sexta-feira, outubro 31, 2014
Contos

1697

“Abri a porta da morada,
silencioso e sorrateiro,
esperando dar em minha amada,
um susto súbito e ligeiro.

Mas com o silêncio a me receber,
dentro de meu amado lar,
tudo o que conseguia fazer
era observar e raciocinar.

Até que perto do meu leito,
um som fundo mas suave,
tranquilizou meu peito…

Meu Pálido Desejo ressonava,
seu belo corpo, sobre a cama estirado;
provavelmente enquanto me esperava,
caiu em sono não planejado.

Sentei-me na ponta da cama,
para admirar, por um momento, sua beleza,
com a candura de quem ama,
junto à maliciosa certeza…

Ouvindo melhor a respiração,
cheguei mais perto da minha amada…
e então, iniciei a ação.

As pontas dos meus dedos, corri,
pelas costas dela, do topo ao fim;
Ainda no sono, ela se sorri,
suspirando apenas, enfim.

Subi aquele vale macio e nevado,
silencioso, sem fazer um pio;
o toque dos dedos, renovado,
seguido de perto por um arrepio.

Quando a Branca se virou,
um abraço querendo me roubar…
aí, a brincadeira começou.

Tomei do véu de seu vestido,
rasguei-o do colo ao umbigo,
deixando-lhe o corpo despido,
e lhe arrancando o primeiro gemido…

Afundei minha cabeça em seu ombro,
a mão lhe procurando o seio,
ela afastando com assombro,
meu corpo, já postado em seu meio.

A boca, o pescoço dela a morder,
a mão, o seu seio a esmagar,
meu membro já a entumecer,
ela, sem pressa, a gritar…

Juntei-lhe os seios bem perto,
e com ambas as pontas a lamber…
passei ao próximo passo certo.

Ergui-lhe os braços sem me atrasar,
prendendo-os, com ela a se debater,
empurrando-lhe para não escapar,
minha calça e cueca já a remover.

Segurei-lhe então pela cabeça,
como, bem, eu não pensei…
Sei apenas que com ligeireza,
aquela carne quente, eu penetrei…

Movi-me dentro dela com firmeza,
selvagem, rude como um animal,
sem que ela, com absoluta certeza,
desse, de protesto, algum sinal.

Entregue, estava ela,
como a gazela, à força do leão;
O olhar que saía dela,
tinha a um só tempo, terror e tesão.

Ergui meu corpo sem me deter,
para mais distância ganhar,
e dentro da carne arremeter,
como um martelo a golpear.

Aquela fêmea a gritar,
num misto de violação e prazer,
só faziam, ainda mais, eu a tomar…
só faziam, ainda mais, me perder.

Sentindo suas unhas a me cortar,
fincadas na minha carne, a sangrar…
Ouvi minha presa urrar,
em orgasmo profundo se entregar.

Já sentindo meu gozo por acontecer,
antes que eu me tornasse ausente,
saí de dentro dela, de repente,
para lhe dar meu último presente…
um Colar de Pérolas, feito do meu prazer.

Quando voltei a mim, assustado,
Me senti continuamente beijado,
Por uma mulher de olhar devotado,
um coração a bater apaixonado.

E como se todo o ocorrido anteriormente,
tivesse sido apenas um sonho febril…
nos abraçávamos como um casal adolescente.”

Obs.: “Dar um Colar de Pérolas” – ejacular no colo da mulher, o espaço entre o pescoço e os seios.

3493

Faz um ano que que escrevi o primeiro conto, contando minha experiência extraconjugal motivado por uma vingança (http://www.meusfetiches.com/a-minha-vez/26/10/2013/). Fiquei surpresa quando vi que teve quase 6 mil visualizações e que ficou entre os contos populares. Nada mais justo do que presentear os leitores com uma continuação.

Como já previa desde o primeiro encontro, não ficou apenas numa vingança, numa primeira vez. Nesse ano nos encontramos diversas vezes. Sempre no motel, usando como pretexto meu trabalho e ele as aulas no curso de Medicina.

Algumas coisas mudaram. Eu, coloquei silicone nos seios e, modéstia parte, fiquei ainda mais gostosa, dando proporcionalidade ao meu torneado corpo. Vitor, terminou com sua namorada. Fato esse que não mudou nada. Inevitavelmente, nos tornamos mais amigos, além de termos um círculo de amizade em comum. Quase nos “topamos” eventualmente algumas vezes. Não sei como reagiria se encontrasse com ele estando com meu marido, mas acho que tiraria de letra. Consegui separar da minha mente claramente uma coisa da outra. Assim como fazem os homens. Mas não posso negar que espero ansiosamente cada encontro. Me viciei no Vitor. É loucura, mas se pudesse me encontraria com ele muito mais vezes.

Vou relatar alguns dos momentos mais excitantes e deliciosos!

Como sempre, Victor inicia com sexo oral. Não é à toa quando dizem que os homens que sabem chupar direito têm as mulheres que querem. Ele se lambuza com o meu sexo, me fazendo ir as nuvens. Utiliza os dedos, a barba, a língua e levemente os dentes. Não demora muito para atingir meu orgasmo. Depois da excitação máxima, de gemer deliciosamente alto por estar em um motel e não ter com o que se preocupar, faço um gesto para acabar. E ele? Segura minha coxa com força e continua a me chupar! Tento me soltar, em vão. A sensação inicial é inexplicável. Depois do clímax total, vem a sensação de relaxamento, e continuar sendo estimulada no clitóris depois de gozar faz os sentidos se misturarem. No começo, é estranho, mas depois a continuação da excitação e a sensação de vir gozar novamente trazem à tona uma explosão de sensações. O segundo orgasmo consecutivo é ainda mais difícil de descrever. Tenho a impressão que vou desmaiar de tanto prazer.

O sexo ficou mais excitante e saboroso. Ele explora todo o meu corpo. Depois de me fazer uma massagem, ele toca toda minha vagina. Quando estou molhada e morrendo de tesão, ele parte pro ataque! Me pega com força e me penetra com tesão, fazendo o ritmo aumentar cada vez mais. Ele é 7 anos mais jovem, mas eu sou uma atleta. Essa “junção” de disposição resulta em horas ininterruptas de prazer. Num motel que nós fomos, tinha uma cadeira acolchoada própria para fazer sexo em diversas posições. Sentei nela e levantei minhas pernas. Que loucura ver ele me penetrando e enxergar sua expressão de prazer. Rolou até sexo anal nessa cadeira. E senti um tesão imenso! Quase sempre sinto dor, mas pela excitação do momento, poderia até gozar. Ele tocava minha vagina ao mesmo tempo me fazendo delirar.

A posição de quatro também é uma das minhas favoritas. Saber que ele está olhando todo meu corpo me dá uma sensação de poder. Uma vez fiquei tão excitada que pedi para ele me bater. Como assim? Como iria explicar algum hematoma no meu corpo? Nessas horas me dou conta do tamanho da insanidade de tudo isso. Como é bom ver nos espelhos do motel todas essas loucuras. Aguço todos os meus sentidos o máximo que posso: cheiro, gosto, partes do corpo…

Quando eu vou por cima e ele segura meus mamilos com as pontas dos dedos, posso ver seu semblante de prazer e fico doida! Gosto também de ditar o ritmo nessa posição. Inclino o corpo pra trás para aumentar a intensidade da penetração.

Na última vez que nos encontramos, apesar de mais rápida por ter sido a noite, foi uma delícia, como sempre. Gozei fazendo um 69. E ele gozou me penetrando de frente, eu com as pernas para cima, e depois com o sexo anal. O mais interessante de todos os encontros é que se assemelham desde o início. Sempre gostosos. Não estou lá para romance e papo mole e o Vitor sabe disso como ninguém. É sexo (delicioso por sinal), tesão e prazer. Saio de todos os nossos encontros leve e satisfeita. Como que reabastecida para enfrentar as tensões do cotidiano.

Eu sei que um dia não vamos mais nos encontrar. Ele vai arrumar uma namorada, eu vou ter outro filho. O que fica para mim, é a lembrança. É na memória que as mulheres guardam seus segredos e suas loucuras. Lá deixamos de ser aquilo que a sociedade espera de nós. Nela não sou a mulher, esposa, mãe e profissional perfeita. Eu sou eu mesma, com todo meu instinto e minha espontaneidade. E posso me lembrar desses momentos quando quiser.

Anônima

09/10/2014

5262

Algumas vezes, uma pequena tortura pode ser mais sofrida para quem a faz, do que quem a recebe.

Minhas tardes com Raquel, a jovem voluntariosa que iniciei nos caminhos do prazer (1), eram cheias de vitalidade e surpresas. Eu abri para ela, um mundo de possibilidades que estavam retidas apenas em sua imaginação, agora, todas abertas para a realização. Essa sede, ainda que irrefletida e descontrolada, era realmente um dom da juventude, que comumente só damos valor quando é irremediavelmente perdida. Mas ela me dava oportunidade de apreciar um pouco dela.

Enquanto apreciava uma das minhas cigarrilhas, minhas pequenas cubanas que me davam um prazer rápido, mas forte, ela admirava a vista da varanda de uma das minhas propriedades. Eventualmente, meus clientes da corretora me presenteavam com pequenas estadias em suas casas, que estrategicamente guardava para momentos especiais. Mas era a vista dela que me interessava agora.

Seu corpo pequeno e alvo se destacava sobre a vista do mar, como uma pequena sereia fugida de suas profundezas. Terminei meu fumo, e disse a ela:

- Venha cá, Branquela, você tem que continuar sua leitura para mim. Lembre-se que ainda me deve mais dois livros, só terminou um…

Ela sorriu levada para mim, e respondeu um “não!” seguido de um exibir de língua, se voltando novamente para a vista. Eu jurei que vi aqueles quadris pequeninos mas arredondados balançarem para mim, como uma chacota adicional.

- Se eu tiver que te buscar, você talvez não vai gostar – disse seco e direto. Aquela tarde, eu não estava para brincadeiras, diferente do de sempre. Queria exercer minha voz de comando com ela, que resistia, mas estava se acostumando a respeitar.

Ela se manteve olhando para a varanda, me ignorando. Ela descobriu da pior forma, que posso ser bem silencioso quando quero. Me levantei devagar, até chegar até as costas dela. Segurei-a pelo pescoço com uma mão, e por um dos pulsos, do outro, e disse a encarando:

- Para a cama. Agora.

Antes que ela pronunciasse uma palavra, a arrastei até a cama, e a coloquei deitada. Ainda com uma mão em seu pescoço, sem pressionar, eu continuei:

- Você vai ser castigada por dois motivos. Um, por não ter vindo até mim, quando eu mandei. O outro é porque – disse enquanto tirava duas cordas pequenas de trás de um travesseiro – você sumiu com as faixas dos roupões, achando que com isso, eu não iria conseguir te amarrar. E eu vou fazer isso com você QUANDO e ONDE eu quiser. Entendeu???

Ela me olhava com aquele olhar de novo, o da gazela que não consegue correr do leão, ao responder:

- Sim… Sim, Senhor.

- O que mais?

- Eu… eu mereço ser castigada, Meu Senhor.

- Muito bom – disse acariciando o rosto dela com um dedo e prosseguindo secamente – NÃO. SE. MEXA.

Sorrindo por um momento, por ter escolhido uma cama com suportes adequados, prendi os pulsos e tornozelos dela na cabeceira e dos pés da cama, separadamente, mas deixando um pouco de folga para ela se mover. Eu iria precisar disso mais adiante.

Subi sobre o corpo dela, a encarando, e disse, meu nariz tocando o dela:

- A partir de agora, o único som que quero escutar de você, até eu terminar, é de seu prazer. Nem comentários, nem risos, nem nada. Se eu ouvir uma vez, encerramos por aqui, e voltará para casa por conta própria. Entendeu?

- Sim, meu Senhor.

Desci devagar, até os pés da cama, meu corpo do lado de fora. Deixei-a por um momento, indo ao frigobar e bebendo um pouco de água, e colocando a garrafa do meu lado da cama. Voltei sem pressa, até os pés da cama. Segurei um dos pés dela, gentilmente, a olhei nos olhos… e lambi o dedão do pé dela, da base até a ponta, o colocando na boca, acompanhado do primeiro suspiro dela. Repeti o mesmo gesto em cada dedo, respeitando os seus tamanhos, mesmo o mindinho foi gentilmente sugado. Me voltei para o calcanhar, pressionando a língua em cada lambida, para assim evitar cócegas. Fiz o mesmo no centro do pé, mas apenas com uma única lambida, de baixo para o alto. Ela tremeu, mas resistiu ao impulso de rir. Pressionei um pouco menos, e me voltei para o restante da sola, lambidas curtas, da esquerda para a direita, molhando bem a boca com minha saliva, para que a língua deslizasse bem…

Passei para a parte de cima, dobrei o pé dela sem forçar, na minha direção, e fui o cobrindo com lambidas mais lentas e longas, dos dedos até o tornozelo, não esquecendo a lateral, um ou outro beijo curto entre elas, sem abusos. Deixei as últimas lambidas para seus delicados tornozelos, onde já via as veias dela, o sangue correndo rápido com o início da sua excitação.

(Ela tinha um toque de hidratante, até nos pés. Mulher cuidadosa com detalhes, sempre me agrada especialmente…)

Passei para o outro pé, mesma sequência, umedecendo bem a língua em cada passada… já via as pernas dela com os poros visíveis dos arrepios.

Coitada. Nem tinha começado ainda…

Voltei minha atenção para a perna dela, me mantendo na esquerda. Mantive uma mão embaixo da coxa dela, e outra na perna, a flexionando ligeiramente. Me projetei mais para dentro da cama, molhei minha língua com saliva, e a provei. Lambi as pernas dela, longamente e pressionando, de baixo para cima, na direção de seus joelhos, uma perna após a outra. A lateral das panturrilhas, o centro, as próprias panturrilhas, a virando de lado, nada foi poupado de que ela me desse seu sabor.

(Perfeitamente depilada, apenas pelos pequenos que não me arranham. Perfeito.)

Cheguei ao joelho. Molhei os lábios, e tomei um por um, circulando-o com lambidas leves e muitos beijos molhados. Ela já respirava fundo, me olhando meio ausente. Ao terminar a parte da frente, virei-a de costas para mim (graças a folga nas cordas, as pernas e braços ficavam estreitados, mas era possível). Era uma parte que eu adorava. Fui até a dobra de trás do joelho, e cobri-a com uma única linguada, de uma ponta a outra. Tive que segurar a perna dela para que não se contraísse, na primeira vez. No outro joelho, pela primeira vez, ouvi um gemido, alto e longo, saindo do fundo daquela menina atrevida.

Mantendo uma mão na coxa dela, bebi um gole de água, agora apenas fresca, era o suficiente. No ponto onde minha mão estava, comecei. As lambi menos gentil, com firmeza, mas espalhando bem a língua em cada uma, frente, lado… subindo, subindo… pela frente, cheguei até as virilhas, molhando a boca, e com a ponta da língua, percorrendo sua curva, de fora para dentro, minha respiração perto de seu sexo, a fazendo gemer mais alto…

Depois de fazer o mesmo contorno na direita, eu agora encarava o Portão do Paraíso dela. Eu estava desesperado para a devorar… mas não era a hora. Afastei-lhe as pernas, e lambi toda a parte mais carnuda que envolvia os lábios, desde depois do ânus, subindo com a língua quase lhe tocando, um lado, outro lado… senti ela esticando as mãos, querendo empurrar minha cabeça para dentro dela, mas as cordas não permitiam. Sorrindo, dei uma última mordida no alto da parte mais cheia daquilo que sua calcinha ocultava, chamada apropriadamente de Monte de Vênus, erguendo logo depois minha cabeça, para ver ela ainda se debatendo para que eu a chupasse.

Não, sua desobediente. Apenas na hora em que EU quiser.

Virei-lhe o corpo, lhe agarrando por um momento os quadris, aquela pequena e arredondada bundinha, que me fascinava, naquela menina. Para não sonegar nenhuma parte dela, fui até as coxas uma última vez, e subi cada uma delas na parte traseira, com lambidas curtinhas, mas bem molhadas. Eu sentia ela querer gritar e falar, mas ela se continha. Era uma tortura, mas ela queria sofrer cada parte dela…

Cheguei enfim aos quadris. Com um pequeno beijo em cada lado, recomecei o banho. Da parte de fora, com a língua bem molhada e de leve, passei pela maciez redonda dela, do fundo ao topo, mais para dentro, mais para dentro… perto da divisão, passei ao outro lado, mais para dentro, mais para dentro… por fim, afastei as duas partes e as pernas… e com a ponta da língua molhada, passei de baixo para cima, naquele vale arrepiado e trêmulo… concluí com uma língua molhada se insinuando dentro do ânus dela. Fui premiado com outro gemido profundo, e o tremor do corpo dela…

Mantendo ela deitada, corri as mãos de leve pelas costas dela, apreciando os poros se abrindo com os arrepios. Já com meu corpo quase inteiro na cama, comecei a lamber aquela parte tão boa de apreciar. Começando pelo fim das costas, pressionando a língua quase ao ponto dos dentes a tocarem, lambi-lhe as costas, do lado de fora também para dentro, subindo aos poucos.

(Até o gosto do suor dela, está adocicado, quase nada de sal… delícia…)

Na parte mais alta, eu estava com o corpo quase apoiado nela. Senti uma mão segurando meus cabelos. Deixei apenas ao ponto em que ela começou quase a arrancá-los – concessões tem limites. Voltei para o fundo das costas, e com um único movimento, percorri lhe a coluna, da base do quadril até a nuca, milhares de poros abertos de prazer… ela já respirava curto e desesperador…

A coloquei novamente de frente. Senti que ela com o olhar, me convidava para os seios dela.

Nada disso. Não agora.

Soltei uma das mãos dela, a segurando pelo pulso, e ouvi um silvado dela, quando comecei a sugar dedo por dedo, finos e delicados que eram.  Fiz mais pressão ao lamber a palma, descendo até o pulso, apenas com a ponta da língua a contornando, e olhando para ela, linguando as costas, dos dedos para o pulso. Com a boca um pouco aberta e já umedecida, percorri os braços, canto por canto… devagar e sem pressa, até o cotovelo. Nele, abri bem a boca, e com os lábios molhados, os fechei em torno do cotovelo até sua ponta. A boca continuou, mais aberta, sugando ligeiramente, enquanto os lábios gradualmente chegavam ao seu ombro, tomado pela minha língua com delicadeza.

Ergui o braço dela, e com a língua bem aberta, passei uma vez, longamente pela axila, com mais algumas tremidas do corpo dela me louvando pela lembrança. Afrouxei as mãos em torno do braço dela por um instante… apenas para o agarrar novamente, e o amarrar na cabeceira. Peguei o outro braço, e tomei mais um pouco de água. Ainda estava longe de terminar…

Olhei-a nos olhos por um momento, mas ela estava totalmente ausentada de prazer, apenas um bicho amarrado querendo devorar sua presa. Sorri de satisfação ao descer e me voltar para sua barriga. Alternei beijos molhados e lambidas em círculos para dentro, terminando o local com uma funda penetração da minha língua úmida no seu umbigo. Alguns gemidos desesperados e seguidos saíram dela, enquanto girei a língua, ainda no umbigo, saindo lentamente, até se despedir do lugar com um toque suave da minha língua.

(Umbigo perfeitamente limpo. O banho dessa menina deve durar horas…)

Encarei enfim, os seios dela, a ponta dos mamilos rígida, e com poros abertos. Molhei a boca, olhando-a nos olhos, e pousei os lábios de leve na ponta de um dos seios dela… e comecei a suga-lo para dentro da minha boca, graduando a força, até tê-lo quase engolido inteiro… o soltei de uma só vez, agora ainda mais vermelho de tesão que já estava, levantei-o, e passando a língua de lado, passei pela curva de baixo do seio, de dentro para fora. Outros tremores me premiaram, com gemidos que apenas não diminuíam de intensidade, agora já incessantes. A agarrei por um momento, antes de passar ao outro seio, com um engolir e lamber que a deliciaram novamente.

Segurei-lhe a cabeça, a encarando, as mãos novamente tentando me pegar, mas agora o nó estava mais justo. Meu corpo pesando sobre o dela não lhe deixava quase se mover, meu membro rijo e dolorido, de tanto tempo ereto, quase lhe tocando o sexo. Comecei abrindo a boca e fazendo meus lábios molhados se fecharem em torno do queixo delicado dela. Ergui a cabeça dela, puxando pelos cabelos, e lhe lambendo o pescoço, apenas a ponta da língua desenhando pequenos fios na sua passagem de volta, para onde tudo começou.

Fechei os lábios molhados, e com um ligeiro bico, lhe beijei ritmada e levemente o rosto. O entorno dos lábios, as maçãs do rosto, o contorno dos olhos. No nariz, abri a boca, e o suguei de leve, da base para fora, até a ponta dele sair da minha boca. Fiz o mesmo mais devagar, ao lhe trabalhar a testa, mais vermelha que branca, depois de minutos incontáveis excitada…

Virei-lhe o pescoço. Com minha língua descansada, passei para a orelha. Apenas uma ponta da língua seria necessária para percorrer cada fresta e canto, acompanhando os contornos… coloquei-a ligeiramente na boca para cobrir de saliva a parte superior, inseri essa mesma ponta umedecida dentro de seu ouvido, seguida de gemido alto e despudorado, e com um momento, corri a língua pela parte de trás da orelha. Virei-lhe o pescoço novamente, sem gentileza, para depois retomar a delicadeza na outra orelha…

A encarei uma última vez, lhe soltando apressadamente as mãos, e lhe falando:

- Queria que eu te chupasse, não é? Vai ser AGORA!

Procurei o espaço entre as pernas dela, antes que pudesse reagir. Estava encharcada, ao ponto da coberta estar levemente molhada. Envolvi a vagina, lábios, tudo com a boca, para beber o Licor dela, abundante, secando-lhe bem, jogando a cabeça de leve, para um lado e para o outro, o sexo dela inteiro pulsante… depois que sequei tudo, passei a língua de leve, desde perto do ânus até seu clitóris, ela já gritava de tesão, enquanto com a ponta da língua, vibrei aquela pequena ponta dela como se tocasse um sino que acelerasse devagar…

Antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa, ela agarrou meus cabelos, jogando a pelve contra a minha cabeça, no mesmo ritmo das linguadas, umas poucas vezes… até se tremer inteira, me pressionando como se quisesse que minha cabeça inteira entrasse nela. Depois de uns instantes, veio o grito de gozo, alto e despudorado, que mal ouvi, o Licor dela corria abundante, eu só queria o beber, até que nada mais restasse…

Eu estava sentado ao lado dela, fumando novamente depois de uns instantes, ela de costas, totalmente exaurida. Tentei correr as mãos pelas costas dela, mas ela se retraiu com pequenos gemidos. Depois de uns momentos, ela enfim falou…

- Meu… Senhor… isso foi… um castigo… ou um… presente?

- Um castigo, Raquel. O presente, será o que você me dará assim que estiver recuperada. Meu membro ficou dolorido de tanto tempo, me segurando para não lhe tomar… ele precisa de uma cura… que só sua boca poderá me dar…

Notas:

(1) Vocês podem ver como eu a conheci lendo: Primícias do Prazer – Parte Um ( http://www.meusfetiches.com/primicias-prazer-parte-um/22/09/2014/ ) e Primícias do Prazer – Final (  http://www.meusfetiches.com/primicias-prazer-final/30/09/2014/ ).

4567

Sou uma mulher atraente, cabelo ondulado, longo, na altura da cintura, corpo bonito naturalmente, sem precisar de esforço na academia. Tenho rostinho de princesa e um olhar que contradiz toda essa ingenuidade…

Comecei a namorar aos 16 anos e depois de dois anos me casei. Tive outros namoradinhos, mas nunca conheci outro homem. Eu e meu marido sempre mandamos muito bem na cama, até que depois de mais dois anos resolvi dar um tempo por outro motivo.

Foi então que tive a minha primeira experiência com outro homem… Meu chefe! Ele esteve perto durante exatamente um ano, diz ele que não, mas sempre me olhou com vontade de me comer ali mesmo e eu ficava constrangida com isso. Chegou até a puxar assunto na internet logo quando me conheceu, mas logo descartei qualquer possibilidade, afirmando que eu era casada.

Até que durante a minha fase de solteira, iniciamos uma conversa no Facebook e informei que estava só. Meu chefinho logo se animou! Passamos a trocar mensagens deliciosas durante o dia, fotos e assuntos com tanta intimidade… Até que saímos a primeira vez.

Confesso que mil coisas passaram na minha cabeça antes de ceder por completo, embora seja normal, mas eu não queria que fosse apenas mais um, mas a vontade foi tanta que acabei cedendo, amei e aquilo não saía da minha cabeça!

Com o passar do tempo fui me descobrindo cada vez mais apaixonada, nos falávamos todos os dias e algumas vezes até mesmo um boquete gostoso no horário do almoço, pertinho do escritório mesmo, algumas vezes na sua própria sala.

Nossos encontros passaram a ser constante, cada dia eu estava mais viciada, queria sexo sempre que podia! Foi tudo rápido e intenso, durou cerca de quatro meses, depois passei um tempo sem ir trabalhar e também resolvi dar mais uma chance ao casamento.

Esquecer-se de tudo enquanto está distante é um pouco mais fácil, até que voltei a trabalhar uns dias perto do perigo!

“Não faz isso comigo, por favor! Eu sou casada, nunca traí meu marido, por favor, pare!”

Falei ao ver aquela cena, a porta trancada, meu chefinho encostado na parede da sua sala, camisa aberta, calça abaixada, usando uma corrente que o deixara ainda mais sexy em meio aquele cara de quem suplicava por um sexo oral bem gostoso, fazendo movimentos de vai e vem com seu membro duro de tanto tesão.

Confesso que queria, mas não podia fazer isso. Era uma guerra na minha cabeça!

Poucos dias se passaram até que num final de tarde ele veio se despedir como de costume e falei:

Vai fazer o que hoje?

Nada, vou pra casa, respondeu.

Vamos fazer nada juntos?

Ele ficou surpreso, afinal foram seis meses sem nos tocar, enfim eu estava ali sedenta, me oferecendo e disposta a me deliciar no seu prazer. Era uma vez uma boa moça…  Claro que ele topou!

Começamos os amassos ali mesmo, na sua sala, dando um tempo do meu marido sair da porta do escritório, pois estava me esperando, mas liguei e inventei uma desculpa que tinha saído mais cedo. Dei ali mesmo, segurando na sacada da sua sala, ele não resistiu e logo gozou em minha boca!

Chegamos ao motel completamente enlouquecidos de tesão. Que saudade do meu homem!

Suas mãos deslizavam sobre meu corpo, nos beijamos apaixonadamente. Sentia tantas coisas numa fração de segundo. Não sei ao certo o que mais me enlouquecia, seu perfume, sua barba macia ou sua respiração pesada de tesão sussurrando no meu ouvido: quanto tempo perdemos…

Fiquei ali nua e encharcada de tanta excitação, totalmente disponível a seus olhos, que me olhavam como se eu fosse alguma obra de arte rara. Não sei se era isso de fato que passava em sua mente, mas é assim que me sinto sob suas mãos e olhar.

Ele não perdeu tempo, veio em minha direção e me chupou de tal maneira que parecia querer me sugar… Quanto desejo percebi pelas suas reações!

Já não aguentava mais! Queria ele todo duro todo dentro de mim. E me chupava ainda mais gostoso e intenso, até que finalmente penetrou com toda força me deixando alucinada…

Que delícia sentir seu sexo gostoso mais uma vez dentro de mim.

Em seguida segurou minhas pernas de lado e enfiou ainda mais forte, sussurrando que sou sua morena gostosa.

Trocamos de posição várias vezes. Fui por cima dele, beijando sua boca, segurando com carinho suas mãos até que ele gozou dentro de mim. Isso me deixou ainda mais excitada, pois antes eu engolia tudo, até a última gota de prazer.

Voltou a me chupar, dessa vez eu já estava à flor da pele! Enfiava o dedo com toda força na minha intimidade, sem nenhum cuidado de me machucar, alternava entre a parte de trás também…

Até que não aguentei com tanto estímulo e gozei!

Fiquei quente, respirava fundo buscando o controle que ainda tinha… Senti tudo latejando, o coração disparado, me desliguei do mundo por uns dois minutos, quando dei por mim ele estava ali, me beijando a testa. E completamente duro novamente, insaciável, louco pra me usar mais uma vez.

Éramos somente um homem e uma mulher entregues a um desejo louco… Não apenas um chefe e uma funcionária.

Nossos encontros voltaram a ser rotina…
Autoria: Anônima (M.)
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias

4156

Claro que tive que expor essa minha fantasia a ele, afinal moramos juntos e sem ele saber totalmente de nada não teria como fazer a brincadeira.

Conversamos e disse que queria ser a prostituta dele por uma noite. Que ele iria me ligar e marcar um encontro como se tudo fosse verdade. Ele topou, mas o assunto morreu.

Um belo dia eu pedi para ficar um tempo longe de casa, para que eu pudesse preparar a situação sem que ele percebesse para não perder a graça.

Nesse tempo que ele passou longe de casa, chamei um taxi e fui ao shopping.
Comprei um short jeans bem justo e super curto e para combinar um corselete, para deixar meus seios bem avantajados e apertar minha cintura o máximo possível e na cor vermelha.
Uma calcinha bem provocante, também na cor vermelha e com uma abertura na parte da frente da calcinha.
Nos pés coloquei uma sandália tipo “Gladiadora” preta com as tiras largas e até os joelhos, um salto estonteante alto e fino.

Depois de tudo comprado, peguei um taxi novamente e fui para casa.
No caminho mandei um sms pra ele escrito:

“Não volte pra casa”.
Ligue para meu celular as 22:00 hs.
Isadora.
“Serei sua prostituta por uma noite”

Claro que ele lembrou. Respondeu o sms:
“Entendido… as 22:00 irei te ligar.”

Cheguei a casa, ainda tinha tempo de sobra para me arrumar.
Tomei um banho caprichado, me depilei nos mínimos detalhes e comecei a produção.
Lambuzei-me de hidratante, me perfumei.
Coloquei a calcinha, o corselete, o shortinho e as sandálias.
Estava linda! Uma bela puta!
Finalizei com uma maquiagem forte, destacando os olhos em preto esfumaçados.
Na boca um batom vermelho ofuscante aos olhos! Eu tenho cabelos compridos, então os deixei soltos, para o lado.

Olhei-me no espelho e não me reconheci.
Parecia mesmo a Isadora, uma personagem que imaginei na minha cabeça…
Tudo de puta! Desde a roupa até o perfume, mas o melhor ainda estava por vir.

Faltavam uns 20 minutos para 22:00.
Chamei um táxi e fui para uma estrada que nós conhecíamos bem. Pedi para o taxista me esperar um pouco que pagaria a mais. Lógico que ele topou.

22:00 hs meu telefone tocou. Era a hora de encarnar de vez a personagem “Isadora”.

Atendi com uma voz sexy.
- Alô…

Ele disse: – Isadora?

Eu: – Isso amor… (sempre com uma voz sexy e sedutora)

Ele: – Ví seu número num site de acompanhantes na internet.
Você faz tudo? Quanto custa o cachê?

Eu: Hum… anal eu preciso ver o tamanho primeiro e paga por fora.
Meu cachê é R$ 300,00 a hora.

Ele: Você tem privê Isadora?

Eu: -Não … meu atendimento é em motéis, hotéis e residências.

Ele: Você tem horário agora?

Eu: Tenho sim. Motel Panda. Pode ser? Daqui a meia hora?

Ele: Ótimo.

Pedi ao taxista que me levasse até o motel combinado, não era longe dali.
Cheguei primeiro, paguei o taxi e fui para o quarto e fiquei esperando ele chegar.
Aproveitei para retocar a maquiagem e passar mais perfume.
Mandei um sms, com o número do quarto para que ele me encontrasse.

Enfim ele chegou e tocou a campainha.

Dei uma olhada rápida no espelho, chequei tudo e abri a porta.

Disse: Olá, qual o seu nome?

Ele disse: Alexandre, muito prazer. Nossa! Como você é linda, Isa.

Adorei o elogio e o jeito que me chamou… Isa. Pra quebrar o gelo.
Em nenhum momento ali eu fui outra pessoa.
Eu encarei totalmente a Isa.

Alexandre vestia uma calça jeans rasgada e uma camisa branca gola “V” e tênis.

Nos cumprimentamos com dois beijinhos no rosto. Entramos e eu perguntei:

Eu: Do que você gosta?

Ele: Me chupa, você sabe?

Eu: Claro, minha especialidade.

Ele sentou-se na poltrona, acomodando-se confortavelmente e tirando os tênis.

Abri seu zíper e coloquei seu membro pra fora.
Já estava duro como uma pedra…
Caí de boca! Que gostoso, grosso e rosa ele era.
Cheiroso demais… fiquei louca.
Chupei gostoso com vontade, como uma puta mesmo.
Fazia movimentos enlouquecedores com a boca.
Alexandre gemia de prazer. Seu corpo suava dentro da camisa branca.

Ele enlouquecia. Chupei ele durante uma meia hora e me lambuzei sem a mínima pressa de acabar.

Ele tomou o comando e me virou de costas. Colocou meus cabelos para o lado e desamarrou meu corselete. Eu desabotoei o shortinho e fiquei só de calcinha, uma calcinha safada, aberta na frente e bem pequena atrás. Estava praticamente nua.

Virei de frente. Ele puxou meus cabelos pela nuca e me beijou.
Um beijo maravilhoso, quente, fogoso, forte.
Desceu beijando meu pescoço e me arrepiando a espinha.
Se deliciou nos meus seios, com fome do meu corpo!

Eu gemia muito! Estava com prazer claro, era meu homem ali. Mas entonava mais e mais os gemidos, para não esquecer que ali era a Isa.

Ele lambeu meu corpo inteiro, até chegar no meu sexo. Estava toda melada, ardendo de tesão. Estava louca para sentir aquele p… grosso lá dentro.

Chupou gostoso. Não aguentei gozei em sua boca.

Alexandre estava louco de tesão. Urrava de prazer.

Colocou-me na poltrona de 4 e me penetrou! Gemi alto quando ele entrou…

Alexandre me xingava! Me chamava de vadia, de puta particular. Estava completamente a beira da loucura do prazer…

Ele não conseguiu aguentar por muito tempo, me puxou com força e colocou ele na minha boca. Gozou abundante! Urrou loucamente. Seu corpo pingava suor.

Bebi todo seu leitinho quente e gostoso. Gozou enquanto segurava em meus cabelos longos.

No final, cobrei meu cachê, e ele me deu os combinados R$ 300.00 .

E de vez em quando ele ainda solicita meus serviços…

Mais contos como esse no nosso Livro Proibido do Sexo para Casais!
>> http://tinyurl.com/kfl2xtl <<

Muitas histórias ardentes para aquecer sua relação! Baixe o seu Agora!

>> http://tinyurl.com/kfl2xtl <<

3517

Não sou muito a favor de conhecer pessoas pela internet, mas o acaso veio para mudar minhas ideias.

Certo dia veio um pedido para adicionar um rapaz. Ele era amigo de alguns amigos em comum. Então por isso resolvi aceitar. Mal sabia eu que isso mudaria muitos dos meus conceitos.

Começamos a conversar mensagens curtas, coisas corriqueiras.

Certo dia, sem querer mandei uma figurinha animada de um beijo. Pronto! Isso mudou tudo. Apesar de ter pedido desculpas mil vezes foi a oportunidade que ele encontrou de mudar o rumo da conversa e se mostrar realmente a que veio.

Passou a me mandar mensagens safadas e isso foi despertando em mim um desejo cada vez maior por ele.

Esta história foi se tornando diária, quase que um vício. Tornei-me dependente de toda esta loucura e cada vez ficava mais atraída por ele. Era um homem que sabia o que dizer para me deixar louca de tesão.

Até que um dia nossa vontade falou mais alto e ele marcou um encontro. Foi até minha casa, mal acreditei quando ele chegou ao portão.

Quando nos vimos não foi necessário palavra alguma. A atração era visível entre nós. E tudo nele era bom. Beijou-me com vontade enquanto suas mãos iam explorando cada parte do meu corpo.

Então subimos e fomos direto para o quarto deixando nossas roupas espalhadas pelo chão. Estava ansiosa para sentir ele todo dentro de mim. Queria provar, sentir seu cheiro, seu gosto… Ele estava muito excitado, o que me deixou mais louca ainda.

Chupei seu sexo com uma vontade de quem devora algo. Desejava aquele homem como ninguém. Ele me jogou na cama, abriu as minhas pernas com a certeza do que queria. Estava completamente molhada.

Quando senti sua língua quente se deliciando como quem chupa uma fruta suculenta, não demorei muito pra gozar. Aaah… Como gozei!

Não conseguia mais me conter de tanto desejo. Pedi, chamei, implorei para que ele me penetrasse logo… Difícil me conter!

Ele obedeceu, meteu com força e me deixou cada vez mais excitada. Foi alucinante!  Em diferentes posições, de todas as formas, ele me fez gozar várias vezes seguidas. Isso me fez querer muito mais. Ah que homem! Naquela noite gozei várias vezes, nem sei quantas! Nunca tinha tido um homem com tanto desejo sexual.

O dia amanheceu e ele se foi… Mas deixou em mim a marca de uma noite extremamente prazerosa.

E desde então repetimos isso uma vez por mês. Eu sempre o espero com o mesmo desejo, sabendo que ele sempre vai me satisfazer plenamente.

Estou aguardando a próxima visita, afinal, meu tesão por ele aumenta cada vez mais.

Autoria: Helaine R.
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias

2275

Levantei o queixo dela para que ela me olhasse diretamente, e lhe disse:

 

- Você só precisa ter medo de fazer o que se arrependa. Teve medo isso até agora?

 

- N-não…

 

- Nem eu – completei indo até o rosto dela, e roubando um beijo, lento e leve, dos lábios vermelhos dela. A olhei. Ela sorriu, e pediu por mais. Nos beijamos sem pressa naquela sacada, deixei que ela se entregasse devagar ao momento, os braços me puxando para mais perto, a língua começando a se insinuar. Ela se afastou com os olhos brilhantes, e mordendo um lábio.

 

- E eu concordo com você que não precisamos mais ficar aqui, Morena. Podemos voltar para onde estávamos?

 

- Não. Eu tenho uma ideia melhor, muito melhor, Lu… chegue mais perto…

 

Ela sussurrou em meu ouvido aquilo que ela queria, seu desejo definitivo de entrega, e as noites seguintes de desejo que sempre sonhou, dadas diretamente a mim. O que realmente queria, com alguns detalhes que eu amei ouvir. Meu coração acelerou no mesmo ritmo em que fiquei rijo. Decididamente, não tinha perdido meu tempo com ela…

 

Ao se afastar, ela me olhou como uma menina que descreve uma enorme e gostosa traquinagem… mas isso se apagou logo depois, e ela me disse:

 

- A não ser que… você ache que eu…

 

A beijei novamente, antes que ela recuasse ainda mais, dessa vez com mais volúpia, plenamente correspondida por ela. E sentenciei:

 

- Acho que você precisa. Acho que você merece. Acho que nós dois devemos. E acho que ninguém mais aqui tem que esperar…

 

Pedi a conta, e saímos, com ela relaxada e risonha ao meu lado. Não iria esperar nem mais um segundo…

 

:::

 

Escolhi um quarto com a vista mais panorâmica que consegui. Já estava há alguns minutos aguardando, sentado na cama, uma ou duas coisas já separadas, meu banho já tomado, me divertindo vendo ela tentar me olhar nu sem que eu notasse. Enfim, ela sai do banheiro, ainda vestida.

 

Ela não me diz nada, só me olhando com aqueles olhos de uma gazela que quer fugir, mas não consegue parar de andar na direção do leão. Ela toma os botões de sua camisa, e vai os abrindo um por um, revelando devagar a pele branca que tinha me chamado a atenção desde o primeiro momento. Quando a camisa está quase aberta, ela me dá as costas, e se aproxima, me convidando a lhe tirar a peça de roupa dela. Eu a deslizo pelos braços e costas, até deixar o seu corpo, e a ponho de frente.

 

Seu sutiã é praticamente transparente, revelando os seios pequenos e formados que ela tem. Eu apenas apoio as mãos em suas costas, enquanto deslizo meu nariz, do vão entre seus seios, até seu umbigo, o saudando com um beijo. Ela segura a minha cabeça ao longo do movimento, com um gemido longo mas baixinho.

 

Ela se afasta de mim novamente, me dando as costas, enquanto solta os botões da saia, sorrindo e olhando para mim com aquele brilho do beijo, adorando ser exibida sem pudor ou receio de recriminação. Me recostei um instante na cama para admirar a performance, enquanto ela se abaixava ligeiramente para tirar a saia, enfim. Ela deu lugar a uma calcinha um pouco mais opaca que o sutiã, mas ainda sim revelando quadris estreitos mas já arredondados. Caminhando em minha direção novamente, vi um sexo pequeno e quase sem pelos, e estava certo que ela já conseguia ver o tamanho da minha excitação com o momento.

 

Ela chegou até mim, e colocou um dos pés sobre a cama, silenciosamente me pedindo para lhe tirar os sapatos. Desafivelei o calçado, deixando-o ao lado da cama, e deslizei minhas mãos pela coxa fina mas desenhada dela, retirando-lhe a meia. Uma trilha de poros arrepiados seguiu meu gesto, tanto numa perna, quanto na outra.

 

Não antes de pegar uma das coisas que deixei entre os travesseiros, me levantei e a beijei novamente, um beijo profundo e lento. Ela gemia ao longo, enquanto suas unhas se prendiam nas minhas costas, felina e ardorosamente. Não esperei mais, desci uma das mãos, e a peguei pelos pulsos finos, levantando os braços, e os amarrando com a faixa de um roupão que tinha separado enquanto ela estava no banheiro. Ela arfava de excitação enquanto eu a deitei na cama, tomando uma das pontas que restou da faixa, para lhe vendar os olhos, e a outra, para prendê-la na cabeceira.

 

Tomei então o frasco de óleo aromático que estava me aguardando, e o deixei por perto, não iria precisar dele, não agora. Aproximei minha boca da dela, roçando os lábios de quando em vez, a boca dela me procurando com avidez, enquanto meus dedos corriam pelo lado do corpo pálido dela, faziam uma curva na sua barriga ovalada, e subiam em direção aos seios, os bicos rígidos quanto eu mesmo já estava. Passei as mãos para as costas dela, lhe soltando o sutiã e o deixando junto a um dos braços amarrados dela.

 

As mãos correram da barriga até o busto, as mãos espalmadas se reduzindo a ponta dos meus dedos. Os gemidos dela eram trêmulos e altos. Tomei um dos seios em minha boca, e lentamente o suguei, da base para o centro, ele quase cabendo inteiro dentro dela. Repeti o gesto sem pressa, alternando em um e outro, com minha língua eventualmente brincando com os mamilos. Eu já sentia o cheiro do licor íntimo dela a essa altura, e todo o meu ser gritava para tomá-la naquele momento, selvagem e desesperado. Mas não.

 

Ainda não. Mas ela não precisava saber.

 

Corri as mãos para as laterais da calcinha dela, e a tirei com um só movimento. Ela gritou e arfou, esperando o movimento seguinte, os olhos vendados, mas o corpo urgente de sensação. Eu simplesmente tomei a calcinha e a corri, apenas uma ponta dela, ao longo de suas pernas, subindo até seu sexo por um momento, e fazendo círculos em sua barriga. A joguei longe, e passei a beijá-la ao longo do mesmo caminho, mas me desviando por uma virilha de lhe beijar os outros lábios, correndo acima até lhe beijar a boca, nossos sexos se tocando, enquanto ela lutava para soltar os braços. Girei seu corpo, a colocando de costas, um outro grito de susto se seguindo ao gesto.

 

Deitei meu corpo sobre o dela, lhe mordiscando a nuca, descendo em beijos ao longo de suas costas. Alcancei seus quadris, e afundei meu nariz entre suas pernas, mergulhando no odor do licor íntimo dela. Ela gemeu alto, e enquanto subia de volta, lhe mordi uma das nádegas, e me deliciei com, mesmo que não tenha mordido muito forte, ela ter gritado com mais um susto, e meus dentes ficarem claramente marcados em sua pele.

 

Eu a virei de frente para mim novamente, e a abracei, nossas bocas quase se tocando. Apontei meu membro para baixo, e passei a esfregá-lo contra os lábios abaixo dela, já encharcados, as pernas dela tentando me envolver, eu beijando-lhe o pescoço, sentindo meu coração e o dela batendo loucamente.

 

Uma das minhas mãos lhe soltou as amarras, a venda, a prisão voluntariamente escolhida. O olhar dela ardia de tesão. Os olhos dela se fecharam, e os lábios travaram em uma doce dor… quando eu afastei a pelve o suficiente para me apontar para dentro dela, e entrar ligeiramente na apertada vagina dela.

 

Como ela era quente. Como ela era justa. Como era bom…

 

Ela se agarrava em mim como se eu fosse a última rocha que a afastava do Abismo, enquanto eu apenas pressionava de leve contra ela, rápido mas sem profundidade. Afastei minha cabeça para vê-la, o rosto num misto estranho de dor, prazer, e perdição. Eu senti o cheiro de sangue, e ele só aumentou minha loucura. A beijei pela centésima vez, enquanto saí de dentro dela… e entrei novamente, agora quase por inteiro. Suas unhas se cravaram no meu peito, enquanto ela gemeu um grito fino de dor.

 

Afastei o corpo para que apenas nossos sexos se tocassem e se misturassem, e passei a estocar, fundo e lentamente. Eu queria que ela visse, e ela me viu tomando seu presente, recebendo minha intrusão com gemidos e risos entrelaçados. Respirava fundo, buscando em mim o resto de controle que ainda tinha, já me sentindo pulsar, querendo enchê-la com meu gozo.

 

Mas não. Ainda não.

 

Saí de dentro dela, mais uma vez… e enfim, entrei inteiro dentro dela. Ela já não gemeu de dor, mas sim de puro prazer. Fui fundo agora, colidindo com sua pelve fina com ritmo e força, ela gemendo na mesma sincronia. Já não tinha mais muito controle sobre mim, ela já mais vermelha que branca, as maçãs do rosto, as coxas, os seios, já ruborizados de tesão, tudo indicando que ela estava explodindo com todo o gozo que até hoje ela sonhou em ter, e agora estava acontecendo diante de seus olhos.

 

Travei o corpo dela mais forte, e passei a estocá-la como um animal, o som de nossos corpos se chocando enchendo o quarto. Não conseguia ouvi-la direito, só ocasionais gritinhos de dor, pedidos que eu não parasse, e as unhas dela me rasgando em alguns lugares, a minha dor se tornando o alimento do prazer dos dois.

 

O calor do íntimo dela me enlouquecia. Eu queria que aquele momento não acabasse nunca. Sentia-me crescer dentro dela, alargando ainda mais seu sexo estreito. O gozo era inevitável.

 

Trememos juntos num terremoto de gozo, eu a enchendo de mim, e ela mordendo um dedo, tentando segurar um grito, mas se rendendo depois, e gritando alto seu prazer e contentamento. Arfávamos juntos, exaustos. Levei uma das mãos ao rosto dela, acariciando de leve, enquanto ela espalhava beijinhos pelo meu rosto e nariz, recebendo dela um olhar cândido como de um anjo, uma lágrima em um dos olhos, como única testemunha da menina que ela deixou para sempre para trás… mas do qual não sentiria falta.

 

:::

 

Raquel estava de costas para mim, recebendo com suspiros uma boa massagem nas costas, cortesia do óleo que tinha deixado por perto. Ela caiu numa lassidão gostosa depois do amor, que achei por bem valorizar e aproveitar sem pressa. Queria que ela saboreasse cada segundo, no ritmo dela – eu tinha total noção que meu gesto seria regiamente recompensado no futuro. E num futuro próximo.

 

Apenas uma mancha vermelha, que eu afastei de nós, era testemunho que uma menina, naquela cama, se fez mulher…

 

- Lu… foi lindo. Foi mágico. Foi tudo o que eu achei que seria, e muito mais – disse uma ainda suspirante Raquel, minhas mãos agora amaciando seus pequenos quadris.

 

- Disponha sempre, amor.

 

- Convencido! – disse ela se virando para mim, e me socando o peito, seguindo de um beijo despudorado.

 

“Deita aí, que eu ainda não acabei” eu disse a virando de novo de costas, para terminar a massagem. Ela forçou o corpo para sair, bati-lhe nas nádegas, ouvindo um “ai!” risonho, retribuído com um “eu falei para deitar aí”. Ela sossegou, e cuidei do corpo nu e lânguido dela, num silêncio apenas cortado pelo ronronar dela. Ao terminar, falei:

 

- Você ainda me deve terminar a explicação da série de livros, Branca. Pode não ser hoje, mas você vai fazer. Espero que você não desapareça sem cumprir com sua palavra.

 

- Assim como você, Seu Luciano… – disse ela virando novamente de frente, e me colocando deitado – …não me desapareça sem me atender a tu-di-nho que eu te falei no ouvido…

 

- Pelo visto, ainda teremos muitas tardes…

 

- Não todas as que eu queria ter, Lu… – me disse ela com um pouco de tristeza no olhar – …mas ainda tenho tempo hoje para fazer mais uma coisinha…

 

Ela se sentou sobre mim, esfregando seu sexo contra o meu, falando já com fogo nos olhos:

 

- Você sabe o jeito que eu ainda quero fazer. E vamos fazer agora…

4247

Hoje eu só que você me puxe pela cintura com mãos firmes. Aperte-me contra seu peito sem deixar espaço para fuga e me beije intensamente de uma forma que não só minha boca fique molhada.

Me leve pra sua casa, para seu mundo! Joga-me aos risos na cama, tira minha calça enquanto eu estou ainda me ajeitando no centro da cama, me faça rir mais sem perder o tesão. Não tire seus olhos dos meus, jogue para longe seu All Star azul.

Vai, coloque a música que me dá tesão… Não seja meigo, porra! Seja Homem nesta hora, me dê carinho, me deixe morrendo de tesão! Desejo que uma de suas mãos passe lentamente sobre minha coxa enquanto a outra mão puxa meu cabelo e que sua boca esteja devorando a minha boca atrás de prazer.

Por favor! Eu sempre acabo implorando para parar de me provocar e me comer, mas você parece que adora me torturar. NÃO me chupe como se fosse um cachorro bebendo água! Vem com fúria pra cima do que te pertence, talvez só naquele momento, mas venha! Venha lamber! Quero sua língua brincando na minha virilha e que seus dedos fiquem molhados enquanto penetram em mim. Passa língua, bem devagarzinho e não se esquece de morder também.

Aperte minha coxa, minha bunda e também meus peitos, me puxa no seu colo e me beija me deixando sentir meu gosto ainda na sua língua, enquanto rebolo procurando o encaixe perfeito.

Não para se eu gritar, nem se eu fechar meus olhos. Continua assim e se quiser aumentar ritmo eu agradeço. Para, me provoca, me lambe de volta, me deixa arrancar fios de seus cabelos e desenhar com minhas unhas na sua costa…

Não pede nada! Faça o que quiser. Puxa-me pra fora da cama, põe meu rosto contra parede, morde meu ombro, beija minha nuca e invade o buraco que quiser. Se eu gritar, não pare!

Não se esqueça de me olhar nos olhos. Pode desviar o olhar, fechar os olhos, mas volte a olhar pra dentro da minha alma enquanto me come.

Faça-me gozar em você, pra você! E quando sair da porta a fora quero que leiam em meu sorriso “DEI GOSTOSO”!

Que entre nós dois exista mais do que gozo. Que entre nós exista uma pegação diferente, onde ninguém é de ninguém, mas neste momento um seja exclusivamente do outro… Nem que seja somente naquele momento.

154309_250305821819024_1466953167_n

Autoria: Luciana Picussa
Fonte: http://hojenaoamanhatlvz.blogspot.com.br/2014/09/vem-ca-vem.html
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias



2283

Eu vivo dizendo a você, leitor, a vida é feita de oportunidades. E por vezes, você pode ganhar um presente único, simplesmente sendo… você.

 

A corretora não estava em uma boa fase. Felizmente, sou homem prevenido, e tenho sempre reservas que permitem que operemos sem dificuldades nesses momentos. E me dou o direito de dar alguns dias livres para todos, lá, para que aproveitem como quiserem. Alguns relaxam, outros exploram outras possibilidades para nos conseguirem um bom imóvel para trabalharmos.

 

Eu decidi tirar meu dia, conforme a primeira opção.

 

Conhecia uma boa livraria na área nobre da cidade, era um de meus refúgios, para quando eu queria pensar, ou nos poucos momentos em que eu e minha esposa estávamos em mau entendimento. Ampla, uma boa cafeteria, uma área para fumantes confortável, e bons títulos. Estacionei lá perto, determinado a ali passar meu dia.

 

Cumprimentei a atendente, funcionária lá a anos, e perguntei como de costume pelas novidades de Literatura Estrangeira. Me sugeriram novamente uma série de Fantasia que estava na moda. Não costumo dar muitas chances para modismos, mas estava disposto a correr o risco. Comprei os três primeiros títulos da série, pedi um café, e fui circular um pouco antes de me sentar.

 

Notei que me descreveram para alguém quando subi para o segundo andar, mas não dei muita importância. Não pelo menos até uma voz macia e juvenil me inquirir:

 

- Desculpe, Senhor, mas você tem uma coisa que me pertence.

 

Me virei para ver quem me interrogava. Era uma jovem, trajada como se fosse uma colegial europeia, branca como se nunca tivesse visto o Sol, cabelos negros como a Noite. Os olhos grandes forçavam se firmar em mim, como se tentasse superar alguma timidez.

 

- Como assim, menina?

 

- O terceiro livro. Estava reservado para mim. A atendente esqueceu, e lhe vendeu por engano. Ele é meu – disse a menina, as mãos nas cadeiras estreitas tentando estufar seu busto pequeno, embora presente.

 

- Se eu paguei por ele, agora me pertence. Se o quer, no entanto, podemos conversar a respeito. Ou melhor, não podemos – disse dando as costas novamente para ela.

 

- E por que não?

 

- Não faço negócios com quem nem mesmo conheço o nome – disse me voltando para ela e sorrindo.

 

Ela abaixou a cabeça, sorrindo também. Respirou para me falar com seriedade novamente e continuou:

 

- Puxa… me desculpe pela minha falta de modos. Sou Raquel, prazer, Senhor…

 

- …Luciano. O prazer é meu, Raquel – disse lhe estendendo a mão, gesto retribuído com uma mão gelada de dedos delicados.

 

- Eu já estava indo me sentar mesmo. Que tal me acompanhar para que possamos continuar essa conversa mais confortáveis? – disse lhe apontando a mesa que já me estava reservada.

 

- Sim, claro – disse me seguindo. Vi que ela me olhava conforme me acompanhava, me medindo, olhando detalhes. Tão jovem, e já avaliando um homem. Essa juventude, tão precoce…

 

Já sentados, pedi um café para ela, e enquanto nos servíamos, continuei a conversa:

 

- Então, você quer o livro que acabo de comprar.

 

- Sim, é de uma série que comecei a ler agora, e não o acho mais o terceiro volume, em parte alguma. Liguei para reservá-lo ontem, e vim buscá-lo. Eu… estou disposto a lhe reembolsar pela compra, se isso for o problema, Senhor Luciano.

 

- Mas deveria pegar antes o dinheiro com seus pais, Raquel. Espero que uma menina como você, não esteja circulando pela cidade sozinha, ao menos – disse desafiante. Eu simplesmente não conseguia evitar falar nesse tom com uma mulher interessada…

 

- Não sou nenhuma menina, Senhor Luciano. Sou maior de idade faz tempo. E você me ofende, me tratando dessa forma – disse Raquel, cruzando os braços em protesto.

 

- Queira me desculpar, então, Raquel. Embora a culpa da minha avaliação sejam seus traços delicados, com que o Tempo foi gentil até hoje.

 

Sem lhe dar tempo para falar, após se abaixar e sorrir novamente, continuei.

 

- Você tem em seu favor o fato de não gostar muito desta série de livros, e só tê-la comprado para passar uma tarde tediosa, Raquel. Contudo, eu não costumo renegociar aquilo que nem mesmo tive a oportunidade de apreciar. Sendo assim, tenho uma proposta para você.

 

- Sim?

 

- Me parece que você conhece bem a série. Poderia ajudar me acompanhando enquanto leio, para me fazer entender mais rapidamente o enredo, que sempre me disseram que é complexo. Se eu puder passar pelos três livros e entendê-los, não precisarei mais deles, e serão todos seus – de graça.

 

- Mas isso… significa que irei passar o dia inteiro com você! Um total estranho. Um estranho educado, mas um estranho… e também, a história é complexa mesmo, e complicada de contar para um iniciante. Eu… não sei…

 

- O tempo não será um problema para você, afinal, é maior de idade, então, pode dispor dele como quiser. Ou… o problema é a companhia, sou eu?

 

- Não, Senhor Luc -

 

- Por favor, Raquel. Apenas Luciano. Ou “você”.

 

- Bem… Luciano… você não é má companhia… – disse ela ajeitando o cabelo sem me olhar, e continuando:

 

- Você… é gentil e educado, embora seja um homem muito cruel, em não me dar os livros simplesmente. Mas… aceito – disse ela sorrindo com uma boca vermelha e pequena.

 

- Negócio fechado? – disse estendendo a mão novamente.

 

- Fechado! – ela disse apertando a minha mão, agora mais quente e confortável. Algo me diz que a tarde iria ser realmente agradável.

 

:::

 

Até a hora do almoço, o clima tinha mudado quase totalmente. Raquel, agora sentada ao meu lado, me acompanhava lendo alguns trechos, comentando, explicando, e até rindo eventualmente. Trocávamos olhares furtivos de quando em vez. Ela notou quando recolhi as mangas da camisa, se demorando nos pelos do meu braço. Eu vi quando ela ajeitou a gola da camisa, e vi as veias logo abaixo da pele alva dela. Que ela se interessou era certo. Mas tinha que ter algumas certezas…

 

Alertei para ela sobre a hora, e concordamos em fazer um intervalo para almoçarmos. Conhecia um bom restaurante próximo, com uma sacada com vista para o mar. Ao longo do almoço, conversamos.

 

- …e é por isso que eu gosto tanto dela. – completou Raquel, falando animadamente sobre uma Personagem da obra.

 

- Mas não acha que ela é muito… atiradinha, não? É sempre interessante quando uma mulher conhece seus dotes, e sabe usá-los. Mas não acha que ela vai longe demais?

 

- Não acho. Não existe dedicação, esforço, longe demais, enfim, para se ter o que se quer, Lu. – disse Raquel, ajeitando as mãos, e brevemente tocando a minha.

 

- Se você não teme os riscos e pagar os preços, não existe mesmo, Raquel – falei tomando a mão dela na minha. Quente, mas trêmula.

 

Ela retirou a mão dela sob a minha de repente.

 

- Me desculpe, Luciano. Eu… não devia estar falando desses assuntos com você. Onde paramos mesmo na leitura? Deveríamos voltar para a livraria, e continuar de onde paramos – disse ela, incomodada e recuada.

 

Não estava entendendo. Ela estava disposta. Mas duvidava, e não era para se divertir comigo. Será que…

 

- Sim, talvez deveríamos. Mas você terminará seu almoço antes. Não quero que minha protegida volte ao seu trabalho, de estômago vazio.

 

- Me diga, Luciano. Por que pegou para ler, uma coisa que nem gosta tanto?

 

- Porque não tenho medo de me arriscar, Raquel. Do meu trabalho, ao meu estilo de vida, tudo me exige isso. Correr riscos. Saber diminuí-los, se preciso, mas não deixar de tentar. Sempre me falaram que era uma boa série, e quis ler.

 

Peguei meu cálice de água ao continuar:

 

- As pessoas perdem muito na vida por não tomar suas chances, Raquel. E ignoram que o mais importante que pode ser conquistado, muitas vezes, nem é o prêmio que se quer, mas aquilo que se consegue ao longo da tentativa. Meus negócios sempre me renderam bons contatos. Minha ousadia me rendeu sempre mais sorrisos que bofetadas. E… pegar um livro que era de uma bela jovem, me rendeu sua companhia até agora.

 

- Você sabia! – disse Raquel, ameaçando se levantar – Mas como?

 

- Quando ela me mostrou o livro na tela, o sistema me mostrou os dados da reserva, e como você é cliente regular daquela livraria, apareceram seus dados completos. Vi que você costumava reservar seus livros, e os pegar no dia seguinte. Eu queria conhecer aquela menina mulher que vi naquela tela, então, paguei um extra para que a vendedora me desse o livro assim mesmo, garantindo a ela que não perderia seu emprego por isso. A única coisa que me surpreendeu, foi você ter chegado tão cedo – disse tomando minha água, e sorrindo vitorioso.

 

- Você me enganou!

 

- Em nenhum momento. Você concordou em sentar-se à mesa com um estranho, porque quis. Comentou sobre os livros e suas passagens, porque quis. E soube claramente dos termos do meu acordo. A única coisa que não sabia… é que eu quis sua presença desde o início. E te digo, pelo dia bem agradável que estamos tendo, que fiz a escolha certa em ver uma oportunidade e toma-la para mim.

 

- Não sou um brinquedo para ser disposto do jeito que qualquer um deseja, Senhor! E não vou ficar nem mais um segundo aqui! – disse ela, se levantando da cadeira.

 

- Mas isso é o que quer, Raquel? Sua pose e dignidade é que te exigem isso. Mas não é o que quer. Sente-se.

 

Eu a olhei fundo, e completei:

 

- Não vou mandar duas vezes.

 

Ela se sentou, os lábios apertados e vermelhos de uma menina contrariada, mas tinha certeza que agora, certa que não estava lidando com nenhum garoto suplicante. Continuei falando:

 

- Como já te provei, você está aqui porque quer. Porque gostou. Porque está sendo bom.

 

Então, por que se negar a admitir isso, que sua companhia foi desejada, tomada, e que você gostou disso? Porque reagir negando aquilo que é seu desejo? Não é o que quer fazer da sua vida, cheia de planos e sonhos. Não irá realizar nenhum, Raquel, se não se permitir, se não ousar. Que você é uma mulher culta, mas cheia de vida, eu já gostei e aceitei desde o primeiro momento que falei com você. Mas sabe o que me espanta?

 

A olhei ainda mais fundo ao concluir:

 

- Que mesmo essa mulher que eu vi, é uma farsa.

 

- Como assim, Luciano? Está dizendo que estou mentindo para você?

 

- Não, Raquel. Que você está mentindo para si mesma.

 

Sem deixar ela continuar, prossegui:

 

- Eu vi todas as suas descrições, ao longo do dia, suas preferências e questões. Seus modos e classe são dignas de uma dama, mas uma dama não exaltaria tantas paixões e desejos profundos como você. Sua delicadeza esconde tua firmeza. Sua educação esconde tua Fome. Seus bons modos ocultam uma felina, uma mulher cheia de desejo, pela Vida, e pelas suas possibilidades. Você não precisa deixar de viver essas coisas, Raquel. Precisa apenas descobrir como vivê-las de forma que isso não perturbe mais teus dias, dama e fera, de forma que você possa ser tudo o que pode ser. Não negue essa chama, Raquel. Deixe ela queimar. Se permita ser essa mulher, inteira e completa…

 

Continuei pegando nas mãos dela:

 

- …pois ela é você de verdade.

 

- Eu… bem que eu queria… mas… não… sei se é certo…

 

Ela se levanta e vai até a sacada. Eu lhe dou alguns passos de vantagem, e vou até ela. Raquel sabia da minha aproximação, mas continuou olhando o mar. Cheguei de leve, até lhe falar junto ao ouvido:

 

- Não quero te fazer nenhum mal. Não quero o teu mal. Só o teu bem e o teu melhor. Não daria tanto do meu tempo, se não merecesse isso, Branquela…

 

Ela não se virou. Só estendeu uma mão, me convidando a abraçá-la. O cheiro do cabelo dela me intimava a mergulhar dentro das melenas dela, mas me contive. Apenas a deixei se envolver por mim, enquanto ela olhava a paisagem.

 

- Lu, eu já conversei com muitos homens, mas todos ou eram meninos bobos, ou homens tarados babões. Tanto de uns quanto de outros, eu até gostei, mas de homens assim, eu não quero me lembrar para o resto da vida. Você tinha o fogo nos olhos de um tarado, os modos de um cavalheiro, me fez rir como alguns dos bobos. Mas também fez o que nem um deles já fez…

 

Ela se virou para mim para continuar:

 

- Me fez sentir mulher. Inteira, me vendo como eu sou, me aceitando assim, gostando de mim assim. Sem que me faltasse nada, nada. Você viu até mesmo a mulher que ainda não fui… e isso é tão bom… que eu tenho medo… eu quis tanto que fosse assim… com alguém como você…

 

E Raquel me abraçou de novo, suave e aconchegante como antes.

 

Eu não podia acreditar. Agora eu tinha certeza. Virgem, como eu suspeitava. E cheia de expectativas, apesar das conversas dela sobre as Personagens me deixar bem ciente que a imaginação dela era deliciosamente pervertida.

 

No mundo em que vivemos, achei que nunca mais iria conhecer nenhuma. Eu tinha que viver isso. E ela merecia que isso fosse digno de ser lembrado com sorrisos.

(Continua na Parte Final)

4789

Como todo homem, gosto de inventar algumas loucuras de vez em quando. Situações inusitadas sempre me atrairam de uma forma muito louca, talvez seja uma espécie de fetiche. Bom mesmo é quando a gente tem uma parceira que acompanha todas as suas vontades sem ficar questionando o lado certo ou errado. Naquele dia, pude tirar a prova…

Certa vez, eu e minha namorada saimos para dançar. A noite estava quente, a festa estava super animada e realmente nos divertimos bastante! Ela me encarava o tempo todo com aqueles olhos castanhos, fazendo mil e uma promessas naquele sorriso malicioso e aquela cara de anjo. Sabia me provocar como ninguém!

Nos cantinhos escuros da festa trocamos beijos e abraços. Tudo dentro da normalidade, pois o ambiente não era tão liberal assim… Estava morrendo de tesão e já não conseguia esconder minha excitação. Gostava muito de trepar com ela e já estava louco para ir embora.

Convidei-a para sair dali. Não via a hora de voltar para casa para fazer aquele sexo gostoso… Ao sair para a rua, sentimos o ar quente da noite. O bairro era afastado da cidade e esta festa era próxima à praia. Morava perto. Decidimos fazer um passeio pelo calçadão na madrugada. Não havia perigos, pois ali praticamente todos se conheciam e aquela hora estava tudo deserto.

Minha namorada estava com um olhar muito safado para meu lado. Seu sorriso ligeiramente malicioso me prometeu fazer uma travessura… tipo aquelas loucuras adolescentes, de não pensar em medos ou consequências. Soltou da minha mão e passou a caminhar sozinha na minha frente. Rebolava numa cadência silenciosa… Estava com um vestido negro, solto, leve.

Nem olhou para trás! Passou a mão nos quadris e percebi que fazia algum movimento estranho por cima do vestido. Custei a perceber que ela estava desamarrando sua calcinha… Só fui ver quando a peça caiu no chão na medida que ela caminhava.

Fiquei louco com isto! Ela olhou pra mim e levantou rapidamente o vestido. Vislumbrei-a nua! Ela abaixou-se como quem não quer nada e juntou a calcinha do chão. Veio na minha direção e esfregou a pequena peça no meu rosto. Senti o cheiro de sexo naquela lingerie. A noite prometia…

Ao lado do calçadão tinha algumas árvores. Tudo completamente escuro! Nenhuma iluminação para denunciar coisas proibidas. Parece que minha ela leu meu pensamento! Saiu da calçada e dirigiu-se para a escuridão, com a calcinha na mão sacudindo displicentemente.

A esta altura estava com meu membro estourando dentro da calça. Aquela situação de adrenalina atiçou minha imaginação! Nós dois começamos a nos beijar sem se importar com riscos. Os beijos eram quentes e molhados! Minhas mãos imediatamente viajaram por baixo daquele pequeno vestido, tocando sua pele macia e morena.

Senti seu sexo lisinho e molhado de tesão se abrindo entre meus dedos. Seus gemidos baixinhos pedindo para “parar com isto” me deixavam cada vez mais louco! Como ela já estava sem calcinha, o acesso estava muito fácil!

Ela encostou-se numa árvore qualquer, mal conseguia equilibrar o salto alto naquele chão úmido. Abriu aas pernas para mim e pediu-me para chupar tudo o que pudesse. Não precisou dizer duas vezes. Aquele cheiro dela… O seu sabor… Minha lingua provou cada pedacinho com vontade! Ela se agarrou em meus cabelos e pedia mais…

Ao mesmo tempo em que curtíamos esta pequena loucura, também estávamos atentos a um possivel movimento suspeito. Alguns transeuntes cruzavam pela calçada, decertos vindos da mesma festa em que estávamos. A impressão que dava é que eles poderiam nos ver, só que eu sabia que aquela escuridão nos protegia.

Sem aguentar muito, abaixei minha calça, virei-a de costas para mim e a penetrei ansioso. Era muito tesão! Deslizei inteiro dentro dela, arrancando ainda mais gemidos e sussurros. Puxei seus cabelos e disse no seu ouvido o quanto ela era safada… Sabia que ela tinha feito aquele lance da calcinha de propósito! Ela sabia o quanto era louco por estas surpresas!

Completamente nervosa pela situação, ela não conseguia gozar, mas estava gostando muito. De minha parte, não demorei muito. Aquele vai-e-vem pra lá de gostoso e proibido estava acabando comigo! Em pouco tempo, explodi num orgasmo intenso! Meu corpo tremia junto com o dela.

Ainda colados, dei um abraço nela e desejei que aquele momento se prolongasse um pouco mais. Só ouvi ela dizendo um “depressa, vamos sair daqui” e saiu andando por entre as árvores, disfarçadamente como se estivesse passeando. Eu me arrumei e sai por outro rumo.

Nos encontramos em pontos diferentes do calçadão. Que poderia dizer dela naquela hora? Simplesmente radiante! Sorriso perfeito nos lábios, olhos brilhando… Típico de quem acabou de fazer arte na madrugada! Ainda carregava a calcinha na mão. Enroscou-a em meus pulsos, improvisando uma algema e convidou:

- Vamos para casa agora?

E me arrastou pra casa, feito um escravo. Enquanto isso, um pequeno filete do meu gozo escorreu lentamente pela sua perna…

Era uma mulher e tanto! Pena que eu não soube amá-la como deveria. Terminamos algum tempo depois, mas nunca mais tive alguém como ela.

 

 
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Luis M. V.
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias

 


3563

Os dias passavam rapidamente, mas para mim são todos iguais sem a sua presença. Sua atormentadora e intensa presença…

Há semanas que sumirá sem nenhum adeus.

Em outras palavras, não sei como pode partir e deixar-me sem nenhum adeus?

Cabeça em parafuso, sentimento confuso. O que foi que eu fiz? Ou melhor, que não fiz? Para você me deixar sem nenhum adeus.

Mesmo com o coração em prantos eu ia levando a vida. Eu não podia parar; trabalho, aulas, academia, tinha que seguir a rotina, definida, ou evasiva!

Ontem ao entardecer, fui naquele campo que costumávamos ir juntos. Fui só olhar, e com a tristeza tive que me contentar.

Já não existe brilho naquele verde gramado, as testemunhas de nossas juras de amor. E as folhas verdes que juntos nós pisamos, hoje separados com saudade fui lembrar.

Qual não foi minha surpresa, num vago olhar ao longe, te vejo caminhar.

Lentamente vem em minha direção. Os olhos se encontram sem querer desviar.

Com um sorriso triste, mas esperançoso, vem para me abraçar.

Me assusto, dá vontade de chorar… Ai eu choro, brigo, pasto… Me desgasto.

Mas no fim, volto a ti. Ou será você que voltou a mim?

Quer se explicar, formula mil frases, pede para eu perdoar.

Diz que se arrepende pelo café da manhã, a cama por fazer e pelo sonho desfeito. Arrepende-se de tudo que não tem feito.

Me pega nos braços, me da um beijo acalentador. Me perco!

Não há como voltar. Não quero voltar.

Vou viver de sonhos.

Vamos para casa, tudo ficará bem.

Seu beijo me enlouquece, no seu mar eu quero mergulhar, me perder no seu corpo e de prazer me inundar.

Chagamos ao nosso ninho, nossa cama, onde nunca deixei de te esperar, lembrando-me das tantas noites de amor e todas as cenas obscenas a qual fomos autores nessas quatro paredes.

Tira-me a roupa lentamente, deslizando suas mãos sobre meu corpo, me fazendo um carinho intimo.

Joga-me na cama, refeita, recomposta e agora desfeita.

Meu corpo o espera, minha alma tem sede de nós.

Me perco na doce loucura de nosso amor, de nosso desejo e das emoções mais árduas que me causa.

Arranha-me a pele, me pega com força. Sabe me tomar para si.

Acende-me o fogo, e me deixa queimar

E essa lavra que me agrava

Por outro lado, doce amor por ti consagra.

Gosto de te olhar enquanto fazemos amor, seus olhos, vivos, me levam ao mais profundo da perdição, enquanto subo em você, fazendo intensos movimentos circulares. Ei sei do que você gosta. Sei que deseja que eu continue que acelere e que recue. Nos entendemos tanto aqui, nesse canto.

Passa a mão no meu rosto, pega na minha nuca e puxa meu cabelo com ardor.

Não quero mais sair do seu calor.

Move meu quadril, faz do jeito que você quiser.

Hoje você é meu homem, e eu sempre serei sua mulher.

Agora me põe de quatro. Eu grito tanto que quase te mato.

Fascinada no jeito como me possui, uma homenagem a ti em cada gemido flui.

Gosto do seu jeito mais calmo, quando abro as pernas, você se adentra, como quem quer desvendar. Meus mistérios todos a ti irei entregar.

De pernas abertas pro ar, me toma sem pressa, me arremessa, não para de “socar”

Que disposição, que delicia, que bem estar.

Quero seu jeito mais agressivo, gosto de apanhar.

Me bate, me amassa, me morde, me faz de prazer delirar.

Gosto desse jeito grosso, quero todo alvoroço.

De lado, sinto abalos insanos, me faz soluçar de delírio e ternura

De tanto fogo e tanta loucura.

Me olha uma ultima vez, sem falar nada, sorri

E eu percebo que já está aqui.

E envoltos no sono, alheios a razão

Dormimos em redes da imaginação.

Mas quando acordo… Mais uma vez, sem nenhum adeus…

Espero que um dia volte

Para meu azar, ou sorte.

Que me olhe dentro dos olhos, e diga que não me amou.

E que esse foi o motivo, pelo qual me deixou, sem nenhum adeus.

Autoria: Aline B.
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias



3735

Os sábados de mutirões na escola eram os mais odiados por todos nós que trabalhávamos na escola. Eu era auxiliar administrativo e costumava ficar no atendimento da biblioteca à noite. Sempre com um sorriso à disposição, era querido por todos. Por alguns mais que imaginava.

Sábado chuvoso, dos quinze funcionários convocados apenas cinco apareceram. Logo fui à biblioteca, cuidar de sua limpeza. Mauricio veio comigo, trabalhava na biblioteca à tarde e era tão chato quanto eu. Tínhamos paixão por aquele lugar.

A chuva apertou e estávamos em nosso refúgio quando a porta foi aberta pela irmã da secretária da escola. Que morena! Baixinha, cerca de 1,62m de altura, cintura de Coca Cola e cabelo liso e longo. Nós dois tínhamos uma queda por ela. Não dava pra negar. Seus olhos castanhos estavam com algumas chamas. Ela veio com seus gracejos:

- Nossa, que água fria né? Pena que a biblioteca não tem chuveiro com água quente – Deu um sorriso cheio de travessuras.

- Mas tem outras coisas que esquentam – disparou Maurício.

- A única coisa que poderia me esquentar nessa chuva era uma transa bem safada com vocês dois. Outro sorriso. Olhei para Mauricio e percebemos que ela já havia entrado ali com o intuito bem definido. Ela foi extremamente direta. Então aquela era a nossa chance de matar a vontade e a curiosidade de um menage
.

- Então o que tá fazendo ai com tanta roupa? – perguntei enquanto ia a sua direção.

Ela estava sentada sobre minha mesa de atendimento. Arranquei um beijo com minhas mãos correndo em sua nuca e pescoço. Logo mordi sua orelha e deslizei a língua na pele do pescoço moreno. Mauricio se juntou a nós e começou a tirar sua roupa e a dela. Os seios logo despontaram e tocaram meu peito. Tirei minha camisa para senti-los tocando minha pele.

Já que o momento era oportuno e único, fizemos o que deveria ser feito: levamos ela para a sala de leitura. Deitada nos almofadões começamos a chupá-la de todo o jeito. Eu nos seios e ele no sexo de nossa colega vadia.

- Eu também quero chupar. Deixa-me chupar?

Mauricio já despido, colocou seu membro na boca da safada. Ela engolia tudo com uma fome voraz. Eu desci e comecei a beijar aquele cálice. Minha língua explorava os lábios grossos e escuros de seu sexo. Ele já estava derramando seu mel em minha boca. Enquanto ela chupava Mauricio, comecei a penetrá-la. Foi uma surpresa. Deu um pequeno grito quando sentiu meu grosso volume a invadindo. Enfiava fundo e ela chupava com mais gosto o meu amigo.

Estava tão gostoso. Não queria parar de meter tudo o que tinha, mas Mauricio também queria senti-la.

- Venham os dois.

- Ela disse isso? Perguntamos-nos.

Mauricio escolheu ficar onde eu estava. A garota sentou nele para cavalgar, mas não dei tempo. Abri sua bundinha gostosa e comecei a penetrar na mesma sintonia que Mauricio. Gemia muito, gemia alto. Seus seios pulavam para cima e para baixo. Parecia que ia ter um ataque. O coração acelerado com dois membros dentro dela…

Lembro-me de um dos gritos:

- Pode colocar… Sem dó nem piedade. Vai…

Fui o primeiro a gozar… Gozei tanto que escorreu por entre sua bunda. Mauricio que ainda metia.

Ele disse alucinado:

- To gozando. To gozando.

- Goza vai… Goza… – ela respondia.

Com um urro Mauricio gozou tudo o que tinha e mais um pouco. Ela não segurou o grito. Saiu de cima dele e desabou nas almofadas com as pernas abertas.

- O que foi? – Perguntei.

- Tá realmente quente aqui dentro – falou com a mão em seu cálice.

Voltamos a limpar a biblioteca. Não resistimos e começamos tudo de novo. Agora um de cada vez, enquanto ela se inclinava sobre as estantes. Um dia para nenhum dos dois esquecer…

 

Autoria: Marcos Paulo H.
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias



POSTS POPULARES

101
Você acha que poderia melhorar seu desempenho na "Prova Oral"? Tá querendo umas dicas, mas cansou de ver aquelas regras prontas e básicas que...