domingo, novembro 23, 2014
Contos

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Estávamos em uma festa de aniversário do filho do nosso chefe. Ele era meu colega de trabalho e já tínhamos ficado outras vezes sem que ninguém soubesse.

Nesse dia parecíamos que estávamos dispostos a fazer de tudo para ficarmos juntos de novo. Literalmente, o desejo estava à flor da pele e quase não havia jeito para disfarçar.

Durante a festa ficamos nos olhando discretamente. Para manter as aparências não chegamos perto um do outro. Em certo momento quando todos estavam reunidos, não resistimos…

Estávamos eu e ele, no meio da galera, encostados no carro e abraçados. O clima era com muita risada e conversa. Não me aguentei com toda aquela proximidade e comecei a passar a mão na sua perna. Provocava-o falando besteiras no seu ouvido.

Senti que ele estava cada vez mais excitado e o volume da sua calça aumentou. Eu tentava me segurar para não agarrar ele ali mesmo. Seu sexo já estava duro e pronto para me comer…

Ficamos nesse jogo a festa toda. Já era tarde quando todos decidiram dormir. Eu estava em um colchão de casal no chão bem no meio do quarto com mais quatro pessoas. Ele ficou em um beliche logo ao lado.

Quando apagamos as luzes, sorrateiramente ele se deitou no colchão comigo. Em seguida começaram as brincadeiras embaixo do cobertor. Beijos praticamente silenciosos, acompanhados de sussurros contidos de tesão… Ele me deixava louca! Tentando fazer o mínimo de barulho um tocava o outro.

Meu colega enfiava a mão dentro da minha calça me masturbando… Falava no meu ouvido que iria me comer bem devagarzinho, ali mesmo com os outros dormindo no quarto. A tentação era muito forte!

Depois de um tempo nessa brincadeira, ele abaixou minha calça. Nosso risco era calculado, por isso tínhamos o maior cuidado ao fazer certos movimentos e barulhos. Já estava toda molhada de tesão quando ele me penetrou. Colocou a mão em minha boca para que não escapasse nenhum gemido.

Começou devagar, mas com o calor e a excitação aumentou o ritmo. A tensão era maior só de imaginar que alguém nos visse. Embaixo dos lençóis, eu viajava naquela loucura de transar na casa do meu chefe com outras pessoas dentro do quarto.

Não consegui segurar o êxtase que se aproximava… Explodimos juntos num orgasmo tão intenso que cheguei a ficar tremendo. Ele me beijou com um desejo que não conhecia.

Ninguém acordou. E aquela noite ficou com um gostinho de quero mais…

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Somos casados há treze anos. Um casamento com muita cumplicidade, daqueles de dar inveja a muitos casais por ai.

Uma vez meu marido confessou que tinha o desejo de me ver transando com outros homens. A princípio achei que ele fosse louco! Brigamos e conversamos muito até que ele me convenceu dizendo que muitos casais faziam isto.

Certo dia eu cedi aos seus desejos, entrei num site de relacionamentos e comecei uma busca maluca por um homem pra realizar esta fantasia. A condição era que ao menos fosse parecido com ele.

Depois de certa busca, conheci Luciano. Além de ser parecido fisicamente com meu esposo, também tinha muita coisa em comum inclusive tinham nascido no mesmo dia.

Trocamos contatos e começamos uma conversa interessante. Entre ligações, mensagens e conversa pela web cam fomos nos conhecendo aos poucos.

Um mês antes nos encontrarmos, ele sofreu um pequeno acidente e não poderia viajar, pois morávamos ha mais ou menos 150 km de distância. Com o consentimento do marido, resolvi ir ao seu encontro. Combinamos dia e local.

Chegando à rodoviária, ele estava me esperando. Fui como ele havia me pedido: um vestido sem nada por baixo. Era um misto de excitação e medo, afinal era um homem estranho que tinha contato somente por telefone.

Fomos para um hotel logo em seguida. Eu tremia o tempo todo. Era muita emoção pra um dia só. Até chegar lá não toquei nele, fui tomar um banho. Em seguida, na porta do banheiro ele pediu para ir tomar banho comigo. Deixei.

Começou aqueles toques quentes, abraços e beijos… Não resisti e me entreguei àquela loucura. Como meu marido não podia ficar de fora, assim que voltamos para o quarto ligamos a web cam do notebook. Do outro lado da tela, ele nos espiava morrendo de tesão e se tocando alucinadamente.

Fizemos um amor tranquilo com pitadas de sacanagem. Luciano fez sexo comigo de todas as formas possíveis! Era muito prazer para ficar em uma única vez. Aquele momento deveria se repetir.

Voltei para casa e meu marido estava louco de vontade de fazer amor. Aquelas cenas tinham deixado ele excitado como nunca vi antes.

Na semana seguinte Luciano foi para nossa casa e então realizamos a fantasia do meu marido. Ele amou-me ver sendo possuída por outro homem.  Eu e Luciano passamos alguns meses vivendo essa loucura que chegou a virar paixão.

Até que um dia ele pediu para que eu escolhesse entre os dois. Claro que preferi ficar com Fábio, meu marido, uma pessoa que conheço tão bem.  Apesar destas aventuras, meu casamento é mais importante que paixões passageiras. Mas não pensem que nossas fantasias pararam por aí…

Outras histórias vieram depois.

Autoria: Regiane F.

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Vanessa era uma mulher muito descolada.  Embora já estivesse na casa dos trinta, sempre teve um pensamento liberal. Sempre foi da opinião de que mulher tem que fazer o que quiser, sem nenhum medo ou tabu. Pode se dizer que não tinha muitas regras, não seguia o padrão dona de casa, e muito menos aquele padrão de mulher politicamente correta, séria. Vanessa se jogava de cabeça no que desce vontade. E se tratando de homens, usava e abusava. Não dava a mínima para a opinião dos outros, que a achavam ousada demais, alguns até julgando-a como mulher fácil. Na verdade ela era bem resolvida, isso sim. Daquelas com autoestima lá em cima, autossuficiente na medida certa e cheia de fogo!!!

Ia regularmente à academia, gostava de manter o corpo em forma. Era seu cartão de visitas na hora da conquista. Saia quase todo final de semana, sempre em barzinhos e boates muito bem frequentados, pelos bem sucedidos solteiros.

Nesse sábado, após treinar pesado na academia, voltava para a casa numa corridinha, para poupar-se da esteira.

Calça leggin apertada, marcando seu sexo, blusa bem decotada, suada. Uma visão que despertaria desejo até nos mais ponderados homens.

No meio do caminho, percebeu um carro indo muito lentamente a seu lado. Era um civic preto, de vidros escuros, grandes rodas cromadas. Vanessa adorava homens com carrões, se sentia poderosa. Não conseguia disfarçar sua atração pelo carro, e a curiosidade por saber quem estava ao volante.

Eis que o vidro do motorista desce lentamente e ela o vê. Moreno, alto, olhos de mel. Um homem charmoso, aparentando seus 25 anos, no máximo 30.

Ele ofereceu-lhe uma carona fazendo um gesto com a cabeça chamando-a para dentro. Não havia dúvidas de que a desejava.

Vanessa, como sempre decidida e muito confiante, aceitou a provocação, indo em direção ao carro. Não era de a sua personalidade dispensar uma boa oportunidade. Sem falar que se sentiu profundamente atraída por ele.

Entrou no carro, sorrindo, muito simpática. Não pode deixar de reparar em seu corpo, ombros largos, braços fortes, coxa desejável, era um belo homem. Puxou um assunto qualquer, deixou que ele falasse. E foi envolvendo-o com seus gestos, olhares penetrantes e sorriso maldoso.

Sem mais demora, ele arrisca um beijo. Vanessa corresponde ardentemente.

Dali então só havia um caminho para os dois…

Ainda no caminho para sua casa, ela passou a mão sobre sua coxa, apertou, sentiu, até chegar a seu sexo. Abriu o zíper devagar, pegou-o na mão apalpou e começou a deslizar. Ele se controlava, tentando manter a atenção no volante, ela apertava o lábio entre os dentes e olhava arduamente para ele.

Chegaram a sua casa. Apesar de adulta, Vanessa ainda morava com os pais, esteva muito ocupada em manter status, roupas e uma vida de baladas para suprir as necessidades básicas de uma casa só sua.

Os pais dela logo chegariam o que dava um tempero a mais àquele momento…

Em seu quarto, entre aquelas quatro paredes o clima era de entrega e muito anseio.

Roupas atiradas ao chão, cama fazendo barulho. Os dois não perderam tempo.

Vanessa gostava de dominar no sexo, era muito autossuficiente e egocêntrica, mas desta vez estava se deixando levar por ele, por aquele jeito safado que a envolvia e consumia.

Ele arrancou sua roupa, deu-lhe um tapa no rosto atirando-a na cama.

Pulou em cima dela, segurando suas mãos acima da cabeça, dando fortes beijos e mordendo seus lábios. Abaixou as calças, e a penetrou com força. Segurou com uma das mãos sua boca para que ela não esboçasse nenhum gemido. Usou-a de todas as formas que lhe passaram a cabeça, não economizou tapas e chupões por todo o corpo.

Ele era selvagem, gostava de dominar. Abriu suas pernas com brutalidade, segurou seus seios, acariciando com ferocidade, e a adentrou.  Fazia caras e bocas, um olhar escuro, absorvente. Falava palavras firmes, rangia os dentes. Vanessa nunca teve um homem assim, nenhum outro a obteve daquele jeito.

Estava montando-a de quatro. Abafou sua boca com um travesseiro, fazia movimentos fortes, mas não tão rápidos. Era uma veemência de prazer, loucura e um tanto de raiva, postos para fora de uma maneira exorbitante.

Eis que o portão range… Os pais de Vanessa haviam chegado.

Não havia tempo, estava tudo de pernas para o ar, a porta estava entre aberta.

Sem mais demora, ele deu seus últimos “golpes” de prazer, agora puxando os cabelos dela com força para trás e soltando-os após uma rápida, mas deliciosa ejaculação.

Num sobre salto pegou suas roupas, pulou a janela e em menos de 30segundos, Vanessa ouviu o ronco do carro, seu carrão preto, lindíssimo, agora estava ao longe. Havida ido embora.

Os pais nem notaram que algo tão promiscuo e indecente acabará de acontecer ali.

Vanessa ficou por alguns minutos jogada na cama, se sentindo usada e abusada, como sempre fazia, mas como nunca havia sido feita.

E depois de muito refletir, deu um sorriso malicioso e percebeu que gostou.

Nunca mais o viu por aquelas bandas e não havia como procura-lo, pois ele não havia dito seu nome… Tudo isso ficou apenas na sua lembrança como momentos alucinantes de uma tarde profana.

 

Alice B.

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Fernanda, a empregada da minha sogra, foi decididamente a mulher com os gostos para sexo mais no limite que eu já conheci. Não sou um homem muito experimental, acredito que a Natureza (aliada a um pouco de criatividade) já nos dotou do suficiente para aproveitarmos muito bem de nossa criatividade. Mas sou um negociante, logo, se a compensação é boa, é possível atender a algumas coisas.

Já tinham se passado algumas semanas depois do nosso primeiro encontro, bem gostoso e torturante. Estava em casa, gripado e por isso, distante da empresa, resolvendo no telefone fixo, um atraso de um outro corretor que estava quase me custando uma venda. Estava bem irritado, e nem reparei que meu celular tinha ficado no quarto. Assim que fiz uma pausa, minha esposa me trouxe o mesmo na mão.

- Desculpa, amor, mas está dando sinal de mensagem tem algum tempo, pode ser seu corretor sumido – me disse ela com o aparelho na mão, com um sorriso meio sem graça. Ela sabia que não gostava de ser interrompido nesses momentos.

Eu respirei fundo, sorri pela solicitude dela, e respondi, pegando o aparelho:

- Obrigado, amor. Eu vou resolver isso logo, pode deixar.

Quando ela saiu, eu liguei a tela. A mensagem tinha uma foto com uma situação bem, bem chocante, ao menos para os mais tradicionais em termos de sexo, com o texto “QUERO Q VC FAÇA ISSO EM MIM! Marque dia e lugar. Bj, Fê.”

Puta que pariu. Se eu tivesse uma mulher mais bisbilhoteira, essa mensagem teria me custado caro. Mas felizmente, escolhi bem minha esposa.

“Estou gripado. Se vc nunca fez isso antes, vai precisar tomar uns cuidados. Se fizer, eu digo como e quando, assim que eu ficar bem. Ok?”

“Só me diz o q tenho que fazer, desde q seja VC quem vai fazer, rs”, foi a resposta da minha masoquista inconsequente.

Olhando minha agenda, e levando em consideração minha gripe, calculei três semanas. Mandei mais uma mensagem dizendo para ela aguardar um e-mail, e nele, dei a ela três tarefas para ela cumprir, uma por semana. Se ela me desse prova que cumpriu a última, eu atenderia o pedido dela, desde que ela me deixasse esgotado de tanto gozar – uma marca que poucas mulheres conseguiram na vida.

Ela me respondeu brincalhona que eu aguardasse a foto daqui a três semanas, e se despediu.

- Amor, se já resolveu tudo aí, vem para a cama… Sua Enfermeira quer cuidar de você…

Eu conhecia esse tom de voz da minha mulher, lento e aveludado. Alguém estava disposta a me agradar, mesmo sabendo que estava indisposto. Fechei meu notebook. Esse tipo de oferta, eu não costumo recusar.

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Já na minha cadeira na corretora, recuperado, com um corretor a menos na empresa, e lembrando ainda do calor dos lábios da minha mulher me sugando, o som do meu celular me traz de volta à realidade. Era a Fê.

A foto tinha a mesma nua, com um sorriso mais do que safado no rosto, com as pernas erguidas e demonstrando seu sucesso no terceiro e último “teste” que eu lhe passei. “Viu como sou dedicada, rs. Eu fiz minha parte. Marque para cumprir a sua. Bj, Fê”, era o texto.

“Boa menina. Essa última parte foi dífícil?”

“Doeu um pouquinho na primeira vez, mas depois ficou super fácil, rs”

“Então, vc está pronta – rs. Te mando mensagem depois com dia e lugar. Bj”.

Normalmente, eu ficaria mais surpreendido com esse tipo de coisa. Mas felizmente, a Vanessa, Minha Joia Oriental, minha acompanhante de preferência, já tinha me ensinado exatamente como fazer, pois era o único jeito com o qual ela gozava. Hoje, na saída do expediente, eu faria umas pequenas compras… e logo, Fernanda teria sua fantasia atendida.

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Eu suspirava no banho, já com a Fê se secando fora do chuveiro, no quarto de motel que eu escolhi naquela noite. Seria uma reunião longa e sem hora para acabar, foi o que eu disse em casa. Não estava tão distante assim da realidade.

Eu tomei aquela morena dos quadris arredondados de todos os jeitos que eu pude imaginar, deixando um pouco do meu gozo em cada parte do corpo dela. Na última vez, ela quase engasgou, mais de uma vez, quando no meio de um oral, ela me mostrou que já conseguia colocar meu membro inteiro na boca, e eu a tomei por ali com a mesma avidez que tomaria um sexo bem úmido. Jorrei diretamente na garganta dela, os cabelos dela presos na minha mão, gritando minha satisfação, e a safada agradeceu depois, dizendo que assim, não sentia gosto nenhum.

Ela não chegou a me esgotar, mas eu precisaria de um tempo para ficar disposto de novo. Se eu tivesse deixado ela me levar a esse ponto, eu não poderia atender o desejo dela. Melhor assim. Dei a ela uma meta, e ela foi muito dedicada em se aproximar dela. Talvez num outro dia.

Saindo do banho, ela mostrava algo num saco transparente – um pequeno rabanete, naturalmente já limpo do uso.

- Viu, escolhi exatamente como você mandou, menor que a sua mão fechada.

- Então, vamos ver agora se você vai gostar da minha mão… – disse com o olhar e o tom de senhorio que a deixava desejosa e atemorizada.

Fui até minha mala, e deixei ao lado da cama, as coisas que iria precisar. Com meus olhos nos olhos dela, tomei um par de luvas de látex, e as coloquei nas mãos.

- Ela é mais atrevida ainda do que você, e sabe o motivo? Por ela não ter ME esperado, por ter brincado antes com todos esses vegetais. – disse me sentando perto dela, e afastando-lhe as pernas – Então, agora, vamos ver se ela gosta de apanhar, também.

Com a esquerda, eu levantei a pelve dela e afastei um pouco os lábios… e com a direita, com as costas da mão, dei um tapa bem no meio do sexo dela, firme, mas sem muita força. Ela silvou com o golpe. Dei outro. E outro. E outro. O “ai!” dela era mais de tesão que de dor. Comecei então a bater repetidamente e com ritmo, as pernas dela se contorcendo junto com os gemidos dela. Quando eu parei, ela estava toda vermelha, e a Fê ofegante, com aquele olhar louco de quem não sabe se me pede mais, ou que eu pare.

- Duas safadas, você e ela. As duas. Sabe o que eu vou fazer agora? Vou fazer exatamente do jeito que você pediu, e você vai se arrepender disso.

Peguei uma dose bem generosa de lubrificante, e esfreguei bem nas luvas, as cobrindo bem. É um tipo de prazer que requer cuidados, principalmente se quem recebe é iniciante. É para doer, mas não é para traumatizar, ferir mesmo, sua parceira, principalmente numa parte do corpo que tem tanto a te proporcionar. Ela já estava bem úmida, mas coloquei um tanto mais de lubrificante no sexo dela, cobrindo bem, ela rindo com o frio do gel.

- QUEM MANDOU VOCÊ RIR? A ÚNICA COISA QUE EU QUERO OUVIR É VOCÊ GEMENDO E GOZANDO, VOCÊ ENTENDEU?

- Sim, Senhor – disse ela no tom baixo e servil de quem voltou para nossa brincadeira. Naturalmente, tínhamos nossos gestos e palavras, para caso ela quisesse que eu reduzisse a pressão ou o ritmo, ou mesmo que eu parasse completamente, isso desde a primeira vez. E já que ela não usou, eu tinha todo o direito de mantê-la em seu papel de Minha Escrava, para fazer dela o que eu quisesse.

Coloquei um polegar sobre o clitóris dela, ela abafando um gemido enquanto eu apenas vibrei suave o dedo sobre ele. Logo depois, três dedos entraram dentro dela de uma só vez, em um só movimento.

Ela gemeu longamente, sem qualquer sinal de dor. Eu mantive um movimento firme e longo, entrando e saindo dela, sem dificuldade. Ela não gemia, mas respirava na mesma frequência. Coloquei mais lubrificante na ponta dos dedos, e me inseri de novo, outro gemido longo, como um uivo, saiu de dentro dela, meus dedos girando um pouco, para espalhar bem o gel, e misturá-lo com o mel dela, já abundante.

Eu já me sentia rijo de novo, mas não podia me concentrar nisso. Eu iria aproveitar o momento de outra maneira…

Meu polegar voltou a vibrar sobre ela, respirando rápido, enquanto removi os dedos, juntei-os o quanto pude, voltei a palma para cima… e testei a flexibilidade, colocando quatro dedos contra a entrada dela, o quão fundo eu pude. Eles entraram bem, até a base. Eu apenas movimentei de leve os dedos, e eles deslizaram muito bem, apenas ligeiramente pressionados. Ela gemia rápido, do jeito que estava respirando antes, um ou outro “ai” no meio deles. Bom sinal. Ela não pediu para parar, e ela estava bem flexível.

Estava na hora.

Coloquei a língua sobre o sexo dela, nem sentindo o lubrificante, ela já encharcada com o próprio mel, envolvi o clitóris dela com meus lábios, e ele pulsava desesperadamente. Eu os deslizei gentilmente ao longo dele, sugando eventualmente, ela gemendo mais gentilmente por um momento, pressionando minha cabeça contra ela. Enquanto isso, eu mergulhava a mão no pote de lubrificante, já colocando a mão na posição correta.

Me sentei novamente, colocando meus cinco dedos juntos, meu outro polegar já lhe acariciando, e os acomodei junto a entrada da vagina dela. Eles entraram bem juntos, sem que eu forçasse, fui até encontrar a resistência dos nós da base dos meus dedos. Ela ergueu metade do corpo, os gemidos curtos saindo de um rosto louco de tesão, querendo ver a cena a todo custo. Comecei a girar a mão com gentileza, mantendo a palma para baixo, sem pressa, eventualmente forçando um pouco. Parei os giros e comecei a me insinuar para dentro e para fora, ela já suando, um “ai” meio pastoso saindo de dentro dela, seguindo de uma respiração funda. Ela me olhou nos olhos, e fez um “sim” com a cabeça.

Vibrei o clitóris dela com mais intensidade. Voltei a girar a mão, mas dessa vez mais decididamente para dentro… ela se abriu… se abriu… até que os dois gemeram de satisfação, quando minha mão desapareceu no íntimo dela, sumindo até a altura do meu pulso.

A satisfação dela sumiu, e ela se deitou de novo, e gritou dessa vez, alto o bastante para que qualquer funcionário próximo pudesse ouvir. Eu não parei de acariciá-la um instante, mas diante desse grito, eu fiquei atento por qualquer sinal de interrupção. Ela não deu nenhum, só ficou lá, respiração cortada, gemendo baixinho.

Segui em frente. Passei a arremeter a mão o quanto pude para dentro e para fora, a vagina dela quase me esmagando, ela gemendo trêmula a cada movimento, uma lágrima correndo de um dos olhos. Mas ninguém queria desistir. Eu nunca vi uma mulher num misto de dor e prazer tão alto, e com certeza, ela nunca sentiu nada tão poderoso. Já tínhamos passado do limite há muito tempo. Só iria terminar, de um jeito, agora…

Passei a girar junto com cada investida, as pernas dela tremendo abertas, ela agarrando os cabelos como se quisesse arrancá-los, só ouvia gritos crescendo de intensidade, meu membro duro como rocha, uma saciedade estranha tinha me tomado, eu só queria ir mais fundo, o mais fundo que eu conseguisse…

Até que ela parou de gritar, e apenas tremeu convulsivamente. Vi claramente dois jatos curtos saírem da entrada dela, molhando meu antebraço e a cama, até que ela se largou pesadamente contra a cama, apenas respirando rápido e pesadamente. Gentilmente, girei a mão para a saída, ela levantou meio corpo para ver, apenas alguns gemidinhos quando os nós dos dedos quiseram sair… até ela me expulsar de dentro dela, e se largar contra a cama, meio chorando, meio gemendo.

Estava maravilhado. Cheirei o que ela lançou. Cheirava ao mel dela, um pouco mais diluído, talvez. Nunca tinha visto uma mulher ejacular antes, sempre achei que era um mito, e tinha acontecido ali, na minha frente.

Tentei acariciá-la, mas ela tremia ao menor toque meu. Fiquei apenas a admirando ali, por um bom tempo. Poucas vezes eu vi uma mulher tendo um orgasmo tão intenso. Mas nunca pensei que eu conseguiria isso… com minha mão.

Quando ela voltou a si, ela era um misto de contentamento de criança, e um gatinho querendo aconchego. Passamos abraçados o resto do nosso tempo, entre beijos e conversa amena.

Ela pediu para repetir, em outros encontros. E eu atendi. Muitas vezes. Mas nunca esqueci da primeira vez, em que uma mulher me pediu para ir até esse ponto, para mergulhar no próprio prazer.

Autoria: Diomedes Verro

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Certo dia conheci um cara num site de relacionamentos. Aquele cara que toda mulher gostaria de ter pelo menos uma bela noite de loucuras na cama. Além de ser lindo sarado com aquela barriguinha de tanquinho, tinha jeito de ser um bom pegador. Daqueles que não deixa nenhuma mulher na vontade e sim com gosto de quero mais.
Depois de alguns meses conversando pela internet, resolvemos nos conhecer pessoalmente. Só que tinha um detalhe: ele trabalhava como segurança de um prédio e ficava muito difícil de nos ver. Então teve uma louca ideia! Como o porteiro estava de ferias, ficava no lugar dele. Perguntou se eu poderia ir lá e ficar a noite na portaria com ele.
Vou confessar que fiquei com um pouco de medo. Imagina só eu passando uma noite em uma portaria de um prédio de luxo? Sem pensar muito topei e marcamos o dia.
Quando chegou o momento, estava um pouco nervosa, pois por mais que tivesse loucas noites de amor, nunca pensei em transar numa portaria. Isso sem falar no medo do cara não ser o que eu esperava.
A noite chegou e fui ao local indicado por ele. E quando o vi, realmente era além do que eu imaginava. Veio logo com aquele abraço e um longo beijo ardente que me fez arrepiar inteira. Fora um perfume que me deixou louca. Como os vidros da portaria eram escuros, ninguém poderia nos ver. Pude sentir seu coração acelerado e cheio de desejo quando se aproximou de mim.
Começamos a nos beijar… No escuro ele colocou a mão dentro da minha calça e sentiu meu sexo molhado e o jeito que estava quente.
Ele enlouqueceu! Jogou todas as cartas dos moradores no chão e me colocou em cima do balcão. O corpo estava tremendo de tesão! Só o fato de ser surpreendido por algum morador já era motivo de grande
Tirou minha roupa e me beijou por inteira. Quando passou a língua na virilha, delirei de excitação. Peguei pelo seu pescoço, levantei e disse:
_ Agora é comigo! Vou te deixar louco como nenhuma mulher o deixou.
Ele com uma cara de assustado me perguntou:
_ Como irá fazer isso?
Simplesmente respondi:
_ Deixa comigo…
Beijei tanto ele até chegar ao ponto em que não aguentou de tanto tesão. Estava doido pra meter em mim, mas não deixei… Ainda não era o momento! Vibrava a cada chupada que eu dava! Uma verdadeira delícia ter aquele homem ardente se envolvendo no meu corpo e queimado feito um vulcão.
Quando entrou em mim, não queria mais que saísse dali. Era quente, forte, selvagem! Sentia-o entrando e saindo e meu corpo estremecendo de prazer…
Foras horas de loucuras entre eu, ele e todo lugar da portaria.
Depois de umas quatro transas bem dada, senti que homem igual àquele era raro de encontrar. Seu pique me surpreendeu de tal maneira que fiquei com as pernas tremulas.
Quando amanheceu já era hora dele ir embora. Convidou-me pra ir até sua casa. Não pensei duas vezes… Fui!
Aquela loucura toda, recheada de beijos quentes recomeçou na cama dele. Nunca me vi com tanta vontade de ter um homem quanto àquele outra vez… Foi apenas aquele encontro, mas se fosse possível gostaria de repetir tantas outras vezes, sem me importar com o lugar.

Ass. Byah

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Tudo começa com uma pressão suave, quase que brincando com as reentrâncias e rugosidades do meu sexo. Quando ela está certa da resposta positiva através de uma ereção gradual, resolveu pôr as mãos por debaixo do pijama, enquanto uma massageava lenta e ardorosamente a outra empurrava para fora aquela peça de roupa inconveniente.

Começou a cheirar minha pele e pêlos em direções incertas, sem ordem aparente. A boca quente beijava molhada algumas partes ao redor da pelvis, como se desejasse arrancar pedaços de um sorvete macio. Nesse ponto eu já estava com uma ereção completa! A massagem ritmada com as carícias dos lábios e língua sempre ao redor da base do meu pênis, subitamente eu era acolhido por uma sensação úmida de profundo prazer mas só por brevíssimos instantes, como se desejasse apenas manter agradável aquela manipulação.

Não resisti por muito mais tempo, o vai-e-vem das mãos mornas, as pequenas mordiscadas me fizeram derramar lentamente um gozo entre aqueles dedos maravilhosamente quentes e macios… A sensação de umidade neste último momento foi total, sem brevidade, como que por pena ou prazer do meu estado de embriaguez. Você nesse último ato enfiou o meu sexo em sua boca até o quanto pode como se quisesse sentir o gozo entrando pela garganta, não permitindo interferência alguma. Gemendo e suspirando sofregamente, a cada ejaculação me olhava fixamente sugando lenta e continuamente até conseguir extrair a última gota como se estivesse saboreando um doce saboroso. Ao final sinto uma sequencia de beijos subindo pelo meu tórax até chegar bem perto do ouvido, quando escuto em sussurros:

- Quero de novo, goza na minha cara…

Descansei por uns instantes, até me recuperar novamente e a penetrei. Já conhecia bem aquela cena: boca levemente dilatada, seios quentes com mamilos proeminentes e duros apontados para cima. O corpo movendo-se languidamente para cima e para baixo impulsionado pelos movimentos dos quadris, aquelas pernas bem torneadas dobradas sob as coxas formando uma espécie de estrada sinuosa e macia que chamavam a atenção das minhas mãos. Sobre ela o tempo todo, iam e vinham ora sobre os seios tocando levemente os mamilos, manipulando-os levemente, ora passando pelas nádegas me aprofundando entre elas até chegar suavemente ao ponto.

Nesse momento a excitação aumentava, os quadris mergulhavam profundamente em direção à minha púbis, lenta e profundamente, como se desejasse desfrutar de cada centímetro de penetração. A sensação era indescritivelmente prazerosa, sentia meu p… completamente tomado por uma espécie de avalanche molhada. A visão era igualmente deliciosa, seu tronco inteiro teso e sincronicamente ritmado com seus pelos pubianos. Minhas mãos já molhadas, sempre sobre ela, nesse momento tocaram novamente seu ponto mágico penetrando-a levemente, de repente um pequeno sussurro:

– Come minha bunda… suave e sutil, quase imperceptível, foi tornando-se mais audível à medida que eram repetidos a cada vai-e-vem. Conhecia bem aquela cena, conhecia mulheres que gostavam e outras não, mas ela só conseguia gozar completamente se fosse comida por trás. Levantou os quadris mais um pouco, pegou meu membro com uma das mãos por entre as pernas e ficou pincelando até ser penetrada lentamente enquanto a outra mão apertava vigorosamente o travesseiro… Com a boca semi-aberta, um leve sorriso e olhos fechados inclinou o rosto para cima e deixando os cabelos caírem para trás, nesse momento soltou um profundo gemido. Havia gozado…

Autoria: Ophirde – 29/05/2013
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1968

Há poucos meses meu marido foi transferido de cidade. Tínhamos que mudar o mais breve possível e ele foi à frente, não só pra tomar posse do cargo como pra procurar casa pra alugar. Fiquei em nossa cidade, aguardando sua chamada e providenciando tudo para a mudança.

Duas semanas depois, eu não aguentava mais de tanto desejo! Passou mais um tempo e nada dele me dar uma resposta. Até que um dia meu marido liga dizendo que era pra contratar uma firma de mudança e ir encontrá-lo. Imediatamente fiz algumas consultas e apenas uma transportadora disse que poderia fazer a tal mudança, porém pediu um prazo de 30 dias. Fiquei maluca! Não conseguia me imaginar mais tempo sem sexo! Bom, antes tarde do que nunca! Aceitei a proposta.

Alguns dias depois, para minha surpresa, o pessoal da companhia entra em contato alegando horário e disponibilidade para a tarefa. Isso me pegou desprevenida! Então comecei a me movimentar e arrumar algumas coisas em caixas.

O tempo era quente e eu estava com uma camiseta de algodão fininha, apenas de calcinha por baixo. Eles chegaram logo em seguida e nem tive tempo de trocar de roupa. Fiquei preocupada com aqueles três homens em minha casa e eu vestida daquele jeito. Só que a pressa em antecipar o encontro com meu marido foi maior do que tudo e não dei atenção ao fato. O que me chamou atenção mesmo foi o “líder”: um rapaz alto, negro e músculos definidos até a alma!

Começamos a desmontar as coisas da casa. Uma confusão geral com tudo fora do lugar, me deixando meio tonta. De vez em quando percebia alguns olhares “afro…disíacos”! Depois de algumas horas de arrumação, o pessoal alegou cansaço e parou para recuperar as energias. Prometi algumas cervejas geladas para eles, desde que voltassem logo ao serviço. Queria partir logo!

O líder da turma me disse então, com a maior cara de pau, que não precisava de cerveja pra voltar ao trabalho, bastava lamber o que eu tinha por baixo daquela camiseta. Os outros riram discretamente e foram para fora da casa. Fiquei furiosa e saí da sala para telefonar ao patrão dele, reclamar da falta de respeito do empregado. Confesso que aquelas palavras me aqueceram de tal maneira que fiquei molhada na hora!

Para minha surpresa, ao pegar o telefone, me deparei com ele parado na porta com a calça abaixada, deixando à mostra sua cueca. O volume denunciava “preenchimento total” e puro prazer! Quando ele me perguntou se havia mudado de ideia, tremi na base. Deu-me um tesão incontrolável! O homem se aproximou e ficou frente a frente comigo. Podia sentir sua respiração quente arrepiar cada centímetro da minha pele. Os bicos dos seios ouriçaram…

Sem conseguir raciocinar direito, acabei não resistindo e perguntei se aquilo ficaria entre nós. Ele não pensou duas vezes e disse que bastava eu tirar a calcinha. Ou então puxar ela para o lado. Completamente em brasa, pedi que ele fechasse a porta e obedeci a tudo o que ele pedia.

Tirei a calcinha e entreguei a ele. O danado cheirou minha peça de roupa íntima e esfregou em seu sexo. Guardou-a no bolso olhando em meus olhos. Pediu para ajoelhar em sua frente e chupá-lo com vontade! E assim fiz… Ele gozou na minha boca em questão de pouco tempo.

Depois sentei numa mesa que ainda não tinha sido levada para o caminhão de mudanças, levantei minha camiseta para que ele me olhasse bem e pedi para ele enfiar aquela língua grossa e áspera em mim.

Ahhh… Após um bom tempo a seco, era gostoso voltar a me sentir viva outra vez! Ele tinha uma habilidade e tanto naquela boca que me esbaldei de todas as maneiras. Agarrei-o pelos cabelos e me entreguei aos prazeres proibidos daquela situação. Gozei em sua boca como nunca imaginara poder gozar. Depois abri bem as pernas e pedi que me enfiasse tudo de uma vez.

Devagar e firme, senti-o me ocupando por dentro até nossos corpos se encostarem um no outro. Então veio aquele embalo gostoso do “entra e sai”… Do jeito que eu rebolava e gemia, não havia como não gozar outra vez. Ele saiu de mim e “choveu prazer” no meu rosto todo!

Ele saiu do quarto e eu fui tomar um banho. Quando voltei à sala, o trabalho de embalar as coisas estava novamente no ritmo normal e assim foi até o final da tarde. Ele nem me olhou diferente e parecia que nada havia acontecido. Os outros também nem lançaram olhares maliciosos.

Quando terminaram, disseram que chegariam à nova casa no final da tarde do dia seguinte. Agradeci o trabalho de todos e nos despedimos ali mesmo. Antes de partir, aquele homem se aproximou de mim novamente e disse que foi a melhor loucura que tinha feito até hoje!

- Fica entre nós! – falou com aquela voz grave. Piscou cheio de malicia e partiu.

Dias depois, ao abrir as caixas para me organizar, encontrei a minha calcinha bem dobrada no meio de minhas coisas… Impossível esquecer!

 

Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Loiva L.
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Amanhece e eu ainda não havia dormido um minuto que fosse de tanta ansiedade! Pois eu não parava de pensar no que eu iria dizer para ela, o que eu iria fazer como ia me comportar… Estava tão nervoso, com um frio na barriga, pois sabia que era naquele dia, sabia que enfim eu iria conhecê pessoalmente!

Passei a manhã aflito, contando os segundos esperando ela chegar ao aeroporto, já estava tudo pronto! Hotel estava reservado, minhas malas estavam feitas, só estava esperando o momento de ir busca-la. Cheguei ao aeroporto com uma hora de antecedência, para garantir… Fui para o portão de desembarque, minhas pernas estavam tremulas, eu suava frio, não tirava os olhos do painel onde anunciava os voos que chegavam… De repente apareceu o nome da cidade dela no painel, daí que eu fiquei mais nervoso ainda, todas nossas conversas, mensagens, vídeos, TUDO passava pela minha cabeça naquele momento!

Assim que tirei os olhos do painel e me virei para o portão de desembarque, ali estava ela vinda em minha direção! Linda, maravilhosa, exuberante, muito mais encantadora do que eu podia imaginar… Era nítido em seu olhar que ela estava tão nervosa e ansiosa quanto eu, pois ali estávamos um de frente para o outro, de verdade, sem câmera, sem áudio… Pele a pele!

Ela parou na minha frente, me encarou e percebi que buscava palavras, da mesma forma que eu, mas de repente, sem ensaios, como um ato combinado, nos abraçamos… Foi um momento mágico, intenso, magnífico parecia que nossos corpos haviam se misturados, estávamos em transe com nosso abraço! Não havia melhor sensação do que poder toca-la, sentir o corpo dela colado no meu, o cheiro dela invadindo meus sentidos, seus cabelos em meu rosto… Não consigo encontrar definição para o que eu estava sentindo, mas nem precisava, pois me fazia bem!

Demoramos em nosso abraço, não queríamos soltar um ao outro… Afastei um pouco meu corpo, o suficiente para ficar cara a cara com ela, e olhei dentro dos olhos dela, percebi o quão eles eram lindos e sedutores, reparei na maciez de sua pele, na sintonia das linhas de seu rosto, reparei também em sua boca, que estava me convidando para beija-la, não hesitei…

Como seus lábios eram macios e delicados, mas ao mesmo tempo eram quentes e cheios de paixão… Aquela mistura de gosto e cheiro me deixavam louco, me tiravam de mim, a minha sensação era que, de fato, eu estava no paraíso!

Nossa vontade era tanta que nos esquecemos do local, das pessoas, de tudo! Simplesmente nos atracamos como se não houvesse amanhã… Nos demos conta que estávamos em meio a uma multidão, dentro de um aeroporto. Daí então afastamos um pouco, segurei tua mão e fomos retirar sua mala… Em todo o trajeto não falamos quase nada, simplesmente estávamos nos sentindo, nos curtindo, não parecia real, parecia um sonho ainda, mas não, era nossa realidade!

Pegamos sua bagagem e fomos para o estacionamento, entramos no carro e como num ato combinado, viramos um para o outro e nos beijamos novamente, mas de um jeito diferente, com o tesão a flor da pele… Minhas mãos viajam por todo seu corpo enquanto nossas bocas se devoravam num frenesi sem fim… Subi minhas mãos, a segurei pelos ombros e a afastei, olhei para ela com os olhos de um predador, olhos de quem está com fome… Fome de prazer!

Voltei para meu lugar e ela sem entender nada… Liguei o carro e sai do estacionamento, fui dirigindo em direção ao nosso hotel. Ela entendeu o recado, se voltou para seu lugar e trocávamos olhares maldosos, sacanas… Mas nossas conversas eram alheias, banais.

Chegando ao hotel, confirmamos a reserva e pegamos a chave de nosso quarto. Ao entrar, colocamos nossas bagagens em um canto e eu a peguei no colo coloquei-a na cama suavemente… Comecei a beija-la novamente, com calma, me deliciando com cada segundo de nosso beijo!

Beijava sua boca, seu rosto, seu pescoço, sua nuca… Fui tirando sua roupa aos poucos, peça a peça, uma por uma, até deixa-la nua. Que visão linda, esplendida… Parecia um anjo que repousava sobre aquela cama!

Comecei a beijar seus pés, queria beija-la por completo, fui subindo pelas suas pernas, lentamente sem pressa alguma. Cheguei a seu sexo, o cheiro de fêmea invadia minhas narinas, me deixando maluco, sem controle de tesão por ela… Cheguei mais perto e passei minha língua bem de leve, senti seu corpo inteiro estremecer como se sentisse frio. Repeti o movimento, só que dessa vez mais forte, passei minha língua de cima a baixo, sentindo todo o sabor da minha fêmea…

Daí em diante comecei a chupa-la com convicção, sem parar… Quando mais eu chupava, mais ela gemia e implorava que eu continuasse, então fui lambendo, socando minha língua, sugando seu clitóris, até que ela anunciou o gozo e, como numa explosão, senti todo seu néctar escorrer pela minha boca, pela minha língua…

Após gozar tão intensamente em minha boca, eu esperava que ela se entregasse ao êxtase do gozo e repousasse seu corpo na cama, sem forças… Ocorreu totalmente o contrário, ela não parava de gemer e chamar meu nome me empurrou para o lado e começou a arrancar minha roupa, tirando com toda a pressa, como um animal sedento pelo seu alimento.

Deixou-me somente de cueca, ficou de joelhos na minha frente e pediu para que eu ficasse em pé na cama… Esfregava a cara sobre meu membro rígido e pulsante, por cima da cueca mesmo. Sentia meu cheiro, sentia o calor do meu corpo implorando pelo seu toque!

Ela então colocou meu membro para fora, o segurava com força, com as duas mãos e o admirava, como se fosse uma escultura ou uma obra de arte… Passou a língua de leve sobre a cabeça, me fazendo arrepiar por inteiro, soltando um gemido de prazer. Repetiu o movimento, mas passou de ponta a ponta, lambendo todo meu mastro, que se mostrava rígido e explodindo-te tesão!

Abocanhou-me, sem pensar, sem frescuras, me chupando com gosto, forte… Sugava minhas bolas, me lambia por inteiro e eu estava enlouquecendo de tanto prazer!

Ela então se colocou de quatro, se empinando toda para mim, me convidando para entrar! Eu então me aproximei e me curvei sobre seu rabo, passando a língua por todo o caminho, ela gemeu forte, não esperava essa lambida… Segurei sua bunda com minhas duas mãos e comecei a chupa-la por trás, lambendo, enfiando minha língua em seu rabo, sentindo todo o gosto de minha fêmea!

Num movimento rápido me pus de joelhos novamente, brincando com meu membro em seu sexo, esfregando-o para cima e para baixo, passando por toda entrada… Ela gemia e rebolava, implorando com gestos que eu a penetrasse!

Segurei sua cintura com uma mão e com a outra fui me encaixando aos poucos, sentindo o quão ela era apertada, o quanto eu era grande para ela… Mas ela não recuava, pedia por mais, pedia que eu entrasse por inteiro, me queria dentro dela!

Comecei o movimento de vai-e-vem, embalando um ritmo único, delicioso, que só nós dois sabíamos… Quanto mais eu entrava nela, mais fundo queria ir, então aumentei o ritmo, começando a bombar com força, fazendo-a gritar de excitação e pedir por mais! Puxava seus cabelos, batia em sua bunda e a chamava de “Minha vadia, minha puta, minha gostosa!”…

Montei sobre seu corpo, forçando meu mastro ainda mais dentro dela, isso fez com que ela começasse a urrar de excitação, gritando meu nome, pedindo mais… Eu a mordia, lambia, falava putarias em seu ouvido e ela correspondia a cada movimento meu, rebolando, me chamando, me xingando…

Não podia mais aguentar e anunciei o gozo, ela num movimento só, se pôs deitada sob meu membro, com a boca aberta, esperando eu jorrar todo meu tesão em sua boca, em sua cara… Deixei-a toda lambuzada, meu gozo estava sobre todo seu rosto, ela então pegou meu mastro, que ainda se encontrava viril, e esfregava pela cara, como se limpasse seu rosto, levando todo meu gozo até sua boca.

Deitei ao seu lado, sem forças, esgotado por um momento… Ela então repousou em meu peito, como sempre disse que faria em nossas conversas passadas!

Naquele momento percebi que era o nosso “Encontro Real” estava acontecendo, que estávamos de fato um com o outro… Contive-me para não me emocionar de tanta felicidade, de tanta alegria, de tanto amor!

Autoria: Augusto

Conto Erótico – Contos Eróticos

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O que me cabe dizer é que realmente me da muito prazer pensar na minha linda e delicada esposa, de 19 anos, 160cm de altura, com seus 55 kg, cabelo loiro e sedoso, de peitos avantajados, tudo bem acomodado em uma mulher de pele branca e suave. Confesso que sinto ciúmes dela…
Sei que faz parte do fetiche de quase todos os casais, as mulheres usarem roupas extremamente provocantes. Comei aos poucos visitar lojas virtuais que vendiam tais roupas, e sempre gostava do que via. Roupas curtas, pouco pano e muito a mostrar. Sempre peças de bom gosto e extremamente sensual. Comprei a primeira peça pra ela, sem ela saber. Fiz uma surpresa. A encomenda em poucos dias chegou a nossa casa. Disse pra ela que a caixa a chegar se tratava de um presente pra ela.
Ela abriu bem devagar a caixa, pois possivelmente esperava outra coisa. Mas se surpreendeu quando tirou um micro biquíni da embalagem. Cogitou de terem mandado errado, pois era minúsculo e ela sabia que eu era bastante ciumento. Na sua cabeça, eu não deixaria usar. Disse pra ela que era uma fantasia minha vê-la de biquíni na praia, com todos os homens olhando. Ela respondeu de imediato que eu estava ficando louco em pensar que um dia ela ia usar aquilo.
Fiquei decepcionado e ela mais que depressa pediu para eu não ficar bravo, pois ela também ficaria. Fiquei sem tocar no assunto por um tempo mas sem tirar da cabeça minhas fantasias. Um dia à noite nos beijamos na cama, e começamos nos acariciar. No seu corpo foi passando o meu, passando minha boca pelo pescoço, chupando seus seios, descendo a barriga, massageando ela por completo.
Virei a de bruços, e deitei-me encostado em seu corpo, com um dos dedos eu tocava seu sexo, que nessas alturas ela já estava esbaldando em excitação, deixando-a totalmente molhada. No pescoço concentrei minha boca, pois ali eu mordia e chupava, deixando marcas e vermelhidões. Entre suas pernas forçava meu dedo massageando seu interior. Acrescentei mais um dedo e aumentei o ritmo. No seu ouvido comecei sutilmente a chamar “minha putinha”, coisa que jamais tinha feito. Ela se contorcia demostrando prazer, continuei a falar e a toca-la. Não demorou muito a ela empinar bem sua bunda e eu acelerar ainda mais o movimento.
Tirei os dedos e me joguei de boca a chupa-la na mesma posição. Com uma das mãos massageava seu seios enquanto lhe chupava. Novamente introduzo dois dedos nela e com a lingua toco seu clitóris. O movimento frenético faz com que ela tenha gemidos de prazer. Nessa oportunidade ponho mais um dedo, e começo a falar alto “vou lhe arregaçar hoje, minha putinha”. Ela só gemeu, não me respondeu, nem me questionou. Com as costas para o colchão, abro bem suas pernas, peço que feche seus olhos, começo a chupa-la novamente. Com os dedos forçando para entrar em seu sexo, ela começa se espremer, pois não colocava mais somente três dedos, mas sim, todos da minha mão. Ela para, me olha e questiona quantos dedos tinha.
- Cinco! – e ela resmunga: “Você vai me arregaçar”. Nesse momento fico com mais tesão e falo em alto e bom som: “Quero você totalmente arregaçada dando para um homem dotado”. Ela não fala nada, fecha os olhos e começa a mexer o quadril de forma entrar todos os dedos que eu a forçava. Subi aos seus seios e comecei a chupa-los, enquanto ainda a masturbava. Ela começou a morder minha orelha e se contorcer gemendo ofegante no meu ouvido. Imediatamente comecei a falar palavras sacanas eexplícitas para ela.
Ela se contorcia e eu incentivava ainda mais dizendo pra ela gozar. Não aguentando, goza intensamente, uma, duas, três vezes, até pedir para eu parar, pois já não aguentava mais. Ficamos um tempo, abraçados, nos beijando, ela para olha para o teto com um sorriso no rosto. Digo para ela que vou levantar e ela mais que de imediato me pega pelo braço. – Ei amor, onde você vai? – Levantar.
Ela balança a cabeça em sinal de negativo e se põe por cima de mim. Com sua boquinha, mais que depressa abocanha meu pênis. Ela chupa, lambe, morde, como se jamais tivesse feito algo parecido. Passava o pênis pelo rosto e demonstrava muito interesse e vontade, como se fosse um troféu. Tentava por todo na boca e engasgava. Quando levantava cabeça me olhava nos olhos e mandava beijos. Eu esta morrendo de tesão, já não sabia mais quando ia gozar.
Ela masturbava com força e vontade, enquanto chupava. Chegou ao ponto de eu dizer:
- Amor vou gozar! Esperava que ela tirasse a boca, da forma cujo sempre fez. Mas ao contrario, dessa vez, aumentou o ritmo com a boca e deixou de usar as mãos. Fechei os olhos, e de uma forma que ainda não tinha experimentado, gozei dentro da sua boca. Quando comecei a gozar, ela parou a cabeça. Fiquei meio desconcertado pois não sabia qual seria sua reação.
Senti, vários jatos fartos enchendo sua boca. Ela abre um pouco mais, e começa a escorrer pelo canto da boca. Eu em êxtase. Ela começou a lamber tudo, chupava forte e sem controle. Peguei no seu cabelo e beijei muito sua boca pois queria de alguma forma agradecer por tamanho prazer que ela tinha me proporcionado. Ela ofegante, me beija, abraça e me diz que me ama.
Eu não consigo dizer nada pois estou anestesiado.Os dois se jogam um ao lado do outro na cama e somente as mãos se entrelaçam. Ficamos os dois a pensar na deliciosa transa que acabamos de ter. Acabamos dormindo. Um tempo depois acordo e a encho de beijos e ela simplesmente me olha e diz:
- Lindo, você é maravilhoso. Aquilo elevou meu ego e me fez o homem mais feliz do mundo naquele instante.
Isso não por ela me dar um adjetivo, que elevaria a auto estima de qualquer um. Na realidade fiquei muito feliz em ter dado o máximo de mim pra proporcionar prazer à mulher que amo e minha recompensa foi ver em seus olhos o ar de felicidade.
Conto escrito/enviado por Rodrigo Heck – 05/06/2013

3299

“Abri a porta da morada,
silencioso e sorrateiro,
esperando dar em minha amada,
um susto súbito e ligeiro.

Mas com o silêncio a me receber,
dentro de meu amado lar,
tudo o que conseguia fazer
era observar e raciocinar.

Até que perto do meu leito,
um som fundo mas suave,
tranquilizou meu peito…

Meu Pálido Desejo ressonava,
seu belo corpo, sobre a cama estirado;
provavelmente enquanto me esperava,
caiu em sono não planejado.

Sentei-me na ponta da cama,
para admirar, por um momento, sua beleza,
com a candura de quem ama,
junto à maliciosa certeza…

Ouvindo melhor a respiração,
cheguei mais perto da minha amada…
e então, iniciei a ação.

As pontas dos meus dedos, corri,
pelas costas dela, do topo ao fim;
Ainda no sono, ela se sorri,
suspirando apenas, enfim.

Subi aquele vale macio e nevado,
silencioso, sem fazer um pio;
o toque dos dedos, renovado,
seguido de perto por um arrepio.

Quando a Branca se virou,
um abraço querendo me roubar…
aí, a brincadeira começou.

Tomei do véu de seu vestido,
rasguei-o do colo ao umbigo,
deixando-lhe o corpo despido,
e lhe arrancando o primeiro gemido…

Afundei minha cabeça em seu ombro,
a mão lhe procurando o seio,
ela afastando com assombro,
meu corpo, já postado em seu meio.

A boca, o pescoço dela a morder,
a mão, o seu seio a esmagar,
meu membro já a entumecer,
ela, sem pressa, a gritar…

Juntei-lhe os seios bem perto,
e com ambas as pontas a lamber…
passei ao próximo passo certo.

Ergui-lhe os braços sem me atrasar,
prendendo-os, com ela a se debater,
empurrando-lhe para não escapar,
minha calça e cueca já a remover.

Segurei-lhe então pela cabeça,
como, bem, eu não pensei…
Sei apenas que com ligeireza,
aquela carne quente, eu penetrei…

Movi-me dentro dela com firmeza,
selvagem, rude como um animal,
sem que ela, com absoluta certeza,
desse, de protesto, algum sinal.

Entregue, estava ela,
como a gazela, à força do leão;
O olhar que saía dela,
tinha a um só tempo, terror e tesão.

Ergui meu corpo sem me deter,
para mais distância ganhar,
e dentro da carne arremeter,
como um martelo a golpear.

Aquela fêmea a gritar,
num misto de violação e prazer,
só faziam, ainda mais, eu a tomar…
só faziam, ainda mais, me perder.

Sentindo suas unhas a me cortar,
fincadas na minha carne, a sangrar…
Ouvi minha presa urrar,
em orgasmo profundo se entregar.

Já sentindo meu gozo por acontecer,
antes que eu me tornasse ausente,
saí de dentro dela, de repente,
para lhe dar meu último presente…
um Colar de Pérolas, feito do meu prazer.

Quando voltei a mim, assustado,
Me senti continuamente beijado,
Por uma mulher de olhar devotado,
um coração a bater apaixonado.

E como se todo o ocorrido anteriormente,
tivesse sido apenas um sonho febril…
nos abraçávamos como um casal adolescente.”

Obs.: “Dar um Colar de Pérolas” – ejacular no colo da mulher, o espaço entre o pescoço e os seios.

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Faz um ano que que escrevi o primeiro conto, contando minha experiência extraconjugal motivado por uma vingança (http://www.meusfetiches.com/a-minha-vez/26/10/2013/). Fiquei surpresa quando vi que teve quase 6 mil visualizações e que ficou entre os contos populares. Nada mais justo do que presentear os leitores com uma continuação.

Como já previa desde o primeiro encontro, não ficou apenas numa vingança, numa primeira vez. Nesse ano nos encontramos diversas vezes. Sempre no motel, usando como pretexto meu trabalho e ele as aulas no curso de Medicina.

Algumas coisas mudaram. Eu, coloquei silicone nos seios e, modéstia parte, fiquei ainda mais gostosa, dando proporcionalidade ao meu torneado corpo. Vitor, terminou com sua namorada. Fato esse que não mudou nada. Inevitavelmente, nos tornamos mais amigos, além de termos um círculo de amizade em comum. Quase nos “topamos” eventualmente algumas vezes. Não sei como reagiria se encontrasse com ele estando com meu marido, mas acho que tiraria de letra. Consegui separar da minha mente claramente uma coisa da outra. Assim como fazem os homens. Mas não posso negar que espero ansiosamente cada encontro. Me viciei no Vitor. É loucura, mas se pudesse me encontraria com ele muito mais vezes.

Vou relatar alguns dos momentos mais excitantes e deliciosos!

Como sempre, Victor inicia com sexo oral. Não é à toa quando dizem que os homens que sabem chupar direito têm as mulheres que querem. Ele se lambuza com o meu sexo, me fazendo ir as nuvens. Utiliza os dedos, a barba, a língua e levemente os dentes. Não demora muito para atingir meu orgasmo. Depois da excitação máxima, de gemer deliciosamente alto por estar em um motel e não ter com o que se preocupar, faço um gesto para acabar. E ele? Segura minha coxa com força e continua a me chupar! Tento me soltar, em vão. A sensação inicial é inexplicável. Depois do clímax total, vem a sensação de relaxamento, e continuar sendo estimulada no clitóris depois de gozar faz os sentidos se misturarem. No começo, é estranho, mas depois a continuação da excitação e a sensação de vir gozar novamente trazem à tona uma explosão de sensações. O segundo orgasmo consecutivo é ainda mais difícil de descrever. Tenho a impressão que vou desmaiar de tanto prazer.

O sexo ficou mais excitante e saboroso. Ele explora todo o meu corpo. Depois de me fazer uma massagem, ele toca toda minha vagina. Quando estou molhada e morrendo de tesão, ele parte pro ataque! Me pega com força e me penetra com tesão, fazendo o ritmo aumentar cada vez mais. Ele é 7 anos mais jovem, mas eu sou uma atleta. Essa “junção” de disposição resulta em horas ininterruptas de prazer. Num motel que nós fomos, tinha uma cadeira acolchoada própria para fazer sexo em diversas posições. Sentei nela e levantei minhas pernas. Que loucura ver ele me penetrando e enxergar sua expressão de prazer. Rolou até sexo anal nessa cadeira. E senti um tesão imenso! Quase sempre sinto dor, mas pela excitação do momento, poderia até gozar. Ele tocava minha vagina ao mesmo tempo me fazendo delirar.

A posição de quatro também é uma das minhas favoritas. Saber que ele está olhando todo meu corpo me dá uma sensação de poder. Uma vez fiquei tão excitada que pedi para ele me bater. Como assim? Como iria explicar algum hematoma no meu corpo? Nessas horas me dou conta do tamanho da insanidade de tudo isso. Como é bom ver nos espelhos do motel todas essas loucuras. Aguço todos os meus sentidos o máximo que posso: cheiro, gosto, partes do corpo…

Quando eu vou por cima e ele segura meus mamilos com as pontas dos dedos, posso ver seu semblante de prazer e fico doida! Gosto também de ditar o ritmo nessa posição. Inclino o corpo pra trás para aumentar a intensidade da penetração.

Na última vez que nos encontramos, apesar de mais rápida por ter sido a noite, foi uma delícia, como sempre. Gozei fazendo um 69. E ele gozou me penetrando de frente, eu com as pernas para cima, e depois com o sexo anal. O mais interessante de todos os encontros é que se assemelham desde o início. Sempre gostosos. Não estou lá para romance e papo mole e o Vitor sabe disso como ninguém. É sexo (delicioso por sinal), tesão e prazer. Saio de todos os nossos encontros leve e satisfeita. Como que reabastecida para enfrentar as tensões do cotidiano.

Eu sei que um dia não vamos mais nos encontrar. Ele vai arrumar uma namorada, eu vou ter outro filho. O que fica para mim, é a lembrança. É na memória que as mulheres guardam seus segredos e suas loucuras. Lá deixamos de ser aquilo que a sociedade espera de nós. Nela não sou a mulher, esposa, mãe e profissional perfeita. Eu sou eu mesma, com todo meu instinto e minha espontaneidade. E posso me lembrar desses momentos quando quiser.

Anônima

09/10/2014

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Algumas vezes, uma pequena tortura pode ser mais sofrida para quem a faz, do que quem a recebe.

Minhas tardes com Raquel, a jovem voluntariosa que iniciei nos caminhos do prazer (1), eram cheias de vitalidade e surpresas. Eu abri para ela, um mundo de possibilidades que estavam retidas apenas em sua imaginação, agora, todas abertas para a realização. Essa sede, ainda que irrefletida e descontrolada, era realmente um dom da juventude, que comumente só damos valor quando é irremediavelmente perdida. Mas ela me dava oportunidade de apreciar um pouco dela.

Enquanto apreciava uma das minhas cigarrilhas, minhas pequenas cubanas que me davam um prazer rápido, mas forte, ela admirava a vista da varanda de uma das minhas propriedades. Eventualmente, meus clientes da corretora me presenteavam com pequenas estadias em suas casas, que estrategicamente guardava para momentos especiais. Mas era a vista dela que me interessava agora.

Seu corpo pequeno e alvo se destacava sobre a vista do mar, como uma pequena sereia fugida de suas profundezas. Terminei meu fumo, e disse a ela:

- Venha cá, Branquela, você tem que continuar sua leitura para mim. Lembre-se que ainda me deve mais dois livros, só terminou um…

Ela sorriu levada para mim, e respondeu um “não!” seguido de um exibir de língua, se voltando novamente para a vista. Eu jurei que vi aqueles quadris pequeninos mas arredondados balançarem para mim, como uma chacota adicional.

- Se eu tiver que te buscar, você talvez não vai gostar – disse seco e direto. Aquela tarde, eu não estava para brincadeiras, diferente do de sempre. Queria exercer minha voz de comando com ela, que resistia, mas estava se acostumando a respeitar.

Ela se manteve olhando para a varanda, me ignorando. Ela descobriu da pior forma, que posso ser bem silencioso quando quero. Me levantei devagar, até chegar até as costas dela. Segurei-a pelo pescoço com uma mão, e por um dos pulsos, do outro, e disse a encarando:

- Para a cama. Agora.

Antes que ela pronunciasse uma palavra, a arrastei até a cama, e a coloquei deitada. Ainda com uma mão em seu pescoço, sem pressionar, eu continuei:

- Você vai ser castigada por dois motivos. Um, por não ter vindo até mim, quando eu mandei. O outro é porque – disse enquanto tirava duas cordas pequenas de trás de um travesseiro – você sumiu com as faixas dos roupões, achando que com isso, eu não iria conseguir te amarrar. E eu vou fazer isso com você QUANDO e ONDE eu quiser. Entendeu???

Ela me olhava com aquele olhar de novo, o da gazela que não consegue correr do leão, ao responder:

- Sim… Sim, Senhor.

- O que mais?

- Eu… eu mereço ser castigada, Meu Senhor.

- Muito bom – disse acariciando o rosto dela com um dedo e prosseguindo secamente – NÃO. SE. MEXA.

Sorrindo por um momento, por ter escolhido uma cama com suportes adequados, prendi os pulsos e tornozelos dela na cabeceira e dos pés da cama, separadamente, mas deixando um pouco de folga para ela se mover. Eu iria precisar disso mais adiante.

Subi sobre o corpo dela, a encarando, e disse, meu nariz tocando o dela:

- A partir de agora, o único som que quero escutar de você, até eu terminar, é de seu prazer. Nem comentários, nem risos, nem nada. Se eu ouvir uma vez, encerramos por aqui, e voltará para casa por conta própria. Entendeu?

- Sim, meu Senhor.

Desci devagar, até os pés da cama, meu corpo do lado de fora. Deixei-a por um momento, indo ao frigobar e bebendo um pouco de água, e colocando a garrafa do meu lado da cama. Voltei sem pressa, até os pés da cama. Segurei um dos pés dela, gentilmente, a olhei nos olhos… e lambi o dedão do pé dela, da base até a ponta, o colocando na boca, acompanhado do primeiro suspiro dela. Repeti o mesmo gesto em cada dedo, respeitando os seus tamanhos, mesmo o mindinho foi gentilmente sugado. Me voltei para o calcanhar, pressionando a língua em cada lambida, para assim evitar cócegas. Fiz o mesmo no centro do pé, mas apenas com uma única lambida, de baixo para o alto. Ela tremeu, mas resistiu ao impulso de rir. Pressionei um pouco menos, e me voltei para o restante da sola, lambidas curtas, da esquerda para a direita, molhando bem a boca com minha saliva, para que a língua deslizasse bem…

Passei para a parte de cima, dobrei o pé dela sem forçar, na minha direção, e fui o cobrindo com lambidas mais lentas e longas, dos dedos até o tornozelo, não esquecendo a lateral, um ou outro beijo curto entre elas, sem abusos. Deixei as últimas lambidas para seus delicados tornozelos, onde já via as veias dela, o sangue correndo rápido com o início da sua excitação.

(Ela tinha um toque de hidratante, até nos pés. Mulher cuidadosa com detalhes, sempre me agrada especialmente…)

Passei para o outro pé, mesma sequência, umedecendo bem a língua em cada passada… já via as pernas dela com os poros visíveis dos arrepios.

Coitada. Nem tinha começado ainda…

Voltei minha atenção para a perna dela, me mantendo na esquerda. Mantive uma mão embaixo da coxa dela, e outra na perna, a flexionando ligeiramente. Me projetei mais para dentro da cama, molhei minha língua com saliva, e a provei. Lambi as pernas dela, longamente e pressionando, de baixo para cima, na direção de seus joelhos, uma perna após a outra. A lateral das panturrilhas, o centro, as próprias panturrilhas, a virando de lado, nada foi poupado de que ela me desse seu sabor.

(Perfeitamente depilada, apenas pelos pequenos que não me arranham. Perfeito.)

Cheguei ao joelho. Molhei os lábios, e tomei um por um, circulando-o com lambidas leves e muitos beijos molhados. Ela já respirava fundo, me olhando meio ausente. Ao terminar a parte da frente, virei-a de costas para mim (graças a folga nas cordas, as pernas e braços ficavam estreitados, mas era possível). Era uma parte que eu adorava. Fui até a dobra de trás do joelho, e cobri-a com uma única linguada, de uma ponta a outra. Tive que segurar a perna dela para que não se contraísse, na primeira vez. No outro joelho, pela primeira vez, ouvi um gemido, alto e longo, saindo do fundo daquela menina atrevida.

Mantendo uma mão na coxa dela, bebi um gole de água, agora apenas fresca, era o suficiente. No ponto onde minha mão estava, comecei. As lambi menos gentil, com firmeza, mas espalhando bem a língua em cada uma, frente, lado… subindo, subindo… pela frente, cheguei até as virilhas, molhando a boca, e com a ponta da língua, percorrendo sua curva, de fora para dentro, minha respiração perto de seu sexo, a fazendo gemer mais alto…

Depois de fazer o mesmo contorno na direita, eu agora encarava o Portão do Paraíso dela. Eu estava desesperado para a devorar… mas não era a hora. Afastei-lhe as pernas, e lambi toda a parte mais carnuda que envolvia os lábios, desde depois do ânus, subindo com a língua quase lhe tocando, um lado, outro lado… senti ela esticando as mãos, querendo empurrar minha cabeça para dentro dela, mas as cordas não permitiam. Sorrindo, dei uma última mordida no alto da parte mais cheia daquilo que sua calcinha ocultava, chamada apropriadamente de Monte de Vênus, erguendo logo depois minha cabeça, para ver ela ainda se debatendo para que eu a chupasse.

Não, sua desobediente. Apenas na hora em que EU quiser.

Virei-lhe o corpo, lhe agarrando por um momento os quadris, aquela pequena e arredondada bundinha, que me fascinava, naquela menina. Para não sonegar nenhuma parte dela, fui até as coxas uma última vez, e subi cada uma delas na parte traseira, com lambidas curtinhas, mas bem molhadas. Eu sentia ela querer gritar e falar, mas ela se continha. Era uma tortura, mas ela queria sofrer cada parte dela…

Cheguei enfim aos quadris. Com um pequeno beijo em cada lado, recomecei o banho. Da parte de fora, com a língua bem molhada e de leve, passei pela maciez redonda dela, do fundo ao topo, mais para dentro, mais para dentro… perto da divisão, passei ao outro lado, mais para dentro, mais para dentro… por fim, afastei as duas partes e as pernas… e com a ponta da língua molhada, passei de baixo para cima, naquele vale arrepiado e trêmulo… concluí com uma língua molhada se insinuando dentro do ânus dela. Fui premiado com outro gemido profundo, e o tremor do corpo dela…

Mantendo ela deitada, corri as mãos de leve pelas costas dela, apreciando os poros se abrindo com os arrepios. Já com meu corpo quase inteiro na cama, comecei a lamber aquela parte tão boa de apreciar. Começando pelo fim das costas, pressionando a língua quase ao ponto dos dentes a tocarem, lambi-lhe as costas, do lado de fora também para dentro, subindo aos poucos.

(Até o gosto do suor dela, está adocicado, quase nada de sal… delícia…)

Na parte mais alta, eu estava com o corpo quase apoiado nela. Senti uma mão segurando meus cabelos. Deixei apenas ao ponto em que ela começou quase a arrancá-los – concessões tem limites. Voltei para o fundo das costas, e com um único movimento, percorri lhe a coluna, da base do quadril até a nuca, milhares de poros abertos de prazer… ela já respirava curto e desesperador…

A coloquei novamente de frente. Senti que ela com o olhar, me convidava para os seios dela.

Nada disso. Não agora.

Soltei uma das mãos dela, a segurando pelo pulso, e ouvi um silvado dela, quando comecei a sugar dedo por dedo, finos e delicados que eram.  Fiz mais pressão ao lamber a palma, descendo até o pulso, apenas com a ponta da língua a contornando, e olhando para ela, linguando as costas, dos dedos para o pulso. Com a boca um pouco aberta e já umedecida, percorri os braços, canto por canto… devagar e sem pressa, até o cotovelo. Nele, abri bem a boca, e com os lábios molhados, os fechei em torno do cotovelo até sua ponta. A boca continuou, mais aberta, sugando ligeiramente, enquanto os lábios gradualmente chegavam ao seu ombro, tomado pela minha língua com delicadeza.

Ergui o braço dela, e com a língua bem aberta, passei uma vez, longamente pela axila, com mais algumas tremidas do corpo dela me louvando pela lembrança. Afrouxei as mãos em torno do braço dela por um instante… apenas para o agarrar novamente, e o amarrar na cabeceira. Peguei o outro braço, e tomei mais um pouco de água. Ainda estava longe de terminar…

Olhei-a nos olhos por um momento, mas ela estava totalmente ausentada de prazer, apenas um bicho amarrado querendo devorar sua presa. Sorri de satisfação ao descer e me voltar para sua barriga. Alternei beijos molhados e lambidas em círculos para dentro, terminando o local com uma funda penetração da minha língua úmida no seu umbigo. Alguns gemidos desesperados e seguidos saíram dela, enquanto girei a língua, ainda no umbigo, saindo lentamente, até se despedir do lugar com um toque suave da minha língua.

(Umbigo perfeitamente limpo. O banho dessa menina deve durar horas…)

Encarei enfim, os seios dela, a ponta dos mamilos rígida, e com poros abertos. Molhei a boca, olhando-a nos olhos, e pousei os lábios de leve na ponta de um dos seios dela… e comecei a suga-lo para dentro da minha boca, graduando a força, até tê-lo quase engolido inteiro… o soltei de uma só vez, agora ainda mais vermelho de tesão que já estava, levantei-o, e passando a língua de lado, passei pela curva de baixo do seio, de dentro para fora. Outros tremores me premiaram, com gemidos que apenas não diminuíam de intensidade, agora já incessantes. A agarrei por um momento, antes de passar ao outro seio, com um engolir e lamber que a deliciaram novamente.

Segurei-lhe a cabeça, a encarando, as mãos novamente tentando me pegar, mas agora o nó estava mais justo. Meu corpo pesando sobre o dela não lhe deixava quase se mover, meu membro rijo e dolorido, de tanto tempo ereto, quase lhe tocando o sexo. Comecei abrindo a boca e fazendo meus lábios molhados se fecharem em torno do queixo delicado dela. Ergui a cabeça dela, puxando pelos cabelos, e lhe lambendo o pescoço, apenas a ponta da língua desenhando pequenos fios na sua passagem de volta, para onde tudo começou.

Fechei os lábios molhados, e com um ligeiro bico, lhe beijei ritmada e levemente o rosto. O entorno dos lábios, as maçãs do rosto, o contorno dos olhos. No nariz, abri a boca, e o suguei de leve, da base para fora, até a ponta dele sair da minha boca. Fiz o mesmo mais devagar, ao lhe trabalhar a testa, mais vermelha que branca, depois de minutos incontáveis excitada…

Virei-lhe o pescoço. Com minha língua descansada, passei para a orelha. Apenas uma ponta da língua seria necessária para percorrer cada fresta e canto, acompanhando os contornos… coloquei-a ligeiramente na boca para cobrir de saliva a parte superior, inseri essa mesma ponta umedecida dentro de seu ouvido, seguida de gemido alto e despudorado, e com um momento, corri a língua pela parte de trás da orelha. Virei-lhe o pescoço novamente, sem gentileza, para depois retomar a delicadeza na outra orelha…

A encarei uma última vez, lhe soltando apressadamente as mãos, e lhe falando:

- Queria que eu te chupasse, não é? Vai ser AGORA!

Procurei o espaço entre as pernas dela, antes que pudesse reagir. Estava encharcada, ao ponto da coberta estar levemente molhada. Envolvi a vagina, lábios, tudo com a boca, para beber o Licor dela, abundante, secando-lhe bem, jogando a cabeça de leve, para um lado e para o outro, o sexo dela inteiro pulsante… depois que sequei tudo, passei a língua de leve, desde perto do ânus até seu clitóris, ela já gritava de tesão, enquanto com a ponta da língua, vibrei aquela pequena ponta dela como se tocasse um sino que acelerasse devagar…

Antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa, ela agarrou meus cabelos, jogando a pelve contra a minha cabeça, no mesmo ritmo das linguadas, umas poucas vezes… até se tremer inteira, me pressionando como se quisesse que minha cabeça inteira entrasse nela. Depois de uns instantes, veio o grito de gozo, alto e despudorado, que mal ouvi, o Licor dela corria abundante, eu só queria o beber, até que nada mais restasse…

Eu estava sentado ao lado dela, fumando novamente depois de uns instantes, ela de costas, totalmente exaurida. Tentei correr as mãos pelas costas dela, mas ela se retraiu com pequenos gemidos. Depois de uns momentos, ela enfim falou…

- Meu… Senhor… isso foi… um castigo… ou um… presente?

- Um castigo, Raquel. O presente, será o que você me dará assim que estiver recuperada. Meu membro ficou dolorido de tanto tempo, me segurando para não lhe tomar… ele precisa de uma cura… que só sua boca poderá me dar…

Notas:

(1) Vocês podem ver como eu a conheci lendo: Primícias do Prazer – Parte Um ( http://www.meusfetiches.com/primicias-prazer-parte-um/22/09/2014/ ) e Primícias do Prazer – Final (  http://www.meusfetiches.com/primicias-prazer-final/30/09/2014/ ).

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