sexta-feira, maio 29, 2015
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Creio que nunca se falou tanto em Sadomasoquismo quanto agora, depois do best seller 50 Tons de Cinza. Todo e qualquer termo relacionado à estas práticas sempre causam curiosidade nas pessoas. E de tanto falar na página Meus Fetiches no Facebook e também aqui no blog, as pessoas acabam perguntando: afinal, o que é uma dominatrix?

Leia também:
- Como ser uma Dominatrix
- Como dominar um homem na cama
- Mulher Dominadora – Conto Erótico

Dominatrix (do latim “dominatrix”, que significa “mulher dominadora” ou “mestra”) é uma mulher que exerce o papel “dominadora” em práticas BDSM. A Dominatrix profissional é a que exerce a profissão de realizar as fantasias de clientes submissos. Elas podem também ser Dominatrix em seu cotidiano, possuindo “escravo pessoal” sem compromisso profissional.

Mas muitas são apenas profissionais, e seguem esse emprego apenas pelo alto pagamento, sem um real comprometimento com a sub- cultura BDSM. Deve-se lembrar que o BDSM profissional não deve ser considerado prostituição, pois Dominatrizes profissionais  (nem sempre) não estabelecem contatos sexuais com seus clientes.

Existem também a Dominatrix não profissional, que exerce a função de dominadora em seu cotidiano, ou seja, tanto dentro quanto fora de um quarto, com um escravo pessoal, que pode ser seu amigo ou namorado.

O velho estereótipo de uma Dominatrix é muito visto em filmes e clipes musicais. Geralmente sua imagem é associada à roupa de látex/ couro e botas. A roupa da dominadora geralmente é composta de itens como mini vestidos justos de couro feitos sob medida, jaquetas de couro com tachões e botas de salto alto, que ajudam a criar uma imagem definida de dominação.

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Além disso, a dominadora frequentemente usa espartilho, que também é um símbolo fálico, apesar de ser feito no formato do torso feminino, visto que sua estrutura faz com que seja duro e rígido. A roupa da dominadora também implica um roteiro onde alguns desejos são expressos.

Algumas usam máscara: portanto, ela é anônima; “não quero saber com quem estou fazendo sexo”, e se não sei, então talvez ela também não saiba quem eu sou. Ela parece ameaçadora. Na literatura pornográfica, as máscaras estão associadas a torturadores, carrascos e ladrões. Para o submisso o pensamento é “eu sou a vítima, então sou inocente, ou se for culpado, já estou sendo punido por fazer sexo, assim não preciso me sentir envergonhado”.

A presença de um chicote implica o desejo de que alguém deva ser espancado. Açoitar é também acariciar. No mínimo envolve prestar atenção na pessoa que está sendo espancada.

Se a dominadora usa botas ou sapatos de salto alto o escravo geralmente é pisoteado. Ele lambe suas botas, chupa os saltos-agulha e ela faz o que quer depois. O barulho dos seus saltos, passos lentos e cadenciados prometem que alguém está vindo. O poder pairece no ar.

A palavra chave para entender dominação e submissão é fantasia. Os papéis, os diálogos, as roupas fetichistas e a atividade sexual são parte de um drama ou ritual. A subcultura sadomasoquista é um teatro no qual dramas sexuais podem ser representados. E quem entra neste jogo, seja para levar a sério ou simplesmente para brincadeira sexual sempre acaba vendo o sexo sob outra perpectiva.

Fonte: Wikipédia e Livro Fetiche – Moda, Sexo e Poder de Valerie Steele (Editora Rocco)

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Quero contar para vocês mais uma das minhas histórias. Essa história envolve um casal e voyeurismo.

Certo dia, chegando ao trabalho, pego minha escala de aulas e vejo o nome de uma nova aluna: Carla. Era já tinha habilitação, mas tinha medo de dirigir. A aula dela era a última, de noite.

Segui meu trabalho normalmente até que chegou o horário da sua aula. Percebi nela uma mulher triste, sem brilho, que não se arrumava, mas era linda. Uma loira, de cabelos pouco acima dos ombros, olhos azuis, baixinha, com uma cinturinha de dar inveja a outras mulheres e um bumbum que ficaria lindo se ela soubesse se valorizar.

Apresentei-me e cumprimentei como de costume. Começamos a aula em um lugar mais tranquilo. Dei as orientações, perguntei se ela pegava o carro e me disse que de vez em quando dirigia só com o marido.

Estava dirigindo muito bem, como se fizesse aquilo diariamente e isso foi me intrigando. Pedi para parar a aula e quis conversar com ela sobre o motivo pelo qual estava ali fazendo aulas se já dirigia tão bem. Então ela me disse o que a maioria das mulheres casadas dizia: que o marido não dava apoio e a criticava sempre que dirigia. Como eu não criticava e a deixava mais a vontade conseguia desempenhar bem ao volante.

Então eu falei a ela que o problema não era a parte técnica e sim emocional, que se o marido não a apoiasse não daria certo nunca. Vi os olhos dela se encherem de lágrimas e a acalmei, dizendo que iria ajuda-la a superar isso e não se importar com as críticas dele.

Voltamos à autoescola e ela disse que no dia seguinte teríamos aula, pois fez um pacote comigo. As aulas foram passando e ela dirigindo bem, como foi na primeira aula, mas com uma diferença. Ela parecia outra mulher! Estava vindo à aula toda perfumada, roupa mais atraente, de maquiagem. Juro (pela primeira vez) que não vi segundas intenções e sim fiquei feliz por ela, pois estava se sentindo confiante como mulher.

Tempos depois, a última aula chegou e ela veio com um shortinho branco, uma blusinha amarela bem transparente e provocante. Eu ainda sem perceber nada até que veio a surpresa.

Ela me falou que eu tinha a ajudado muito em sua autoestima, inclusive isso ajudou no relacionamento com o marido, dizendo que estavam muito bem e que o aniversário de casamento deles estava chegando.

Carla pediu um presente ao marido, ele aceitou e a pediu para escolher, mas que dependeria de mim. Fiquei meio sem entender, até que vem esta frase:

“Eu quero você de presente de casamento”. Eu paralisei e fiquei com aquela cara de interrogação. Ela me disse que o marido sempre teve a vontade de vê-la com outro, mas como o casamento estava péssimo, nunca levou em consideração essa hipótese.

Disse que não poderia aceitar até por receio de não conhecer o marido, mas ela insistiu dizendo que marcaria apenas mais uma aula para tentar me convencer.

No dia seguinte, quando chego para aula, lá está ela com o marido. Ele me cumprimentou e perguntou se poderia acompanha-la na aula. Eu concordei. Chegando ao carro ele me questionou se a Carla tinha falado comigo e eu acenei com a cabeça que sim.

Os dois ficaram tentando me convencer. Ele dizendo que só iria olhar e ela implorando pelo presente, pois se não fosse comigo não seria com mais ninguém. Já estavam com tudo planejado, escolheram motel, dia, hora e perguntou se eu poderia. Respirei fundo, olhei para eles e disse que aceitaria com algumas condições e topamos.

No sábado me ligaram pela manhã para confirmar. Disse que a noite passaria no prédio deles e iríamos ao motel. Cheguei no horário combinado, eles saíram com o carro do prédio e fui seguindo eles até o motel. Chegando lá, parei meu carro na rua, entrei no carro deles, os cumprimentei e entramos.

Já no quarto, eles pediram champanhe, bebemos, eles se beijaram… E o marido disse a ela: “goze bastante olhando pra mim, enquanto ele judia de você”.

Agora sim! Aquilo me excitou demais! Eu me sentei na cama, ele na poltrona ao lado e ela veio em minha direção. Segurou forte no volume da minha calça, me beijou e disse que gozou o dia todo pensando em nós dois. Percebi que ele abriu o zíper e começou a se tocar.

Coloquei a mão entre as pernas dela e percebi que sua calcinha estava totalmente molhada e toda quente. Eu tirei a minha camisa e a blusa dela enquanto nos beijávamos. Carla me empurrou para deitar na cama e começou a tirar minha calça. Logo em seguida mordeu minha cueca e foi tirando com os dentes.

Eu estava louco de vontade, afinal o marido vendo a cena toda quieto, enquanto a esposa chupava meu pau. E ela chupo com muita vontade enquanto se despia totalmente. Quando eu a vi nua não aguentei e inverti a posição, a deitando e começando a chupa-la.

O clitóris dela estava tão duro, molhado e não demorou muito para que gozasse. Senti aquele sabor escorrendo pela minha boca… Tão doce, com tanta quantidade.

Nesse momento coloquei a camisinha, ela já se posicionou de quatro, com sua visão em direção do marido, este que já estava quase para gozar. Carla disse que queria apenas fazer anal. Nesse momento o marido dela se pronunciou me dizendo que ela gosta de sentir dor. O pedido deles era uma ordem pra mim, pois queria que tivessem uma boa festa de aniversário de casamento. Encaixei a cabecinha do meu pau e empurrei com toda força e vontade. Ouvi um grito de dor e prazer. Não parei um só momento, colocando com toda força, pressionando meu corpo contra o dela. Enquanto puxava seus cabelos, colocava sua cabeça para trás para ver sua carinha de prazer.

Não me contive e a vontade de gozar era enorme! Até que então eu comecei a gemer e ela percebeu, se virou correndo pra mim e pediu para que gozasse em sua boca. Gozei absurdamente enchendo sua boca, seu rosto, seus seios do leite quente que jorrava do meu pau. Ela me olhava com uma carinha de safada, de realizada… E então outra surpresa! Ela se virou para o marido e pediu para que ele limpasse a bagunça que fiz. Os dois começaram a se beijar, ele lambendo o rosto dela, os dois se lambuzando.

Vi que era o momento do casal, então fui tomar meu banho enquanto ouvia os gemidos dos dois. Após sair do banho, ainda de toalha, sentei no canto da cama. Os dois estavam abraçados, começamos a conversar e rir da situação. Agradeceram-me, dizendo que estavam completamente felizes e que eu seria marcante para sempre no casamento deles.

Ele foi tomar um banho. Ainda ganhei outra chupada maravilhosa e fomos embora com uma nova experiência para nós três. Essa foi a última vez vi o casal, mas espero que estejam felizes e aprontando bastante!

Autoria: Contos do Instrutor

Conheça outras histórias do Instrutor:
- O Instrutor da autoescola
- Histórias do Instrutor

 

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Tem gente que tem fantasias muito loucas! Principalmente aquelas que envolvem adrenalina e correm o risco de ser pego. Talvez seja justamente pela sensação de perigo que muitas pessoas sentem um tesão absurdo em passar por cima de certas regras, como por exemplo, transar em locais públicos.

Leia também:
- Periculofilia: fetiche pelo perigo
- Por que gostamos de sexo selvagem?
- Locais proibidos para fazer sexo
-
 Dentro do cinema – Conto Erótico
-
 No escuro do cinema – Conto Erótico

Transar no cinema é uma dessas fantasias. É claro que transar durante o filme no conforto de sua casa é uma delícia, mas no cinema pode ser um pouco mais complicado (e mais interessante). Por isso, se você tem esse tipo de “ideia maligna”, planeje um pouco as suas ações para não transformar o seu prazer num grande desastre. Afinal, na nossa imaginação tudo funciona direitinho, mas na prática temos que planejar muito bem certos detalhes para não fazer “feio” na hora do fetiche. Já imaginou que desgraça seria você ser pego no flagra?

Vamos para o detalhe mais óbvio numa situação dessas: o que vestir? Se a ideia é fazer sacanagem discretamente você precisa considerar essa necessidade na hora de escolher o figurino. Vista-se de forma acessível. Saias, vestidos e peças mais folgadas permitem que as mãos cheguem onde desejam sem que ninguém precise tirar nada. De preferência, eliminar aquela peça básica que, com certeza vai atrapalhar nessa hora: sem calcinha, por favor! Nada de ter que expor demais o corpo, senão vai chamar muita atenção dos demais. Bom mesmo é parecer a “Comportadinha”… #sqn

E quanto a ele, que seja uma roupa de fácil acesso, tipo moleton. Esqueça calça com muitos botões e cinto. Quanto menos detalhes para se preocupar, melhor.

E qual seria o local “mais adequado” para esta prática “ilícita”? Bem, o lugar deve ser o mais isolado possível. Como assim? Pense bem. Você quer fazer saliência sem ser notado e vai ficar o tempo todo olhando para trás para ver se alguém percebeu?! Não dá. Claro que desta forma alguém vai ver sim! Sente no fundo, de preferência em um dos cantos. Assim, você poderá observar a movimentação na sala e sentir-se mais seguro. Nessas horas de sacanagem temos que ser altamente estratégicos e você precisa escolher um local de visão panorâmica para se precaver de futuros perigos.

Geralmente os filmes costumam arrastar multidões ao cinema. Esqueça filmes de estreia, de atores muito famosos ou aqueles muito comentados pela mídia.  Escolha uma sessão especial, ou seja, um filme em um horário em que o cinema provavelmente estará vazio. É importante que não seja animação ou qualquer outra atração infantil. Priorize os campeões de críticas ruins. Se é de ação, comédia, terror ou épico, não importa! O que interessa é que vocês dois vão protagonizar uma história pornô!

Dê asas a sua criatividade na hora de escolher formas e posições. Assim, o prazer durante o filme será garantido. Já pensou ver as outras pessoas prestando atenção no filme e vocês curtindo um delicioso sexo oral? Na hora da penetração, ficar de ladinho é um bom disfarce… E se você dominar a técnica do Pompoarismo, melhor ainda! Pois desta forma pode “fazer e acontecer” com ele, sem precisar fazer muitos movimentos com o corpo.

Todo cuidado é pouco! Lembre-se de não fazer muito (ou melhor, nenhum) barulho e manter um pouco de atenção na movimentação dos lanterninhas. Ah, e também não esqueça de fazer “cara de quem está prestando atenção” no filme.

Fora isso, goze! Mas goze muito!! Depois venha me contar como foi a sua experiência!

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“Ela sempre gostou da ideia de ser dominada completamente. Comentou com o parceiro e ele aceitou a missão com um sorriso misterioso. Um dia ele chegou em casa de surpresa, encontrou-a fazendo uma tarefa qualquer. Envolveu ela pela cintura por trás, tapou a sua boca, segurou pelo braço e a jogou numa poltrona sem falar nada.

Com uma cara de mau, arrancou a calça dela junto com a calcinha e a penetrou sem pedir licença. Além de a possuir com movimentos vigorosos, ainda dizia para ficar quietinha senão a situação poderia piorar”…

Leia também:
- As fantasias sexuais preferidas das mulheres
- O que é Sadismo e Masoquismo?
- Como dominar um homem na cama?

Ser possuída à força é um desejo secreto de muitas mulheres. Ser arrebatada por um homem rude, que arranque sua roupa e faça sexo com urgência, sem pedir permissão é um tesão só de imaginar. Mas porque esta ideia de sexo selvagem mexe tanto com a libido feminina?

Segundo psicólogos, ser dominada coincide com a fantasia de se sentir irresistivelmente sexy. A mulher se sente mais do que poderosa, pois (teoricamente) tem um homem que não consegue resistir aos seus encantos. Outro fator excitante é que quando a amarram ou a obrigam a transar, você não tem o menor controle. A situação fica imprevisível!

Vale lembrar que este tipo de brincadeira está ligado à submissão, um fetiche de muitas mulheres. Portanto, desejar isso pode ser uma maneira de fugir da realidade, abandonar as responsabilidades e se entregar às vontades do outro, sem precisar pensar ou tomar decisões.

Outra coisa que também pode explicar o desejo de ser possuída à força é que, lá no fundo, algumas de nós consideram o sexo como algo sujo ou errado e, inconscientemente, representam um personagem. Isso facilita vivenciar novas sensações, pois passa a impressão de que “não é você que está fazendo isso”, mas sim uma outra pessoa.

Mas como transformar esse desejo em realidade? Antes de tudo, uma conversa é fundamental, não é? Estabeleça regras e limites para que nada fuja do controle. Seu homem precisa entrar no jogo e ser habilidoso o suficiente para realmente “incorporar” este personagem dominador, para que a cena não fique cômica ao invés de sexy.

Use a imaginação e abuse do improviso. Estas cenas podem acontecer em qualquer momento do dia (ou noite) e sem aviso prévio para deixar tudo ainda mais gostoso.

Se decidir usar algemas, certifique-se que as chaves estão à mão. Se for usar cordas, fitas, gravatas ou qualquer outra coisa para amarrar, tome certos cuidados para que não possam se machucar. Se optarem por vendar os olhos, não aperte demais para não doer na parceira, nem deixe frouxo o suficiente para que ela possa ver algo. O que excita é sentir-se apavorada. O medo pode ser um excelente afrodisíaco, desde que o casal não exagere na dose. Qualquer jogo erótico deve ser seguro e consensual. E também não esqueça do seguinte: não é porque este tipo de sexo contém elementos de conquista à força que voce vai confundir com violência e agressão.

Vocês podem aproveitar-se da situação para fazer o que quiserem na hora do sexo. E apesar de vivenciarem um lado selvagem do sexo, saiba estar no controle da situação o tempo todo. Se der vontade de parar e não se sentir bem com a brincadeira, basta interromper a fantasia. Ou então combinar palavras de segurança, tipo um código somente de vocês para sinalizar “sim” ou “não” dentro deste jogo.

Obviamente quando você for brincar com o perigo, só entre nessa ao lado de alguém que confie muito. E lembre-se que você estará à merce das vontades do seu homem, logo obedecer é a palavra de ordem (dele).

Bom proveito! Pode gritar de prazer à vontade…

Fonte: Texto baseado em artigo de NOVA Cosmopolitan.

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Pergunte para alguém qual foi o lugar mais estranho, perigoso ou proibido que já fez sexo e irá se surpreender com as respostas. Com a ousadia pairando no ar ultimamente, isto não parece ser novidade. Já ouvi gente dizer que transou em ambulância, em caminhão e até num cemitério (pasmem!). Palmas para esta turma criativa!

Mas para aqueles que são mais tímidos e ainda não se permitiram a tais aventuras, que tal quebrar a rotina e dar um toque picante a sua relação? Já pensou como pode ser gostoso fazer sexo em outros lugares além da sua casa ou do motel?

Leia também: 
- As melhores posições para Sexo Oral
- Como fazer Espanhola?
- As melhores posições para cada tipo de pênis

Apesar de clichê, a frase “tudo que é proibido é mais gostoso” se aplica a praticamente todas as áreas da vida, principalmente quando o assunto é sexo. Afinal, quem nunca fez algo proibido ou politicamente incorreto e constatou que era muito mais delícia que o comum?

Fetiche todos têm; alguns curtem usar fantasias, outros apanhar ou ter relações sexuais em lugares públicos. Seja qual delas for a sua, não tenha vergonha e bote-as para fora.

Está sem ideias e não sabe por onde começar? Descubra logo abaixo os principais locais proibidos para fazer sexo e que todo mundo gosta de dar uma fugidinha.

1) Sexo no Banheiro da Balada, Festa ou Bar

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Por mais anti-higiênica que a ideia pareça, mais gostosa impossível. Só lembre de não fazer pegação se o banheiro for muito sujo! Provavelmente vai enfrentar algumas caras maliciosas ao sair do banheiro, mas deixe a inveja pairar no ar. Com certeza vai ter história pra contar.

2) Sexo no Cinema

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Dependendo do horário e da sua localização na sala, carícias e preliminares podem rolar e deixar com gostinho de quero mais. O ambiente propício e a presença de outras pessoas no local são ingredientes perfeitos para a prática proibida: sexo em público. Se quiser, já pode ir “preparada” para levar o parceiro para o mau caminho “no escurinho do cinema…..”

3) Sexo nas Escadas

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Não é o lugar mais confortável do mundo, mas só o fato de alguém poder entrar a qualquer hora já dá uma esquentada nas coisas. Já pensou que adrenalina gostosa? E se for de madrugada? Melhor ainda… Mas não esqueça de prestar atenção se tem alguma câmera por perto.

4) Sexo no Escritório

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Aquele velho fetiche; assim como fazer sexo dentro da escola ou faculdade. Mas seja muito cauteloso para não ser demitido, ok? Eis uma fantasia de alto risco. Convém ser bem planejado se não quiser uma demissão por justa causa…. Oh, que causa gostosa, hein? Convenhamos…

5) Sexo no Estacionamento

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Quer esquentar as coisas antes de ir embora? Nada melhor que uma fugidinha no estacionamento; seja ela no capô do carro ou na moto. Como falamos anteriormente, apenas tomar cuidado com alguma câmera de segurança ou pessoas por perto. Senão em dois tempos estará estampado no YouTube ou Whatsapp.

6) Sexo no Parque

Sexo em meio a natureza, por que não? Certifique-se que não haja crianças por perto. E por favor, seja discreto!

7) Sexo na Praia

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Quer fazer a Cicarelli e arrasar na praia? Só cuidado para não cair na net e nem ficar com assaduras por conta da areia. Dê preferência para praia vazia, não é? Com muita gente na volta pode ser um tanto constrangedor, principalmente quando alguém perceber.

8) Sexo no Provador

Muito visto nos filmes e pouco praticado na vida real, por que né? Mas quem nunca sonhou perder meia horinha no provador com uma vendedora gata? Vá lá que um dia essa fantasia se realize…

9) Sexo na Rua

Você nunca fez sexo na rua? Não sabe o que está perdendo. Anote aí a dica. Perigoso? Claro que sim! Mas cada caso é um caso…

10) Sexo no Carro

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Não é o local mais seguro de todos, mas com certeza a sensação de perigo e exposição dá uma apimentada nas coisas. E se for num dia de chuva, já pensou? Aí sim que as coisas vão esquentar por lá….

Bem, estas são apenas algumas dicas de locais “proibidos e perigosos”, mas eu tenho certeza que você tem muito mais para nos contar. Conte qual foi o local mais estranho que você já fez sexo. Foi surpreendido ou não? Deixe seu comentário logo abaixo.

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Amor, para de me provocar.
Não precisa fazer nada. Seu corpo inteiro faz por você…
Teus olhos, tua boca, teu rosto me provocam o tempo inteiro.
Permitiu que eu aprendesse algo muito precioso: Eu aprendi a ler você!
Não precisamos de gestos, toques, nada mais quando estamos assim… Cheios de tesão!
Apenas me olha e pronto! Já sei o que quer!
Eu sei quais são suas intenções comigo, seus desejos, suas vontades.
Da mesma forma que você consegue ler todos meus sentimentos.
Deve ser por isso que este nosso olhar nos enlouquece
Eu sinto tesão só de olhar pra você.
Trepamos com os olhos! E não deixamos escapar nada.
A provocação tem um jeito único: o nosso!
Mas sera que a gente aguenta muito tempo só no olhar?
Bem provável, se você estiver presa….
Já pensou chegar bem perto do teu rosto e não te beijar?
Sentir meu cheiro e não poder me tocar?
Sei que, por mais torturante que seja, você gosta deste jogo.
Vou adestrar você, sua rebelde!
Você vai aprender todas as minhas vontades, todas as minhas taras.
De vez em quando deixarei você lamber minha mão.
Ficou com medo? Acho que sim…
Sabe o potencial desse animal. Sabe o que ele é capaz de fazer quando sente teu cheiro.
E sabe que você é a presa que ele quer.
Agora, vem!
Isso, ajoelha e abre a boca. Deixa ela aberta que teu Homem vai satisfazer essa fome do meu mel. E
ngole e mata minha vontade de invadir tua boca
De te fazer minha, de alcançar bem fundo em você…
Chupa, lambe, morde, se acaba em teu Macho!
Quero ver escorrer desejo pelos cantos dos teus lábios
Enquanto eu entro e saio até tirar seu ar…
Esfrega meu sexo pulsante e quente no teu rosto, na tua boca, em teus seios.
Quero impregnar meu cheiro eu tua pele!
Por fim, receba meu leite…
Lambuza tua cara com meu mel
Deixe-me encher tua garganta até o fim.
Agora toma… Bebe tudo e mata tua sede!

Autoria: A. Domna

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Clara estava encostada na parede. Seu corpo mole do gozo era sustentado pelo corpo de Ronaldo, suas pernas pareciam levitar. Em seu rosto a satisfação estava estampada abertamente.

Mas é claro que o sádico não estava satisfeito, ele precisava de mais pra se satisfazer. Olhar ali pra ela fez com que ele desejasse machuca-la e marcar aquele corpo de forma mais intensa.

Ao comprar as rosas, ele havia planejado fazer um caminho com as pétalas pra que ela se sentisse acolhida e especial, mas por um erro da floricultura os espinhos não haviam sido retirados do caule, e ao desfazer o embrulho ele acabou furando o dedo. Agora olhando pra pele de Clara ali tão alva, a sua disposição, teve uma ideia e caminhou para o vaso.

Pegou umas cinco rosas, segurou pelas flores pra não se machucar, abriu o vidro de álcool, limpou os caules e as coxas dela. O olhar dela era de excitação, misturado com questionamento, mas acima de tudo ali estava estampada a confiança.

Ele se aproximou dela e disse baixinho:

– Vire-se, vou brincar na sua bunda. Vamos botar abaixo a afirmação de quem em mulher não se bate nem com uma flor. Vou te bater com as rosas, porque posso, porque você me pertence.

E assim foi feito, Clara se virou, colocou as mãos na parede, acima da cabeça, empinou a bunda o máximo que conseguiu e esperou.

Ronaldo começou passando delicadamente as rosas na sua pele. Começou pelas costas, deslizava as rosas na pele e ia beijando atrás. Ela foi se arrepiando e mesmo sem desejar seu corpo buscava o dele, queria se encaixar naquele homem, sentir a sua ereção, ver que ele a desejava. Assim encaixados, ele brincou com o corpo dela, acariciando-a com as rosas e dando beijos e lambidas por onde as flores passavam.

Do nada ele a agarrou pelos cabelos, empurrou seu corpo de encontro à parede e puxou sua bunda. Sentiu a primeira batida das flores na sua bunda, não era nada forte que provocasse uma dor lancinante, mas ardia, e depois da primeira vieram várias batidas, ritmadas, uma seguida da outra. A ardência aumentava, o corpo se excitava cada vez mais, seu corpo estremecia, dos seus lábios gemidos começaram a escapar. Era um som misturado de tesão e lamento de dor. Lágrimas escorriam do seu rosto, fazendo com que a maquiagem escorresse, dando um efeito dramático a cena.

Algo escorria nas suas pernas. A principio Clara não soube definir o que era, achou que podia ser água que escorria do caule das flores, mas ao olhar pra baixo viu o sangue respingado. Imediatamente o cheiro invadiu suas narinas, seu sexo se contorceu, escorreu e ela gozou. O cheiro do sangue havia despertado o seu lado mais negro, mais vadia e puta.

Ronaldo jogou as flores na cama, a arrastou pelos cabelos e a jogou sobre as flores. Pegou mais algumas do vaso e jogou sobre ela. Assim a possuiu, montou sobre seu corpo como um cavalo monta uma égua no cio.

Socava seu sexo dentro dela, abria o máximo possível suas pernas, era como se desejasse entrar por completo. As flores espetavam seu corpo em todos os lugares, pétalas se soltavam dos caules e iam grudando na sua pele.

No lençol branco o rastro daquela foda ia sendo carimbado com o sangue de ambos. Ronaldo saiu de dentro dela e começou a comê-la com os dedos. Enfiava dois ou três, rodava dentro do seu corpo, lambia sua barriga e suas coxas, levava sua boca manchada de sangue e a beijava. Ela se sentia a puta das putas, ali entregue, sendo usada sem limites. Seu sangue vertendo dos pequenos furos da sua bunda, seu sexo sendo manuseado pro prazer dele, mas a maneira com que ele a olhava era a melhor coisa da cena.

Naquele olhar ela via excitação e desejo, via carinho e via que ele necessitava dela. Precisava sorver do seu corpo tudo que ela tinha pra satisfazer aquela mente sádica.

Ele olhou bem dentro dos seus olhos e disse:

– Agora vamos juntos, minha puta. Venha, acompanhe o ritmo do seu DONO. Quero sentir o seu gozo junto do meu.

Num balé de sensualidade, os corpos se encaixando o máximo que a anatomia permitia, Clara elevou suas pernas, enlaçou Ronaldo com força, olhou pra ele e disse:

– DONO, por favor, sua cadela precisa do seu gozo…

Ele a apertou em seus braços e respondeu:

-Venha minha cadelinha, traga seu gozo pro seu DONO… vamos juntos…venha.

E eles gozaram juntos, os corpos colados, suor e sangue se misturavam. O prazer estava ali naquele quarto, em forma de sexo, entrega confiança e cumplicidade.

Passaram-se alguns minutos, eles estavam abraçados. Ronaldo saiu de cima dela, a beijou na testa e disse: “Vamos, cadelinha. Vamos cuidar dos seus machucados”. E a pegou no colo e levou ao banheiro.

Ajustou uma água morna no chuveiro e entraram juntos. Clara pode visualizar pelo espelho as marcas que as rosas haviam deixado em seu corpo. Era um rastro de pequenos furinhos, de onde brotavam gotículas de sangue, a cor da paixão que ela sentia na alma se manifestava em sua pele que gritava pelo toque daquele homem.

Ele a ensaboou com um sabonete antisséptico, deixou a água deslizar por seu corpo e lavou seus cabelos. Com muito carinho os desembaraçou embaixo do chuveiro, passando as mãos por sua nuca, atiçando seu corpo, todo e qualquer toque dele despertava o tesão dela.

Entregando o sabonete em suas mãos, ele disse que agora era a hora dela cuidar do seu DONO. Ela começou ensaboando a costa larga dele, depois levou suas mãos delicadas para o peito e ombros, acariciou seu rosto, sua barba um pouco por fazer, desceu e foi pro seu membro, que já estava duro de desejo. Estar ali ajoelhada perante ele fez com que sua boca salivasse. Ela não resistiu. Imediatamente a agarrou pelos cabelos e encheu sua boca com aquele mastro de desejo.

Num movimento de vai e vem ele invadiu sua boca, sufocava com seu sexo, tirava dela o ar e a trazia pra fora a deixando respirar. Ela sugava, com força, como se desejasse que ele a brindasse com o seu gozo. Foi exatamente o que ela recebeu, ele preencheu sua boca com seu líquido grosso e morno. Gozou no fundo da sua garganta, com os cabelos presos em suas mãos. Olhando diretamente pra ela, entre gemidos e arfados, ele repetia uma única palavra:

– MINHA…

Continua…

 

 

 

 

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Com certeza você já deve ter ouvido ou até mesmo ter falado a seguinte frase “Como eu queria ser homem pelo menos uma vez para ter a sensação de fazer xixi em pé… Ou para ter a sensação de ter um pênis… Ou ter a deliciosa sensação de “meter” em alguém…”, isso nos leva a pensar sobre as vontades que as Mulheres têm de fazer as coisas que somente os Homens podem fazer.

Um simples comentário pode abrir oportunidades para experiências muito mais intensas do que simplesmente pensar no assunto e não expor sua vontade.

Hoje em dia é mais explícito ainda que as mulheres têm a liberdade de expressar seus desejos, até os mais ocultos. Isso é uma coisa muito boa, pois geralmente é a mulher que tem o lado mais criativo na cama. Uma proposta como esta pode fazer a diferença para que o casal descubra formas de prazer jamais imaginadas.

A inversão de papel se resume em a mulher fazer o papel do homem e o homem fazer o papel da mulher. Neste jogo não necessariamente o homem precisa se vestir de mulher, passar maquiagem, afinar a voz a agir como uma mulher para que a brincadeira aconteça. Sendo direto no assunto, a mulher penetra o homem, nesse caso, com um vibrador ou uma cinta com um consolo acoplado. Como você já sabe o prazer anal é muito comum a todos os homens, isso porque o “ponto g” deles fica na próstata que se localiza dentro do ânus.

O jogo de Inversão de Papéis, pode começar com uma carícia mais quente, fazendo o tão famoso e polêmico Beijo Grego. A mulher pode começar tomando a iniciativa da Inversão neste ponto. Ao perceber que seu parceiro gostou da ideia, basta se aproveitar da situação e ir aos poucos.

É possível também que o homem sinta vontade de fazer o papel da mulher na cama. Caso você (homem) tenha essa vontade, não há nada demais em provar novos prazeres. Isso quer dizer que você está aberto a diferentes tipos de experiências.

Mas infelizmente, em muitos casos, essa vontade não se concretiza por medo ou receio de ser julgado ou mal entendido pela parceira. O medo que essa rejeição estrague ou abale o relacionamento, acaba deixando essas vontades de lado e frustrando a ideia. Se seu homem achar que você está em algum momento criticando ele ou julgando suas fantasias, ele nunca mais se abrirá pra você novamente.

Em um relacionamento, tudo se resolve na base da conversa. Se você tem vontade, não tenha medo de conversar com sua parceira(o). Muitas vezes ela espera uma iniciativa sua ou vice versa.

 

Para a Mulher

No caso da mulher, acaba sendo um pouco mais delicado propor para seu companheiro que ele se torne a mulher na cama, deixando-a fazer o papel de homem. Mas isso não quer dizer que seu parceiro não aceite a ideia, basta ter jeito e paciência.

Bom, se você quer começar a botar a ideia na cabeça de seu parceiro da Inversão de Papéis, não precisa dizer de uma vez que quer. Isso pode fazer com que ele “se assuste” e recuse o pedido, pois não houve nenhum preparo, nenhum tipo de tentativa. Isso também porque os preconceitos e tabus quanto a masculinidade dos homens ainda é muito repressor e seu homem pode não topar de primeira, com medo de ser criticado e julgado por você.

Tente, aos poucos, ir descobrindo os limites dele, descubra até onde ele deixa você ir. Quando estiver fazer Sexo Oral em seu Parceiro, não economize esforços para deixa-lo excitado. Faça com que ele sinta muito prazer até quase entrar em transe, pois este será o momento que ele estará mais “aberto” para receber mais prazer.

Brinque com sua língua, vá descendo cada vez mais, passando pelo testículo, períneo (aquela região entre o ânus e o testículo) até então chegar bem devagar na região anal. Comece sugerindo uma carícia diferente como um Beijo Grego ou até mesmo a Estimulação da Próstata enquanto você pratica o Sexo Oral. Deixe a região bem lubrificada com sua saliva e suavemente vá introduzindo o dedo, mas não deixe de chupa-lo, pois isso vai fazer com que um prazer se junte ao outro. Essas são práticas mais “leves” e podem abrir portas significativas para o prazer.

É muito importante que antes de começar a estimulação nessa região, certifique-se que o local está limpo, dessa forma é mais fácil de evitar qualquer constrangimento.

 

Para o Homem

No caso dos Homens acaba sendo um pouco mais “complicado”, pois muitos ainda têm um certo medo ou receio de serem julgados por gostarem ou terem essa vontade. O fato do homem gostar de inverter os papéis, não tem nada a ver com homossexualismo. Trata-se apenas de um prazer comum, uma zona de prazer do corpo humano, e não tem absolutamente nada a ver com ser homossexual.

Caso você (homem), tenha a vontade de iniciar a inversão de papéis, converse com sua companheira, não tenha medo de expor suas vontades. Você precisa se sentir confiante para mostrar o quanto está disposto a dar um passo adiante nos “limites” do casal.

Se ela se mostrar interessada em explorar estas áreas, não a proíba. Deixe acontecer naturalmente pra ver até onde ela gostaria de ir. Você pode até conduzi-la para carícias na região do períneo e assim desfrutar destas sensações diferentes.

Além claro, do prazer de ser penetrado, a inversão de papéis, tem um “que” do prazer de ser dominado ou submisso. Alguns homens também adoram ficar de quatro com coleirinha sendo dominado por suas mulheres. Depois disso vá experimentando uma imensidão de vibradores, consolos e próteses com diversas cores, modelos e texturas diferentes. Alguns modelos até vibram, proporcionando ainda mais prazer. Na arte do sexo amor… o céu é o limite.

Mas independente se você é Homem ou Mulher e tem a vontade de praticar a Inversão de Papéis em seu relacionamento, o importante é não ter medo de falar sobre o assunto e expor suas vontades com clareza para seu companheiro(a). Desta forma, você mostra que, acima de desejar essa pessoa, você também confia o suficiente para depositar o seu prazer nela.

Bom, espero que vocês tenham gostado deste texto e que, de alguma forma, eu tenha ajudado e esclarecido algumas dúvidas sobre o assunto.

E você, já praticou Inversão de Papéis? Tem vontade de praticar? Qual conselho você daria para quem pretende praticar?… Deixe seu comentário, pois é muito importante saber a opinião de vocês!

Obrigado pela presença de todos e até o próximo texto.

Autoria: Domna

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Clara tomou um banho gelado na expectativa de diminuir o fogo que a consumia. Por mais que tivesse imaginado como seria o encontro dela com Ronaldo, jamais cogitou que pudesse existir entre eles um tesão tão grande. Ela era uma mulher vivida no BDSM, já havia tido outras relações, já havia tido sessões avulsas, mas nunca tinha tido um encontro tão intenso. Era como se o corpo dela tivesse sido moldado pra se encaixar no dele.

Confira aqui a primeira parte desta história: 
À tua espera – Parte 1

Saber que por trás daquela porta estava ele, arrumando o quarto para a sessão, provavelmente arrumando sobre a cama chicotes e canes, cordas e outras coisinhas pra brincarem, a deixava totalmente ensopada de excitação.

Eles haviam se conhecido de uma forma muito natural. Clara estava vivendo o BDSM completamente livre. Tinha amigos sádicos com quem fazia cenas avulsas, viajava pra participar de eventos e estava sempre conhecendo gente nova. Relacionar-se com esse homem seria abrir mão de tudo isso. Ele já havia deixado claro que não dividia posse e que era um homem controlador, mas mesmo assim ela desejava muito estar aos pés dele.

Sentia que sua vida mudaria por completo, mas nada disso importava mais. Tudo que importava estava ali no quarto. E foi com esse pensamento que ela terminou de se arrumar. Tinha comprado uma lingerie branca, com meias e liga combinando. Pensou em colocar um salto alto, mas se lembrou de que uma das prerrogativas de uma submissa era a humildade e decidiu ter os pés descalços.

Na maquiagem ela foi mais ousada, adorava o efeito da maquiagem escorrendo pelo rosto após as lágrimas que o sadismo lhe causava, por isso fez um olho bem preto. Caprichou no lápis e no delineador e na boca ousou com o vermelho, cor da paixão e do desejo que só crescia dentro do corpo e da mente dela.

Acabou de passar o batom e como se houvesse combinado a porta se abriu. Ronaldo a pegou terminando o batom, ela ficou um pouco sem jeito e baixou o olhar. Ele gargalhou e disse: “está linda, mas essa timidez em nada combina com você”. Dizendo isso ele passou a mão pelo seu colo, apertou com força um dos seus seios e a agarrou pelos cabelos, ordenando: “agora feche novamente seus olhos. Tenho uma surpresa pra você”.

E ela foi arrastada pelos cabelos quarto adentro. Estando com os olhos vendados seus outros sentidos estavam aguçados e ela sentiu um perfume de flores. Pareciam rosas, mas ela não teve certeza. Ouviu uma música de fundo, suave e baixa, mas ritmada.

Pelos passos que havia dado ela imaginou que estivesse no meio do quarto e logo sentiu seus joelhos encostarem-se ao que ela imaginava ser a cama. Seu coração estava acelerado por ansiedade, sua pele toda arrepiada. Seu sexo escorrendo de excitação fazia com que a calcinha mínima que ela usava colasse ainda mais nela.

O corpo dela tremia de expectativa. Sentiu as mãos dele passeando por suas costas e ombros. Sua barba que estava meio por fazer e arranhava suavemente seu pescoço trazendo arrepios ainda maiores. Ele sussurrou em seu ouvido:

– Está com frio, minha fêmea. Abra seus olhos agora e veja, tenho brinquedos aqui pra aquecerem tua pele.

Ao abrir os olhos ela viu que estava mesmo de frente a cama. Chamou atenção um vaso com pelo menos duas dúzias de rosas vermelhas na cabeceira da cama. Seu olhar foi descendo lentamente e na cama encontrou uma coleira de couro vermelha presa a uma guia feita do mesmo couro. Ao lado alguns chicotes e flogs estavam arrumados metodicamente e velas coloridas se sobressaiam.

Na ponta da cama o que ela já sabia que estaria ali a esperar por ela: uma gag ball pra calar seus gritos e gemidos, afinal de contas estavam em um hotel, e um par de algemas. Havia ali um arsenal de dor e prazer e ela ansiava por experimentar cada um deles.

No canto do quarto um jogo de potinhos brancos de louça completava o cenário, um deles abastecido com água fresca fez com que sua boca ficasse ainda mais seca. Ronaldo deve ter percebido que ela engolia com certa dificuldade e disse que se ela desejasse poderia beber da água no potinho. Ela se afastou dele, ficou de quatro e foi lentamente até o pote.

Sorveu da água com pressa, sem se importar em ser uma cadela educada. Ali naquele momento, quanto mais bagunça fizesse mais seria castigada e ela desejava muito cada um dos castigos que ainda estavam por vir.

Ainda de cabeça baixa ela sentiu que ele se aproximava por causa dos seus passos no chão. Sua bunda começou a ser mordida por ele. Parecia que queria se alimentar da carne dela, eram mordidas fortes e intensas. Ela gemia um pouco de prazer e um pouco de dor. Parou de beber água, mas não se mexeu. Estava sendo usada e sabia que a partir daquele momento, o sádico estava com ela naquele quarto.

Sentir aquela boca marcando sua pele era delicioso, mas o que já estava bom ficou ainda melhor quando ela sentiu que sua bunda era aberta pelas mãos dele e ela sentiu que ele brincava com seu sexo, massageava seu clitóris e passava os dedos no seu rabinho.

Ela começou a gemer alto, não conseguia mais conter o tesão e o desejo. Ele parou e ordenou que ela permanecesse naquela posição. Suas mãos saíram do seu corpo e ele se levantou. Segundos se passaram e ele novamente estava ali, com o corpo encostado no dela, mas dessa vez não houve carinhos. Clara o sentiu prender seus cabelos e depois foi colocado na boca dela a mordaça em formato de bola.

Aquilo significava que a dor iria começar. Seu corpo logo ficou alerta, seus sentidos se despertaram e ela tentava ouvir barulhos que mostrassem o que acontecia ali a suas costas… Mas ele estava silencioso, como se a observasse.

As mãos de Ronaldo abriram novamente sua bunda, e ela sabia o que aconteceria ali. Ele possuiu sua bunda sem pena e sem carinho. Seu rabo foi invadido pelo membro dele num só golpe. Sentiu que ele a rasgava por dentro, as lágrimas rolaram por seu rosto. Era uma dor louca e um prazer absurdo. Ele entrava e saía dentro dela com força e rapidez, e o que era dor virou só prazer. Clara começou a se movimentar no ritmo dele e formaram um balé de êxtase e luxuria.

Quando ela percebeu que ia gozar, ele a puxou pelos cabelos e a fez se levantar, mas não saiu de dentro dela. Carregou ate a cama, com um dos braços tirou os chicotes, jogando-os no chão, deitou seu corpo na cama e continuou a cavalgar nela. Avisou: “não goze, controle-se estamos apenas começando”.

Ele socava seu sexo dentro dela, puxava seus cabelos e a chamava de tudo que desejava ser. Era uma sensação muito intensa estar ali subjugada pelo peso do seu corpo, sentindo presa pela mão em seu cabelo e o ouvindo dizer tantos palavrões e palavras obscenas. Ia se sentindo mais entregue. Agora ela era um brinquedo nas mãos dele e que ele iria brincar ate a exaustão.

Ele foi diminuindo o ritmo das investidas, foi levantando seu corpo e saiu de dentro dela. Seus corpos suavam e seus cheiros se misturavam. No ar pairava o cheiro de desejo e paixão. O corpo de Clara estava pronto pra ele, pronto pra dor e pra ser marcado.

Ronaldo parecia que havia lido sua mente e a colocou com as mãos abertas na parede. Abriu suas pernas e ordenou que empinasse a bunda. A pele foi esquentada pelos golpes do flogger. Cada vez mais rápido sua pele foi se aquecendo, bunda e pernas eram alcançadas e marcadas pelo couro macio. Ainda de mordaça não podia gritar ou gemer, mordia aquela bola que invadia sua boca e sentia que babava feito bicho no cio. Seu corpo estremecia de prazer.

Ronaldo a virou de frente e começou a golpear suas coxas. O olhar de desejo dele compensava toda dor. Tudo que poderia ser dolorido se tornava prazer. Ele a olhava com fome e desejo, a olhava como um DONO, olhava o corpo que lhe pertencia e era assim que ela se sentia: completamente dele.

Tirou a gag dela e beijou seus lábios, invadindo sua boca com a língua. Apertava os seus mamilos com força e desceu uma das mãos ate seu sexo. Comeu-a com seus dedos. Enfiava um, dois, tirava e colocava novamente; rodava os dedos lá dentro, a beijava e dizia sussurrando: “goze, minha cadela. Goze pro DONO do seu corpo, goze agora”.

E ela gozou! Gozou com tanto tesão que lagrimas de satisfação escorreram dos seus olhos. Gemia e chorava, perdeu as contas de quantas vezes gozou nas mãos daquele homem.

Gozou pra ele, gozou por ele.

Continua… Aguarde novo capítulo

 

 

Autoria: Agatha Magalhães

 

 

 

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BANNER CONTO

Sentei naquela poltrona com as pernas bem abertas. Estava observando ela de quatro ali no chão, olhando para mim. Estava do jeito que eu gosto: completamente submissa às minhas vontades.

Comecei a alisar lentamente meu sexo. Não conseguia mais esconder minha excitação. Estava prestes a gozar só de ver aquela cena: minha putinha de joelhos, lambendo os lábios, louca para me chupar…

– Vem cá, vem… Sente o cheiro Estou mandando vir até aqui para me satisfazer!

E ela veio rastejando lentamente em minha direção. Escutava apenas a sua respiração ofegante E a corrente da coleira em seu pescoço arrastando no piso daquele quarto.

Segundos depois, ela estava com a cara enterrada em minhas pernas. Segurei-a pelas orelhas e esfreguei meu mel em sua cara. Ela gostava disso e eu também! Vi o tesão em seu rosto enquanto estava fazendo isso.

Puxei-a novamente para continuar a sua deliciosa tarefa. Estava me controlando ao máximo, queria me aproveitar um pouco mais disso. De repente, tive uma ideia louca: peguei um batom na cômoda ao lado e passei em seus lábios.

Sem pensar duas vezes, beijei-a até ficarmos completamente borrados de vermelho. Aquela boca safada me mordia me lambia, me deixava nas nuvens. Sabia beijar como ninguém!

Fiquei em pé. Precisava ver minha obra de arte vista de cima! Adorava fazer este jogo… E ela sabia muito bem brincar de fetiche comigo. Virei de costas e empinei a bunda. Queria sentir aquela língua quente pelas costas. Demonstrei toda minha satisfação com altos e bons gemidos.

– Chega! Agora venha comigo – falei.

Peguei a corrente no chão e a puxei pelo quarto para dar um pequeno passeio. Pra quem gosta de brincar de dominação, esta cena é praticamente o paraíso! Dentro daquele pequeno espaço, levei minha “cadela” para se exercitar. Rebolava aquela bunda carnuda pra lá e pra cá, provocando meus instintos masculinos escondidos.

Em frente ao espelho, tirei meus sapatos e estiquei um dos meus pés diretamente em sua boca. Ela entendeu o recado: lambeu cada um de meus dedos. Segurava-o como se fosse uma peça rara, enquanto fazia movimentos ágeis e firmes com lábios, língua e dentes. Depois foi o outro pé…

Pelo espelho observava cada detalhe…

– Agora deita no chão, minha vadia… Quero pisar em você!

Com os pés, fui sentindo sua pele quente estremecer ao meu toque. Pisei em seu peito, esfreguei meu pé em seu rosto, enfiei dentro de sua boca. De onde ela estava, dava pra ver meu sexo completamente molhado. Comecei a me masturbar de uma maneira muito intensa.

E cada vez ela chupava meus pés com mais vontade!

– Abre tua calça, minha menina! Quero ver você se tocar pra mim.

– Sim, Senhora! Seu desejo é sempre uma ordem para mim… – ele falou com aquela voz grave.

Completamente excitado, me devorando com os olhos, abriu botão por botão. Dava pra ver aquele volume enorme querendo saltar de dentro de sua calça jeans. Estava duríssimo! Do jeito que eu gosto!

Estava com uma calcinha vermelha que eu tinha lhe dado outro dia. Puxou-a para o lado e tirou seu membro pra fora. As veias saltavam de tanta excitação… Com as duas mãos, ele começou a bater uma pra mim… Que tesão esse homem safado! Como eu gostava de o ver fazendo isto! Até que ele segurou aquele mastro pela base… Não resisti e sentei nele. Cavalguei-o com força. Sentia meu néctar escorrendo e lambuzando nossos corpos.

Aquela cara de excitação que ele fazia me deixava completamente louca! Gemi gostoso no ouvido dele… Neste momento não havia mais ninguém neste mundo, apenas nós dois entregues a mais completa loucura.

Abracei seu pescoço, mordi sua pele, arranhei suas costas, porque eu sabia que estava prestes a gozar. Um grito de prazer invadiu o quarto. Não consegui me conter e explodi num orgasmo intenso, que quase me deixou sem forças.

Abraçamos-nos, cansados e suados. Vi em seus olhos a vontade de gozar também. Então eu voltei ao meu papel de dona da situação, me limpei diante dele e coloquei meu salto alto.

Caminhei devagar para o outro lado do quarto só para que ele ouvisse o som do salto no chão. Pedi que viesse até a mim. Tinha o maior tesão em ver meu homem se rastejando na minha frente, feito uma escravinha implorando por sua Dona.

Percebi um sorriso no canto dos lábios a me ver abrir a gaveta e retirar aquela cinta dali de dentro, junto com um lubrificante. Ele já sabia o que viria.

Não disse nada. Apenas meu olhar ordenou que ele deitasse na cama. De pernas bem abertas.

Sim, hoje ele era minha menina! Era dia de inverter papeis.

 

Autoria: Alessandra A.

 

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Beatriz foi arrastada até a cruz que viu a menina ser açoitada na noite anterior, ao tocar seu corpo despido naquele couro macio todos os pelos do seu corpo se arrepiaram, por segundos algumas das cenas que ela tanto lera nos livros de romance BDSM se passaram em sua mente. E com um sorriso no rosto ela pensou, que depois de hoje, nada mais teria tanta graça quanto antes, ela agora estava vivendo o BDMS, traria em seu corpo as marcas do seu desejo estampados através da luxúria de DOM T.

Com os lábios muito próximos ao seu ouvido ele disse baixinho:

–          Levante suas mãos delicia de menina, irei te prender aqui pra que seu corpo fique exatamente onde eu desejo, mas lembre-se a qualquer sinal de dor excessiva ou desconforto seu use sua palavra de segurança que acabamos de combinar, alguma dúvida?

–          Tenho sim DOM, quero saber quando vamos parar de falar e começar a brincar…rs..

E foi através da risada rouca daquele homem que ela pode perceber que a cumplicidade entre os dois era algo muito grande, ali naquele lugar o mundo todo ficava de fora, eles eram apenas macho e fêmea que se desejavam com loucura.

Seus pulsos foram presos, suas pernas abertas e também presas pelos tornozelos, em sua cintura havia também uma tira que a prendia ainda mais a cruz, ela sentiu que as mãos dele passeavam em suas costas descendo em direção a sua bunda, deixando por onde passava um rastro de tesão.

Sua bunda foi empinada, aberta, explorada. Com as mãos ele separou as bandas e brincou alguns minutos em sua vulva, procurou pelo seu grelo, brincou, primeiro com suavidade, depois com urgência, mas antes que ela gozasse, sentiu que um dedo entrava em sua gruta, era um movimento alucinante sentir aquele homem a explorando por dentro, suas pernas ficavam moles, sua respiração estava descompassada, lhe faltava ar, lhe sobrava tesão.

Ele se encaixou todo nela, de forma que sua ereção ficasse colada a seu corpo, e ela o ouviu dizer.

–          Não vai ser hoje, pra algumas coisas é preciso ter paciencia pra degustar melhor o corpo da mulher, mas fique sabendo que na próxima vez que cruzar a porta da minha masmorra irei roubar de vc um lugar que tenho certeza nunca foi usado como se deve.

E ela sentiu-o enfiar um dedo em seu rabo, sem delicadeza alguma, com urgência ela foi invadida por aquela mão, choramingou, gemeu, se contorceu, e antes o que era impensado se tornou um forte desejo, sim ela queria que aquele homem a possuísse por inteiro, queria se sentir uma vadia sendo fodida pelo rabo e sabia que as palavras dele não seriam em vão, que em breve ele daria a ela aquele prazer.

Bem Beatriz, agora chega de brincar como vc mesma disse, vamos cravar nessa sua carne tenra as marcas que vc tanto deseja.

Ela ouviu-o se afastar e ir em direção a mesa em que os brinquedos estavam exposto e em segundos sentiu o primeiro golpe ser desferido em sua pele. Seu corpo todo se alertou, ela se empinou ainda mais tentando demonstrar pra ele que era aquilo que ela desejava e precisava. E pelo jeito ele entendeu o recado, porque dessa vez os golpes vieram em sequência, um após o outro Beatriz sentia sua pele esquentar, seu sexo encharcar e seu corpo implorar por mais.

O barulho do couro estalando em sua pele era fantástico, sua bunda e coxas pareciam ter vida própria, dos seus lábios gemidos eram emitidos sem censura, as vezes baixinhos, por vezes altos. Beatriz se comportava como uma vadia no cio, mas era assim que ela se sentia, a pequena dor que ela sentia era pequena perto do prazer de sentir seu corpo ser usado e marcado.

Os golpes cessaram, ele se aproximou dela, passeou com suas mãos por seu sexo, sentiu seu tesão, teve seus dedos melados pelo mel que escorria dela, tocou suas marcas com as mãos, e trouxe até seus lábios o mel que mostrava o quanto ela estava com tesão. Beatriz sorveu aqueles dedos com pressa, queria sentir seu próprio gosto.

Como eu já esperava vc está excitada bela mulher, até agora estava te aquecendo pra mim, agora quero que me diga com todas as letras, posso continuar?

E no meio da vontade absurda de gozar por estar sendo invadida no sexo por aquelas mãos, Beatriz respondeu, sim vc deve continuar.

Dizendo isso ela sentiu os dentes dele serem cravados em seu ombro, e entre a mordida o ouviu sussurar:

–          Então mocinha, já que vc decidiu continuar, vamos fazer a coisa certa, a partir de agora chega de usar a palavra VC, posso não ser seu DONO, mas aqui na minha masmorra, sempre sou SENHOR, estamos entendidos?

–          Sim estamos DOM T.

–          Resposta errada menina. Dizendo isso ele a agarrou pelos cabelos, fixou seu olhar no dela e disse:

–          Última chance menina…qual é mesmo a sua resposta.

Ela o desafiou com o olhar, mas de seus lábios sairam a frase: Sim SENHOR.

E ele invadiu seus lábios com sua lingua. Num beijo possuidor, ele levou pra si gemidos de prazer, ele deixou em sua boca o sabor da sua saliva e sentiu o gosto do desejo dela na ponta da língua.

Quando aquela boca descolou da sua Beatriz sentiu um vazio, ela nitidamente se sentia mais inteira com o toque dele, com a invasão dele em seu corpo.

Dom T se afastou dizendo que agora ela iria experimentar o chicote, em antes que ela tivesse muito tempo para assimilar essa informação sentiu o couro estalando em sua pele, não teve controle, e imediatamente emitiu um grito, uma mistura de gemido e dor saiu dos seus lábios.

A cada novo açoite ela sentia que sua bunda e coxas estavam pegando fogo, era uma sensação estranha e única, o desejo que escorria em suas coxas denunciavam que tudo aquilo a excitava demais, seu sexo pulsava ao ritmo do chicote, seu corpo tremia um pouco pela dor mas em sua maioria de puro tesão, o estalar do chicote agora era constante, e seus gemidos faziam com ele uma sinfonia. Bunda e pernas estavam sendo alvejadas, Beatriz não sabia precisar a distancia que DOM T estava dela, e por mais que as vezes sua mente tenha cogitado dizer a palavra de segurança, no fundo sabia que seu corpo precisava daquilo, desejava aquilo.

De repente, sentiu que seu sexo se contraia no mesmo ritmo das batidas, subiu um tremor do seu corpo, sua nuca se encharcou de suor, e ela gozou, ali, presa e sendo açoitada, sem que ele a tocasse com as mãos ou a boca, Beatriz teve seu primeiro orgasmo vindo exclusivamente da dor, dos seus lábios saíram um grito animalesco, era um som que a libertava, seus joelhos ficaram moles, suas pernas já não eram capazes de segurar seu peso, e um segundo gozo a assaltou, ainda mais intenso do que o primeiro, ainda mais libertador, e seu corpo se tornou pesado demais para estar ali, suas pernas não aguentavam mais, seus pulsos estavam doloridos pois o peso do corpo estava sendo todo seguro por seus braços, e então ela o sentiu a enlaçando pela cintura.

Ele a soltou da cruz, e foi descendo com ela até o chão, a acomodou em seu colo, a embalou em seus braços e disse baixinho:

–          Como vc está delicia de mulher?

–          Não sei, entrei em um estado que a dor foi me preenchendo de tal forma, que gozei, jamais imaginei ser possível ter um orgasmo desse jeito, e pra te ser bem sincera quero mais, só não acho que consigo ficar mais tempo presa nessa posição.

Ele deu uma sonora gargalhada e disse, podemos resolver seu problema, tem certeza que consegue e deseja por mais?

E após receber dela uma resposta positiva, ele a pegou no colo, e a levou até uma mesa próxima. Seus braços e pernas foram novamente atados, seu sexo agora estava aberto, exposto, e ele começou a acariciá-lo. Tocou seu grelinho, enfiou os dedos na sua gruta, a fudia com os dedos, mas seus olhos estavam fixos nos dela. A olhava como sendo parte dele, um olhar de DONO, um olhar de satisfação.

E mais uma vez Beatriz gozou pra aquele homem, dessa vez gozou no ritmo dele, sendo acariciada e fudida por ele, gozou olhando nos olhos dele, e atrevidamente dizendo com o olhar que ela queria mais e mais.

Dom T trouxe até seus lábios os dedos encharcados com o seu mel, e enfiou em sua boca, ela mais que depressa os lambeu um a um, provou do seu gozo, o provocou com os lábios e a lingua, ele se abaixou e tiveram um beijo misturado de gozo, dedos, lábios e linguas.

Ele deu tempo pra ela se recuperar, e quando sua respiração voltou ao normal o primeiro golpe da cane veio na sua coxa. Era uma dor diferente, seca, rápida, mas ainda muito boa, marcas foram surgindo, uma, duas, três, logo suas coxas estavam todas riscadas pelas marcas daquele brinquedo. Seu corpo era todo desejo, estava todo desenhado pelo prazer daquele homem.

A brincadeira com a cane durou poucos segundos, Beatriz não tinha muita noção do tempo que se passará desde que havia chegado, mas sentiu no momento em que ele parou de golpeá-la que o tempo da dor havia acabado. Na forma de olhar pra ela, ele estava diferente, o olhar sádico havia desaparecido, e ela o sentiu acariciando seu corpo, com leveza e carinho. Ele afagava, admirava as marcas das coxas, passava primeiro seus dedos por elas, depois as beijava ternamente cada uma e murmurava palavras doces e gentis.

A soltou, deu seus braços como suporte e a levou pra um quarto que ficava ao fundo, ela não havia reparado essa parte na noite anterior, mas imaginou que deveria ser o mesmo lugar em que a menina havia sido levada ontem. Lá havia uma banheira morna, cheia de espumas a esperando, e eles entraram ali juntos. Ele a banhou, cuidou do seu corpo, tratou de cada marca que seu sadismo havia deixado em sua pele, e enquanto a enxugava, a levou pra frente de um espelho, e mostrou pra ela como a sua assinatura estava gravada em sua pele.

Eram marcas lindas, vermelhas, rosas, algumas arroxeadas. Espalhadas pela bunda, coxas na parte da frente e trás. Dava pra notar claramente a diferença da marca do chicote e da cane.

Ele se deitou com ela numa cama enorme que havia no quarto, a aconchegou em seu peito e começaram a conversar. Ele disse pra ela que o que havia acontecido ali era uma cena ou sessão avulsa, mas que ele gostaria de poder conhecer ela melhor, achava que eles poderiam ter uma relação que envolveria além do SM, os cuidados de um DONO e a obediência de uma submissa, e a convidou pra passar o resto dos seus dias de férias ali junto dele, pra que assim pudessem conversar e se conhecer.

Beatriz parecia que estava sonhando, seu corpo esta dolorido, mas seu coração cheio de felicidade, mas algo faltava pra ela, depois de tanto prazer obtido, ela queria dar a ele prazer, e pensando assim ela passou uma perna sobre o corpo dele, e se sentou em seu abdômen. Olho bem profundamente em seus olhos e disse:

– não sei como as coisas funcionam pro SENHOR, mas queria poder te dar um pouco do prazer que recebi.

Ele se encantou pela forma que ela disse, seu olhar atrevido havia ido embora, ela ainda o olhava com desejo, mas havia um pouco de timidez no olhar,  um desejo de agradar mas um receio de nao lhe ser permitido.

– vou permitir que vc me toque Beatriz, e que me mostre o prazer que deseja me dar.

Ela então foi aos poucos se abaixando, e desceu sua boca para o peito nu dele. Começou beijando timidamente, depois lambendo, e ao ouvir gemidos que ele emitia, ela foi ficando mais e mais ousada. Desceu sua boca até a cintura da calça, desabotou-o com os dentes, desceu o ziper com uma das mãos, e foi descendo com a calça até tirá-la, na volta ao olhar pra cima viu o volume que ele tinha dentro da cueca box preta, e ainda um pouco timida pra olhar, tirou-a.

O sexo dele era lindo, Beatriz achava que nunca tinha visto nenhum homem tão excitado dessa forma, e sem pensar duas vezes o colocou dentro da boca, lambeu, chupou, o sugou com desejo e tesão, ocasionalmente levantava seus olhos e encontrava os dele vidrados nela, a acompanhando, fixos e com tesão.

A forma dele olhar pra ela a enxeu ainda mais de tesão, e ela foi ainda mais ousada, o engolia todo, sufocava sentindo aquele membro invadir sua boca, tirava-o da boca, olhava pra ele e recomeçava, seu rosto foi se enxendo de saliva, e ela o sentiu crescer ainda mais, até que ele disse sem cerimõnia, se vc continuar nesse ritmo eu vou gozar. Ela levantou o rosto, olhou pra ele e disse:

– A ideia é essa, quero sentir o seu gosto, me alimentar do seu prazer.

E recomeçou o que havia parado, sentiu as mãos dele a agarrarem pelos cabelos e enfiarem ainda mais sua boca em seu membro, ele começou a ditar o ritmo, ela subia e descia desenfreadamente, e foi assim que ele gozou, com seu membro todo dentro da boca dela, enxeu sua boca com seu gozo, doce e amargo, grosso e morno.

Ela degustou aquele leite grosso como se fosse o último alimento da face da terra, mas ele queria mostrar mais intimidade a ela, a puxou pelos cabelos e trouxe sua boca pra perto da sua, e a beijou, um beijo profundo, guloso, as linguas se sugando, os labios se comendo.

Ela se levantou e foi pro banheiro, tomou uma ducha rápida e ali embaixo daquele chuveiro gelado decidiu o que fazer. Iria pro hotel e pensaria na proposta dele, precisava desse tempo pra pensar sozinha.

Voltou ao quarto e disse pra ele:

– não tenho palavras pra definir tdo que vivi aqui hoje, no meu corpo suas marcas, na minha mente suas lembranças, enfim, tudo foi mais do que perfeito, mas preciso ir agora, deitar na cama do hotel, e pensar na sua proposta, tudo bem pra vc¿

Claro que ele concordou, sabia que ela iria precisar desse tempo, eram muitas informações pra serem pensadas, e ele a viu partir, claro que havia sido um dia maravilhoso, mas olhar pra aquela mulher lhe dava mil outras oportunidades, sua mente sádica imaginava mil coisas, mil cenas, e era fato pra ele que amanhã na hora combinada ela estaria pronta no saguão da pousada esperando por ele. E foi com essa certeza que ele dormiu.

Dom T levantou cedo, tomou café, tomou um banho e foi ao encontro de Beatriz. Ela não estava na recepção, e ele pediu que ligasse pro seu quarto, o rapaz da recepção voltou com um envelope na mãos e entregou pra ele.

Ainda sem entender o que estava acontecendo ele tirou lá de dentro uma carta, nela Beatriz agradecia mais uma vez por tudo que havia acontecido no dia anterior, com palavras doces mas firmes a carta terminava assim:

– Você ontem me abriu uma nova vida, me mostrou o quanto meu corpo se liberta pela dor, e agora, eu quero apreciar essa liberdade de forma plena, me prender a uma relação de obediência nesse momento seria mais uma vez viver conforme as pessoas desejam, e hoje eu quero viver conforme eu desejo.

Beijos já com saudades Beatriz.

Ela havia partido, é claro que ela havia partido, ele viu essa fome de liberdade no olhar dela, só não interpretou os sinais da forma certa.

E assim ficamos por hora com a história da Beatriz e Dom T, gostaria de agradecer a todos que passaram os últimos 15 dias conosco. Lambeijos da Gatha.

 

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Existem vários motivos que levam as pessoas a buscarem novas maneiras de sentir prazer na hora de ter relações sexuais. Após se sentirem íntimos e confiantes em relação ao sexo, muitos casais decidem se aventurar por novas fantasias e técnicas para não deixar o relacionamento e a vida sexual caírem na rotina, ou simplesmente as pessoas têm curiosidade ou fantasias que querem realizar.

As melhores experiências sexuais normalmente acontecem quando se pode usar todos os sentidos, no entanto, se você deixa de fazer o uso de algum sentido, como a visão ou toque por exemplo, acaba aumentando drasticamente os outros sentidos, e é aí que entra a prática da Bondage.

O que é a prática da Bondage? É um tipo de fetiche que consiste basicamente em amarrar e imobilizar consensualmente o parceiro, podendo haver ou não a penetração como ato sexual. Embora normalmente esteja relacionado ao sadomasoquismo, não necessariamente este fetiche é algo sadomasoquista, pois ele pode ser visto apenas como uma parte do sexo em conjunto com outras técnicas BDSM.

BDSM significa Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo, e quem a pratica, busca o prazer sexual através do poder e submissão da outra pessoa.

Os praticantes da Bondage afirmam que com apenas alguns adereços e um pouco de criatividade, você poderá criar encontros eróticos inesquecíveis. Confira algumas dicas para sentir prazer com esta técnica.

Certifique-se de que tanto você como seu parceiro se sentem confortáveis. Não são todas as pessoas que se sentem confortáveis com experiências sexuais consideradas “diferentes” pela sociedade.

Para que isso não seja um problema na hora H, comece a pensar e fantasiar com a situação se colocando no papel tanto da pessoa submissa como no da dominadora. Veja como se sente e se realmente estaria confortável com a situação. Peça para o seu parceiro fazer a mesma coisa.

Durante o período inicial da prática, você poderá começar de uma maneira mais sutil, como um teste, e para isso você pode fazer algumas coisas, como por exemplo pedir para que seu parceiro feche os olhos durante a relação sexual, e diga que se ele abrir enquanto vocês transam irá parar, ou faça um strip tease e não permita que ele te toque, para que desta maneira vocês saibam como se sentem em ralação ao fato de um dominar e o outro ser dominado.

Comece com uma pena. Na hora de começar a praticar Bondage, uma dica é começar literalmente com uma pena, é algo simples e fácil.

O mais interessante quando se trata do bondage, do submisso e dominado, é que um não possa se mover ou lutar contra os seus impulsos sexuais, e o outro sinta prazer no poder que tem sobre a outra pessoa.

Quando as pessoas estão em ambas condições, é uma oportunidade única para experimentar uma grande variedade de toques sensuais usando penas, gelo, calor, tecidos como a seda, língua, dedos,brinquedos sexuais, etc.

bondage produtos

Penas ou tecidos de seda se tornam ferramentas super sensuais quando usadas nesta situação. Agradam, excitam e fazem com que os neurotransmissores fiquem loucos quando esses objetos entram em contato com a pele.

Estar amarrada e ter uma pena ou um lenço de seda passando pelo seu corpo é algo que pode ser muito perverso.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, praticar o bondage não se trata de violar a outra pessoa enquanto ela está imobilizada. A “arte” de brincar de dominante e dominador envolve provocações, cócegas, lambidas, chupadas, e o que a criatividade e o parceiro permita.

Sexo Oral durante o Bondage

A língua é algo incrível que pode trazer sensações maravilhosas quando usada no pescoço, orelha, face, peito, boca e, claro, no clitóris ou no pênis.

Enquanto a pessoa assume o papel de dominante, é essencial que ela use a língua para despertar sensações no parceiro. Beijar, lamber e chupar o submisso é uma necessidade.

50 tons de cinza bondage

Quando ocorre o sexo oral durante a prática desta técnica, o submisso se sente vulnerável e impotente para parar a sensação do prazer, e isso é algo excelente.

Uma das outras formas de aguçar o sentido do parceiro é tapando a sua visão, pois como foi dito anteriormente, quando a pessoa deixa de fazer o uso de algum sentido, ela acaba aguçando os outros.

 

O uso da venda é algo simples e muito usado durante a prática de bondage, pois o dominado não poderá ver nada que o dominante estará fazendo ao seu lado.

Uma das coisas que faz com que o dominante sinta prazer estando nessa situação é sentir poder em inventar novas formas de prazer para o parceiro, e muitas vezes eles usam os brinquedos eróticos para conseguir.

A maioria deste tipo de brinquedo faz algum tipo de ruído quando estão ligados, e quando o submisso escuta este “zumbido” ele começa a sentir uma certa emoção e angústia antecipadamente, que é extremamente evidente para o dominante.

Outro detalhe intessante são as amarras. Amarrar o parceiro é um clássico do bondage; isso o deixa totalmente imobilizado e totalmente nas mãos do dominante, porém é importante tomar alguns cuidados para que ele se sinta confortável e também possa aproveitar o momento.

Certifique-se de que ele estará em uma posição confortável, e nunca use linhas nem barbante, pois eles cortam a pele, e podem machucar seriamente.

O mais aconselhável são os produtos fabricados especialmente para este tipo de situação, ou uma corda de poliéster, que pode ser encontrada em lojas de material de construção. Outra ideia é usar lenços, inclusive os de seda ou cetim, que têm um toque suave.

Amarras de Tecido - 50 Formas de Amar

Cuidado com os tipos de nós, para que na hora de soltar o parceiro eles saiam com facilidade, e lembre-se de mudar a posição dele de meia em meia hora, e não apertar muito as cordas para evitar problemas de circulação. Nunca ultrapasse o limite da dor permitido, e não se esqueça que ambos devem sentir prazer!

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Fonte: http://irresistivel.com.br/7-dicas-de-prazer-com-o-bondage/

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