ele soltou minhas mãos, tirou da cintura a arma e o cassetete. Bem devagarzinho colocou pra fora uma “arma” quente e latejante que parecia que ia explodir. Não tive mais paciência de esperar e o puxei para dentro de mim.

Entrava e saía de mim de uma maneira deliciosa. Perdemos a noção do perigo e entramos naquele mundo que a moral e a decência não são bem-vindas.

Vi em seus olhos a alegria daquele instante. Não demorou muito para que o gozo viesse intenso, explodindo entre minhas coxas.  Após um beijo, ouvi:

_ Sua bandida safada! Está presa em nome da lei, sob a acusação de perturbar a mente de um policial inocente. De hoje em dia sua pena será me saciar todos os dias.

Difícil foi me recompor e acompanhá-lo até a porta da sala dizendo:

_ Obrigada pela confiança, senhor. Espero que goste de nossos serviços. Entro em contato para falar do resultado de nossas pesquisas. Tenha um ótimo dia e volte sempre!

E ele sempre volta…
Autoria: Ana Sophia
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Madrugada… Ellen acabara de chegar de uma festa; estava linda, como sempre! Saiu com um vestido preto, justíssimo, que encurtava a cada passo que dava. Maldito vestido! Deu trabalho a noite toda! Ressaltava suas curvas e não havia homem que não olhasse com desejo para ela. Cá pra nós, ela fez isso de propósito, gostava de ser desejada ao extremo! Era praticamente um fetiche secreto: exibir-se… A noite foi boa! Mas agora já estava quase em casa…
Tirou os saltos, sentiu o chão gelado sob seus pés. Começou a subir lentamente as escadas do prédio em que morava. Lembrou-se de Carlos, seu ex-namorado… Ele estava na tal festa. Fingiu que não tinha visto, mas ele a observava feito um lobo pronto pra caçada! Sentia a pele queimar cada vez que notava que ela a olhava. Ainda existia muito tesão entre os dois… A vontade era de beijá-lo ali mesmo, na frente de todo mundo. Depois não o viu mais… Deve ter ido embora com alguma menina por aí.
Voltando à realidade, elevador estragado, o jeito era enfrentar os degraus. Começou a procurar suas chaves em sua bolsa, quando de repente, escutou um barulho atrás de si. Estranho… parecia ter ouvido passos. Parou por um momento e permaneceu quieta. Sentiu o coração bater mais forte.
Entre as escadas, viu um vulto se aproximar rapidamente. Estava muito escuro, não conseguiu ver quem era. Aliás, nem deu tempo de fugir! Um homem a agarrou por trás e tapou sua boca. Não podia gritar por socorro. O pânico tomou conta de seu corpo, sua mente, suas palavras… Estava completamente sem ação, de pernas bambas. Tremia! Encostou-a em uma parede, ainda nas escadas. Que ele vai fazer comigo? pensou.
Ele estava nervoso, respirava com dificuldade, visivelmente ofegante. Enfiou a mão por dentro do vestido e Ellen  sentiu o toque quente dos seus dedos apalpando e apertando o biquinho de seus seios. Ele apenas sussurrou para ficar quieta!
Algo nele era sexy… Talvez o cheiro, parecia tão familiar… Apesar do medo impedir até seus pensamentos para pedir ajuda, gostou daquilo. Neste momento, ela descobriu o que se tratava. Toda a tensão acabou se transformando em tesão. Ele ficou um bom tempo por ali, amassando seus seios. Deslizou a mão para suas coxas, ergueu o vestido num movimento muito rápido. Estava totalmente exposta a ele, sem poder reagir. Arrancou sua calcinha numa violência sem tamanho… Parecia com raiva! Sua pele ardeu com aquele golpe. E logo sentiu os dedos dele enfiarem em seu sexo… molhado! Penetrou dois, três dedos de uma vez num vai-e-vem enlouquecedor. Tirou os dedos dela e colocou na sua boca, para que provasse do seu gosto. Não acreditava que estava ficando excitada com tudo aquilo! Deveria estar louca! Abriu levemente as pernas para senti-lo. Ele percebeu.
Ele encaixou-se nela, roçando seu membro rijo… Sentiu o corpo dele colado ao seu. Sua ereção parecia ferro! Ele abriu a calça e colocou seu membro para fora… Esfregou, esfregou, dava pra sentir que ele já estava todo lambuzado. Até que tirou a mão de sua boca e lhe deu um beijo quente, molhado, daqueles de puro tesão!
- Ellen, você me deixa louco!  Louco! – sussurrou Carlos ao seu ouvido.
Ouvir a voz dele era tudo o que ela queria! Agarrou-o pelos cabelos e o beijou ansiosa. Que saudade daquele beijo!
- Eu sabia que era você! Por que fez isso comigo? Pra que esse susto imenso? – perguntou baixinho, entre beijos e lambidas.
- Ora, você não tinha aquela fantasia de ser agarrada à força? – falou ele, rindo. Só ele sabia o quanto ela atiçou sua imaginação ao desfilar com aquele vestido naquela festa! Seu desejo precisava ser saciado o quanto antes.
Segurou suas pernas e a suspendeu, pressionando contra a parede. E a penetrou com força, sem pedir licença alguma… E nem precisava mesmo, ela já o aguardava com seu sexo totalmente úmido e quente. Gemeu baixinho… os vizinhos poderiam ouvir! Agarrou seus cabelos e mordeu seu pescoço. Ainda desejava aquele homem com todas as suas forças!
Carlos ofegava em seu ouvido… E metia cada vez mais, deslizando gostoso dentro dela… Os seios de Ellen balançavam a cada arremetida dele. Isso o deixava louco de tesão. Abaixou um pouco a cabeça para chupá-los, enquanto continuava dentro dela sentindo suas contrações. Que sensação maravilhosa! Queria ir cada vez mais fundo…
Ele estava a ponto de gozar a qualquer momento! Ellen percebeu e ajoelhou-se diante dele. Deu leves mordiscadas nele e passou a lingua em cada centímetro daquele p…que ela conhecia tão bem! Abocanhou-o de uma vez só, sugando cada pedaço dele. Era perfeita! Começou a alternar sua boca quente e suas mãos, fazendo-o subir pelas paredes de tanto tesão!
Não demorou muito e o gozo jorrou abundante no rosto de Ellen. Em êxtase total, totalmente anestesiado, deixou escapar um gemido de prazer entre os dentes. Precisou apoiar-se na parede…Adrenalina a mil! Mesmo na penumbra, dava pra ver o olhar de cumplicidade entre os dois. Sorriram. Não precisavam dizer mais nada, a reconciliação estava feita!
- Quem está ai? – a voz do porteiro vindo lá debaixo quebra o silêncio e o momento mágico! Ele começa a subir as escadas para verificar o que está acontecendo.
Num impulso, os dois sobem, às pressas, para o apartamento de Ellen. Nervosismo total para achar a chave dentro da bolsa! Entram correndo, rindo de toda aquela situação… Fizeram amor novamente, desta vez na cama. Dormem abraçados.
No dia seguinte, ao ir embora, Carlos encontra uma calcinha rasgada no corredor. Guarda no bolso do casaco a lembrança de uma deliciosa reconciliação.
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Texto baseado na história de Ellen K.
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Meu aniversário é no dia 12 de junho, Dia dos Namorados. A data se aproximava e, excepcionalmente nesse ano de Copa do Mundo, resolvi comemorar na véspera em um bar de rock ao som  da minha banda favorita.

Convidei alguns amigos mais próximos, mas Vinícius era meu convidado especial, o mais aguardado da noite. Estávamos saindo a  quase dois meses e nossa química era incrível. Ficávamos horas trocando mensagens e fotos pelo Facebook. Aquela provocação toda nos levava à loucura de tanto tesão.

Ele tinha certeza se iria e essa incerteza só aumentava mais o meu desejo. Em uma de nossas conversas me disse que, caso fosse, me pegaria no banheiro do bar. Fiquei louca! Incrível como uma simples sugestão poderia despertar minha imaginação. Parecia que lia meus pensamentos, afinal sempre tive um fetiche de transar em um lugar público. Ele também!

No dia do meu aniversário ele  apareceu no bar de surpresa. Nossos olhares diziam tudo que queríamos. Eu estava pronta para ação: minissaia, salto alto, lingerie provocante. Ficamos juntos o tempo todo durante o show. A cada amasso, beijo, mordida de orelha o tesão só aumentava.

Depois de  algumas doses de bebida, eu já estava molhada e podia sentir o volume louco pra pular fora da calça. Não era mais possível esconder nossos desejos… Subimos para o andar de cima do bar onde ficava o banheiro feminino. Após uma breve “sondagem de terreno”, vi que o caminho estava livre para brincadeiras proibidas.

Entramos num box do banheiro. Logo percebemos que a porta não trancava! A sensação de sermos flagrados a qualquer momento só aumentava nossa adrenalina. Abri sua calça e comecei uma viagem pelo seu corpo. Comecei a chupa-lo intensamente, colocando todinho na minha boca. Ele adora quando eu faço isso. Depois foi a minha vez de sentir a sua boca trabalhando em mim… Vinícius usa aquela língua como ninguém e sabe me deixar de pernas bambas.

No meio de todo nosso delírio, começa o intervalo do show. O banheiro começa a encher… Podíamos ouvir as vozes da mulherada entrando no banheiro! Estávamos num grau de excitação que não havia como voltar atrás e fingir que nada estava acontecendo. O tesão falou mais alto e então  sentei nele com vontade!

Uma verdadeira delícia sentar gostoso nele e ouvi-lo dizendo, com aquela cara de safado, que iria me encher com seu gozo. Difícil era conter nossos gemidos de prazer e ao mesmo tempo segurar a porta pra que ninguém a abrisse.

Aquele “sobe-e-desce” foi ficando cada vez mais intenso. Sentia-o pulsando dentro de mim… Gozamos juntos! Depois de toda aquela volúpia, complicado foi sair de dentro do banheiro sem sermos vistos. Era só risada! Mas a adrenalina e o tesão que sentimos fez tudo valer a pena.

Quando a química assume as consequências, não existe nada proibido!
Autoria: Roberta Gonçalves
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Não adianta negar… Todo mundo tem um pouco de fetichista! E todo mundo já experimentou algum tipo de fetiche mas não sabe ainda do que se trata. Vamos conhecer alguns? E quem sabe colocar em prática pra ficar mais gostoso?

Leia também:
~~> Podolatria – Fetiche por pés
~~> Smoking Fetish: Sexo e Fumo
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Já ouviu falar em Amaurofilia?

Saiba que este é o nome do prazer que as pessoas sentem quando não podem ver o outro, propositalmente. Quando você se priva de um dos sentidos, os outros ficam mais aguçados; logo quem recebe os estímulos reage de uma forma muito mais intensa. Para brincar de “amaurofilia”, use uma venda nos olhos dele.  Outra dica é ficar contra a luz e deixar ele ver somentee sua silhueta. Ou vale até apagar a luz de vez… e deixar que o mistério tome conta dos dois. Já pensou que delícia somente ouvir e sentir, sem ao menos poder ver qual vai ser o próximo passo? Experimente em casa!

 

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Você curte um Trampling?

Que será isso? Um novo esporte? Talvez! Só que um “esporte” meio radical… Esse é o nome do fetiche de quem gosta de ser pisado, de sentir a pressão dos pés pelo corpo, seja descalço ou com salto. Sem falar que também curtem a dor que isto causa. Quer fazer “trampling” nele? Numa cadeira, deixe ele amarrado e sem camisa. Calce “aquele” seu salto poderoso e encoste um dos pés no peito dele e mostre quem é que manda! Acaricie-o de diversas formas e termine com uma sessão de “footjob” (traduzindo: nome que deram a masturbação feita com os pés).

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Quer praticar Agorafilia?

Já transou ao ar livre? Aposto que sim! Aquela sensação gostosa de prazer e perigo… quem nunca? Pois bem, então posso dizer que você pratica “agorafilia”, fetiche por transar em locais mais arejados, por assim dizer. Se não experimentou, está na hora de fazer diferente: que tal começar na sacada, no quintal de casa ou quem sabe numa praia… Capricha na pegada e deixa o resto pra servir de história pra contar!

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Sabe o que é Periculofilia?

Ah, para quem vive dizendo que não gosta de fetiches, eis aqui a prova do crime: Periculofilia. Sabe o que é isto? É o desejo de sexo e obtenção de excitação e prazer sexuais em situações tensas e perigosas. Quer um exemplo bem prático? Fazer sexo no carro. Diferente da Agorafilia, este tipo de fetiche busca pela sensação do perigo. Duvido que naquela época de adolescente, com os amassos no escurinho, você não tenha praticado um pouco de “periculofilia”…

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Que tal brincar de Gimnofilia?

Para quem gosta de se divertir ainda com roupas, damos o nome deste fetiche de Gimnofilia. Para estas pessoas, o mais excitante é o tesão do contato com a roupa, não propriamente a nudez em si. As famosas “rapidinhas” podem ser consideradas nesta classificação. A vontade um do outro é muito grande e parece que não dá para esperar. Faça com que as preliminares literalmente “peguem fogo”, mas não tirem nenhuma peça de roupa. Apenas afastem… Se é que me entendem…

 

Como você podem ver, “há muito mais fetiches entre o céu e a terra do que sonha nossa vã sacanagem”! Apesar de “fetiche” não ser um assunto muito falado em público, é praticado de todas as formas, em um momento ou outro da vida. Colecione momentos diferentes em sua vida… e de quebra, tenha sempre uma opção para sair da rotina de vez em quando.

Fonte: Parafilias – Oswaldo M. Rodrigues Jr. e Revista Nova Cosmopolitan

 

Alessandra A.

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