quinta-feira, agosto 21, 2014
Contos

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Para alguns talvez seja mais um conto erótico, mas para mim é a história do reencontro de uma antiga paixão. Eu tinha uns 13 anos quando o conheci. Na escola ele tinha uma daquelas bandinhas de rock que excitavam as meninas. Achava ele lindo, mas nunca havia me dado um “oi” sequer. Não era nenhuma surpresa que falasse comigo, afinal era uma criança e ele estava no ultimo ano do colégio. Quando ele terminou a escola, nunca mais o vi, a não ser em algumas ocasiões na rua, já que moramos perto um do outro.

Anos depois, graças à internet nos encontramos novamente e começamos a nos falar. Agora não era mais uma criança, era uma mulher e acabei despertando interesse dele. Mantínhamos certa amizade e esse contato, ainda que à distância, me fazia muito bem! Disse-me que havia me tornado uma linda mulher! Continuava tocando em outra banda, mas ainda tinha aquele jeito bad boy de quando tocava na escola.

Certo dia conversando pelas redes sociais, ele me disse que iria tocar em minha cidade. Pediu pra ir vê-lo tocar. Um sentimento estranho correu no meu corpo inteiro. Não sabia se era ansiedade ou excitação, mas era incrível a sensação.

Respondi que iria sim. Imagina que iria deixar esta oportunidade passar… Claro que a ideia de conversar com aquele homem que me excitava na escola me deixou com as pernas bambas e uma incrível vontade de tê-lo.

No dia do show eu mal me continha… Ansiedade, tesão, nervoso, vontade, sei lá, talvez um misto de tudo. Fiquei o dia todo assim! Decidi que deveria estar linda, deslumbrante, poderosa, gostosa, desejada, comestível, maravilhosa! Eu realmente estava assim.

Vesti meu espartilho, caprichei na maquiagem, arrumei bem o cabelo e fui. Meu corpo inteiro vibrava, meu interior se contorcia de tanto tesão e prazer. Assisti ao show inteiro bem perto do palco, venerando, desejando aquele homem dos meus sonhos adolescentes. Imaginava ele comigo, tentando uma maneira que me notasse… Mas ele não notou!

O show já estava quase acabando e minha imaginação já havia deitado na cama, arrancado a roupa e estava esperando o momento que ele fosse me possuir.

Assim que a performance da banda acabou, decidi que iria esperá-lo.  Infelicidade a minha quando um segurança veio e começou a expulsar as pessoas do lugar. Tive um ataque na mesma hora! Minha ultima chance era mandar uma mensagem avisando da minha presença quando percebi que não tinha o número. O que eu ia fazer? Como avisar aquele homem que estava ali pronta pra ele?

Tenho que agradecer a pessoa que inventou o celular e a internet móvel. Na mesma hora entrei na internet e deixei uma mensagem. Era muito tarde, eu não podia esperar ali. Minha única alternativa era ir pra casa e desejar intensamente que ele respondesse.

A primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi ligar o notebook e ver se ele havia me respondido. A resposta esta ali: por que eu não havia esperado? Expliquei o motivo. Parecia sentir o desapontamento dele naquela mensagem. Estava perdida na solidão, já sem minha linda produção, quando ele me mandou uma mensagem assim: “Onde você está? Eu vou te buscar”!

Meu coração pulsava, meu corpo tremia, meu sexo fervilhava de excitação. Tomei um banho rapidamente e me coloquei na fantasia sexual mais provocante: a de mulher fatal! Dei o endereço da minha casa e pouco tempo depois ele estava em meu portão. Novamente com meu espartilho, sem hesitar me joguei dentro do carro.

Sabia pra onde ele me levaria, e pra falar a verdade, não dava a mínima. Se eu estava sendo fácil ou não, isto não importava. Apenas queria realizar a minha vontade.

Não demorou muito para que o carro chegasse ao motel. Escolheu um quarto e já não conseguia mais me segurar. Minhas mãos suavam, meu corpo tremia, minha respiração era ofegante. Finalmente toda aquela paixão de menina veio à tona e estava ali minha oportunidade de aproveitá-la ao máximo.

Botão por botão meu espartilho foi se abrindo. Deitado em cima de mim, me beijava intensamente descendo pelo meu pescoço até chegar a meus seios. Surpreso, deparou-se com meus piercing nos mamilos. Intrigado começou a brincar. O tesão era incrível.

Estava quase implorando que ele acabasse comigo.  Seus dedos que entravam e saiam de mim rapidamente estavam me enlouquecendo.  Ao perceber que eu estava pronta, molhada e excitada, falou ao meu ouvido: Você quer? Me quer?

E sem pensar respondi: Me come!

Colocou uma camisinha e partiu pra cima de mim, puxando minhas pernas na altura de seu pescoço. Metia com vontade e fúria. Eu não pensava mais, apenas o sentia. Gritava de tesão e quanto mais eu gritava, mais ele metia com força. Num movimento rápido, me colocou de lado e eu pensei: Eu não quero de lado, quero de quatro!

Mais rápida que ele, me virei de quatro, e sem hesitar, enfiou em mim toda sua ereção. Eu gemia e ele me acompanhava. Mas aquilo tudo não me bastava, eu queria mais! E foi o que ele fez: agarrou meu cabelo, sussurrou em meu ouvido: “Deixa te comer por trás”?

Foi bruto, mas ao mesmo tempo excitante. Sem pensar, disse: “Come, mas enfia bem devagarzinho, com muito carinho”!

E segurando meu cabelo, começou a enfiar, sussurrando em meu ouvido:

- Devagar assim? Bem gostosinho?

Eu só respondia “sim, humm”… Era tudo que saia da minha boca.

Aquele “entra e sai” e “tira e põe” que ia bem devagar, começou a aumentar. Quando percebi, ele estava todo dentro de mim. Eu queria uma coisa mais bruta, então pedi:

- Solta meu cabelo e segura meu pescoço!

- Você gosta de ser sufocada?

- Aham. Segura meu pescoço!

E ele segurou, me sufocou. Aquela sensação de aprisionamento, aquela vontade de gozar alucinadamente… Orgasmos vieram diretos e certeiros. Nossa, eu senti demais! Pedia pra gozar dentro de mim. Ele me atendeu em segundos. Senti o peso de seu corpo, sentia seus pingos de suor, sentia pulsando dentro da mim. Foi o melhor prazer que havia sentido!

Deitada em seu peito, só conseguia pensar na felicidade de estar naqueles braços. Meu corpo tremia, sentia frio. Aquele homem bruto e carinhoso fez amor e sexo ao mesmo tempo comigo. Minha cabeça estava a mil, mas eu não queria pensar, apenas sentir.

Depois de descansar um pouco, tinha que retribuir de alguma forma todo o prazer que ele tinha me dado. Caprichei no sexo oral e fiz gozar em minha boca. E o sonho de ficar com esta paixão antiga terminou ali…

Levou-me pra casa depois disso. Nem conseguia dormir. Lembro que acordei com a bunda roxa dos tapas que levei! Não sei se verei esse homem de novo. Nossas vidas têm rumos diferentes.

Só sei que não me arrependo de maneira nenhuma de ter sido apenas uma noite de sexo casual! Foi uma das melhores transas da minha vida.

 
Autoria: Anne
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Este é meu doce segredo.

Tudo começou quando em um sábado. Entediada, sem ter o que fazer, resolvi entrar em uma sala de bate papo. Já estava acostumada a frequentar esse tipo de espaço, pois ali você é livre e pode ser o que quiser conversar abertamente sobre assuntos que aparentemente são tabus aos olhos da sociedade.

Estava no chat quando comecei a teclar com um homem muito simpático. Descobrimos que morávamos bem próximos. A conversa fluiu tão bem que fomos para o (antigo) MSN. Lá ele me mostrou fotos de viagens e deu para perceber seu excelente porte físico, um homem bem atlético.

Quando foi minha vez, pediu para mostrar fotos minhas. Fiquei sem graça, pois sou gordinha. Disse isso a ele, mas rebateu dizendo que adorava gordinhas! Alias, foi isso que chamou a atenção dele no chat: meu Nick “Gordinha Linda”.

Começou um bate papo gostoso entre nós. Disse que era casada e ele me contou que tinha namorada. Como descobrimos que trabalhávamos perto um do outro, no centro do Rio, ele me ofereceu uma carona na segunda-feira.

Mesmo relutante, eu aceitei. Com o fim de semana todo pela frente, pensei ate que ele iria esquecer, mas pra minha surpresa logo na segunda recebi uma mensagem confirmando o encontro.

Aceitei! Não queria perder esta oportunidade, afinal, na minha cabeça não tinha nada a perder. Confesso que fiquei muito nervosa pensando nessa loucura. Na hora que sai do trabalho fui para o ponto de ônibus esperar ele vir me pegar. A sensação era um misto de medo, ansiedade e até certa excitação.

Quando aquele carro importado parou em minha frente piscando os faróis, não acreditei! De cara isso já me intimidou. Quando vi o motorista então… Nossa!Era ele! Pensei: “Isso não é para mim”! Um homem alto, com um corpo perfeito, pernas maravilhosas (ele estava de short vindo da academia), cabelo meio grisalho cortado estilo militar. Que homem era aquele?

Entrei no carro e fiquei muda sem ter o que falar. Nosso trajeto era um pouco longo. O tempo todo puxava assunto e eu completamente calada e tímida, mas muito encantada. Quando nossa breve viagem teve fim, sai do carro e fiquei me achando uma burra de não ter aproveitado aquela oportunidade.

De repente recebi uma mensagem dele pedindo desculpas por ter forçado nosso encontro e que tinha entendido que a diferença de idade era muito grande (10 anos). Tomei coragem e respondi a mensagem falando que tinha achado ele um gato, que estava envergonhada e gostaria de uma nova chance. Era disso que precisávamos: quebrar aquele gelo inicial.

Marcamos um novo encontro para quarta feira e a excitação aumentou! Esse gostinho de perigo era muito bom! Trocamos varias mensagens quentíssimas nesse meio tempo. Nossa vontade ia aumentando a cada dia…

Da próxima vez, quando entrei no carro já fomos logo aos beijos. Começamos a colocar em prática tudo aquilo que escrevíamos em mensagens. Ele abriu sua camisa e eu não aquentei quando vi aquele abdômen todo definido. Comecei a beijar e lamber sua barriga até embaixo. Como ele estava dirigindo, mesmo assim com uma mão só ele agarrou meu seio e ficou apertando. Quando parávamos no sinal, ele enfiava a mão por baixo do meu vestido.

Ainda no carro, delicadamente tirei minha calcinha. Imediatamente sentiu como eu estava molhada. Enlouqueceu de tesão! O que tornava o momento mais gostoso é que ele estava dirigindo.

Quando subimos a ponte Rio Niterói, abri a calça e agarrei seu sexo deliciosamente rijo! Comecei a chupá-lo ali mesmo. Cada vez que sentia aquele gosto, queria muito mais… O trânsito estava péssimo naquele dia. Não aguentou e gozou na minha boca. Foi uma delícia!

Quando chegamos ao motel, foi logo me agarrando. Ainda nas escadas, me beijava de um jeito selvagem, parecia que iríamos transar ali mesmo. Ele me fez esquecer a vergonha que tinha do meu corpo e todas aquelas imperfeições que estavam somente na minha cabeça. Isto me fez pensar o quanto nós podemos ser diferentes na cama. Depende de quem esta conosco! Enquanto uma pessoa faz você se sentir desconfortável até com a própria maneira de ser, outras fazem a gente se sentir como uma deusa. Este era o caso deste homem!

Foi a transa mais quente que já tive, pois foi o dia que ele me iniciou no anal. Um tipo de sexo que eu não gostava, mas passei a adorar! Foi delirante…

Depois dessa primeira vez, toda semana saímos pelo menos um dia. Era tudo que queríamos: sexo gostoso sem compromisso. Uma realidade paralela, onde são realizadas nossas fantasias. Realmente aquele homem maduro marcou minha vida e valeu cada minuto tê-lo conhecido. Disse-me que meu Nick deveria ser mudado para “Gordinha Sexy”, pois era assim que ele me via!

Hoje sou uma nova mulher, realizada sexualmente e em paz com meu corpo.

gordinhas

 

Autoria: Conto escrito/enviado por El. – 19/07/2013
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Tive uma experiência incrível de sexo casual em minha última viagem. Moro na capital e recentemente fui visitar alguns parentes no interior. Tenho um amigo por lá. Devo dizer que há algum tempo trocamos mensagens um tanto intimas, pra não dizer ousadas ou calientes. O fato é que ainda não o tinha visto pessoalmente, mas nossa ligação parecia ultrapassar todas as barreiras.

Assim que soube de minha presença na cidade me ligou convidando pra dar um passeio de moto com ele. Este convite me deixou muito excitada. Por isso aceitei sem pensar duas vezes. Ficou combinado que iríamos de moto até a fazenda, onde poderíamos caminhar e nadar num rio, além de um banho de cachoeira.

Na hora combinada ele apareceu. Pela olhada que recebi, tive certeza que tinha acertado no look. Ao me fitar com aqueles olhos azuis, senti que ele me desejava. Aquele passeio prometia ser inesquecível.

Montei em na garupa da moto e seguimos pra fazenda. Durante o trajeto, ele foi me mostrando a paisagem e falando sobre tudo. Mas foi difícil manter atenção no que ele falava, pois minha imaginação estava saltitante. Andar de moto sempre esteve entre as coisas que considero perigosas e desnecessárias, mas naquele momento queria que o passeio não acabasse nunca ou que chegássemos rápido à fazenda.

Em determinado ponto do caminho a moto fez um movimento brusco e eu me agarrei a ele. Humm. “Que cheiro bom!”, pensei. E deixei minha mão escorregar pela sua barriga. Senti que ele gostou e então fui escorregando por sua cintura e coxas. Minha vontade era tocar na calça de forma que eu sentisse algo mais. Mas talvez ele se assustasse um pouco com minha ousadia. Deixei tudo correr naturalmente.

Assim que chegamos à fazenda, descemos logo da moto e seguimos direto para o rio. Tirei a roupa sob seu olhar faminto e isso me excitou ainda mais. A água estava gelada e não pude deixar de fazer uma careta. Ele deu uma risada gostosa, quente.

Mas seu sorriso morreu de repente e me dei conta do motivo. Minha cara queimou e nem tive coragem de olhar pra baixo. Eu senti meus seios bem rijos. Não sei se era tesão demais ou efeito da água fria. Ele percebeu meu acanhamento e se aproximou. Seus olhos tinham um brilho diferente e eu não conseguia me desviar.

Só sei que no momento seguinte estávamos nos beijando como dois adolescentes famintos. Sussurrava entre um beijo e outro o quão excitado ficara durante o trajeto. Tentei falar que também senti o mesmo, mas quando abria a boca, sua língua me invadiu e vi que não precisava falar. Meu corpo já respondia por mim.

Senti suas mãos deslizando pela minha nuca, costas e bumbum. Puxou mais pra perto e senti a rigidez de seu sexo sob a sunga. Estava com muito tesão e pensei que ia gozar só no beijo. Não seria estranho pra mim, talvez pra ele. Nas nossas conversas, nunca mencionei o fato que tenho facilidade em gozar.

Depois, o beijo perdeu o tom avassalador e se tornou mais amoroso. Diria calmo. Sua mão tocou meus seios e instantaneamente um gemido escapou de minha boca. Ele se afastou um pouco e com movimentos rápidos desceu as alças do meu biquíni deixando meus seios livres. Senti sua língua tocando num biquinho e imediatamente segurei sua cabeça.

Queria mais! Ele então chupou. E que chupada! Sugou com força, com carinho. Ora em um, ora em outro. Eu não aguentava mais. Precisava gozar. E quando minha mão tocou seu membro, senti como ele também estava louco de excitação.

Puxei-o pra fora da sunga e comecei a acaricia-lo. Nesse momento senti sua mão invadindo minha calcinha, me tocando, me invadindo. Eu gemia e disse que precisava de mais. Que queria ser dele, por inteira. Queria sentir me rasgando com força.

Então ele me pegou no colo e saímos da água. Olhei pra casa e desejei que não me levasse pra lá naquele momento. Pareceu ler meus pensamentos, pois disse que queria me comer ali mesmo… No mato. Meu nível de tesão chegou às alturas! Sempre quis fazer sexo ao ar livre, correndo o risco de ser flagrada ou observada.

O lugar era perfeito. Já devia estar planejando o ato, pois estendeu uma toalha no chão e me deitou sobre ela. Começamos a nos beijar novamente e sua mão percorria todo meu corpo. Acabamos de tirar as roupas e nos entregamos ao momento.

Sua língua passeava por todos os cantos me arrancando gemidos. Quando senti sua boca no lugar que mais gosto, fiquei louca. Sou alucinada com sexo oral. É a melhor parte do sexo. E uma transa não é totalmente ruim, se tiver um oral. Ele mostrou ser entendido no assunto e me chupou com vontade. Segurei sua cabeça com força, pra não correr risco dele parar. Senti sua língua me invadindo. E nesse momento gritei… Gozei. Percebendo que eu gozava, me estimulou mais ainda chupando com força. E gozei novamente! Uma sucessão de orgasmos múltiplos tomou conta de mim naquele momento.

Passado o êxtase, ele se afastou me beijou na boca, falou pra eu me acalmar. Mas eu não queria calma. Queria sexo em todos os meus espaços.

Com calma, foi escorregando pra dentro de mim. Começou a meter com movimentos lentos que depois foram se tornando rápidos e ritmados. Sua mão apertava meus seios e sua língua brigava com a minha. Estávamos loucos um pelo outro naquele momento.

Pedi que mudássemos de posição e fiquei de quatro. Meteu com força, rasgando-me inteira. Puxou meus cabelos e me dava mordidinhas na orelha e nuca. A minha reação só podia ser uma: gozar de novo. Ah, e como gozei! Ele falava coisas que nós mulheres adoramos ouvir, embora muitas neguem. Depois daquele orgasmo, pedi que parasse um pouco. Disse lhe que queria sentir seu gosto.

Seu gosto era bom. Lambi calmamente, conhecendo cada curva. Torturei-o de todas as formas. Pressionava seu sexo em minha boca enquanto fazia movimentos rápidos. Até que disse não aguentar mais.

Então pedi que gozasse em minha boca. Queria seu mel. E assim fez. Não desperdicei nenhuma gosta e fui surpreendida com um lindo sorriso. Beijamos-nos apaixonadamente até nossos corpos voltarem ao normal.

Depois nos levantamos e tomamos um banho antes de seguirmos pra casa da fazenda onde recomeçamos tudo. O passeio acabou e voltamos pra cidade. Eu voltei pra capital com uma certeza: faria tudo novamente se tivesse outra chance.

Foi um passeio incrível na companhia de um homem inesquecível.

Autoria: Annabela
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Eu sou uma mulher casada… E muito bem casada! Meu marido é lindo e tem 45 anos. Ultimamente ele tem me deixado um pouco de lado por causa do trabalho que tem tomado todo seu tempo. Isso gerou alguns conflitos na minha casa. Quero assistência! Quero sexo! Às vezes ele reclama deste furor sexual que tenho. Não sei explicar! Então ele prefere se afundar no trabalho a atender aos meus desejos. Isso me irrita profundamente.

O problema é que sou muito fogosa e se dependesse de mim transávamos todos os dias. Tenho 39 anos e um corpo de dar inveja a muitas garotinhas de vinte. Quando passo pela rua não tem homem que não olhe me desejando. Nas entrelinhas, sou daquele tipo de mulher com bunda tamanho G (G de Gostosa!).

Mas minha história começa no dia em que meu maridinho não pôde me levar ao trabalho, como fazia todos os dias. Nesse dia tive que ir sozinha e como estava atrasada, peguei um transporte particular.

Todos os dias eu o via passando, nunca havia entrado em seu carro, mas naquele momento resolvi arriscar aquela condução. Quando eu entrei no veículo… Meu Deus! Deparei-me com um deus grego. Como ele era lindo e forte! Aliás, muito forte! Usava uma camiseta que realçava seus músculos. Sentei atrás e não conseguia tirar os olhos dele em nenhum instante.

Imediatamente fui retribuída, já que percebi que ele também não tirava os olhos do retrovisor. Chegou a ajeitá-lo para ver minhas pernas… Como meu espírito é altamente safado, disfarçadamente abri as minhas pernas o deixando ver minha calcinha. Passei a fazer o tipo distraído. O rapaz quase enlouqueceu! Ele deixou no meu destino e continuou viagem, pois havia outros passageiros. Só que ficou no ar aquela sensação de a história inacabada.

No dia seguinte não fiz nenhuma questão do meu marido me levar. Tudo o que eu queria era ver aquele homem novamente. Ao avistar o carro, percebi que não havia mais ninguém além dele. Entrei e sentei na frente, armada de olhares ousados.

Ele estava de bermuda. Tinha as pernas mais lindas e grossas que já vi. Durante o trajeto apenas o silêncio falava por nós. Ele não pegou nenhum outro passageiro e fomos sós. Para quebrar o gelo, perguntou meu nome e puxou assuntos diversos. Sorte minha que o trajeto era longo e deu tempo para conversar muito.

Quase chegando ao meu trabalho, sem perder tempo se declarou dizendo que não tinha conseguido dormir pensando em mim. A esta altura já estava molhadinha, pois eu também não havia dormido pensando nele.

De repente, parou o carro e disse que precisava me beijar de qualquer maneira. Estava torcendo por isso, mas fiz um “charminho” dizendo que não podia fazer isso. Era casada e infidelidade não estava em meus planos! Ele nem ligou! Colocou a mão atrás do meu pescoço, me puxou com carinho pra sua boca deliciosa e me beijou muito. Que delícia de boca!

Paramos por ai, pois tinha horário a cumprir e não poderia me atrasar. Despedimo-nos com muito tesão e dificuldade em parar com aqueles beijos enlouquecedores. Fui trabalhar completamente encharcada!

Não consegui vê-lo nos dias seguintes. Meu marido voltou a me levar ao trabalho todos os dias. No meu íntimo, torcia para que pudesse ver aquele rapaz outra vez só para repetir (e quem sabe) terminar o que começamos.

Até que o dia chegou! Entrei e sentei atrás, só cuidando seus olhares pelo retrovisor. Tinha uma passageira no carro, mas ela desceu logo em seguida. Era a chance que eu precisava!

Esqueci as condutas de boa mulher e dama da sociedade e passei para o banco da frente. Fui presenteada com aquele lindo sorriso prometendo loucuras! Ele mudou o trajeto e entrou num estacionamento pouco movimentado de um bairro qualquer. Sabia o que viria pela frente! Não estava a fim de pensar muito em consequências, o tesão era maior que qualquer coisa.

Desligou o carro e foi direto ao meu pescoço! Até meus peitinhos já estavam durinhos de excitação. Abriu minha blusa e sem pensar, chupou meu peito de forma gulosa quase querendo engolir. Não precisa dizer que eu já estava jorrando de tesão…

Determinado em “me comer”, pegou minha mão e colocou em seu sexo, explodindo dentro da calça. Colocou-o pra fora da bermuda e sussurrou no meu ouvido, pedindo para chupá-lo.

Era o que mais queria naquela hora. Caí de boca esquecendo completamente que era casada. Nunca tinha visto um tão grande como aquele! Encheu minha boca e não consegui engolir todo. Ouvia-o gemendo e me chamando de puta…

Estava de saia naquele dia. Muito rápido, passou a mão em minhas pernas, invadiu minha calcinha e meteu dois dedos em mim de uma vez. Adorou ver o quanto eu estava molhada!

Naquele local mais ou menos deserto, gritava de prazer dentro daquele carro. Ele metia os dedos com velocidade e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Que delícia! Não aguentei e gozei nos dedos dele. Corpo em febre!

Em seguida, empurrou minha cabeça para o meio de suas pernas. Comecei tudo de novo até que de repente ele se encolheu todinho e derramou um jato na minha boca! Engoli tudo, não deixei cair nada. Ele amou! Só que a excitação era muito forte e ele continuava de p..duro!

Tirou minhas roupas ali mesmo e caímos de beijos e abraços pra lá de quentes! Estava peladinha e só faltava alguém cruzar por ali… Disse que queria minha bunda gostosa, queria me comer por trás. Aliás, meu sonho. Sempre quis sexo anal e meu marido não é muito adepto desta prática.

Ajeitou os bancos do carro e ajoelhou-se em cima de mim deixando seu lindo membro na minha cara. Começou a me bater impiedosamente com ele. Virei brinquedo nas mãos daquele cara! Imediatamente me virou de costas, colocou uma camisinha e começou a me penetrar.

Aquele estacionamento nunca mais foi o mesmo depois deste dia! Eu me sentia mais devassa de todas as mulheres. Senti aquele mastro me dividindo ao meio num vai e vem sem explicação. Dor e prazer se misturavam aos gemidos, suor e calafrios. Fazer “sexo por trás” era um tesão diferente, algo selvagem, primitivo.

Ele precisou tapar minha boca, pois não aguentava mais tamanho desejo. Iria chamar muita atenção. Gozei como nunca tinha feito antes. Ele veio logo em seguida. O carro também deveria estar em transe… Eis o que eu chamo de infidelidade sem culpa!

Agora eu não precisava ficar morrendo de tesão sem necessidade, enquanto meu companheiro se dedicava somente ao trabalho que levava pra casa (Sim, ele ainda preferia seus relatórios).  Sem problemas! Eu tinha achado a solução perfeita!
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Kátia
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Tudo começou em um bate-papo na internet. Aqueles chats… Tanta gente buscando consolo, conforto, prazer, passatempo, amizade e tantos outros atrás de apenas prazer. Eu naquele dia estava acesa, com a libido a mil, fogo à flor da pele. Estava em casa, nada de bom pra fazer, redes sociais sem graça, sem boa companhia, a TV sem vida com programas inúteis… Resolvi entrar no tal bate-papo.

Entrei com o Nick Moreninha Quente, sem nenhuma segunda intenção, apesar do nome sugestivo e comecei a teclar com alguns rapazes. Alguns desinteressados, uns com uma conversa inteligente, outros com um papo mais sacana e entre esses me chamou a atenção apenas um, que me interessou bastante.

Sempre gostei de homens mais velhos que eu, sendo que tenho apenas 21 aninhos de pura gostosura, modéstia a parte. Mas naquele dia, aquele nem tão velho quanto eu gostaria, (de Nick rapazmaDURO_cam) de apenas 23 anos, foi quem me envolveu pelas belas palavras, pelo vocabulário, pelo jeito conflitante de me incitar.

Ele chamou a atenção e me senti interessada. Resolvi abrir uma exceção e apostar perder tempo com aquele rapazinho. Adicionei o carinha no meu MSN fake, usando o nome de Nandinha e teclamos por horas adentrando a madrugada. Era um papo envolvente, gostoso, falamos sobre tantas coisas… E a cada mensagem trocada o papo esquentava um pouco mais. Falamos sobre coisas extremamente excitantes. Sobre minhas formas, as quais ele demonstrou ter gostado bastante, sobre meu cabelo, sobre minha pele… O detalhe que mais chamou a atenção dele foi a minha cor, o fato de eu ser morena.

Contou-me enlouquecer com mulheres de pele escura, ter tara pelas “pretinhas” como ele mesmo disse. Descrevi dizendo que sou uma morena de 1,73 de altura, cabelos curtos castanhos, mas volumosos, olhos castanho claro cor de mel, seios fartos, bumbum proporcional, coxas grossas, boca carnuda… e outros pequenos detalhes mais picantes, como da minha “pequena”, que já deixaram ele aceso do outro lado da tela.

Pediu fotos, mas relutei no primeiro instante. Dei a desculpa de que eu sairia no prejuízo já que ele não mandaria nenhuma foto. No mesmo instante ele me perguntou se aceitaria vê-lo na web cam e quem sabe fazermos algo mais interessante. Fiquei logo tentada com a proposta e como não tinha em meu computador algumas fotos mais ousadas como a situação exigia, me dediquei por alguns minutos a tirar algumas fotinhos. Ficaram boas até… Umas simples, outras um pouco mais calientes para fazermos a nossa troca.

Assim que disse a ele que já tinha as fotos em mãos ele me enviou o convite da cam e aceitei. Ficamos por mais algum tempo teclando e eu vendo apenas seu peitoral, que é do jeitinho que gosto, branquinho e gostoso. Não demorou a pedir a primeira foto.  Retruquei que mandaria aos poucos pra ficar mais interessante nossa brincadeira.

Compartilhei uma foto de meus seios, usando um lingerie vermelha bem trabalhada em renda e que deixava meus seios ainda mais apetitosos e fartos. Logo me encheu de elogios, dizia que eram lindos, mas que ainda preferia sem o sutiã. Queria outra foto assim, pois a imaginação o deixou atordoado.

Fiz sua vontade e mandei a foto sem sutiã, com os seios bem a mostra. Segurava-os bem juntinhos, arrebitados, como se estivesse entregando em sua boca ou convidando para uma “espanhola”… Os biquinhos estavam bem ouriçados de tesão por nossa conversa no MSN.

Não estava contente com essas duas fotos. Pediu-me que mostrasse outras, queria muito mais de mim. Fiz um pouquinho de charme, o famoso “doce” das mulheres. Disse que queria vê-lo também, pois já não aguentava mais de tanta vontade.

Eu já imaginava tão gostoso, tão duro, mas é lógico que pela menina ingênua, casta, boazinha que sou não disse a ele nessas palavras.

Ele tão dono da situação, com “O PODER NAS MÃOS”, por assim dizer, logo foi falando que sabia o que eu queria, que daria tudo do jeito que eu fantasiava e ainda poderia ficar surpresa com o “presentinho”. Safado! Cachorro! Nem tinha falado nada. A situação estava óbvia!

Queria mesmo era senti-lo de verdade, dentro de mim quentinho… E o maldito falando que iria mostrar no tempo certo se eu fosse boazinha com ele. Ah… Aquele papo me fazia derramar de excitação. Falamos mais algumas besteirinhas e logo compartilhei uma foto com ele. Dessa vez era o meu bumbum.

Ficou de boca aberta e de p…duro. Parabenizou diversas vezes o meu traseiro. Logo me mostrou aquele volume por dentro de sua calça de moletom azul. Sabia que fez aquilo apenas por charme, pra me deixar querendo mais. Já tinha notado o movimento de seu braço, de seu ombro, que deixavam evidente o que ele há muito tempo fazia. Fiquei com água na boca.

Por ultimo mostrei a ultima e mais importante foto que eu havia tirado especialmente para aquele momento. Era dela, abertinha pra ele, dava pra ver a minha entradinha do prazer direitinho, rosadinha e minando de tesão por aquele homem desconhecido.

Ficou deliciado pela foto! Falava palavras extremamente excitantes e me convidou a assistir a outra coisa. Abaixou a webcam, descendo o foco à sua cintura. Enquanto ele descia, um pequeno arrepio percorria meu dorso, já sabia do que se tratava. Tirou aquele membro duro e rijo pra fora da calça, a apesar de preparada, me espantei um instante. Era tão branco e a cabecinha tão rosadinha, bem como gosto de ver, que não resisti e comecei a me tocar, assim como ele.

Cada um em sua casa, já sem roupas e me tocando, deliciada por estar vivendo aquele momento. Digitava coisas extremamente gostosas enquanto realizava movimentos de sobe e desce naquele p…gostoso. Daqui brincava sozinha com minha rosinha e o excitava com uma conversinha sacana, cheia de prazer e sugestões de como eu faria gostoso pra ele.

Quando indicou que estava perto do êxtase, caprichei em minhas palavras, pois desejava desde mais cedo assistir àquela cena, sentir aquele clímax e vê-lo esguichando na frente da cam como se fosse a minha cara.

E veio… Chegou… Vi-o gozando, se estremecendo todo, se contorcendo de excitação, de prazer e todo aquele líquido branquinho em um pequenino paninho, com gotinhas até em sua mesinha do PC e no teclado.

Ri sozinha em casa, por ver as reações dele, por toda aquela ousadia e ao mesmo tempo me senti realizada por vê-lo daquele jeito por minhas palavras (e pelas fotos é claro). Saiu para se limpar e voltou pedindo desculpas pelas reações. Explicou que sempre ficava assim quando chegava ao êxtase do prazer, que é sempre daquele jeito quando é tão intenso. Rebati dizendo que ao vivo deveria ser mais intenso e gostoso. Ele, fraco do outro lado da tela, se segurando e estremecendo vez ou outra, somente assentiu com a cabeça. Desejei por aquele homem mais do que nunca.

Madrugada alta… Depois de alguns minutos se recuperando disse que se levantava muito cedo para o trabalho. Precisava dormir e descansar. Despedimo-nos e desde então sempre o via online, mas nunca nos falávamos.

Até que certo dia eu resolvi puxar papo com ele na intenção de saber a razão do sumiço, porque não me convidava mais à conversa… Certas coisas são únicas! Apenas aquele momento e nada mais. Guardei de lembrança as delícias daquele sexo virtual.

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Autoria: Moreninha Quente – 04/08/2013
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Esta historia começou a mais ou menos um ano e meio. Passei num concurso publico na cidade do RJ, e comigo entrou também mais cinco amigos e uma amiga (que passamos a ficar muito unidos e confidentes).

Deixe eu me apresentar: meu nome é Daniel, tenho 32 anos, 1,69 de altura 67 kg olhos e cabelos castanhos. Sou funcionário publico e casado. Sempre fui muito brincalhão. Isso me traz muitas amizades e percebo que as pessoas gostam disso.

Com o passar do tempo, percebia que minha amiga Silvana não tinha tanta alegria assim. Via tristeza em seu olhar e como já conversávamos muito, um dia perguntei se estivesse com problemas, eu estaria ali para ajudar.

Disse ser casada ha seis anos, que amava o marido, mas não era satisfeita sexualmente. Ele não gostava de inovar, era só o básico. Perguntou como eu era com minha esposa. Disse que era muito bom. Minha esposa adorava inventar na hora do sexo e já havíamos feito praticamente tudo que se imagina. Senti uma ponta de inveja no olhar dela…

Fui para casa, pensativo. Admito que tive vontade de ajuda-la de verdade, afinal ela era muito gostosa. Tinha um corpo mulato todo trabalhado na academia. Minha esposa percebeu que eu estava diferente e me perguntou o que houve. Falamos sobre o assunto, nós temos um relacionamento bem aberto. Minha esposa perguntou se gostava dela como amiga. Disse que ela é super legal, mas parece ser uma pessoa muito infeliz. Para minha surpresa, falou então: “ajuda a coitada saber o que é prazer”! Nossa! Naquela hora peguei minha esposa e transamos feitos loucos.

No dia seguinte chamei Silvana para almoçar e conversamos sobre o assunto. Disse que gostaria de ajudá-la, ela ficou assustada e disse não querer atrapalhar meu casamento e nem queria se separar, pois ama o marido. Tranquilizei-a, dei um beijo em seu rosto e voltamos ao trabalho novamente.

No outro dia, Silvana veio falar comigo. Não parou de pensar em mim e que estava louca de tesão. Arrumamos um jeito e saímos mais cedo do trabalho, na hora do almoço. Neste dia ela veio com uma saia que não havia quem não olhasse.

Quando estava no carro, passei a mão por de baixo da sua saia e senti a calcinha já encharcada. Coloquei sua mão em mim… Ela ficou doida e disse: “caramba, você é pequeno só na altura!” E partimos para um motel na Washington Luiz.

Chegando ao quarto, ela não perdeu tempo… Beijou-me loucamente, logo desceu minha calça e me abocanhou inteiro. Fez isso com tanta gula que não aguentei e gozei na sua boca. Não se fez de rogada, tomou todo o leite e me limpou com a língua. Levei-a para a cama e tirei a roupa. Que mulher durinha!

Beijei seu corpo, fiz um passeio com a língua em cada centímetro de seu corpo. Ficou doida quando desci no seu sexo… Ela gemia sem parar, se contorcendo toda. Acho que nunca fizeram direito naquela mulher! Quando senti seu gozo em minha boca, suguei aquele liquido. Penetrei-a com força logo em seguida. De lado, de costas, por cima. Fiz um trabalho quase completo. Ela disse ter gozado pelo menos umas três vezes…

Coloquei camisinha e a penetrei. Então, gozei novamente, só que desta vez foi dentro dela. Caímos cansados, esperamos por alguns minutos, mas eu queria algo mais. Não sabia se teria outra oportunidade com ela. Sei lá, quem sabe bate uma crise de consciência…

Logo comecei a beija-la novamente, vendo se entregar completamente. Disse que queria o “algo mais” dela. Respondeu-me que tinha medo, pois “era virgem” para estas coisas. Já tinha tentado dar para o marido, mas houve brigas. Segundo ele, isso era coisa de mulher “suja”.

Na hora da transa temos que dar e receber prazer, essa é minha opinião. Houve pequenos protestos do tipo “você vai me rasgar, isso é muito grande”. Olhei em seus olhos como se falasse “confia em mim” e a virei de costas.

Deixei-a totalmente molhada novamente e com meu dedo comecei a preparar “minha entrada”. Ela já se contorcia outra vez. Coloquei outro dedo, depois outro, fazendo movimentos lentos. Coloquei devagar até entrar tudo… Que delícia! A princípio, seus gemidos eram de dor, mas logo foram tomados pelo prazer. Gritava muito!

- Quer que eu tire? – perguntei malicioso.

Se eu tirasse, “ela me matava” (risos) foi sua resposta. Ela reclamou da dor, mas mesmo assim se entregou com o maior prazer deste mundo. Estava se descobrindo como mulher outra vez e eu estava de protagonista desta história. Coloquei com mais vontade ate gozarmos juntos.

No banho, tentei mais uma vez, mas me disse que não aguentava mais, estava muito ardida, que nunca fizeram isso com ela. Eu queria aproveitar tudo de uma vez. Ela poderia não me querer novamente.

- Você está doido? – ela disse. – Agora é meu macho. Tenho um marido que amo e agora um macho que me satisfaz. Sua mulher é muito sortuda.

Fomos embora. Quando cheguei a casa, contei à minha esposa que “ajudei” minha amiga. Quis saber tudo e contei. Ela se excita com estas histórias. Não consideramos traição, pois tudo é consentido.

- Agora repita tudo comigo! – minha esposa ordenou.

Nunca “trabalhei” tanto! Outro dia conto a história de quando minha esposa quis ter a Silvana junto comigo. Foi incrível! Amo minha mulher!

 

Autoria: Daniel (Caxiense)
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Havia semanas que ele vinha mexendo com a minha cabeça e me tirando do sério. Sensação assim nunca havia me ocorrido antes. Ele mexe comigo de um jeito estranhamente delicioso. Tem 18 anos, um sorriso lindo, jeitinho de menino e um fogo que me arrebata.

Terminei um relacionamento de quase quatro anos a alguns meses. Quase não tenho saído e constantemente sinto-me só. Há algumas semanas começamos a nos falar rotineiramente, primeiro sobre religião e assuntos da vida, também falamos de política… Eis que ele começa a me instigar, falando de sexo.

Fala tão abertamente e tão “safadamente” que me perturba! No começo achei que fosse apenas “zueira”, coisa de garoto, com os hormônios aflorados, mas vinha notando a seriedade do assunto e de suas vontades. Em conversa no Facebook me falou de suas preferências na cama:

“Gosto da mulher por cima, pois da para segurar na cintura e conduzir os movimentos, além da troca de olhares prazerosos”.

Uau… Aquilo me incendiou, embora eu tentasse não demonstrar. Ficamos por horas conversando sobre fantasias e desejos impuros, tudo combinava. O jeito como ele falava, tudo como sempre desejei, sempre quis.

À medida que entrávamos mais nesse mundo de indecência e fetiches eu ia ficando cada vez mais atiçada e a vontade de tê-lo para mim era cada vez maior. Ele realmente me excitava!  Era um conjunto convidativo dos olhos azuis profundos que pareciam me chamar para uma imensidão de prazer sem fim. O jeito como falava, me fazia rir e desejar ter a sua companhia mais e mais. Causava-me arrepios quando ficava quieto e me olhava a fundo. Sua voz, o jeito como gesticulava era tão intenso, misterioso e eu queria arduamente desvendar aquele mistério.

Quando estava por perto me sentia gélida e pegando fogo ao mesmo tempo. Eu tinha necessidade daquele corpo, daquela voz sussurrando ao meu ouvido. Precisava sentir a profundidade e o prazer daquele sentimento que despontava em mim.

Era uma terça feira, a chuva caia fraquinha envolvendo a cidade em uma atmosfera calma e tranquila. Eu precisava ir à farmácia. Sai de casa com o guarda-chuva, passo a passo lentamente até chegar àquela que era próxima a minha casa. Chegando lá; cabelo úmido dos respingos da chuva, blusa levemente transparente. Procuro pelo remédio, quando me sinto desconfortável ao perceber que alguém me observa. Viro o rosto lentamente e pelos Deuses… É ele! Não poderia ser outro, aquele olhar, aquele jeito, o sorriso malicioso, a risada convidativa. O que ele fazia ali? E agora?

Veio em minha direção e eu enlouquecia com o caminhar dele, aquele corpo tenro, brilhante, vindo para mim, me fazia ter os mais libidinosos pensamentos.

Pouco nos falamos. Depois de tantas semanas de tentação ficava claro que nossa vontade era mutua e aquele era momento esperado. Era a hora certa de nos deixarmos levar por aquele sentimento, por aquela vontade arrebatadora de pôr pra fora os mais ardentes e promíscuos pensamentos, que logo seriam realidade.

Entrei no carro dele e fui surpreendida com um beijo caloroso. Seu beijo ia me envolvendo e me levando pro seu mundo e eu não quis resistir… Paramos em um lugar ermo, a chuva apertará e a noite misteriosa e fria inspirava os mais devassos sonhos para aquele momento.

Fomos para o banco de trás.  Os beijos cada vez mais árduos e convidativos nos levaram ao êxtase do desejo. Ele colocou a mão dentro da minha calcinha e não pudemos mais nos controlar. Entre beijos e amassos tiramos as roupas molhadas, já não sei mais se era da chuva ou do calor de nossos corpos.

Era como um sonho, um filme, um mundo paralelo. Ele me beijava, começando com rápidos beijos na boca, depois longos e enlouquecedores. Foi descendo pelo meu corpo, me arranhava e eu delirava.

Ele dava pequenas mordidas, que ganhavam intensidade. Começou a me chupar e eu me desfiz em gemidos e sussurros de “quero mais”. Quando estava no ápice do prazer ele me penetrou.  Senti ondas de prazer invadir meu corpo. Ele entendia o que eu queria, sabia como me pegar, me conduzir, me levando pro seu mundo, fazendo eu me perder entre gritos e gemidos.

Resolvi tomar as rédeas. Subi em cima dele, sua respiração ficava cada vez mais ofegante. Não tirava os olhos de mim, sabia que seria bom, assim como eu sabia que faria direito.

Sentei em cima do seu sexo, desci devagar, sentindo cada centímetro, a espessura, o formato, até chegar ao fim.  Comecei a ir mais rápido, com mais força. Ele segurava meus seios, falava coisas obscenas, pedia que eu não parasse. Comecei a rebolar, como se estivesse em uma dança sedutora, numa boate alucinante, dançando de prazer.

Fiquei assim até não me aguentar, gozei montada nele.  Com vontade, com desejo! Deitei ao seu lado. Faltava-me o ar e eu não acreditava que tinha sido tão bom. Disse-me que não era hora de descanso e me virou de costas. Nem pude me recuperar e lá estava meu garoto… Fazendo-me mulher outra vez.

Não parava, não cansava. Quando mais me enfiava forte, me fazia soluçar, mais gostava e eu dava mordiscada e arranhões de tremor. Depois de um longo tempo dentro daquele corpo, senti o intenso e delicioso fim que chegamos juntos. Aquele orgasmo nos levou para outra dimensão, onde só havia nós dois e aquela ardente paixão…

Soube que aquele momento era único. Não queria pensar no que aconteceria depois. Ficamos deitados ali, por um tempo, olhando os vidros embaçados do carro. Eu olhei para ele, sorrimos.

Ele me deixou em casa e não sei quando, ou se vou vê-lo novamente. Ele disse que havia sido a melhor experiência de sua vida. E para mim também foi.

 

Historia de: Miriam Lage

Escrita por: Alice B.

 

 

 

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Por mais que eu saiba sondar um terreno e perseguir uma Ninfa até que ela ceda aos meus desejos, é importante ter algumas que lhe esperem. Algumas vezes, algo mais carinhoso e íntimo é também aquilo que me sacia. Por isto, sabia que era hora de ver Helena de novo.

Meu telefone tocava enquanto eu dirigia para a Zona Norte da cidade a caminho do meu prazer do dia. Vi de relance que era minha mulher, encostei assim que possível e um pouco irritado, respondi:

- Ô Amor, o que houve? Você não sabe que meus clientes no Norte do Estado gostam de pontualidade e eu não atendo celular enquanto dirijo?

- Perdoa Tesudo… É que aquela secretária sua de que não gosto nada ligou de novo, pedindo que não se atrase. Está tudo bem na estrada? – ela responde com a voz mansa que me lentamente me convenceu, do primeiro olhar ao altar, a casar com ela (ainda que ela jamais fosse a única para mim).

Ela falava novamente da Marina. Loura exuberante, malhada, alta, cheirosa… E lésbica, o fato que ela conhecia, mas não se conformava. Tinha um acordo colaborativo com minha secretária: ela encobria minhas “visitas de longa distância” e eu repassava a ela os contatos de todas as Ninfas que preferiam a companhia de outras mulheres. É preciso ter cuidado – e eventualmente cúmplices – para viver como eu vivo por muito tempo.

- Sim, está. Daqui a mais um pouco estarei chegando até a casa do dono da empresa. Outro daqueles chás chatos… Mas o cheiro das verdinhas vai compensar o cheiro de mofo da casa dele! – respondi a ela.

- Vai lá então, Gatão. Cheire-me quando eu chegar, e vai saber se estarei dormindo mesmo ou não… Beijinho… – desligou toda safadinha ela. Digo a vocês que não ser o único para sua mulher é a melhor forma de mantê-la sempre cuidada e fogosa. Tudo o que estabilidade na relação fará por um homem é engordá-lo como um porco e torná-la uma leitoa preguiçosa.

O tempo correu devagar até que fui chegando até as casas mais humildes da cidade, e até onde Helena morava. Um grupo de jovens moças, que em outro tempo estariam dentro de casa brincando de bonecas, estava sentado na esquina, falando, rindo e fuçando seus celulares. Abaixei o vidro para apenas olhá-las e apreciar seu olhar comprido para mim, enquanto passava. Uma pena que eu nunca adquiria “beliscos” onde minhas amantes viviam. Minha reputação com elas era importante para manter tudo o mais gostoso possível.

Está aí uma coisa que eu sempre achei engraçado numa amante… Sua incapacidade de entender que jamais conquistarão um bom homem que já é casado seja ele sincero sobre isso ou não. Elas sempre tentarão te proporcionando a melhor convivência e as melhores gozadas que você puder ter. Tanto melhor para mim, e para os que nasceram para tomar do mundo o que querem…

Enfim, chegava até a casa dela. Antiga, pertencente a sua família humilde há gerações, mas atualmente com o terreno repartido entre ela e uma tia solteirona. Buzinei três vezes, e logo o portão se abriu para revelar minha ruivinha sorridente, minha quarentona cheia de tesão.

Helena era uma funcionária do Estado muito dedicada. Infelizmente para ela, trabalhava de forma correta e honesta, ao mesmo tempo, o que no mundo em que vivemos nunca a levaria a parte alguma. Era a mais bem sucedida da família até hoje, crescendo devagar de posto humilde até o cargo dela de hoje, recentemente empossada com larga responsabilidade. Se ela conseguisse sobreviver no cargo por um tempo, talvez pudesse se mudar para um lugar melhor.

- Ale meu amor, como foi de viagem? – veio ela toda animada, pegando minha mala e me enchendo de beijos. Abraçado com ela, eu já via a tia e o casal de filhos dela me olhando torto. Droga, outro almoço em família. Eu gostava do teatro, mas a marcação deles me era bem cansativa.

- Cheguei bem, amor. Dirigir de São Paulo para cá, é um estirão, mas que vale a pena… – concluí com mais um beijo, enquanto entrava, ela levando minha mala e eu apreciando a bunda enorme, redonda e boa demais de comer que ela tinha.

Ela sabia que eu não trabalhava lá durante a semana, mas era a farsa que ela tinha concordado em sustentar para a família e seus colegas de trabalho. A família tinha um ranço de tradição que nos era incômoda, e ela exercia seu cargo de forma muito correta, e zelava pela sua reputação – concordava em dar para mim mesmo eu sendo casado, e posava de mulher de conduta ilibada para o resto do mundo. Coisas de mulher.

- Chegou quase na hora do almoço. Pontual como sempre… Vai lá dentro tomar seu banho e mudar suas roupas, que já vamos comer! – disse ela alto, mas não sem antes passar pelos meus ouvidos e sussurrar:

-… a sobremesa te sirvo mais tarde…

Cumprimentei as filhas dela enquanto passava para dentro da casa humilde. Filhas de dois namoros fracassados, cujos pais só as viam eventualmente. Seu único marido morreu quando era bem jovem, antes que ela pudesse engravidar. A mais nova, muito tagarela, me parou para conversar por algum tempo, e eu sempre dava atenção. Ela não era uma criança chata, e conviver com ela me dava mais pontos e mais disposição de sua mãe. A mais velha só me cumprimentava e virava as costas. O desprezo dela era muito grande para ser só implicância. Podia ser que Helena tivesse deixado escapar algo, mas se foi, era melhor eu não saber.

- Fez viagem longa, Seu Alexandre? Tá muito cheiroso para quem veio de longe… – disse a tia encruada e encarquilhada de Helena, Dona Cotinha, sentada na sala.

Enviuvou cedo, como a sobrinha e viveu um resto de vida amargo e solitário. Tinha certeza que ela sabia, sabe-se lá de que jeito. Que se dane. Ela não sabia de duas coisas mais importantes ainda: que a sobrinha dela era apaixonada demais por mim para se importar e que meu nome não era Alexandre…

- A Senhora não sabe como eu gosto de perfumes? Claro que eu dei um reforço antes de chegar… Não chegar cheiroso para ver sua sobrinha seria um crime! – disse animado antes de passar ao banheiro, mas não antes dela murmurar, alto o bastante para nós dois ouvirmos:

- Continua com cheiro de homem safado…

Banhei-me, e seguimos para almoçar. Apesar da possibilidade de emergência que o trabalho da Helena estava dando a eles, era essencialmente uma família de subúrbio. Televisão, notícias locais, piadas umas com as outras, isso ocupava fácil as filhas e ela. A tia é que insistia em falar de assuntos relacionados a São Paulo, determinada como um cão perdigueiro para me forçar a uma gafe. Para tristeza dela, eu sempre me inteirava bem das coisas que aconteciam lá, antes de visitar Helena. Ainda ia chegar o dia em que eu seria desmascarado por uma mulher com um sexo tão enrugado quanto um torresmo.

Bem alimentado por um bom macarrão à bolonhesa, estranhei quando depois de uma horinha assistindo televisão com a família na casa, as filhas saíram e apareceram com a velha numa cadeira de rodas.

- Mãe, o táxi já chegou, estamos indo, viu? – disse a filha mais velha, me olhando estranho.

- Tá bom, filha, vai todas com Deus! Tia, dê minhas lembranças ao meu avô, viu? Mais tarde, eu estou lá com vocês!

- Se comporte, hem, menina? – disse a tia, também me olhando estranho.

Com todas elas já fora da casa, tirei minha mão da mão dela, e perguntei?

- Que novidade foi essa, hem, amor?

- A novidade – disse Helena chegando mais perto – foi que o meu avô nos convidou para passar o fim de semana no sítio dele. E eu consegui que você hoje me atendesse um desejo…

-… que é… – disse já roçando meu nariz no dela, os lábios dela já ávidos por um beijo.

- Me comer dentro de casa, para teu cheiro de macho ficar aqui também! – disse Helena, me olhando, olho no olho, o brilho deles mais ardente que seu cabelo.

Impossível negar uma intimação como essa… Agarrei-a pelo cabelo, cortado até os ombros, mas que ainda me permitia segurá-la bem, e beijei-a longamente, ela cheia de desespero, tentando me despir apressada. Fui mais rápido, puxando sua camiseta, ela já sem sutiã, a empurro deitada no sofá, sugando os mamilos dela e me esbaldando em seus chiados.

Sem parar de chupar seus peitos, passei para o jeans, tirando-o terminando com um giro na minha mão no final. Ela ri com aquele sorriso lindo e branco, traço de menina que um observador atento notaria. Mas não era hora de observar, mas sim de tomá-la para mim. Voltei por um instante para os seios, descendo sem pressa na direção da calcinha, o cheiro do tesão dela já claro nas minhas narinas.

- Vai comer sua Cadelinha, não vai? – disse ela com a voz ofegando.

- Bem gostoso… – falei um pouco antes de chegar entre as pernas, brincando sem afastar a calcinha, meu nariz roçando e sendo apertado contra sua fenda, quase ficando louco com os gemidos e a umidade que já tomava meu nariz… Quando os gemidos  já eram desesperados, agarrei a lateral da calcinha, e a rasguei, tirando-a facilmente depois. Enlouquecida, já se colocava do jeito que deixávamos nós dois mais à vontade e que gerou o apelido que ela mesma se deu: de quatro. Tirei rápida a camisa e abaixei a bermuda, meu membro duro como rocha, segurei o quadril dela, e lentamente  entrei até o talo. Ela gemendo arrastado na mesma sincronia.

Soquei menos apressado e mais cadenciado dessa vez. O que eu queria mesmo, ainda estava por vir… Aquele quadril batendo contra mim me deixava louco, ela falante sem parar, mesmo me dando, gritando sua saudade, como queria me dar assim todo dia, que era gostoso demais… Eu ouvia mas não registrava. Passei a lancetá-la, saindo inteiro para entrar de uma só vez, brincadeira nova. Uivava a cada vez que eu entrava, fiz repetidas vezes até eu escorregar para fora num ângulo ruim, segurei para não dar impressão  que doeu, e entrei de novo. Já encharcada de tesão, continuou falando, o quanto eu era duro, eu ainda sem ouvir, nem queria saber, soquei, soquei, soquei, até ela virar a cabeça para mim, e dizer:

- Não vou segurar mais… Sabe o que vai acontecer agora?

Sem dar tempo de responder, concluiu:

- Vou gozar você todo!

E  se desfez em tremores e gritos e choro e risos, tudo junto. Ela realmente queria que nós fizéssemos dentro de casa há tempos, mas a marcação da tia era cerrada. Mas não invencível. Nada pode parar o tesão desgovernado de uma mulher.

Deitada ofegando ainda, acariciei seu sexo molhado com carinho, e falei, passando seu mel  no meu mastro, quando entre os glúteos dela:

- Lembra o que minha Cadelinha me prometeu que faria quando eu te comesse dentro de casa? Tá na hora de pagar…

Ela se virou um pouco para me olhar, mas antes que dissesse qualquer coisa, eu já estava debruçado sobre ela. Nossa, apertado e quente. Ela deve mesmo ter feito isso pouco na vida. Sorte minha. Gritou com um travesseiro na boca, mordendo-o, mas sem se afastar. Negou-se a fazer anal comigo no motel todo esse tempo, para nem chiar dessa vez. Coisas de mulher.

Não estoquei de cara, chegar com força nas primeiras vezes pode ser muito dolorido e quem quer aproveitar sempre, é cauteloso nas primeiras vezes. Entrei pela metade e parei um tempo, mordendo sua nuca, procurando um dos seios. Tinha uma lágrima correndo por um dos olhos, mas nem a menor expressão de que queria que eu parasse. Dei um tempo e saí de dentro, continuei brincando uns instantes para entrar inteiro novamente. Mais relaxada, já me olhava com cara de safada…

Apoiei-me nos braços, e aí sim, tomei aquela bunda do jeito que eu queria há muito tempo. Soquei longo, mas gentil no início. Ela me apertava de vez em quando, cadenciado, eu adorando vê-la se envolver no brinquedo aos poucos. Uma das maiores propagandas enganosas é a mulher valorizar tanto seus quadris e negá-los ao homem que os quiser possuir.

Já rosnava alto nessa hora. Chega de brincar, estou bombando forte! Ela grita “não para, não para”, eu não vou parar mesmo! Está bom demais, já soco  sem pena. Vou querer essa bundinha todo dia, não tem mais como segurar…

Derramei-me inteiro dentro dela, gemendo alto, nem quero saber da vizinhança. A mulher era minha e se eles perderam a vida sexual no cotidiano deles, azar. Ela me bebeu inteira, sem deixar sair uma gota sequer. Deitei-me  já pingando de suor, ela se aninhando sorrindo para receber meu corpo mole de gozar.

Quando os dois já conseguiam conversar, ela disse:

- Sabe que doeu, mas foi gostoso?

- Podíamos já estar brincando disso tem bastante tempo, você que foi medrosa e não quis…

Ela pega o travesseiro do sofá e ameaça me bater com ele, nós dois rindo. Passa a me falar com mais detalhes da semana dela de trabalho e das serpentinas políticas onde estava envolvida. Não era problema meu, mas dizia alguma coisa em tom de conselho, mesmo sabendo que  iria ignorar tudo. Na hora da emoção, mulher joga qualquer planejamento pela janela.

- Queria te falar uma coisa, antes de tudo…

- Pode falar, amor – disse enquanto eu me sentava.

- Você pode ser casado, você pode não ser meu, você pode me tratar esquisito algumas vezes, mas quer saber? É disso que eu sinto falta. De ser só mulher. De ser SUA mulher, mesmo que só um pouquinho. Quero que você saiba que nunca um homem me tratou tão bem como você e que eu posso não ser sua mulher só porque você não quer… Mas VOCÊ é o meu homem. Meu homem deliciosamente tesudo…

E me encheu de beijos molhados novamente. Eu lamento pelos tolos que não sabem cultivar o tesão de uma mulher. Comem uma vez, e perdem tudo o mais que ela irá fazer com você, se tivesse um mínimo de atenção de cativar seu desejo. Quem come bem, come sempre, é algo que aprendi cedo e levei para minha vida com muito sucesso.

Eu paro os beijos dela, e pergunto:

- E o que iria me falar depois, Ruiva?

- Que você ainda está me devendo passar uma noite comigo… – me falou já com os olhos ardendo de excitação.

Meu telefone toca. Não tenho dúvidas que é minha mulher, pelo toque. Visto a bermuda e vou para o quintal, sinalizando para ela ficar quieta. O Seguro morreu de Velho.

- Oi, amor! Vou te contar esses clientes meus são muito criativos… Mas está tudo bem aí?

- Está, mas e com você? – Ela me disse com certa urgência.

Isso não era bom. Ela estava me questionando indiretamente sobre algo. Pense, pense… Ah, sim! Ela deve ter visto a mesma matéria que eu na televisão, sobre o protesto de moradores que estava fechando um dos acessos para onde eu deveria ter ido. Memória salvadora a minha…

- Ah, amor, terrível. Um dos amigos do cliente saiu mais cedo, e teve que voltar para cá. Disse que a coisa está feia. Acho que vou ter que pegar uma rota alternativa para voltar…

- E você vai se arriscar desse jeito? Tanto a se perder por aí, quanto ser pego por manifestantes ou perder o negócio porque saiu com pressa? Nada disso! Fique aí o que precisar. Só me deixe informada de como você está, tudo bem? Não quero perder meu maridinho nem seu dinheirinho por você ser tão “Caxias”…

Ela não entenderia o quanto eu sorri ao responder:

- Bem… Já que é assim, vou sondar o cliente. Parece que o amigo inclusive vai pernoitar por aqui. Se o protesto continuar na mesma e o cliente der uma brecha, fico por aqui. Você é uma mulher excepcional, sabia?

- Sou porque te encontrei… Me liga depois para dizer em que pé ficou. Beijo!

Desliguei o telefone e voltei para a casa. Helena já estava meio vestida quando falei com um sorriso de orelha a orelha:

- Mudança de planos, amor. Você acaba de ganhar na Loteria…

 

Autoria: Diomedes T. Verro
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Manhã de segunda feira… Como todas as outras manhãs deste dia, em qualquer parte do mundo, chego a dizer que em qualquer século da breve história da humanidade: chata! Sim, desde que inventaram a chatice, a segunda feira já estava sendo gestada e não sabiam.

Ali estava eu, me levantando após uma noite de domingo de muito trabalho. Fui escalado para trabalhar no hospital justamente no fim de semana, findou-se minha alegria. Fui ao banheiro, escovei meus dentes, tomei um bom banho, a água caia na minha pele e me fazia lembrar-se do dia em que transei com minha colega no banheiro do hospital. Logo fiquei excitado.

Assim que sai do banho e me escondi sob o algodão da toalha liguei o PC e torci por minha net estar com bom humor. Acessei esses sites de bate papo, mas era segunda feira, quem estaria numa sala de sexo a fim de umas aventuras no webcam? Ninguém, exceto eu.

Apelei para os vídeos pornôs, os amadores, odeio os falsos gemidos dos filmes profissionais e as imagens extremamente nítidas de sua filmagem. Gosto do real! Estava assistindo um filme caseiro quando bateram em minha porta. De bermuda estava, assim fiquei e fui atender.  Era uma vizinha minha, que sai de porta em porta, vendendo e distribuindo revistas não importa a hora do dia. E que há tempos eu estava de olho interessado…. Pois bem, eu fiquei corado, que vergonha, como poderia ficar daquele jeito na frente dela?

Mentira, fiquei mais excitado, ela vestia uma saia longa e preta, meu fetiche. Blusa branca com um leve decote que animaria até o Diabo. Convidei-a para entrar com um sorriso. Disse que ia me vestir, mas fui ao quarto e peguei meu short de jogar futebol, sem cueca, claro! Voltei e ela estava sentada na sala, olhos fixos no vídeo e nos gemidos, apertava os lábios com seus dentes. Quando me viu perguntou se eu gostava daquilo.

- Dos vídeos? – perguntei;

- Não, dessa posição. Assim… – meio corada, mas com gana nos olhos – Ficar por trás e penetrar?

- Sim, adoro! Não me vai dizer que é pecado?

Meus ouvidos se negavam a acreditar que ela tinha dito aquilo, mas meus olhos percebiam sua vontade de extrapolar e meu corpo sentia a vibração que abalava a atmosfera em minha sala. Era o corpo de minha visita que vibrava sob a saia.

- Não sei se é. Sei que também gosto… E começamos a conversar sobre vários assuntos, menos das revistas que ela estava vendendo. Acho que ela estava a fim de outras coisas…

De repente, foi se levantando e veio em minha direção.

- Sabe, faz alguns meses que não sei o que é isso… Nossa como tenho saudades… Se eu pecar, peço perdão, e esse seu volume ai no seu short ta querendo algo mais que minhas revistas.

- Ta sim… – nem podia acreditar homem de pouca fé!

- Calor não é? – desceu a alça da blusa. (meu Deus, ela não usava sutiã! Que seios lindos!).

Tirou a saia, sentou no meu colo apenas de calcinha, pegou o mouse e voltou o vídeo.

- Eu gosto assim – disse enquanto o casal fazia sexo oral um no outro. Entendi a mensagem. A levantei e tirei sua calcinha. Deixei-a com as pernas abertas e sentada na minha cadeira. Comecei a beijar os seios perfeitos. Minha língua não deixava um milímetro em branco, devorava cada pedaço deles. Minhas mãos visitavam seu cálice de mel. Nossas bocas se mordiam, ela cravou suas unhas em minhas costas enquanto gemia em meu ouvido. Foi o Aiiii… Hummm mais gostoso que tinha visto.

Ela arrancou meu short, sentada como estava começou a explorar meu membro… que língua…quente como a água de meu chuveiro. Quando estava totalmente rígido, ela levou seus dois dedos até onde eu deveria ir… fui com a boca inicialmente…não era vinho, mas era o melhor mel que provara… Cálice rosado e delicioso ela possuía entre suas pernas grossas e bem torneadas. Minha língua não se cansou de entrar e sair dela.  Virei seu corpo e disse:

- É assim que eu gosto – dei uma forte tapa em sua bunda e comecei a penetrar naquele cantinho gostoso. Ela não parava de gemer… Pedia que fosse mais forte, queria mais tapas… seria uma espécie de penitência enquanto pecava? Não sei. Sei que enfiei tudo o que podia, mais um pouco e estaria completamente em seu ventre.

Ela rebolava como rebolava. Seus cabelos soltos caiam sobre os ombros e costas. Dei uma volta neles em meu punho direito… estiquei para trás. Ela sentiu o momento…

- Pode gozar meu cachorro, goza ai dentro, vai…

Meti mais uma…duas…três e…aaaaiiiii…

- Que mel quentinho amor! Que delicia… Muito gostoso… Deixa-me lamber as bordas.

Veio com sua boca e me “enxugou”. Não acreditava no que tinha acabado de acontecer… Ela parecia tão santinha! Não tardou, vestiu a roupa, pegou seu material, olhou para mim e disse:

- Perdoe-me por este pecado e por esta manhã profana. E a mim, pois a carne é fraca.

Saiu e depois disso nunca mais a vi. Na verdade a vi sim, na internet, em um vídeo amador gravado meses após nosso encontro.

 

Autoria: Hopkins – 07/07/2013
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Chamo-me Raquel e tenho 18 anos. Nunca me achei muito bonita embora não tenha nenhum defeito aparente. Sou baixinha, branquinha, tenho seios fartos, mas não tenho curvas sinuosas. Tenho cabelos castanhos e olhos verdes. Diria que sou uma garota comum. Que não fazia ideia da admiração que seu namorado tem por ela. Por falar nele… Seu nome é Marcelo, sou suspeita em falar, mas é simplesmente o homem mais lindo do mundo. É alto, tem belos olhos verdes, possui aquele tanquinho maravilhoso e cabelos castanhos sempre arrumados. Está sempre bem vestido e é o típico malandro que toda garota gosta.
O pai de Marcelo trabalha em um sítio e toda vez que ele me convida para ir com ele ver seu pai já entendo o recado. Sempre que vamos para o sítio nos retiramos por algumas horas para “dormir” em um dos cômodos mais afastados da casa. Mas hoje foi diferente… Foi uma festa de ego, servidão e muito prazer.
Desde que comecei a me interessar por sexo, nunca tive nenhuma excitação em ser pega com força e controlada por outro homem. Isso é algo que sempre deixo muito claro em meus relacionamentos e com Marcelo não foi diferente. Ele sempre soube do que eu gostava, mas nunca tive coragem de demonstrar, pois para mim ele se assustaria um pouco já que sempre foi controlador com todas as garotas que levou para a cama.
Assim que chegamos ao quarto peguei firme em seu rosto como de costume e o trouxe a minha altura.

Um servo não pode nunca estar acima de sua dona!

Então disse:
- Hoje eu vou usar você, do jeito que eu quiser e você vai me obedecer. Queria tanto conhecer o meu lado cruel, nada melhor do que começar assim. Caso você não cumpra minhas ordens ficará meia hora ajoelhado em frente à cama me excitando com a língua entre minhas pernas.

Admirado ele respondeu:
- Sim minha princesa, você manda em mim, sou todo teu. Sou apenas seu cachorro.

Eu adorava chamá-lo assim e principalmente, amava quando admitia meu controle sobre ele.
- Bom garoto. Disse.

Puxando seu cabelo o trouxe ao meu ventre para que ele pudesse passar a língua entre as minhas pernas me aliviando de toda a tensão e do frio daquele lugar.

Adorava deixá-lo sem ar, pressionando-o com toda a força contra o meu clitóris até ouvir o som do seu engasgo. Hora ou outra levantava sua cabeça puxando bruscamente seus cabelos e lhe metia vários tapas na cara perguntando quem mandava, enquanto ele respondia prontamente:
- Você manda em mim, princesa, sempre mandou e sempre vai mandar. Eu te amo!
Aquela era para mim, a cena mais linda do mundo.  Meu homem, com seu rosto inteiro coberto com meu líquido e meu cheiro, assumindo sua entrega a mim.

O escravo perfeito, no corpo de um príncipe.
Coloquei seus braços atrás de sua cabeça e disse para beijar meus seios com os braços para trás, e assim ele fez obedientemente. Não aguentei muito tempo e o joguei para o lado com toda a minha força. Ele se espantou, nunca viu sua pequena exercendo qualquer tipo de movimento que exigisse um pouco mais do que carregar pequenas caixas (eram no que consistiam minhas tardes ajudando meu pai em seu estoque de remédios).
Sentei em seu abdômen, joguei suas mãos para cima e rapidamente me desfiz de toda sua roupa, o deixando totalmente exposto a mim. Afastei suas pernas e as tranquei com as minhas. Ordenei que deixasse suas mãos nas barras da cama como se estivessem presas. Com uma das mãos puxei seus cabelos o máximo que pude para ouvi-lo gemer, a outra deixei livre para bater em seu lindo rosto, apenas para me divertir.
Joguei meus cabelos para trás e montei no meu homem, que estava totalmente exposto e entregue a mim. Fiquei ali por horas, enquanto batia em seu rosto e o fazia demonstrar sua devoção.

Quando de repente ele me diz:
- Minha vida, para um segundinho? Eu preciso gozar.

Respondi prazerosa e autoritária:

- Não. Você só vai se soltar quando eu mandar. Você é apenas meu cachorro lembra?! Eu não estou satisfeita ainda. Não seja egoísta e trate de se segurar!

Ele suspirando num misto de tesão e medo:
- Sim, meu amor. Sou apenas seu cachorro e vou te obedecer como minha dona.
Dei-lhe uma grande tapa mais uma vez e vi que seus olhos começaram a lacrimejar. Mesmo não querendo ser tão sádica, tenho que admitir: Adorei aquilo! Senti-me poderosa como nunca. Após meia hora saí de cima dele, me deitei na cama, e o chamei para vir ao meu colo, abaixo de mim.
Me perguntou se poderia se soltar. Eu havia decidido que sim, com um suspiro me beijou os lábios e me cavalgou até gozar. Senti seu orgasmo vibrando dentro de mim.

- Obrigado, princesa. – Serviente, ele agradece.

Com toda a satisfação do mundo o abraço, o viro de costas para bater mais um pouco naquele corpo nu e indefeso, somente para acariciar o meu ego.

Ele se volta para mim com a humildade de um mero escravo, beija meus pés e os massageia com carinho. Deitando ao meu lado novamente, finalmente descansa e diz:

- Você sabe que manda mesmo em mim, não é princesa? Tenho que te agradecer por surgir na minha vida. É minha dona, minha vida.

E assim terminou o que foi a melhor noite de prazer que tive até então. Com meu lindo cachorro deitado em meus braços se entregando em uma declaração de servidão.
Autoria: Mistress – Editado por Aline B.
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0 16

Por mais que você, meu ocasional leitor, ache que não devo lá ter nenhum valor, sou um homem de palavra. Cumpro meus contratos, honro meus compromissos, respeito o que foi pactuado. Porém, a forma com que os cumpro e os seus parâmetros podem lhe ser estranhos. Talvez eu os explique melhor um dia. Mas hoje, estou com outra preocupação em mente.

Creio já ter lhes contado que minha sogra me odeia – cousa infelizmente comum – e que por conta de alguns eventos, não posso entrar mais na casa dela. Os motivos, para minha esposa, não passam de uma implicância mútua que ela gostaria que eu amenizasse. Acho que, conhecendo minha vida como vocês conhecem não lhes seria surpresa, se eu lhes dissesse que o motivo foi que a velha é obcecada que eu a coma, desde quando eu apenas namorava sua filha.

Não que a minha sogra seja feia ou mal cuidada. Na época, eu já tinha tido parceiras da faixa de idade que ela tinha, e lhes digo que quando a mulher não tem preocupações monetárias (o falecido era da Marinha Mercante) e os hormônios facilitam, se entrega muito facilmente a tudo o que não tinha conseguido realizar quando nova. Mas a ideia de fazer parte de uma competição da mãe em relação à filha me pareceu demais. Ela poderia ter todos os garotões que quisesse, mas eu me determinei a não ser um deles.

Desde então, fez todo o possível para impedir o casamento, mas fui um jogador melhor e ela teve que se conformar em me impedir de entrar na casa, e fazer de toda a visita da filha, um esforço para me tirar da família. Consegui evitar as piores manobras. Na última vez em que pisei lá e conheci a Fernanda.

A empregada mais jovem da bruxa era um encanto. Magra, a pele branca queimada do sol de muitas tardes na praia, e seios bem marcados em harmonia com uma bundinha enrijecida pelos exercícios e os sambas madrugada adentro. Tive uma conversa longa com ela, onde me contou de alguns desejos particulares que tinha e nenhum homem já tinha atendido. Consegui atingir uma boa barganha com ela. Até hoje, sempre me manteve um passo à frente da minha sogra.

Hoje, enquanto ia para a corretora de manhã, meu celular recebeu a seguinte mensagem:

“Madame viajando por 3 dds. Td pronto aki. Vem q é HJ. Bj, Fê.”

Estava na hora de pagar minha dívida com ela. E eu ia gostar disso. Liguei para minha Secretária (e cúmplice bem paga) para me cobrir, pois meu dia estaria cheio. E peguei uma mala que já tinha deixado pronta, para quando esse dia chegasse.

Mudei o percurso para a casa da bruxa, porque hoje, ela ia virar minha masmorra.

Cheguei ao portão e a Fernanda me atendeu com a formalidade de costume, tom contido de secretariado, abrindo o portão remotamente para mim. Deixei o carro na garagem agora vazia e fui até a porta. Lá, um bilhete preso na maçaneta, me dizia:

“Dessa porta em diante, sou TUA submissa até o pôr do sol. Me use e me abuse. Fê.”

Abri e a casa não parecia muito diferente do que me lembrava. Decoração antiga e suntuosa, com direito a candelabro de cristal na antessala, e escadas levando para o andar superior. Respirei fundo e gritei pela Fernanda. Ouvi os passos apressados dela no chão de madeira, até vir correndo para me receber.

Ela estava do jeito que a bruxa sempre a deixava, a típica empregada francesa, a saia rodada estreita mal cabendo nos quadris, mas estava sem a calça que acrescentava ao conjunto para não distrair demais os visitantes.

- Ô menina, o que tu tem na cabeça que não ficou na porta para me receber?

- Me perdoe Senhor, eu estava cuidando dos afazeres.

Fiquei a um nariz de distância dela, ao interromper.

- Não quero ouvir desculpas! Eu te pago para você fazer o que EU quiser, na hora em que EU quiser. Guarda tuas desculpas para os teus amiguinhos de bar! Estamos entendidos?

- Sim, Senhor – respondeu ela de cabeça baixa.

- Ótimo. Traga-me um uísque, dose dupla, sem gelo. Encontra-me na sala de leitura. NÃO ENTRE ANTES QUE EU TE CHAME.

- Sim, Senhor – ela me respondeu, evitando rir. Grave erro. Nem deixei sair.

- Fernanda, venha até aqui.

Ela veio e a agarrei pelo coque.

- DO QUE VOCÊ ESTÁ RINDO?

- D-d-desculpe, Senhor, não foi minha… intenção… – respondeu ela enquanto eu puxava sua cabeça para baixo, o coque já desfazendo.

Ainda segurando seu cabelo, eu a coloquei com o peito apoiado contra uma mesinha vazia. Subi as abas da saia para deixar aquela bunda maravilhosa à mostra, ordenei um “não saia daí” e peguei meu primeiro brinquedo na mala que trouxe. Uma palmatória do tamanho de uma tábua de carne, com um cabo um pouco mais longo.

- Já que a mocinha gosta de rir, vou te ensinar a só fazer isso quando EU mandar!

…e junto com o fim da frase, mandei à primeira, certeira nas nádegas, de estalar. Nas dez primeiras, ela abafou o gemido. Depois, o “ai!” começou a sair. Só parei quando o gemido passou a ter um quê mais pastoso, não só de dor. A infeliz gostava mesmo disso.

Levantei-a e perguntei:

- Quando é que você ri para mim, Fernanda?

- Quando… Você mandar… Senhor – ela me respondeu arfando, o rosto tão vermelho quanto eu deixei a bunda dela, os olhos com um misto de medo e prazer.

“Vai logo buscar minha bebida” falei a jogando na direção da cozinha. Afrouxei a gravata e soltei alguns botões da camisa.

O dia promete.
Já na sala de leitura, com Fernanda no meu colo num sofá, eu lia a seção de Imóveis, fazendo força para me manter lendo embora meu p… estivesse duro como uma rocha, quase furando a calça. E conforme meu pedido anterior, de tempos em tempos, ela “ajeitava” a posição em cima de mim. Ela já estava assim há vários minutos, e pelo que eu via, disfarçadamente, ela já estava bem excitada, já que eu tinha tirado a calcinha dela antes de sentar. O roçar era inevitável.

Numa das “ajeitadas” dela, ela gemeu baixinho. Outro erro. Empurrei-a para fora de mim, e como eu suspeitava, tinha melado as minhas calças. (Felizmente, eu sempre tinha roupas reservas comigo, mas ela não precisava saber disso.)

Dessa vez, eu iria pegar mais pesado.

- OLHA SÓ O QUE VOCÊ FEZ!

Agarrei-a por um braço, tomei a mala e subi para um quarto. O quarto da minha sogra. A cama estava ricamente decorada, como sempre. A joguei lá, gritando:

- Tá achando que eu sou o quê, para você ficar sujando as minhas roupas? Um vibrador?

Peguei-a pelos ombros e abaixei seu vestido, rasgando um dos lados e colocando os seios dela de fora.

- Tá querendo gozar, não é? Então, vai gozar agora, sua safada, mas do MEU jeito!

Peguei um par de algemas da mala e prendi seus braços para cima, deitados. Ela se levantou, me beijando, desesperada, mas a empurrei de volta. Peguei uma calcinha com uma pequena “borboleta” na frente, e vesti nela, frouxa e aberta o bastante para não me dificultar nada. Liguei o vibrador e falei “não geme, não quero ouvir”. As pernas dela tremeram, enquanto ela mordia os lábios.

Arriei as calças. Escutei ela gemer alto. Mais uma para não perdoar. Puxei-a para a borda da cama, e disse: “falei para não gemer, agora não vou te ouvir mais”. Enfiei meu p… Inteiro na sua boca. Ela afastou a cabeça, engasgada, mas logo depois, o forçou inteiro para dentro. Silvei de gozo com a boca quente me engolindo, estocando fundo, segurando para não estragar tudo agora.

Quando vi que não ia segurar mais, virei-a de barriga para cima, e peguei mais uma coisa que tinha pedido para ela mesma pegar da geladeira: um pepino. Dos grossos.

Me enfiei de novo dentro da sua boca, enquanto me inclinei. Ela já estava encharcada. Ainda sim, tive que esfregar um pouco na entrada, até estufar ela com o pepino. Ela tremeu inteira, o gozo preso na garganta por conta do meu membro. Comecei a estoca-la nos dois lugares. A sincronia quase não saía à dúvida cruel entre a boca ou o sexo dela. Os gemidos abafados foram como na hora da palmatória, primeiro de dor, depois com um tom de prazer estranho, que me davam vontade de fazer mais ainda.

Larguei tudo e a encarei para dizer:

- Acabou a brincadeira, vou te comer de uma vez, não é o que tu queres? Diz!

- Quero… Quero… Senhor… Por favor…

Totalmente submissa, tirei as algemas, mas segurei seus braços. A boca me procurando ávida… Deitei-a e afastei as pernas na marra, coloquei até o talo. Não tive medo de colocar com força e com pressa.

Soltei-a para ser o que queria. Ela já estava merecendo. Beijei com paixão e ela entendeu.

Abraçou-me com as pernas e desespero, enquanto alternava entre me socar com os braços para me afastar e me beijar. O ritmo estava muito forte e eu não ia segurar muito.

Ao pensar nessas coisas, eu sempre cogitei que não era a minha. Mas estava bom demais. Principalmente porque era exatamente o que ela queria.

Parou de só gemer e começou a falar “deixa… deixa… deixa… por favor… não aguento… mais… deixa…” O pedido dela me roubou totalmente a razão. Essa mulher é louca, tô suando demais, não quero parar nunca mais, não achei que isso seria bom. Ela está pegando fogo… Não dá mais! Vou gozar!!

Urrei como uma fera e ela se tremeu em espasmos me seguindo, eu me derramando em jatos dentro dela. O seu gozo veio com um choro estranho, de quem acabou de escapar do Inferno ou encontrou o Paraíso.

Me tirei de dentro dela, levantei cambaleante e disse:

- Descansa um pouco, vai se lavar e arrumar. Traz o almoço para depois do meu banho, que você me deixou faminto. E ah, lave o pepino. Ele vai direto para a parte traseira, se você for desobediente de novo. E vai ficar lá.

Depois de muitas outras torturas e delícias, saí da casa à noite. Estava acabado, mas deixei-a dormindo em um sofá, como uma criança.

Nunca mais falamos daquele dia. Mas ela foi agradecida o resto da vida. Nunca tive uma cúmplice mais dedicada, uma acompanhante tão sorridente, uma companhia mais alegre.

Principalmente… Porque não foi a única vez em que eu a tratei como nenhum homem jamais havia a tratado.

Autoria: Diomedes T. Verro
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0 55

Quando avistei aquele homem ali, parado na fila, senti algo familiar. Sei lá, tive a impressão de que já o conhecia… Distraio-me com outras tarefas. Estava mais preocupada agora em arrumar aqueles malditos papéis para o divórcio do que qualquer outra coisa. Não sei por quê mas de repente minha mente começa a viajar no tempo…

Esperava Rogério, sentada na escadaria da igreja. Ironia do destino ou uma forma inconsciente de pedir desculpas pelo pecado que iria cometer? Aquele dia iria perder minha virgindade. Estava decidida a “eliminar” este problema do meu caminho. Não queria que minha primeira vez fosse romântica como nos livros que acostumava a ler, não queria sofrer com a perda do primeiro homem, assim como minhas colegas. Seria com alguém que eu não tivesse grandes ligações.

Conheci Rogério na nova escola que estava estudando. Começamos a conversar num dia qualquer no intervalo e surgiu entre nós uma bela afinidade. Vivíamos de amassos nos cantos escuros, na praça em frente à escola, em tudo quanto era lugar. Eu ficava molhada todas as vezes que me encontrava com ele. Minha calcinha ficava totalmente úmida!

Meu curso não era muito longo, nem o dele. Em breve não poderíamos mais nos ver e na minha cabeça decidi que ele seria o homem que iria me iniciar no sexo. Não sei exatamente porque, ele tinha um charme diferente e me deixava com vontade de descobrir todo este mistério.

Uma noite, durante o intervalo de aula, naquele cantinho onde costumávamos ficar, depois de altos beijos, falei da maneira mais direta que pude:

- Quero ficar com você! Não aguento mais de vontade!

Afogado pela surpresa, sua primeira reação foi o riso. Não esperava por isto, afinal, naquela época, as mulheres não eram tão impetuosas assim para tomar uma atitude dessas! E eu tinha 20 anos completos! Obviamente, ele aceitou esta “tarefa” com o mais delicioso dos sorrisos.

Agora estava ali, no local combinado, esperando ele vir me buscar para passear. Era um lindo domingo de sol, tempo gostoso para namorar um pouco e… Dar! Dar até dizer “Chega”! Mas a demora dele estava me afligindo. Que será que havia acontecido?

Meia hora depois e uma dezena de unhas roídas, vejo aquele militar se aproximar com passos largos. Parecia com pressa. Custei a reconhecer Rogério naquela roupa. Sabia do seu trabalho, mas nunca tinha visto ele fardado.

Pediu desculpas pela demora. Veio me avisar que não poderíamos sair conforme o combinado porque precisava fazer plantão para um colega que teve imprevisto. Momento altamente frustrante! Antes que pudesse esboçar qualquer reação, Rogério me pegou pela mão e disse:

- Venha! Você vai ficar comigo lá no quartel.

- Como? Não pode! – falei assustada.

- Eu dou um jeito!

Não houve tempo para pensar. Quando dei por conta, estava no carro com ele rumo ao seu trabalho. Suava frio, escondi as mãos para esconder as mãos trêmulas.

Com exceção do pessoal da entrada, não havia mais ninguém por lá. Tudo estava praticamente deserto e ele me levou para uma sala, dentro daquele labirinto de paredes brancas.

Pude conhecer um pouco de sua rotina de trabalho. Ele estava bem à vontade me mostrando tudo o que sabia e fazia por ali. Enquanto eu estava morta de medo! Que cabecinha doida é esta minha! Onde já se viu tudo aquilo? Quase nem ouvia mais suas palavras, apenas a minha consciência gritando: “Vai embora”!

Até que um beijo quente me trouxe de volta à vida. Como ele beijava bem! Sentir o toque macio daquela boca carnuda fez eu me esquecer de todas as preocupações que sondavam minha mente. Entreguei-me ao momento e deixei fluir. Agora era tarde demais para fugir!

O fato de ele estar fardado me deixou mais excitada. Tocar naquele tecido levemente áspero, sentir aquele cheiro de homem… Nossa! Novamente senti aquela sensação quente e gostosa surgir dentro de mim. Não demorou muito para que aquela sessão de beijos evoluísse para mãos passeando pelo corpo. Aqueles toques me arrepiavam inteira.

Rogério tirou minha roupa, minha calcinha e me colocou sobre a mesa. Exclamei sobre a possibilidade de alguém entrar na sala naquele momento, mas acho que ele nem me ouviu, pois estava concentrado em morder meu pescoço. Deitou-me e desceu até a origem de todo aquele fogo que estava sentindo.

Sua língua movia-se ágil e precisa. Que delicia era aquilo! Parecia que ia enlouquecer de tanto tesão! Nunca tinha ido tão longe assim. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás; só queria saber de ser lambida…

De repente, um leve barulho despertou minha atenção. Percebi uma porta interna entreaberta e através dela, vi um vulto a nos observar. Louca de medo, fingi que não vi e deixei-o espiar à vontade. Enquanto isso, Rogério deliciava-se com o gosto do meu sexo, ainda inexperiente.

Vi ele abrir o zíper de seu uniforme e expor seu membro rijo, negro e levemente curvado para o lado. Não fiz absolutamente nada, estava totalmente exposta, de pernas escandalosamente abertas. Olhei discretamente para o lado e a pessoa continuava ali.

Depois de tantos beijos, abraços, lambidas e mordidas, meu militar não aguentou toda aquela excitação e me penetrou bem devagar. Doeu um pouco! Não tanto quanto diziam, mas tive impressão que algo se rasgava dentro de mim. Uma sensação ardida que só não foi incômoda porque eu estava molhada demais para me preocupar com isto.

Gostei daquilo! Agora entendia porque todas falavam maravilhadas destes momentos. Abri ainda mais as pernas e pedia para Rogério continuar gostoso… Aos poucos ele foi aumentando o ritmo e suas estocadas ficavam cada vez mais fortes. Sua respiração ofegante deu lugar a um gemido contido, como se fosse de alívio. Lentamente foi parando…

Meu primeiro pensamento nesta hora foi “poxa, porque parou”? Mesmo com meu sexo ardendo, queria brincar mais um pouco. Adorei aquela brincadeira! Ele, por sua vez, sentou-se cansado numa cadeira próxima, com a calça até os joelhos. Trazia no rosto um sorriso satisfeito.

Procurou algo para limpar-se e percebeu leves toques avermelhados no papel. “O que é isto?” – perguntou-me.

Suspeitei que fosse a tal “prova” da virgindade ou um indicio que poderia ter me machucado. Sorri misteriosamente e disse: “Um dia eu te conto!”.

A esta altura, a pessoa que nos observava sumiu dali. Ainda fizemos sexo outra vez naquele mesmo dia. Na segunda vez, procurei aprimorar minhas ações. Acho que ele gostou de mim, pois me procurou incansavelmente nos meses seguintes na porta do meu trabalho. Em todas estas vezes, eu simplesmente iludia-o para uma próxima vez, que nunca mais aconteceu.

Mudei de emprego, de vida, de conceitos!

De repente, uma voz grave chama meu nome. Estava tão distraída nestes pensamentos que não percebi que a fila tinha andado. Bem mais velho do que lembrava, mas ainda com aquele charme que me atraiu, Rogério estava diante de mim outra vez, depois de muitos anos.

Um abraço selou aquele reencontro que não estava em meus planos. Disse que nunca me esqueceu de e não entendeu os motivos de meu afastamento. Só eu sabia que tinha fugido para não me apaixonar e que aquela tarde tinha sido mais do que especial.

Então ele relembrou a minha frase “você disse que me contaria algo um dia, posso saber o que é?”. Agora eu estava preparada para as consequências da minha resposta:

- É que você foi meu primeiro homem, Rogério!

Sua surpresa ficou estampada em seu sorriso. E aí começa outra história… Estávamos destinados a ficar juntos.

 

Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Simone S.
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0 12

Dedicação e perseverança costumam ser qualidades recompensadas. Após alguns meses sem muitas negociações na corretora, enfim colhemos os frutos de um antigo acordo com uma construtora, que enfim iria lançar um condomínio inteiro e conseguimos concluir algumas negociações há muito interrompidas.

Jantei com a equipe inteira em comemoração, minha adorável esposa ao meu lado, pois foi ela a aturar meu nervosismo desse período tanto pelos motivos conhecidos (a possibilidade de ficar sem reservas sequer para tocar o negócio) quanto pelos desconhecidos (por restrição de despesas, fiquei sem ver nenhuma das minhas amantes nesse tempo).

Marina, minha loura e leal secretária, estava especialmente falante, inclusive com minha mulher. As conversas delas foram animadas pelo que eu vi. Creio que ela perdeu parte de sua cisma com Marina, mesmo sabendo que era lésbica desde muito jovem. Sempre achou que eu tinha um caso com minha secretária e que a opção sexual dela era apenas uma mentira conveniente – uma cisma que eu considerava ainda mais conveniente que ela tivesse, por sinal.

Mal sabia que Marina sempre disse que abriria uma exceção para se deitar comigo… se minha mulher estivesse junto para ser desfrutada. Infelizmente para minha secretária, minha esposa sempre foi muito firme em sua repulsa por se imaginar na cama com outra mulher.

Ao menos, com uma que eu conhecesse… Mas isso é outra história.

Feita essa minha comemoração coletiva, precisava da minha particular. Procurei um número de telefone pouco acionado, na manhã seguinte. Fui atendido pela voz macia e cordial de sempre. Ela me atualizou sobre o reajuste de seus serviços. Combinamos um horário. Negócio fechado.

A Vanessa foi um achado único que eu fiz. Tinha alguns anos, uma compradora que só negociou através de um advogado comigo, disse necessitar de um imóvel com algumas especificações bem incomuns e estava disposta a pagar acima do mercado para tê-lo. Como eu gosto desse tipo de desafio, me esmerei por alguns meses para achar exatamente o que ela queria: uma obra de um aficionado por cultura japonesa com decoração temática, armários escamoteados e saídas privativas.

O negócio foi um dos que financiou minha viagem de três anos de casamento, e a expansão da minha corretora. Um dia, recebi uma ligação comunicando que o comprador queria me conhecer: uma acompanhante de luxo que, pela minha desenvoltura na negociação, me garantiu um generoso desconto na prestação de seus serviços.

Esse dia foi um divisor de águas. Quando eu queria nada mais do que gozar, tinha uma ou duas profissionais na minha agenda. Quando eu queria intimidade, minhas amantes me bastavam. Mas… Quando eu queria me sentir tratado como um rei, era para a Vanessa que eu ligava.

Cheguei a seu endereço pontualmente, pois sabia do quanto ela prezava por essa qualidade e por não querer desperdiçar meu investimento – cada minuto de atraso seria descontado no atendimento. Do lado de fora, nada mais do que uma casa fria em seus ângulos brancos, quadrados e de vidros obscurecidos. Mas eu sabia que a mágica começava quando a porta dela se abrisse.

Lá dentro, minha visão costumeira. Um curto caminho em um jardim arenoso levava a um lounge onde Vanessa me esperava de pé, uma bela e esguia neta de japoneses em um quimono vermelho e branco.

- Ricardo, fico sempre feliz em vê-lo novamente! Seja bem vindo – disse minha Joia do Oriente, com seu sorriso perolado – Embora você nunca traga para mim mais do que um corpo cansado e uma mente debilitada.

- Me confio aos seus cuidados para que você me devolva inteiro e forte como sempre fui Vanessa – disse já entregando meu terno para seus braços estendidos, meus sapatos já confiados na entrada da casa.

- Acredito que sua visita se deva aos maus resultados do setor imobiliário nos últimos meses. Mas não falaremos disso, se preferir – disse ela me seguindo um pouco atrás, até o sofá mais próximo. Nele eu me sento e afrouxo a gravata. Ela já tem minha bebida separada, um uísque doze anos, com cubos de água de coco. Três cubos, ela sempre precisa como uma arma dos seus antepassados.

Acabamos falando um tanto sobre meu trabalho. Ela se esmerava por não só poder conversar sobre qualquer coisa com seus clientes, mas se inteirar daquilo que era mais importante para eles, como se de fato, fizesse parte das nossas vidas. Ela era, basicamente, uma namorada de aluguel – mas sem qualquer parte desagradável de um namoro.

- Só de olhar para você vestido, já sei que está tenso e disperso, amor. Sei bem do que precisa para deixar essa tensão de lado. Mas vai obedecer a sua Vanessa? Só dessa vez? – disse ela com aqueles olhos levemente apertados, tentando parecer séria.

- Como eu te digo sempre, posso tentar – respondo para ela sem nem tentar parecer sério.

Em mais alguns momentos, estou num dos seus aposentos, deitado nu e de costas sobre uma foto estrategicamente próxima de uma das janelas, revelando uma tarde que já terminava. Antes disso, ela ralhou comigo sobre como meus pelos estavam altos e como isso dificultava seu trabalho. Pacientemente, ela tomou um aparelho e aparou meu corpo – exceto minha intimidade, cuja manutenção eu já tinha tornado um hábito. O adicional seria cobrado, naturalmente, mas nada exorbitante.

Vi quando ela chegou contra um dos vidros, carregando uma jarra com óleo morno, seu quimono aberto revelando suas curvas levemente atléticas, um cabelo longo e escuro como uma noite de prazer, seus seios pequenos e bem formados, seus quadris levemente oscilantes a cada passo. O óleo e suas mãos pequenas, mas fortes, fizeram sua mágica sobre mim, relaxando cada músculo e me arrancando longos suspiros de satisfação.

Ao me virar de frente, riu com malícia ao ver que já estava rijo como um mastro de embarcação. Ela se virou de costas para mim ao tirar sua calcinha, trançar levemente seu cabelo e tirar seu quimono, mostrando um dragão chinês em estilo tribal ao longo de suas costas, seu desenho mais marcante, se deliciando com minhas reações ao se despir para mim. Ao terminar, se sentou sobre mim, abraçando com seus lábios o meu sexo sem me deixar entrar… E enquanto trabalhava meus braços e peito, ela deslizava o quadril, alisando meu membro, mantendo sua rigidez com um abraço firme, mas um ritmo leve.

Ao terminar sua massagem, ela mudou ligeiramente a posição do quadril, me pressionou ligeiramente contra a entrada de sua vagina… E mordeu os lábios de satisfação ao me sugar para dentro dela, me ouvindo gemer alto. O pompoarismo dela melhorava a cada sessão…

Vanessa passou a alternar uma cavalgada lenta e longa, com aquele movimento que me deixava louco, me pressionando dentro dela como se estivesse me chupando com pressão. Eu respirava fundo tentando não apenas não gozar rápido, mas também não estragar a brincadeira e estocar junto com ela. De vez em quando, deixava escapar um gemido fino e arranhava meu peito com suas unhas de esmalte escuro, de fera predadora. Torturou-me assim por um tempo que não consegui calcular, pressionando minha cabeça por dentro. Sempre que percebia pela minha respiração que eu iria gozar, me dizendo “não, não, não, ainda não”.

Depois de um tempo, já estava trêmulo e suado, nem lá, nem em lugar algum, perdido sem querer me achar. Ela mudou as pernas de posição e passou a sentar sobre mim forte, gemendo a cada socada, um olhar perdido me encarando enquanto puxava os bicos dos seus seios, ainda me apertando para que eu não gozasse.

Largando a pressão, assentou mais sobre mim e passou a oscilar o quadril, me forçando dentro dela numa rapidez impressionante. E gemendo doce, chamando meu gozo para enchê-la inteira. Num momento em que se afundou até o talo, silvando alto, perdi qualquer noção. Empurrei-a para fora de mim, ela caindo de costas com um “ui!” seguindo de uns risos. Levantei-me para tomá-la ainda de costas, mas foi mais rápida e se levantou, me dizendo:

- Não quer me obedecer então, não é? Então vai ter que me pegar… – disse, me desafiando, virando-se de costas e rebolando para mim.

Nem dei ao trabalho de responder, só queria pegar aquela fêmea e comê-la com todas as minhas forças. Correu pelo quarto rindo, se esquivando das minhas tentativas de alcançá-la, até que sua trança a traiu e a agarrei. Arrastei pelo cabelo até o móvel mais próximo, sentando ela lá com facilidade, ainda arfando e rindo. Fez que iria fechar as pernas, as afastei segurando pelos tornozelos e gememos juntos quando eu a penetrei em um só movimento.

Soquei forte contra aquele sexo pequeno e carnudo, os braços dela em torno do meu pescoço, o móvel tremendo no mesmo ritmo selvagem que eu a possuía. “Vem, safado, quer me comer, então me come gostoso”, eu ouvi dos seus lábios. Ouvi sem registrar de fato, não era mais nada a não ser meu desejo de penetrar até explodir dentro dela. As unhas se afundavam contra as minhas costas, me provocando. Usei meu sexo como uma lança para perfurar seu interior. Ela reclamou: “Não para, meu macho, não para, me fode, me arrebenta”. Atendi seus desejos, segurei seus quadris, tirando ela do móvel, aproveitando do abraço contra o meu pescoço. Ela tremia e gemia acompanhando meus rugidos, nossos sexos quentes da fricção e do óleo, quase em chamas pelo meu desespero…

Entrei a última vez bem fundo e gritei enquanto latejava forte lá dentro. Por alguns instantes, não sei o que houve, quando dei por conta, estávamos sentados no chão, banhados de suor… Ela acariciando meu rosto, me beijando, lambendo meu corpo, provando e apreciando meu momento de apaixonada selvageria.

Deitados sobre o futon, apreciava uma das minhas cigarrilhas, enquanto ela fumava de um pequeno cachimbo, provavelmente outra relíquia da terra dos seus ancestrais. Foi Vanessa a quebrar o silêncio:

- Seu medo de se entregar é que te torna tão tenso, Ricardo. Se você me deixasse cuidar de você do jeito que eu quero, sairia daqui muito mais satisfeito.

- E para você faz tanta diferença assim? Gozar, eu sei que você nunca gozou… Pelo menos, não comigo – disse encarando-a.

Ela se riu brevemente, e disse:

- Legal que tenha percebido. Não é nada pessoal. Eu só tenho um orgasmo quando tenho alguns desejos pessoais atendidos – disse ela, enchendo o ar com a fumaça de seu fumo, leve, mas encorpado – Também não me importa que você nunca tenha me dito seu nome de verdade, se isso te interessar.

- Também não é nada pessoal. Só minha mulher sabe. Nomes para mim são algo íntimo demais para ser repartido, por isso, tenho um nome para cada mulher que eu conheço – disse apagando minha cigarrilha e continuando – Mas… E se eu atendesse esse desejo pessoal?

- Você sabe correr riscos e não tem medo de ir longe demais… Mas é muito egoísta para saber atender aquilo que uma mulher quer Ricardo.

- Quer apostar que está redondamente enganada?

Vanessa se sentou e me desafiou com essas palavras:

- Seu tempo já terminou. Se me atender exatamente como eu pedir, e eu gozar, a próxima hora será de graça. Se não conseguir… Pagará o meu preço. De tabela.

Sentei-me ao responder:

- Prepare-se! Então você vai ter o que quer, mocinha…

Saí do templo do prazer dela, leve e refeito. Tinha razão sobre eu não me entregar, nem a situações e nem a pessoas. Sei cuidar, mas não sei me entregar. Isso é parte do meu charme e o que manterá todas as mulheres que eu quiser ao meu redor.

A aposta? Eu ganhei, é claro. E ela me ensinou uma novidade que me rendeu o maior prazer que eu já dei a uma mulher… Certa mulher que adorava sentir dor e prazer juntos… E que eu sabia que iria rever em breve.
Autoria: Diomedes T. Verro
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Noite de segunda-feira, chuva cai lá fora. Sozinha em casa com meus sonhos e minhas decepções, essas não me deixam. Mau humor a semana toda e eu sei bem o que é. Como me disse um amigo no Whatsapp: “É falta de sexo”. Que saco! Ele tem razão.

Fico inquieta na cama, o tédio me domina, não consigo focar a atenção em nada. E ele… Ah! Como sempre me provocando, querendo me tirar do foco (que a essa altura já nem lembro no que estava tão focada). Ele me faz perder a noção!

Mais cedo me mandou uma foto tomando banho. Embaixo do chuveiro. Isso é de propósito!

“Socorro” penso comigo. Chego a passar mal. Fico brava e ao mesmo tempo atormentada. Por que ele faz isso? Tento ouvir uma música clássica… Quem sabe Mozart me acalma o ânimo um pouco?

Nada feito. Tem alguma coisa errada! Estou inquieta, sentindo palpitações, rindo toda hora. Acho que preciso de um chá! Preparo um chá de camomila e entre uma poesia de Fernando Pessoa e o doce som de Mozart, adormeço… Ou penso adormecer.

Nesse nível de loucura em que me encontro, já não sei mais o que é realidade. Só sei da minha vontade. Na minha cama envolta por pensamentos atormentadores e vontades maliciosas, sinto um leve sopro no ouvido.

Com os olhos entre abertos posso vê-lo, rindo maliciosamente, não tirava os olhos de mim. Um olhar penetrante, inquietante, vindo daqueles olhos azuis intensos e perturbadores. Antes que eu pudesse me mover, ou gritar (Coisa que eu não faria), começou a tirar a roupa, devagar, me provocando, se insinuando.

Rindo do meu desespero, parecia não ter pressa. Ficou nu diante de mim, cheirava a juventude, com seu sexo parecendo me chamar. Minha boca ficou cheia d’água, eu não podia me mover. A respiração foi ficando ofegante quando ele veio em minha direção.

Entrou embaixo do cobertor lentamente, se acomodou ao meu lado. Quando seu corpo encostou-se ao meu eu, tremi. A temperatura subiu instantaneamente. Sem dizer nada, ele começou a tirar minha roupa enquanto me beijava… Um beijo molhado, extremamente erótico, parava de vez em quando para me apertar e arranhar.

Foi descendo pelo meu corpo, parecia brincar com as minhas curvas, afastou as minhas pernas. Começou a me chupar carinhosamente e eu acariciava seu cabelo. Enquanto fazia isso, enfiou seu dedo atrás. Para minha surpresa, mexeu demais comigo. Enfiava um, dois, três dedos. Eu rebolava e gemia… Estava gostando, delirando, quase gozando, sentia aqueles dedos brincando dentro de mim. Subiu sua língua do meu bumbum até o pescoço, dando leves mordidas, arrepiando cada milímetro do meu corpo.

Quando finalmente ele me penetrou, senti o prazer me dominar invadindo meu corpo. Era estranho e ao mesmo tempo muito bom tê-lo ali. Pegou-me de lado, pela cintura e sem mais espera acomodou-se dentro de mim. Começou a “socar” com empenho e força. Quanta disposição!

Fazia amor do jeito que eu sempre sonhei, parecia desvendar cada pedacinho meu. Colocou-me de quatro, segurou meus ombros fazendo fortes movimentos de vai-e-vem. Doía um pouco, mas eu estava adorando.

Sentia vibrações intensas, sem falar na mistura de dor e prazer que era o ápice das emoções.  Tive um orgasmo maravilhoso, dei gritos e o suspiro não parava.

Mesmo assim ele continuou, dizendo que era uma delicia penetrar sobre o meu mel. Fazia inesgotáveis movimentos em cima de mim. Foi muito além do que eu imaginava.

Foi ficando mais quente, rígido, até explodir abundante.

Ficamos ainda deitados e abraçados por um tempo. Eu o olhava e me sentia satisfeita por tê-lo ali, e por todo envolvimento e magia que ele me causou. Eis que de repente… Acordo, suada, ofegante, e ao meu lado não há ninguém.

Foi sonho penso num misto de satisfação e frustração. Mas sei que depois desse sonho entendo que é preciso atrever-se para, experimentar a insanidade da vida.

Só fico pensando… Quando isso deixará de ser apenas um sonho…?

 

Autoria: Alice B.
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