segunda-feira, setembro 1, 2014
Contos

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Quem não se recorda cena por cena de quando perdeu a virgindade? Eu tinha 18 anos e minha história com a Ana começa na universidade. Sabe aquela amizade em que há muito contato físico, mas quer ir além daqueles abraços? Foi preciso quase o ano inteiro de aulas juntos para que isso acontecesse. Sempre fui fascinado por mulheres mais velhas que eu, e ao longo do curso a Ana foi me chamando atenção, de várias formas.

Vou focar nos sentidos físicos e sexuais, pois além de um belo rosto e um narizinho charmoso, tem os seios exuberantes que com um decote é capaz de chamar a atenção de um motorista num trânsito parado. Além disso, eu adorava deitar a cabeça no colo dela só pra sentir suas lindas pernas.

Depois de conversas mais calientes pelo extinto MSN, ficou marcado nas entrelinhas que a aula de sexta-feira teria algo a mais. A primeira vez estava prestes a acontecer. Ana estava de saia jeans e assim que a aula terminou, pedi carona e saímos para “conhecer” a parte do campus que ainda estava em obra. Ana parou o carro longe dos blocos onde havia aula, estava escuro. Desligou os faróis, colocou uma música baixinha, olhou no relógio e disse que tinha pouco tempo. O beijo foi tão gostoso que me esqueci de destravar o cinto de segurança. Entre os beijos, minhas mãos pareciam ter consciência própria fazendo coisas que eu só pensava em sonhos: acariciando os seios dela com vontade e com a outra mão por dentro da saia.

Ela correspondeu tirando a calcinha. E eu, embevecido de tanto tesão com meu sexo quase explodindo, fui tirando a calça enquanto ela abaixava o banco do passageiro. Ana só precisou levantar um pouco a saia e sentar gostoso em mim. Estava tão quente e molhada que me deu uma vontade louca de chupá-la até secar, mas tínhamos pouco tempo. Enquanto sentia-a gemer todinha, apertava sua bunda e metia com toda minha força. Ela parecia não acreditar quando por cima me olhava com tanto tesão, foi dos beijos na boca até o pescoço.

Pouco tempo depois o guarda do campus surge de moto atrás do carro, e a Ana apavorada sai de cima de mim. Começa a dirigir, mas não teve jeito! O funcionário acabou nos abordando e fingiu não perceber o que estávamos fazendo ao dizer que era perigoso ficar nesse lado da universidade a essa hora.

Fomos embora e a calcinha dela ainda estava no assoalho, assim como meu p… permanecia com vigor. Apesar do tempo cronometrado, ambos tínhamos compromissos depois da aula. A excitação que ainda não nos tinha satisfeito minimamente foi agendada para outra oportunidade num motel. Com maior tempo meus sonhos eróticos foram surgindo em todos os beijos, amassos, chupadas e metidas. Sim, insaciavelmente gostoso.

 

 
Autoria: Henrique S. D.
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1712

Tem dia que a mulher está a fim de dar. Tem dia que ela quer transar. Mas o gostoso mesmo é quando está a fim de dar. Dar com gosto! Eu estava em casa de noite, no computador, as crianças dormindo lá no quarto. Ela chegou da rua, tinha entregado um trabalho da pós-graduação. Essas situações são as melhores. Sensação de alívio pela tarefa cumprida. E ao mesmo tempo agradecimento pela compreensão e por meu cuidado dobrado com as crianças e tarefas domésticas nas últimas semanas devido à ocupação dela com a pós.

Chegou e já perguntou “tem cerveja em casa?” Não havia. “Então vou comprar e já volto.” Foi num bar ali perto e voltou com algumas latinhas. Já veio abrindo uma, bebendo um gole e dando pra segurar enquanto se ajoelhava na frente da cadeira onde eu estava. Só deu uma olhada pra mim e foi abrindo o zíper da minha calça. Era isso que eu estava falando sobre a vontade de dar. Tirou meu membro pra fora e começou a chupar. Sem afobação, mas de maneira decidida. “Huuumm, estava com saudade de você.” E foi chupando, sem pressa. Deixando entrar fundo até a garganta, e depois subindo deslizando a língua na parte de baixo. Mas havia alguma pressa, da minha parte. Se continuasse assim durante mais tempo, ia começar a ficar difícil de segurar. Fazia uns dias que a gente não transava, devido à correria da pós dela. Logo eu iria gozar ali mesmo, na sua boca. E seria daqueles dias de gozo farto.

Mas minha mulher tinha outros planos. Entre uma chupada e outra, tomou um gole de cerveja, e perguntou: “Quer brincar na parte de trás? Hoje você pode escolher a posição pra me comer daquele jeito que gosta.” Huummm… Proposta irrecusável. Tenho verdadeira paixão por sexo anal! Ficamos em pé, a virei de costas e abracei por trás, tocando aquela bunda deliciosa onde logo entraria.

Tirei sua roupa e pedi pra ficar de quatro na beirada do sofá. Fui buscar o gel lubrificante no quarto. Quando voltei, ela já estava ali, toda nua, se oferecendo para mim. Abaixei-me e comecei a lamber sua bunda, até me concentrar no ponto principal, enfiando a língua o mais que podia… Deixei bem lambuzado o estreito caminho onde entraria dali a pouco. Não demorou muito e ela já me pediu “mete”. Passei o gel e fui subindo até perto do ouvido. Perguntei baixinho, só pra ouvir a resposta: “o que você quer?”

– Quero você dentro de mim.

Que delícia ouvir isso. Perguntei de novo: “Como assim?” Nessa hora a ponta já estava posicionada na entrada… O destino já era iminente.

– Enfia logo, por favor.

Huummm… Passei mais gel pra facilitar a entrada e fui metendo devagarzinho. Ela foi rebolando lentamente, como se quisesse aproveitar cada milímetro dentro de si.

Até que ele ficou cravado bem no fundo. Comecei dar uns soquinhos bem de leve, como se quisesse garantir que tinha entrado até o limite. Alcancei seu sexo com a mão direita, e comecei a acariciar o clitóris. Gemeu mais alto ao sentir minhas carícias… Que prazer ver isso! Gosto de vê-la gozar… Aumentei a intensidade das estocadas, tirando metade para fora e metendo forte de novo até o fundo. Idas e vindas de enlouquecidos momentos…

Não aguentei e cheguei ao clímax. Como previsto, gozo farto. Deve ter inundado tudo lá dentro. Ao sentir meu pau latejando, ela contraiu todo o corpo pra frente, e depois relaxou devagarzinho. Minha noite terminava de uma maneira espetacular…

Como é bom comer uma mulher que está a fim de dar.

Autoria: Adonis Gideon
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Adonis Gideon

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- Aos lucros, principalmente os que achamos perdidos! Assim eu brindava com a Roberta, no jantar onde comemorávamos tanto a reforma, quanto a venda do imóvel.

Ela se comportou em todas as vezes que teve que ser minha secretária. Rígida como uma enfermeira alemã na primeira vez, um pouco mais social nas seguintes. O Freitas até deixou um cartão com um telefone diferente para ela na despedida, com certeza achando que ela era na verdade uma das prostitutas que eu guardava como um trunfo. Ela rasgou o papel lentamente na saída, mas com a firmeza de quem estava arrancando os genitais do velho com as próprias mãos. Aquela negra era fera mesmo. Mas é isso que eu quero mesmo, mas apreciado do jeito certo…

Ela chegou mais relaxada ainda no vestuário, uma saia mais justa e curta, um corpete com um casaco por cima, o decote generoso mais visível. Até sorriu com o canto de boca quando brindamos. Fiquei feliz de ter guardado minha Arma Secreta para o fim mesmo anunciando seu uso previamente – mas ia ser com ela que eu iria derreter o gelo de vez e aproveitar esse vulcão…

- Ficou silencioso por um momento, Sr. Luciano. Achei que palavras era uma coisa que nunca lhe faltavam… – disse Roberta levando novamente a taça de vinho para aquela boca carnuda, mas delicada.

Nossa, a voz é macia, até nessa hora. Será que ela também geme assim? Não. Preciso me concentrar. Se eu perder o foco agora, boto tudo a perder.

- Algumas vezes, nem enquanto durmo Roberta. Ainda bem que sei guardar bem segredos, ou então, minha mulher já teria descoberto todos – repliquei tomando minha taça, olho no olho dela.

- Isso é bom. Vivemos num mundo em que não se dá importância à privacidade, e informação pode valer mais do que ouro. Homens que sabem guardá-los sempre têm o meu respeito. Mas… O que teme que sua mulher pudesse saber? – questionou ela, os olhos brilhantes tentando também buscar algo de mim.

- Qualquer coisa que ela não precise saber. Pecamos muito ao nos tornarmos um livro aberto para o outro, Robertinha. Sem segredos, sem mistérios, o tédio da convivência se agrava ao ponto do insuportável.

O quase sorriso dela sumiu. Sempre me desafiando, essa criatura metida. Tudo bem, nesse jogo podem jogar dois…

- O que foi? Ah, o “Robertinha”? Força do hábito. Mas ninguém vai saber. Não só sou um homem discreto, mas sempre cumpro a palavra dada. E dentro disso, te prometo que quanto mais se revoltar com o nome, mais apelidos particulares você vai ter.

Ela volta a sorrir, desta vez abertamente, abaixando o rosto para não se dar por vencida.

- Prefiro o “Robertinha”. Não quero dar mais asas para sua terrível imaginação, Luciano.

Meu nome. Sem o “Senhor”. Ponto para mim.

- Ao menos, não tem que se preocupar com meus problemas de sigilo, já que não tem um gordo barrigudo num sofá para te fazer perguntas – disse eu, aproveitando outro garfo do nosso prato, refeição leve, claro, quero conservar a silhueta dela por um bom tempo…

Ela suspira.

- O tal gordo barrigudo já se foi da minha vida, mas não sem fazer o estrago dele na saída. Nada que eu não possa… não, que eu não vá recuperar um dia. Até lá, estou melhor tendo vocês só como meus empregados e clientes.

- E quem esquenta seus pés numa noite fria? – disse eu, meu melhor sorriso de novo no rosto?

- Minhas meias. E tenho ótimos pares delas. Tenho tudo, tudo mesmo, que os homens podem proporcionar, sem precisar me sujeitar a nenhum. Do que mais eu precisaria? – disse Roberta, sorrindo também, confiante até dizer chega.

Inclinei-me um pouco mais para frente, ao responder:

- Alguém que não acredite nessa sua farsa de autossuficiência, e que te deixe ser aquilo que você esconde de todo mundo: uma mulher frágil, insegura, que quer colo e quer mais que tudo no mundo alguém a quem possa se entregar.

Roberta gelou ao ouvir essas palavras, apenas o suficiente para eu perceber. Tentando retomar sua pose, retrucou:

- Aí está. Este é o atrevimento que eu odeio em você. Para mim, o jantar acabou já ouve comemoração, e já podemos ir. Peça a conta enquanto vou ao toalete – se levantou ela, me fuzilando com os olhos.

Irritei-a de verdade. Ela até se virou no meio do caminho para me olhar. Fingindo tanta indignação que esqueceu um pente, fino e bem decorado. Exatamente o que eu queria…

Coloquei o objeto embaixo da cobertura da mesa, e fechei sua bolsa, tempo suficiente para que ela retornasse para buscá-la, e me dizer:

- É sua última chance de se retratar, Luciano. Quem lhe deu o direito de falar assim comigo?

- Sua pose, que não me convenceu desde o princípio, Minha Preta… – disse piscando um olho.

A Rainha Negra da Inglaterra me olhou com a secura do início e disse então:

- Então adeus, Luciano. Faço votos que nunca nos encontremos de novo. Resolva a conta você mesmo, já que foi seu o convite.

E saiu, rebolando furiosamente aquelas cadeiras que me deixavam louco. Acertei a conta e marquei a distância. Consegui alcançar meu carro bem na hora em que ela saiu, e fui atrás. Algumas quadras depois, ela freou subitamente, e saiu do carro até o meu, saí a tempo de ouvi-la falar em alto e bom som:

- Ainda por cima está me seguindo, seu… Seu… Debochado inconsequente! Vou ter que chamar a polícia para você me deixar em paz?
- Não, vai ter é que me agradecer… Você esqueceu isso, na pressa de ir embora – estendi a mão, com o pente sobre ela.

A raiva dela sumiu de uma só vez, enquanto ela pegava a peça.

- Ah… Obrigado. É uma peça especial para mim. Eu… Comprei com meus primeiros rendimentos do meu trabalho.

Olhou-me desarmada, enquanto falava:

- Obrigado, Lu. Eu… Eu tenho sido mais cruel com você do que qualquer um que eu conheci. Queria que não fosse assim… Mas você me tira do sério, vendedor amador – disse sorrindo, meio sem graça, mas sem esconder.

- Mas é tirar você do sério que tem que acontecer com você… Comigo… Com nós dois.

Olho no olho. E eu vi tesão no olho dela, enfim. Mas ela respirou por um instante e se virou rápido dizendo:

- Eu tenho que ir.

Não tive dúvidas. Quando ela me virou as cadeiras, dei um sonoro tapa da bunda dela.

Depois de um “ai!” e um “o que é isso”, já de frente para mim, respondi:

- Não te disse que eu sempre cumpro minhas promessas?

Ela andou na minha direção, os olhos vidrados, e falou:

- Então, agora vai ter que guardar um segredo meu…

Os lábios se encontraram quase que instantaneamente. Ela me beijou com um desespero, uma fome digna de um mendigo que não via um prato de comida, há dias. Eu ouvi perfeitamente o som das unhas dela arranhando minha camisa, eu já nem querendo saber se ela ia rasgar ou não.

Até hoje não sei como chegamos naquele quarto de motel, sei que foi no meu carro, sei que quase bati umas quatro vezes no caminho, e sei que aquela foi a segunda vez que me fizeram sexo oral enquanto dirigia. E que oral. Aquela boca que me engolia inteiro era tão boa na prática, quanto na promessa…

Mal fechei a porta do quarto, a segurei pelo cabelo e a abaixei, exigindo que ela continuasse a me sugar. Ela nem protestou, tirou meu cinto, arriou as minhas calças, e passou aqueles lábios maravilhosos na lateral dele, umas mil vezes, lento e depois freneticamente, até me engolir inteiro de novo. Rosnei alto que nem um animal, que se dane, agora ela ia ser minha e compensar meu trabalho de semanas…

Ela continuou, me segurando com uma mão e me chupando inteiro, da ponta ao talo, pressionando, mas que boca é essa vou ter que parar ou vou “queimar a largada” e fazer feio…

Segurei-a pelos braços e a joguei na cama, mandando “tira a calcinha, que vou te comer agora”, ela levanta a saia apressada e desafivela a calcinha, mal tira inteira, ela já está encharcada de tesão, tirei as calças e o paletó de vez, ajoelhei, e entrei naqueles lábios depilados de uma vez só… Ela urrou como uma leoa, sem comedimento, limite ou cuidado, com as mãos na minha bunda, me empurrando para dentro dela, me olhando que nem louca…

Ignorei as mãos e soquei nela veloz como um coelho, uma mão apertando um dos seios, falando na cara dela “é isso que você queria, né, sua safada, que eu te comesse gostoso” e ela dizendo “quero, quero, quero”, empurrei nela até pingar de suado e parei tudo, mexi comigo inteiro dentro dela, falei “de quatro, Minha Preta”, ela ficou de quatro num instante, entrei de novo até o fundo, com raiva, mandei “abre essa bunda, abre logo”, ela abriu para me ver a estocando que nem uma britadeira, a bunda dela batendo freneticamente contra mim, já ficando marcada, ela gritando sem parar…

Com meu corpo já pingando de suor, me senti crescendo dentro dela, preenchendo inteira, sabia que eu iria gozar, mas…Não. Segurei, marretando mais, mandei “grita mais, grita gostoso pra mim”, os cabelos dela travados na minha mão, ela urrou uma, duas… Encheu o quarto com um último rugido, tremendo que nem vara verde, o suor brilhando na testa e molhando a roupa, o corpete estourado… Ela gozava e ria, desmoronando, e eu caindo de lado, bufando, irritado por não ter gozado, mas sabendo que isso, nesse caso, fechou o todo com chave de ouro.

Um tempo depois, ela estava com a cabeça no meu peito, me arranhando de leve, eu agora brincando com o cabelo longo dela com delicadeza. Depois de um bom silêncio, ela solta:

- Espero que você tenha uma boa desculpa para chegar a casa com as roupas nesse estado, Tesudo.

- Eu sempre levo um par extra quando saio. Entre minhas muitas qualidades, também sou prevenido, Minha Preta – sorri para ela, agora entregue a mim sem qualquer pudor, o que vi quando ela me beijou logo após dizer:

- “Minha Preta”… Só você mesmo para me chamar assim, Meu Abusado…

Depois do beijo, ela sentencia:

- Então… Podemos chegar a um entendimento quanto a… O que houve agora?

- Entendimento, uma ova. Vai ser assim: você vai continuar fingindo que é a Rainha da Cocada Preta para o resto do mundo, um dos dois liga, marcamos, e você vai tirar a armadura, a roupa, e sua educação para mim, para poder ser você mesma para o Seu Macho aqui. O resto é detalhe. E tem outra coisa: da próxima vez que eu for te comer, você vai usar uma daquelas suas meias.

- Sim. Aceito tudo isso, por que você acabou de me fazer um bem enorme, e eu não vou querer perder isso, e os dois vão ser absolutamente sigilosos. Mas não disso que eu queria falar, Lu.

- Do que então?

- É que eu sou uma pessoa que gosta de ser justa… E acabei de reparar… Que você ainda não gozou…

Já estava me alisando, e eu nem precisava de muito para ficar duro de novo. Sem problema. Agora era a minha vez. Como ainda ia ser mais outra, e outra, e outra vez…

 

Autoria: Diomedes T. Verro
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Se há uma coisa que tive oportunidade de aprender em meus anos de caçada, é que não existe mulher inatingível. Existe apenas o homem tolo que não sabe valorizar seus atributos o suficiente para atrair sua atenção. Uma das amantes que tive foi a prova viva disso.

Saía para meus negócios matinais, mas desta vez, eu realmente iria trabalhar. Meu estilo de vida é custoso – não há coisa mais custosa e de retorno incerto que uma fêmea, e eu me responsabilizo por muitas – e não posso viver unicamente devotado aos meus prazeres. Um proprietário de um imóvel que eu estava transacionando estava num impasse com a equipe que iria reformá-lo antes da venda, e conhecendo minha capacidade como negociador, pediu minha intervenção.

Cheguei ao imóvel e vi uma pequena equipe de reforma parada à frente do imóvel, junto ao proprietário, o Sr. Freitas. Homem antiquado e de valores embolorados, uma combinação péssima nos dias de hoje – mas com bens cuja transação iriam me garantir uma boa renda. Então, eu sempre era só sorrisos para ele.

- Sr. Freitas! Não acha que é um pouco demais estar aguardando de pijama aqui fora? Vai pegar um resfriado, desse jeito! – disse saindo do carro.

- Sr. Freitas! Não acha que é um pouco demais estar aguardando de pijama aqui fora? Vai pegar um resfriado, desse jeito! – disse saindo do carro.

- Meu jovem, estou na frente da minha casa, e estou pouco me lixando para os vizinhos. Estou esperando o responsável por essa… Porcaria que fizeram na minha residência, para lhe dizer poucas e boas! – disse Freitas ajeitando o calção, dificilmente ajustável em sua barriga protuberante.

Olhei para a residência, de excelente visibilidade também pelo seu segundo andar bem distribuído, com a ala direita parcialmente demolida e recoberta para evitar dispersão de poeira.

- E de que porcaria está falando, Senhor?

- Olha lá! Olha lá! Eles destruíram meu segundo andar! Mandei-os melhorarem a ventilação e a distribuição de luz solar, e eles demoliram a minha casa! O dono dessa equipe vai me pagar caro! – disse o velho, o rosto já avermelhado de raiva.

- Calma, Sr. Freitas, nós vamos ouvir o responsável pela equipe, e tenho certeza que chegaremos a um bom entendimento.

Nesse ponto da conversa, um carro chegava com intenção de estacionar perto de nós. Pela movimentação da equipe, sei que é o dono. Acho curioso o carro dele, um bom importado, mas de linhas mais suaves, e o jeito preciso da direção, mas tudo fica entendido assim que a porta dele se abre.

Uma negra alta e de formas rijas e bem distribuídas, sai dele com um traje de trabalho bem escolhido, mas incapaz de esconder suas curvas. Ela ajeita o cabelo longo e liso ao se aproximar, e nos saúda em voz macia, mas bem audível:

- Bom dia, senhores, e bom dia, equipe. Meus funcionários me informaram que foram impedidos, hoje de manhã, de prosseguir na reforma, e eu gostaria de saber o motivo, Sr. Freitas.

O velho dispara antes que eu possa dizer qualquer coisa:

- Ei, eu pedi para falar com o dono dessa empresa, e não com uma reles secretária! Dá-me o telefone do seu chefe, menina, faz favor.

- Creio que o Senhor esteja enganado. Eu sou a dona dessa… Empresa – diz a mulher, tirando os óculos escuros – Sou Roberta Santos.

Mas que droga. Um impasse entre um velho com mania de grandeza, e uma empresária moderna orgulhosa. Se meu dinheiro não estivesse envolvido, não estaria nem aí. Mas eu tinha que salvar essa negociação. Além disso, adorei a frieza dessa negra… As de exterior mais frio costumam ter um fogo muito compensador dentro das saias – era só saber abrir a porta da fornalha.

Estendi a mão para a Roberta, já que o Freitas não ia fazer isso de jeito nenhum.

- Prazer, Roberta. Sou o corretor do Senhor Freitas, ele pediu minha presença aqui para entender o que estava acontecendo. Pode me chamar de Luciano.

- Sr. Luciano, eu normalmente explicaria calmamente ao Sr. Freitas todos os motivos pelo qual essa demolição parcial foi feita. Mas no momento, dado que cumprimos com total lisura os termos do contrato, e ele nos acusa de falta de profissionalismo, espero apenas que ele se retrate, e de imediato – disse Roberta na mesma pose em que estava desde o início.

- Vai esperando que eu vá pedir desculpas de alguma coisa, sua…

Interrompendo a frase do Freitas com um passo a frente, Roberta adverte:

- Tenha muito cuidado com como irá terminar essa frase, Senhor Ela pode lhe valer um processo, além da quebra do contrato em seu prejuízo.

De mal a pior. Eu tinha que pensar rápido, e agir agora.

- Pessoal, pessoal… Tudo bem, agora podemos acalmar os ânimos, porque acabou o teatro! Isso, Seu Freitas, peguei você! Acha mesmo que eu iria fazer você passar por uma situação constrangedora dessas? – disse rindo, mas me virando para um momento para encarar a Roberta, e mexer os lábios sem som, dizendo “nem mais uma palavra”.

O Freitas arregalou os olhos, e riu:

- Luciano, seu miserável! A corretora bem disse que você era um gozador!

Agora me voltando para a Roberta, disse:

- Robertinha, pode me aguardar um instante no seu carro, que eu já falo com você. Está de parabéns, deveria ter estudado Teatro… Vai agora, vai estragar sua produção ficando aqui fora no calor – disse a ela piscando um olho.

Ela continuou impassível, mas um leve apertar dos olhos me disse que se ela tivesse uma arma naquele momento, teria atirado no meio da minha testa. Andou aquela negra gostosa demais para o carro, o quadril duro como o de uma peça de açougue congelada e lá dentro ficou.

Enquanto isso, eu ia conversando com o Freitas, mas não sem antes colocar meus óculos. Eu adorava o modelo que ele tinha vidros de carros nunca eram totalmente opacos para ele. Roberta estava tensa. Ajeitou-se um bilhão de vezes, enquanto ligou umas duas vezes, e eu pude ler nos lábios dela palavras como “prazo”, “empréstimo”, “renegociação”. Os negócios dela não deveriam ir bem. E ainda sim, ela iria colocar os brios dela na frente do lucro…

Terminando de falar com o Freitas, que saía sorridente para dentro da casa para pegar seu carro e voltar para onde ele residia, fui para o carro da Roberta, bati no vidro, e falei:

- Vai me deixar entrar, ou vou precisar de um convite formal?

Sem nem olhar para mim, ela abriu a outra porta, e entrei.

- Estou enormemente interessada em como você vai explicar a humilhação que me fez passar… – disse Roberta sem nem me olhar.

- Ah, está falando de agora a pouco, onde você iria jogar fora a salvação da sua empresa, e do meu mês de trabalho?

Ela disse apenas um “continue”.

- Prestei atenção na pasta que você tem, está com um monte de plantas e avaliações técnicas. Amadores, vocês estão longe de ser. No entanto, você só se daria ao luxo de brigar por um cliente porco como esse, mesmo que brigando sem estratégia nenhuma, se estivesse realmente precisando do dinheiro. Estou enganado?

Ela levou um tempo, e disse “não”.

E completou:

- Como o convenceu a continuarmos a obra?

- Simples. Depois de mostrar a ele como a reformulação dos cômodos do segundo andar vai causar exatamente o efeito que ele queria – mas fiz isso de forma improvisada e espero que depois, você me dê os detalhes – disse que tudo era uma brincadeira minha, como disse, e que fui eu mesmo quem reuniu a equipe de reforma. Você era apenas uma secretária a quem eu pedi para participar do trote.

- Como é? Formei minha reputação profissional sem precisar de favores de ninguém, nem de me submeter a suínos como esse tal de Freitas, e agora vou ter que bancar a subalterna de um corretor de fala mole? – disse Roberta, sem, contudo erguer o tom de voz.

- Exatamente. Um corretor de fala mole acabou se salvar seu negócio de naufragar porque você não teve jogo de cintura para lidar com um “porco”. Não precisa me agradecer Roberta, a comissão que eu vou ganhar quando vender essa casa reformada já vai me ser o suficiente – disse com meu melhor sorriso.

Mentira deslavada minha. Meu prêmio ia ser fazer essa égua xucra relinchar de tanto gozar comigo…

Ela enfim se voltou para mim, e prosseguiu:

- Sr. Luciano, espero que entenda que essa farsa tem caráter meramente transitório, e que espero que ela seja mantida em sigilo. Não pretendo que minha empresa seja manchada por esse tipo de associação.

- Naturalmente, Roberta. Ou deveria dizer Senhora Roberta?

Ela hesitou por um momento antes de responder:

- Apenas Roberta. Não sou casada, não mais.

Rompimento traumático. O bloco de gelo então tem rachaduras…

- Mas… E o que precisamos fazer agora? Espero não ter que fazer outras… Apresentações como essa.

- Mas claro que vai! Vamos voltar aqui amanhã, como eu disse a ele, para aí sim, explicarmos o motivo da reforma… E vamos ter que aparecer para receber, não é? Você vai me ligar mais tarde, combinaremos um horário, viremos juntos, você vai aparecer com uma roupinha mais vistosa que essa, que vamos combinar, está formal demais para uma secretária…

Ela sabia ser contida em muita coisa, e sabia também como fuzilar alguém com os olhos – para minha sorte, já estava escolado de ser olhado de cara feia. Ela não me interrompeu enquanto continuei:

…e vai aparecer sorridente, falante, e vai ficar bem comportada, inclusive se eu tiver uma tapa na sua bunda. Se não for convincente para o velho gagá, todo o nosso esforço vai para o brejo.

- Você não se atreveria.

- Ah, eu não só me atreverei, mas como você protestou, eu VOU fazer isso. Eu sempre trato assim minha Secretária de verdade, e ela leva na esportiva, e olha que ela nem gosta de homem… Voltaremos depois do mesmo jeito, no dia do pagamento, almoçamos para comemorar, e você nunca mais vai me ver.

Antes que ela reagisse, completei:

- Agora, vou voltando para o meu carro. Tenho que passar na corretora antes de fazer outras visitas. Deixei meu cartão na sua pasta, me envie os detalhes da reforma por e-mail e seu contato, para que possamos combinar a hora de nos encontrarmos.

E saí do carro, nem olhando para trás, quando disse:

- De nada, viu? Por fazer o SEU trabalho, também…

Quando cheguei ao meu carro, comecei a contar. A hora da decisão era essa. 5, 4, 3, 2…

- Espere Sr. Luciano.

Lá vinha ela, com seu compasso de Rainha da Inglaterra, parando na metade do caminho entre os carros.

- Tenho que lhe dizer que você conseguiu ser o homem mais desprezível que já conheci, e que não espero vê-lo novamente depois dessa negociação…

- Tudo isso só pela tapa na bunda que mencionei? Prometo que não vou deixar marca…

Ela travou por um momento, e continuou:

-… mas lhe agradeço pela intervenção nesse caso. O verei amanhã.

Virou-se e voltou para o carro. Gritei para ela:

- Não se esquece da roupa. Um decote ou uma saia mais curta cairiam bem!

- Adeus, Sr. Luciano.

Foi o que ela disse. Mas até chegar ao carro, vi perfeitamente ela caminhar rebolando.

Vitória. Já amaciei a carne. Só preciso dar os últimos passos, no almoço que virá… E depois, apreciar meu banquete…

 

(Primeira parte – Aguarde novo capitulo)
Autoria: Diomedes T. Verro
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Para alguns talvez seja mais um conto erótico, mas para mim é a história do reencontro de uma antiga paixão. Eu tinha uns 13 anos quando o conheci. Na escola ele tinha uma daquelas bandinhas de rock que excitavam as meninas. Achava ele lindo, mas nunca havia me dado um “oi” sequer. Não era nenhuma surpresa que falasse comigo, afinal era uma criança e ele estava no ultimo ano do colégio. Quando ele terminou a escola, nunca mais o vi, a não ser em algumas ocasiões na rua, já que moramos perto um do outro.

Anos depois, graças à internet nos encontramos novamente e começamos a nos falar. Agora não era mais uma criança, era uma mulher e acabei despertando interesse dele. Mantínhamos certa amizade e esse contato, ainda que à distância, me fazia muito bem! Disse-me que havia me tornado uma linda mulher! Continuava tocando em outra banda, mas ainda tinha aquele jeito bad boy de quando tocava na escola.

Certo dia conversando pelas redes sociais, ele me disse que iria tocar em minha cidade. Pediu pra ir vê-lo tocar. Um sentimento estranho correu no meu corpo inteiro. Não sabia se era ansiedade ou excitação, mas era incrível a sensação.

Respondi que iria sim. Imagina que iria deixar esta oportunidade passar… Claro que a ideia de conversar com aquele homem que me excitava na escola me deixou com as pernas bambas e uma incrível vontade de tê-lo.

No dia do show eu mal me continha… Ansiedade, tesão, nervoso, vontade, sei lá, talvez um misto de tudo. Fiquei o dia todo assim! Decidi que deveria estar linda, deslumbrante, poderosa, gostosa, desejada, comestível, maravilhosa! Eu realmente estava assim.

Vesti meu espartilho, caprichei na maquiagem, arrumei bem o cabelo e fui. Meu corpo inteiro vibrava, meu interior se contorcia de tanto tesão e prazer. Assisti ao show inteiro bem perto do palco, venerando, desejando aquele homem dos meus sonhos adolescentes. Imaginava ele comigo, tentando uma maneira que me notasse… Mas ele não notou!

O show já estava quase acabando e minha imaginação já havia deitado na cama, arrancado a roupa e estava esperando o momento que ele fosse me possuir.

Assim que a performance da banda acabou, decidi que iria esperá-lo.  Infelicidade a minha quando um segurança veio e começou a expulsar as pessoas do lugar. Tive um ataque na mesma hora! Minha ultima chance era mandar uma mensagem avisando da minha presença quando percebi que não tinha o número. O que eu ia fazer? Como avisar aquele homem que estava ali pronta pra ele?

Tenho que agradecer a pessoa que inventou o celular e a internet móvel. Na mesma hora entrei na internet e deixei uma mensagem. Era muito tarde, eu não podia esperar ali. Minha única alternativa era ir pra casa e desejar intensamente que ele respondesse.

A primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi ligar o notebook e ver se ele havia me respondido. A resposta esta ali: por que eu não havia esperado? Expliquei o motivo. Parecia sentir o desapontamento dele naquela mensagem. Estava perdida na solidão, já sem minha linda produção, quando ele me mandou uma mensagem assim: “Onde você está? Eu vou te buscar”!

Meu coração pulsava, meu corpo tremia, meu sexo fervilhava de excitação. Tomei um banho rapidamente e me coloquei na fantasia sexual mais provocante: a de mulher fatal! Dei o endereço da minha casa e pouco tempo depois ele estava em meu portão. Novamente com meu espartilho, sem hesitar me joguei dentro do carro.

Sabia pra onde ele me levaria, e pra falar a verdade, não dava a mínima. Se eu estava sendo fácil ou não, isto não importava. Apenas queria realizar a minha vontade.

Não demorou muito para que o carro chegasse ao motel. Escolheu um quarto e já não conseguia mais me segurar. Minhas mãos suavam, meu corpo tremia, minha respiração era ofegante. Finalmente toda aquela paixão de menina veio à tona e estava ali minha oportunidade de aproveitá-la ao máximo.

Botão por botão meu espartilho foi se abrindo. Deitado em cima de mim, me beijava intensamente descendo pelo meu pescoço até chegar a meus seios. Surpreso, deparou-se com meus piercing nos mamilos. Intrigado começou a brincar. O tesão era incrível.

Estava quase implorando que ele acabasse comigo.  Seus dedos que entravam e saiam de mim rapidamente estavam me enlouquecendo.  Ao perceber que eu estava pronta, molhada e excitada, falou ao meu ouvido: Você quer? Me quer?

E sem pensar respondi: Me come!

Colocou uma camisinha e partiu pra cima de mim, puxando minhas pernas na altura de seu pescoço. Metia com vontade e fúria. Eu não pensava mais, apenas o sentia. Gritava de tesão e quanto mais eu gritava, mais ele metia com força. Num movimento rápido, me colocou de lado e eu pensei: Eu não quero de lado, quero de quatro!

Mais rápida que ele, me virei de quatro, e sem hesitar, enfiou em mim toda sua ereção. Eu gemia e ele me acompanhava. Mas aquilo tudo não me bastava, eu queria mais! E foi o que ele fez: agarrou meu cabelo, sussurrou em meu ouvido: “Deixa te comer por trás”?

Foi bruto, mas ao mesmo tempo excitante. Sem pensar, disse: “Come, mas enfia bem devagarzinho, com muito carinho”!

E segurando meu cabelo, começou a enfiar, sussurrando em meu ouvido:

- Devagar assim? Bem gostosinho?

Eu só respondia “sim, humm”… Era tudo que saia da minha boca.

Aquele “entra e sai” e “tira e põe” que ia bem devagar, começou a aumentar. Quando percebi, ele estava todo dentro de mim. Eu queria uma coisa mais bruta, então pedi:

- Solta meu cabelo e segura meu pescoço!

- Você gosta de ser sufocada?

- Aham. Segura meu pescoço!

E ele segurou, me sufocou. Aquela sensação de aprisionamento, aquela vontade de gozar alucinadamente… Orgasmos vieram diretos e certeiros. Nossa, eu senti demais! Pedia pra gozar dentro de mim. Ele me atendeu em segundos. Senti o peso de seu corpo, sentia seus pingos de suor, sentia pulsando dentro da mim. Foi o melhor prazer que havia sentido!

Deitada em seu peito, só conseguia pensar na felicidade de estar naqueles braços. Meu corpo tremia, sentia frio. Aquele homem bruto e carinhoso fez amor e sexo ao mesmo tempo comigo. Minha cabeça estava a mil, mas eu não queria pensar, apenas sentir.

Depois de descansar um pouco, tinha que retribuir de alguma forma todo o prazer que ele tinha me dado. Caprichei no sexo oral e fiz gozar em minha boca. E o sonho de ficar com esta paixão antiga terminou ali…

Levou-me pra casa depois disso. Nem conseguia dormir. Lembro que acordei com a bunda roxa dos tapas que levei! Não sei se verei esse homem de novo. Nossas vidas têm rumos diferentes.

Só sei que não me arrependo de maneira nenhuma de ter sido apenas uma noite de sexo casual! Foi uma das melhores transas da minha vida.

 
Autoria: Anne
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Este é meu doce segredo.

Tudo começou quando em um sábado. Entediada, sem ter o que fazer, resolvi entrar em uma sala de bate papo. Já estava acostumada a frequentar esse tipo de espaço, pois ali você é livre e pode ser o que quiser conversar abertamente sobre assuntos que aparentemente são tabus aos olhos da sociedade.

Estava no chat quando comecei a teclar com um homem muito simpático. Descobrimos que morávamos bem próximos. A conversa fluiu tão bem que fomos para o (antigo) MSN. Lá ele me mostrou fotos de viagens e deu para perceber seu excelente porte físico, um homem bem atlético.

Quando foi minha vez, pediu para mostrar fotos minhas. Fiquei sem graça, pois sou gordinha. Disse isso a ele, mas rebateu dizendo que adorava gordinhas! Alias, foi isso que chamou a atenção dele no chat: meu Nick “Gordinha Linda”.

Começou um bate papo gostoso entre nós. Disse que era casada e ele me contou que tinha namorada. Como descobrimos que trabalhávamos perto um do outro, no centro do Rio, ele me ofereceu uma carona na segunda-feira.

Mesmo relutante, eu aceitei. Com o fim de semana todo pela frente, pensei ate que ele iria esquecer, mas pra minha surpresa logo na segunda recebi uma mensagem confirmando o encontro.

Aceitei! Não queria perder esta oportunidade, afinal, na minha cabeça não tinha nada a perder. Confesso que fiquei muito nervosa pensando nessa loucura. Na hora que sai do trabalho fui para o ponto de ônibus esperar ele vir me pegar. A sensação era um misto de medo, ansiedade e até certa excitação.

Quando aquele carro importado parou em minha frente piscando os faróis, não acreditei! De cara isso já me intimidou. Quando vi o motorista então… Nossa!Era ele! Pensei: “Isso não é para mim”! Um homem alto, com um corpo perfeito, pernas maravilhosas (ele estava de short vindo da academia), cabelo meio grisalho cortado estilo militar. Que homem era aquele?

Entrei no carro e fiquei muda sem ter o que falar. Nosso trajeto era um pouco longo. O tempo todo puxava assunto e eu completamente calada e tímida, mas muito encantada. Quando nossa breve viagem teve fim, sai do carro e fiquei me achando uma burra de não ter aproveitado aquela oportunidade.

De repente recebi uma mensagem dele pedindo desculpas por ter forçado nosso encontro e que tinha entendido que a diferença de idade era muito grande (10 anos). Tomei coragem e respondi a mensagem falando que tinha achado ele um gato, que estava envergonhada e gostaria de uma nova chance. Era disso que precisávamos: quebrar aquele gelo inicial.

Marcamos um novo encontro para quarta feira e a excitação aumentou! Esse gostinho de perigo era muito bom! Trocamos varias mensagens quentíssimas nesse meio tempo. Nossa vontade ia aumentando a cada dia…

Da próxima vez, quando entrei no carro já fomos logo aos beijos. Começamos a colocar em prática tudo aquilo que escrevíamos em mensagens. Ele abriu sua camisa e eu não aquentei quando vi aquele abdômen todo definido. Comecei a beijar e lamber sua barriga até embaixo. Como ele estava dirigindo, mesmo assim com uma mão só ele agarrou meu seio e ficou apertando. Quando parávamos no sinal, ele enfiava a mão por baixo do meu vestido.

Ainda no carro, delicadamente tirei minha calcinha. Imediatamente sentiu como eu estava molhada. Enlouqueceu de tesão! O que tornava o momento mais gostoso é que ele estava dirigindo.

Quando subimos a ponte Rio Niterói, abri a calça e agarrei seu sexo deliciosamente rijo! Comecei a chupá-lo ali mesmo. Cada vez que sentia aquele gosto, queria muito mais… O trânsito estava péssimo naquele dia. Não aguentou e gozou na minha boca. Foi uma delícia!

Quando chegamos ao motel, foi logo me agarrando. Ainda nas escadas, me beijava de um jeito selvagem, parecia que iríamos transar ali mesmo. Ele me fez esquecer a vergonha que tinha do meu corpo e todas aquelas imperfeições que estavam somente na minha cabeça. Isto me fez pensar o quanto nós podemos ser diferentes na cama. Depende de quem esta conosco! Enquanto uma pessoa faz você se sentir desconfortável até com a própria maneira de ser, outras fazem a gente se sentir como uma deusa. Este era o caso deste homem!

Foi a transa mais quente que já tive, pois foi o dia que ele me iniciou no anal. Um tipo de sexo que eu não gostava, mas passei a adorar! Foi delirante…

Depois dessa primeira vez, toda semana saímos pelo menos um dia. Era tudo que queríamos: sexo gostoso sem compromisso. Uma realidade paralela, onde são realizadas nossas fantasias. Realmente aquele homem maduro marcou minha vida e valeu cada minuto tê-lo conhecido. Disse-me que meu Nick deveria ser mudado para “Gordinha Sexy”, pois era assim que ele me via!

Hoje sou uma nova mulher, realizada sexualmente e em paz com meu corpo.

gordinhas

 

Autoria: Conto escrito/enviado por El. – 19/07/2013
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Tive uma experiência incrível de sexo casual em minha última viagem. Moro na capital e recentemente fui visitar alguns parentes no interior. Tenho um amigo por lá. Devo dizer que há algum tempo trocamos mensagens um tanto intimas, pra não dizer ousadas ou calientes. O fato é que ainda não o tinha visto pessoalmente, mas nossa ligação parecia ultrapassar todas as barreiras.

Assim que soube de minha presença na cidade me ligou convidando pra dar um passeio de moto com ele. Este convite me deixou muito excitada. Por isso aceitei sem pensar duas vezes. Ficou combinado que iríamos de moto até a fazenda, onde poderíamos caminhar e nadar num rio, além de um banho de cachoeira.

Na hora combinada ele apareceu. Pela olhada que recebi, tive certeza que tinha acertado no look. Ao me fitar com aqueles olhos azuis, senti que ele me desejava. Aquele passeio prometia ser inesquecível.

Montei em na garupa da moto e seguimos pra fazenda. Durante o trajeto, ele foi me mostrando a paisagem e falando sobre tudo. Mas foi difícil manter atenção no que ele falava, pois minha imaginação estava saltitante. Andar de moto sempre esteve entre as coisas que considero perigosas e desnecessárias, mas naquele momento queria que o passeio não acabasse nunca ou que chegássemos rápido à fazenda.

Em determinado ponto do caminho a moto fez um movimento brusco e eu me agarrei a ele. Humm. “Que cheiro bom!”, pensei. E deixei minha mão escorregar pela sua barriga. Senti que ele gostou e então fui escorregando por sua cintura e coxas. Minha vontade era tocar na calça de forma que eu sentisse algo mais. Mas talvez ele se assustasse um pouco com minha ousadia. Deixei tudo correr naturalmente.

Assim que chegamos à fazenda, descemos logo da moto e seguimos direto para o rio. Tirei a roupa sob seu olhar faminto e isso me excitou ainda mais. A água estava gelada e não pude deixar de fazer uma careta. Ele deu uma risada gostosa, quente.

Mas seu sorriso morreu de repente e me dei conta do motivo. Minha cara queimou e nem tive coragem de olhar pra baixo. Eu senti meus seios bem rijos. Não sei se era tesão demais ou efeito da água fria. Ele percebeu meu acanhamento e se aproximou. Seus olhos tinham um brilho diferente e eu não conseguia me desviar.

Só sei que no momento seguinte estávamos nos beijando como dois adolescentes famintos. Sussurrava entre um beijo e outro o quão excitado ficara durante o trajeto. Tentei falar que também senti o mesmo, mas quando abria a boca, sua língua me invadiu e vi que não precisava falar. Meu corpo já respondia por mim.

Senti suas mãos deslizando pela minha nuca, costas e bumbum. Puxou mais pra perto e senti a rigidez de seu sexo sob a sunga. Estava com muito tesão e pensei que ia gozar só no beijo. Não seria estranho pra mim, talvez pra ele. Nas nossas conversas, nunca mencionei o fato que tenho facilidade em gozar.

Depois, o beijo perdeu o tom avassalador e se tornou mais amoroso. Diria calmo. Sua mão tocou meus seios e instantaneamente um gemido escapou de minha boca. Ele se afastou um pouco e com movimentos rápidos desceu as alças do meu biquíni deixando meus seios livres. Senti sua língua tocando num biquinho e imediatamente segurei sua cabeça.

Queria mais! Ele então chupou. E que chupada! Sugou com força, com carinho. Ora em um, ora em outro. Eu não aguentava mais. Precisava gozar. E quando minha mão tocou seu membro, senti como ele também estava louco de excitação.

Puxei-o pra fora da sunga e comecei a acaricia-lo. Nesse momento senti sua mão invadindo minha calcinha, me tocando, me invadindo. Eu gemia e disse que precisava de mais. Que queria ser dele, por inteira. Queria sentir me rasgando com força.

Então ele me pegou no colo e saímos da água. Olhei pra casa e desejei que não me levasse pra lá naquele momento. Pareceu ler meus pensamentos, pois disse que queria me comer ali mesmo… No mato. Meu nível de tesão chegou às alturas! Sempre quis fazer sexo ao ar livre, correndo o risco de ser flagrada ou observada.

O lugar era perfeito. Já devia estar planejando o ato, pois estendeu uma toalha no chão e me deitou sobre ela. Começamos a nos beijar novamente e sua mão percorria todo meu corpo. Acabamos de tirar as roupas e nos entregamos ao momento.

Sua língua passeava por todos os cantos me arrancando gemidos. Quando senti sua boca no lugar que mais gosto, fiquei louca. Sou alucinada com sexo oral. É a melhor parte do sexo. E uma transa não é totalmente ruim, se tiver um oral. Ele mostrou ser entendido no assunto e me chupou com vontade. Segurei sua cabeça com força, pra não correr risco dele parar. Senti sua língua me invadindo. E nesse momento gritei… Gozei. Percebendo que eu gozava, me estimulou mais ainda chupando com força. E gozei novamente! Uma sucessão de orgasmos múltiplos tomou conta de mim naquele momento.

Passado o êxtase, ele se afastou me beijou na boca, falou pra eu me acalmar. Mas eu não queria calma. Queria sexo em todos os meus espaços.

Com calma, foi escorregando pra dentro de mim. Começou a meter com movimentos lentos que depois foram se tornando rápidos e ritmados. Sua mão apertava meus seios e sua língua brigava com a minha. Estávamos loucos um pelo outro naquele momento.

Pedi que mudássemos de posição e fiquei de quatro. Meteu com força, rasgando-me inteira. Puxou meus cabelos e me dava mordidinhas na orelha e nuca. A minha reação só podia ser uma: gozar de novo. Ah, e como gozei! Ele falava coisas que nós mulheres adoramos ouvir, embora muitas neguem. Depois daquele orgasmo, pedi que parasse um pouco. Disse lhe que queria sentir seu gosto.

Seu gosto era bom. Lambi calmamente, conhecendo cada curva. Torturei-o de todas as formas. Pressionava seu sexo em minha boca enquanto fazia movimentos rápidos. Até que disse não aguentar mais.

Então pedi que gozasse em minha boca. Queria seu mel. E assim fez. Não desperdicei nenhuma gosta e fui surpreendida com um lindo sorriso. Beijamos-nos apaixonadamente até nossos corpos voltarem ao normal.

Depois nos levantamos e tomamos um banho antes de seguirmos pra casa da fazenda onde recomeçamos tudo. O passeio acabou e voltamos pra cidade. Eu voltei pra capital com uma certeza: faria tudo novamente se tivesse outra chance.

Foi um passeio incrível na companhia de um homem inesquecível.

Autoria: Annabela
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Eu sou uma mulher casada… E muito bem casada! Meu marido é lindo e tem 45 anos. Ultimamente ele tem me deixado um pouco de lado por causa do trabalho que tem tomado todo seu tempo. Isso gerou alguns conflitos na minha casa. Quero assistência! Quero sexo! Às vezes ele reclama deste furor sexual que tenho. Não sei explicar! Então ele prefere se afundar no trabalho a atender aos meus desejos. Isso me irrita profundamente.

O problema é que sou muito fogosa e se dependesse de mim transávamos todos os dias. Tenho 39 anos e um corpo de dar inveja a muitas garotinhas de vinte. Quando passo pela rua não tem homem que não olhe me desejando. Nas entrelinhas, sou daquele tipo de mulher com bunda tamanho G (G de Gostosa!).

Mas minha história começa no dia em que meu maridinho não pôde me levar ao trabalho, como fazia todos os dias. Nesse dia tive que ir sozinha e como estava atrasada, peguei um transporte particular.

Todos os dias eu o via passando, nunca havia entrado em seu carro, mas naquele momento resolvi arriscar aquela condução. Quando eu entrei no veículo… Meu Deus! Deparei-me com um deus grego. Como ele era lindo e forte! Aliás, muito forte! Usava uma camiseta que realçava seus músculos. Sentei atrás e não conseguia tirar os olhos dele em nenhum instante.

Imediatamente fui retribuída, já que percebi que ele também não tirava os olhos do retrovisor. Chegou a ajeitá-lo para ver minhas pernas… Como meu espírito é altamente safado, disfarçadamente abri as minhas pernas o deixando ver minha calcinha. Passei a fazer o tipo distraído. O rapaz quase enlouqueceu! Ele deixou no meu destino e continuou viagem, pois havia outros passageiros. Só que ficou no ar aquela sensação de a história inacabada.

No dia seguinte não fiz nenhuma questão do meu marido me levar. Tudo o que eu queria era ver aquele homem novamente. Ao avistar o carro, percebi que não havia mais ninguém além dele. Entrei e sentei na frente, armada de olhares ousados.

Ele estava de bermuda. Tinha as pernas mais lindas e grossas que já vi. Durante o trajeto apenas o silêncio falava por nós. Ele não pegou nenhum outro passageiro e fomos sós. Para quebrar o gelo, perguntou meu nome e puxou assuntos diversos. Sorte minha que o trajeto era longo e deu tempo para conversar muito.

Quase chegando ao meu trabalho, sem perder tempo se declarou dizendo que não tinha conseguido dormir pensando em mim. A esta altura já estava molhadinha, pois eu também não havia dormido pensando nele.

De repente, parou o carro e disse que precisava me beijar de qualquer maneira. Estava torcendo por isso, mas fiz um “charminho” dizendo que não podia fazer isso. Era casada e infidelidade não estava em meus planos! Ele nem ligou! Colocou a mão atrás do meu pescoço, me puxou com carinho pra sua boca deliciosa e me beijou muito. Que delícia de boca!

Paramos por ai, pois tinha horário a cumprir e não poderia me atrasar. Despedimo-nos com muito tesão e dificuldade em parar com aqueles beijos enlouquecedores. Fui trabalhar completamente encharcada!

Não consegui vê-lo nos dias seguintes. Meu marido voltou a me levar ao trabalho todos os dias. No meu íntimo, torcia para que pudesse ver aquele rapaz outra vez só para repetir (e quem sabe) terminar o que começamos.

Até que o dia chegou! Entrei e sentei atrás, só cuidando seus olhares pelo retrovisor. Tinha uma passageira no carro, mas ela desceu logo em seguida. Era a chance que eu precisava!

Esqueci as condutas de boa mulher e dama da sociedade e passei para o banco da frente. Fui presenteada com aquele lindo sorriso prometendo loucuras! Ele mudou o trajeto e entrou num estacionamento pouco movimentado de um bairro qualquer. Sabia o que viria pela frente! Não estava a fim de pensar muito em consequências, o tesão era maior que qualquer coisa.

Desligou o carro e foi direto ao meu pescoço! Até meus peitinhos já estavam durinhos de excitação. Abriu minha blusa e sem pensar, chupou meu peito de forma gulosa quase querendo engolir. Não precisa dizer que eu já estava jorrando de tesão…

Determinado em “me comer”, pegou minha mão e colocou em seu sexo, explodindo dentro da calça. Colocou-o pra fora da bermuda e sussurrou no meu ouvido, pedindo para chupá-lo.

Era o que mais queria naquela hora. Caí de boca esquecendo completamente que era casada. Nunca tinha visto um tão grande como aquele! Encheu minha boca e não consegui engolir todo. Ouvia-o gemendo e me chamando de puta…

Estava de saia naquele dia. Muito rápido, passou a mão em minhas pernas, invadiu minha calcinha e meteu dois dedos em mim de uma vez. Adorou ver o quanto eu estava molhada!

Naquele local mais ou menos deserto, gritava de prazer dentro daquele carro. Ele metia os dedos com velocidade e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Que delícia! Não aguentei e gozei nos dedos dele. Corpo em febre!

Em seguida, empurrou minha cabeça para o meio de suas pernas. Comecei tudo de novo até que de repente ele se encolheu todinho e derramou um jato na minha boca! Engoli tudo, não deixei cair nada. Ele amou! Só que a excitação era muito forte e ele continuava de p..duro!

Tirou minhas roupas ali mesmo e caímos de beijos e abraços pra lá de quentes! Estava peladinha e só faltava alguém cruzar por ali… Disse que queria minha bunda gostosa, queria me comer por trás. Aliás, meu sonho. Sempre quis sexo anal e meu marido não é muito adepto desta prática.

Ajeitou os bancos do carro e ajoelhou-se em cima de mim deixando seu lindo membro na minha cara. Começou a me bater impiedosamente com ele. Virei brinquedo nas mãos daquele cara! Imediatamente me virou de costas, colocou uma camisinha e começou a me penetrar.

Aquele estacionamento nunca mais foi o mesmo depois deste dia! Eu me sentia mais devassa de todas as mulheres. Senti aquele mastro me dividindo ao meio num vai e vem sem explicação. Dor e prazer se misturavam aos gemidos, suor e calafrios. Fazer “sexo por trás” era um tesão diferente, algo selvagem, primitivo.

Ele precisou tapar minha boca, pois não aguentava mais tamanho desejo. Iria chamar muita atenção. Gozei como nunca tinha feito antes. Ele veio logo em seguida. O carro também deveria estar em transe… Eis o que eu chamo de infidelidade sem culpa!

Agora eu não precisava ficar morrendo de tesão sem necessidade, enquanto meu companheiro se dedicava somente ao trabalho que levava pra casa (Sim, ele ainda preferia seus relatórios).  Sem problemas! Eu tinha achado a solução perfeita!
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Kátia
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Tudo começou em um bate-papo na internet. Aqueles chats… Tanta gente buscando consolo, conforto, prazer, passatempo, amizade e tantos outros atrás de apenas prazer. Eu naquele dia estava acesa, com a libido a mil, fogo à flor da pele. Estava em casa, nada de bom pra fazer, redes sociais sem graça, sem boa companhia, a TV sem vida com programas inúteis… Resolvi entrar no tal bate-papo.

Entrei com o Nick Moreninha Quente, sem nenhuma segunda intenção, apesar do nome sugestivo e comecei a teclar com alguns rapazes. Alguns desinteressados, uns com uma conversa inteligente, outros com um papo mais sacana e entre esses me chamou a atenção apenas um, que me interessou bastante.

Sempre gostei de homens mais velhos que eu, sendo que tenho apenas 21 aninhos de pura gostosura, modéstia a parte. Mas naquele dia, aquele nem tão velho quanto eu gostaria, (de Nick rapazmaDURO_cam) de apenas 23 anos, foi quem me envolveu pelas belas palavras, pelo vocabulário, pelo jeito conflitante de me incitar.

Ele chamou a atenção e me senti interessada. Resolvi abrir uma exceção e apostar perder tempo com aquele rapazinho. Adicionei o carinha no meu MSN fake, usando o nome de Nandinha e teclamos por horas adentrando a madrugada. Era um papo envolvente, gostoso, falamos sobre tantas coisas… E a cada mensagem trocada o papo esquentava um pouco mais. Falamos sobre coisas extremamente excitantes. Sobre minhas formas, as quais ele demonstrou ter gostado bastante, sobre meu cabelo, sobre minha pele… O detalhe que mais chamou a atenção dele foi a minha cor, o fato de eu ser morena.

Contou-me enlouquecer com mulheres de pele escura, ter tara pelas “pretinhas” como ele mesmo disse. Descrevi dizendo que sou uma morena de 1,73 de altura, cabelos curtos castanhos, mas volumosos, olhos castanho claro cor de mel, seios fartos, bumbum proporcional, coxas grossas, boca carnuda… e outros pequenos detalhes mais picantes, como da minha “pequena”, que já deixaram ele aceso do outro lado da tela.

Pediu fotos, mas relutei no primeiro instante. Dei a desculpa de que eu sairia no prejuízo já que ele não mandaria nenhuma foto. No mesmo instante ele me perguntou se aceitaria vê-lo na web cam e quem sabe fazermos algo mais interessante. Fiquei logo tentada com a proposta e como não tinha em meu computador algumas fotos mais ousadas como a situação exigia, me dediquei por alguns minutos a tirar algumas fotinhos. Ficaram boas até… Umas simples, outras um pouco mais calientes para fazermos a nossa troca.

Assim que disse a ele que já tinha as fotos em mãos ele me enviou o convite da cam e aceitei. Ficamos por mais algum tempo teclando e eu vendo apenas seu peitoral, que é do jeitinho que gosto, branquinho e gostoso. Não demorou a pedir a primeira foto.  Retruquei que mandaria aos poucos pra ficar mais interessante nossa brincadeira.

Compartilhei uma foto de meus seios, usando um lingerie vermelha bem trabalhada em renda e que deixava meus seios ainda mais apetitosos e fartos. Logo me encheu de elogios, dizia que eram lindos, mas que ainda preferia sem o sutiã. Queria outra foto assim, pois a imaginação o deixou atordoado.

Fiz sua vontade e mandei a foto sem sutiã, com os seios bem a mostra. Segurava-os bem juntinhos, arrebitados, como se estivesse entregando em sua boca ou convidando para uma “espanhola”… Os biquinhos estavam bem ouriçados de tesão por nossa conversa no MSN.

Não estava contente com essas duas fotos. Pediu-me que mostrasse outras, queria muito mais de mim. Fiz um pouquinho de charme, o famoso “doce” das mulheres. Disse que queria vê-lo também, pois já não aguentava mais de tanta vontade.

Eu já imaginava tão gostoso, tão duro, mas é lógico que pela menina ingênua, casta, boazinha que sou não disse a ele nessas palavras.

Ele tão dono da situação, com “O PODER NAS MÃOS”, por assim dizer, logo foi falando que sabia o que eu queria, que daria tudo do jeito que eu fantasiava e ainda poderia ficar surpresa com o “presentinho”. Safado! Cachorro! Nem tinha falado nada. A situação estava óbvia!

Queria mesmo era senti-lo de verdade, dentro de mim quentinho… E o maldito falando que iria mostrar no tempo certo se eu fosse boazinha com ele. Ah… Aquele papo me fazia derramar de excitação. Falamos mais algumas besteirinhas e logo compartilhei uma foto com ele. Dessa vez era o meu bumbum.

Ficou de boca aberta e de p…duro. Parabenizou diversas vezes o meu traseiro. Logo me mostrou aquele volume por dentro de sua calça de moletom azul. Sabia que fez aquilo apenas por charme, pra me deixar querendo mais. Já tinha notado o movimento de seu braço, de seu ombro, que deixavam evidente o que ele há muito tempo fazia. Fiquei com água na boca.

Por ultimo mostrei a ultima e mais importante foto que eu havia tirado especialmente para aquele momento. Era dela, abertinha pra ele, dava pra ver a minha entradinha do prazer direitinho, rosadinha e minando de tesão por aquele homem desconhecido.

Ficou deliciado pela foto! Falava palavras extremamente excitantes e me convidou a assistir a outra coisa. Abaixou a webcam, descendo o foco à sua cintura. Enquanto ele descia, um pequeno arrepio percorria meu dorso, já sabia do que se tratava. Tirou aquele membro duro e rijo pra fora da calça, a apesar de preparada, me espantei um instante. Era tão branco e a cabecinha tão rosadinha, bem como gosto de ver, que não resisti e comecei a me tocar, assim como ele.

Cada um em sua casa, já sem roupas e me tocando, deliciada por estar vivendo aquele momento. Digitava coisas extremamente gostosas enquanto realizava movimentos de sobe e desce naquele p…gostoso. Daqui brincava sozinha com minha rosinha e o excitava com uma conversinha sacana, cheia de prazer e sugestões de como eu faria gostoso pra ele.

Quando indicou que estava perto do êxtase, caprichei em minhas palavras, pois desejava desde mais cedo assistir àquela cena, sentir aquele clímax e vê-lo esguichando na frente da cam como se fosse a minha cara.

E veio… Chegou… Vi-o gozando, se estremecendo todo, se contorcendo de excitação, de prazer e todo aquele líquido branquinho em um pequenino paninho, com gotinhas até em sua mesinha do PC e no teclado.

Ri sozinha em casa, por ver as reações dele, por toda aquela ousadia e ao mesmo tempo me senti realizada por vê-lo daquele jeito por minhas palavras (e pelas fotos é claro). Saiu para se limpar e voltou pedindo desculpas pelas reações. Explicou que sempre ficava assim quando chegava ao êxtase do prazer, que é sempre daquele jeito quando é tão intenso. Rebati dizendo que ao vivo deveria ser mais intenso e gostoso. Ele, fraco do outro lado da tela, se segurando e estremecendo vez ou outra, somente assentiu com a cabeça. Desejei por aquele homem mais do que nunca.

Madrugada alta… Depois de alguns minutos se recuperando disse que se levantava muito cedo para o trabalho. Precisava dormir e descansar. Despedimo-nos e desde então sempre o via online, mas nunca nos falávamos.

Até que certo dia eu resolvi puxar papo com ele na intenção de saber a razão do sumiço, porque não me convidava mais à conversa… Certas coisas são únicas! Apenas aquele momento e nada mais. Guardei de lembrança as delícias daquele sexo virtual.

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Autoria: Moreninha Quente – 04/08/2013
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Esta historia começou a mais ou menos um ano e meio. Passei num concurso publico na cidade do RJ, e comigo entrou também mais cinco amigos e uma amiga (que passamos a ficar muito unidos e confidentes).

Deixe eu me apresentar: meu nome é Daniel, tenho 32 anos, 1,69 de altura 67 kg olhos e cabelos castanhos. Sou funcionário publico e casado. Sempre fui muito brincalhão. Isso me traz muitas amizades e percebo que as pessoas gostam disso.

Com o passar do tempo, percebia que minha amiga Silvana não tinha tanta alegria assim. Via tristeza em seu olhar e como já conversávamos muito, um dia perguntei se estivesse com problemas, eu estaria ali para ajudar.

Disse ser casada ha seis anos, que amava o marido, mas não era satisfeita sexualmente. Ele não gostava de inovar, era só o básico. Perguntou como eu era com minha esposa. Disse que era muito bom. Minha esposa adorava inventar na hora do sexo e já havíamos feito praticamente tudo que se imagina. Senti uma ponta de inveja no olhar dela…

Fui para casa, pensativo. Admito que tive vontade de ajuda-la de verdade, afinal ela era muito gostosa. Tinha um corpo mulato todo trabalhado na academia. Minha esposa percebeu que eu estava diferente e me perguntou o que houve. Falamos sobre o assunto, nós temos um relacionamento bem aberto. Minha esposa perguntou se gostava dela como amiga. Disse que ela é super legal, mas parece ser uma pessoa muito infeliz. Para minha surpresa, falou então: “ajuda a coitada saber o que é prazer”! Nossa! Naquela hora peguei minha esposa e transamos feitos loucos.

No dia seguinte chamei Silvana para almoçar e conversamos sobre o assunto. Disse que gostaria de ajudá-la, ela ficou assustada e disse não querer atrapalhar meu casamento e nem queria se separar, pois ama o marido. Tranquilizei-a, dei um beijo em seu rosto e voltamos ao trabalho novamente.

No outro dia, Silvana veio falar comigo. Não parou de pensar em mim e que estava louca de tesão. Arrumamos um jeito e saímos mais cedo do trabalho, na hora do almoço. Neste dia ela veio com uma saia que não havia quem não olhasse.

Quando estava no carro, passei a mão por de baixo da sua saia e senti a calcinha já encharcada. Coloquei sua mão em mim… Ela ficou doida e disse: “caramba, você é pequeno só na altura!” E partimos para um motel na Washington Luiz.

Chegando ao quarto, ela não perdeu tempo… Beijou-me loucamente, logo desceu minha calça e me abocanhou inteiro. Fez isso com tanta gula que não aguentei e gozei na sua boca. Não se fez de rogada, tomou todo o leite e me limpou com a língua. Levei-a para a cama e tirei a roupa. Que mulher durinha!

Beijei seu corpo, fiz um passeio com a língua em cada centímetro de seu corpo. Ficou doida quando desci no seu sexo… Ela gemia sem parar, se contorcendo toda. Acho que nunca fizeram direito naquela mulher! Quando senti seu gozo em minha boca, suguei aquele liquido. Penetrei-a com força logo em seguida. De lado, de costas, por cima. Fiz um trabalho quase completo. Ela disse ter gozado pelo menos umas três vezes…

Coloquei camisinha e a penetrei. Então, gozei novamente, só que desta vez foi dentro dela. Caímos cansados, esperamos por alguns minutos, mas eu queria algo mais. Não sabia se teria outra oportunidade com ela. Sei lá, quem sabe bate uma crise de consciência…

Logo comecei a beija-la novamente, vendo se entregar completamente. Disse que queria o “algo mais” dela. Respondeu-me que tinha medo, pois “era virgem” para estas coisas. Já tinha tentado dar para o marido, mas houve brigas. Segundo ele, isso era coisa de mulher “suja”.

Na hora da transa temos que dar e receber prazer, essa é minha opinião. Houve pequenos protestos do tipo “você vai me rasgar, isso é muito grande”. Olhei em seus olhos como se falasse “confia em mim” e a virei de costas.

Deixei-a totalmente molhada novamente e com meu dedo comecei a preparar “minha entrada”. Ela já se contorcia outra vez. Coloquei outro dedo, depois outro, fazendo movimentos lentos. Coloquei devagar até entrar tudo… Que delícia! A princípio, seus gemidos eram de dor, mas logo foram tomados pelo prazer. Gritava muito!

- Quer que eu tire? – perguntei malicioso.

Se eu tirasse, “ela me matava” (risos) foi sua resposta. Ela reclamou da dor, mas mesmo assim se entregou com o maior prazer deste mundo. Estava se descobrindo como mulher outra vez e eu estava de protagonista desta história. Coloquei com mais vontade ate gozarmos juntos.

No banho, tentei mais uma vez, mas me disse que não aguentava mais, estava muito ardida, que nunca fizeram isso com ela. Eu queria aproveitar tudo de uma vez. Ela poderia não me querer novamente.

- Você está doido? – ela disse. – Agora é meu macho. Tenho um marido que amo e agora um macho que me satisfaz. Sua mulher é muito sortuda.

Fomos embora. Quando cheguei a casa, contei à minha esposa que “ajudei” minha amiga. Quis saber tudo e contei. Ela se excita com estas histórias. Não consideramos traição, pois tudo é consentido.

- Agora repita tudo comigo! – minha esposa ordenou.

Nunca “trabalhei” tanto! Outro dia conto a história de quando minha esposa quis ter a Silvana junto comigo. Foi incrível! Amo minha mulher!

 

Autoria: Daniel (Caxiense)
Conheça Blog Meus Fetiches – Contos Eróticos e Outras Histórias

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Havia semanas que ele vinha mexendo com a minha cabeça e me tirando do sério. Sensação assim nunca havia me ocorrido antes. Ele mexe comigo de um jeito estranhamente delicioso. Tem 18 anos, um sorriso lindo, jeitinho de menino e um fogo que me arrebata.

Terminei um relacionamento de quase quatro anos a alguns meses. Quase não tenho saído e constantemente sinto-me só. Há algumas semanas começamos a nos falar rotineiramente, primeiro sobre religião e assuntos da vida, também falamos de política… Eis que ele começa a me instigar, falando de sexo.

Fala tão abertamente e tão “safadamente” que me perturba! No começo achei que fosse apenas “zueira”, coisa de garoto, com os hormônios aflorados, mas vinha notando a seriedade do assunto e de suas vontades. Em conversa no Facebook me falou de suas preferências na cama:

“Gosto da mulher por cima, pois da para segurar na cintura e conduzir os movimentos, além da troca de olhares prazerosos”.

Uau… Aquilo me incendiou, embora eu tentasse não demonstrar. Ficamos por horas conversando sobre fantasias e desejos impuros, tudo combinava. O jeito como ele falava, tudo como sempre desejei, sempre quis.

À medida que entrávamos mais nesse mundo de indecência e fetiches eu ia ficando cada vez mais atiçada e a vontade de tê-lo para mim era cada vez maior. Ele realmente me excitava!  Era um conjunto convidativo dos olhos azuis profundos que pareciam me chamar para uma imensidão de prazer sem fim. O jeito como falava, me fazia rir e desejar ter a sua companhia mais e mais. Causava-me arrepios quando ficava quieto e me olhava a fundo. Sua voz, o jeito como gesticulava era tão intenso, misterioso e eu queria arduamente desvendar aquele mistério.

Quando estava por perto me sentia gélida e pegando fogo ao mesmo tempo. Eu tinha necessidade daquele corpo, daquela voz sussurrando ao meu ouvido. Precisava sentir a profundidade e o prazer daquele sentimento que despontava em mim.

Era uma terça feira, a chuva caia fraquinha envolvendo a cidade em uma atmosfera calma e tranquila. Eu precisava ir à farmácia. Sai de casa com o guarda-chuva, passo a passo lentamente até chegar àquela que era próxima a minha casa. Chegando lá; cabelo úmido dos respingos da chuva, blusa levemente transparente. Procuro pelo remédio, quando me sinto desconfortável ao perceber que alguém me observa. Viro o rosto lentamente e pelos Deuses… É ele! Não poderia ser outro, aquele olhar, aquele jeito, o sorriso malicioso, a risada convidativa. O que ele fazia ali? E agora?

Veio em minha direção e eu enlouquecia com o caminhar dele, aquele corpo tenro, brilhante, vindo para mim, me fazia ter os mais libidinosos pensamentos.

Pouco nos falamos. Depois de tantas semanas de tentação ficava claro que nossa vontade era mutua e aquele era momento esperado. Era a hora certa de nos deixarmos levar por aquele sentimento, por aquela vontade arrebatadora de pôr pra fora os mais ardentes e promíscuos pensamentos, que logo seriam realidade.

Entrei no carro dele e fui surpreendida com um beijo caloroso. Seu beijo ia me envolvendo e me levando pro seu mundo e eu não quis resistir… Paramos em um lugar ermo, a chuva apertará e a noite misteriosa e fria inspirava os mais devassos sonhos para aquele momento.

Fomos para o banco de trás.  Os beijos cada vez mais árduos e convidativos nos levaram ao êxtase do desejo. Ele colocou a mão dentro da minha calcinha e não pudemos mais nos controlar. Entre beijos e amassos tiramos as roupas molhadas, já não sei mais se era da chuva ou do calor de nossos corpos.

Era como um sonho, um filme, um mundo paralelo. Ele me beijava, começando com rápidos beijos na boca, depois longos e enlouquecedores. Foi descendo pelo meu corpo, me arranhava e eu delirava.

Ele dava pequenas mordidas, que ganhavam intensidade. Começou a me chupar e eu me desfiz em gemidos e sussurros de “quero mais”. Quando estava no ápice do prazer ele me penetrou.  Senti ondas de prazer invadir meu corpo. Ele entendia o que eu queria, sabia como me pegar, me conduzir, me levando pro seu mundo, fazendo eu me perder entre gritos e gemidos.

Resolvi tomar as rédeas. Subi em cima dele, sua respiração ficava cada vez mais ofegante. Não tirava os olhos de mim, sabia que seria bom, assim como eu sabia que faria direito.

Sentei em cima do seu sexo, desci devagar, sentindo cada centímetro, a espessura, o formato, até chegar ao fim.  Comecei a ir mais rápido, com mais força. Ele segurava meus seios, falava coisas obscenas, pedia que eu não parasse. Comecei a rebolar, como se estivesse em uma dança sedutora, numa boate alucinante, dançando de prazer.

Fiquei assim até não me aguentar, gozei montada nele.  Com vontade, com desejo! Deitei ao seu lado. Faltava-me o ar e eu não acreditava que tinha sido tão bom. Disse-me que não era hora de descanso e me virou de costas. Nem pude me recuperar e lá estava meu garoto… Fazendo-me mulher outra vez.

Não parava, não cansava. Quando mais me enfiava forte, me fazia soluçar, mais gostava e eu dava mordiscada e arranhões de tremor. Depois de um longo tempo dentro daquele corpo, senti o intenso e delicioso fim que chegamos juntos. Aquele orgasmo nos levou para outra dimensão, onde só havia nós dois e aquela ardente paixão…

Soube que aquele momento era único. Não queria pensar no que aconteceria depois. Ficamos deitados ali, por um tempo, olhando os vidros embaçados do carro. Eu olhei para ele, sorrimos.

Ele me deixou em casa e não sei quando, ou se vou vê-lo novamente. Ele disse que havia sido a melhor experiência de sua vida. E para mim também foi.

 

Historia de: Miriam Lage

Escrita por: Alice B.

 

 

 

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Por mais que eu saiba sondar um terreno e perseguir uma Ninfa até que ela ceda aos meus desejos, é importante ter algumas que lhe esperem. Algumas vezes, algo mais carinhoso e íntimo é também aquilo que me sacia. Por isto, sabia que era hora de ver Helena de novo.

Meu telefone tocava enquanto eu dirigia para a Zona Norte da cidade a caminho do meu prazer do dia. Vi de relance que era minha mulher, encostei assim que possível e um pouco irritado, respondi:

- Ô Amor, o que houve? Você não sabe que meus clientes no Norte do Estado gostam de pontualidade e eu não atendo celular enquanto dirijo?

- Perdoa Tesudo… É que aquela secretária sua de que não gosto nada ligou de novo, pedindo que não se atrase. Está tudo bem na estrada? – ela responde com a voz mansa que me lentamente me convenceu, do primeiro olhar ao altar, a casar com ela (ainda que ela jamais fosse a única para mim).

Ela falava novamente da Marina. Loura exuberante, malhada, alta, cheirosa… E lésbica, o fato que ela conhecia, mas não se conformava. Tinha um acordo colaborativo com minha secretária: ela encobria minhas “visitas de longa distância” e eu repassava a ela os contatos de todas as Ninfas que preferiam a companhia de outras mulheres. É preciso ter cuidado – e eventualmente cúmplices – para viver como eu vivo por muito tempo.

- Sim, está. Daqui a mais um pouco estarei chegando até a casa do dono da empresa. Outro daqueles chás chatos… Mas o cheiro das verdinhas vai compensar o cheiro de mofo da casa dele! – respondi a ela.

- Vai lá então, Gatão. Cheire-me quando eu chegar, e vai saber se estarei dormindo mesmo ou não… Beijinho… – desligou toda safadinha ela. Digo a vocês que não ser o único para sua mulher é a melhor forma de mantê-la sempre cuidada e fogosa. Tudo o que estabilidade na relação fará por um homem é engordá-lo como um porco e torná-la uma leitoa preguiçosa.

O tempo correu devagar até que fui chegando até as casas mais humildes da cidade, e até onde Helena morava. Um grupo de jovens moças, que em outro tempo estariam dentro de casa brincando de bonecas, estava sentado na esquina, falando, rindo e fuçando seus celulares. Abaixei o vidro para apenas olhá-las e apreciar seu olhar comprido para mim, enquanto passava. Uma pena que eu nunca adquiria “beliscos” onde minhas amantes viviam. Minha reputação com elas era importante para manter tudo o mais gostoso possível.

Está aí uma coisa que eu sempre achei engraçado numa amante… Sua incapacidade de entender que jamais conquistarão um bom homem que já é casado seja ele sincero sobre isso ou não. Elas sempre tentarão te proporcionando a melhor convivência e as melhores gozadas que você puder ter. Tanto melhor para mim, e para os que nasceram para tomar do mundo o que querem…

Enfim, chegava até a casa dela. Antiga, pertencente a sua família humilde há gerações, mas atualmente com o terreno repartido entre ela e uma tia solteirona. Buzinei três vezes, e logo o portão se abriu para revelar minha ruivinha sorridente, minha quarentona cheia de tesão.

Helena era uma funcionária do Estado muito dedicada. Infelizmente para ela, trabalhava de forma correta e honesta, ao mesmo tempo, o que no mundo em que vivemos nunca a levaria a parte alguma. Era a mais bem sucedida da família até hoje, crescendo devagar de posto humilde até o cargo dela de hoje, recentemente empossada com larga responsabilidade. Se ela conseguisse sobreviver no cargo por um tempo, talvez pudesse se mudar para um lugar melhor.

- Ale meu amor, como foi de viagem? – veio ela toda animada, pegando minha mala e me enchendo de beijos. Abraçado com ela, eu já via a tia e o casal de filhos dela me olhando torto. Droga, outro almoço em família. Eu gostava do teatro, mas a marcação deles me era bem cansativa.

- Cheguei bem, amor. Dirigir de São Paulo para cá, é um estirão, mas que vale a pena… – concluí com mais um beijo, enquanto entrava, ela levando minha mala e eu apreciando a bunda enorme, redonda e boa demais de comer que ela tinha.

Ela sabia que eu não trabalhava lá durante a semana, mas era a farsa que ela tinha concordado em sustentar para a família e seus colegas de trabalho. A família tinha um ranço de tradição que nos era incômoda, e ela exercia seu cargo de forma muito correta, e zelava pela sua reputação – concordava em dar para mim mesmo eu sendo casado, e posava de mulher de conduta ilibada para o resto do mundo. Coisas de mulher.

- Chegou quase na hora do almoço. Pontual como sempre… Vai lá dentro tomar seu banho e mudar suas roupas, que já vamos comer! – disse ela alto, mas não sem antes passar pelos meus ouvidos e sussurrar:

-… a sobremesa te sirvo mais tarde…

Cumprimentei as filhas dela enquanto passava para dentro da casa humilde. Filhas de dois namoros fracassados, cujos pais só as viam eventualmente. Seu único marido morreu quando era bem jovem, antes que ela pudesse engravidar. A mais nova, muito tagarela, me parou para conversar por algum tempo, e eu sempre dava atenção. Ela não era uma criança chata, e conviver com ela me dava mais pontos e mais disposição de sua mãe. A mais velha só me cumprimentava e virava as costas. O desprezo dela era muito grande para ser só implicância. Podia ser que Helena tivesse deixado escapar algo, mas se foi, era melhor eu não saber.

- Fez viagem longa, Seu Alexandre? Tá muito cheiroso para quem veio de longe… – disse a tia encruada e encarquilhada de Helena, Dona Cotinha, sentada na sala.

Enviuvou cedo, como a sobrinha e viveu um resto de vida amargo e solitário. Tinha certeza que ela sabia, sabe-se lá de que jeito. Que se dane. Ela não sabia de duas coisas mais importantes ainda: que a sobrinha dela era apaixonada demais por mim para se importar e que meu nome não era Alexandre…

- A Senhora não sabe como eu gosto de perfumes? Claro que eu dei um reforço antes de chegar… Não chegar cheiroso para ver sua sobrinha seria um crime! – disse animado antes de passar ao banheiro, mas não antes dela murmurar, alto o bastante para nós dois ouvirmos:

- Continua com cheiro de homem safado…

Banhei-me, e seguimos para almoçar. Apesar da possibilidade de emergência que o trabalho da Helena estava dando a eles, era essencialmente uma família de subúrbio. Televisão, notícias locais, piadas umas com as outras, isso ocupava fácil as filhas e ela. A tia é que insistia em falar de assuntos relacionados a São Paulo, determinada como um cão perdigueiro para me forçar a uma gafe. Para tristeza dela, eu sempre me inteirava bem das coisas que aconteciam lá, antes de visitar Helena. Ainda ia chegar o dia em que eu seria desmascarado por uma mulher com um sexo tão enrugado quanto um torresmo.

Bem alimentado por um bom macarrão à bolonhesa, estranhei quando depois de uma horinha assistindo televisão com a família na casa, as filhas saíram e apareceram com a velha numa cadeira de rodas.

- Mãe, o táxi já chegou, estamos indo, viu? – disse a filha mais velha, me olhando estranho.

- Tá bom, filha, vai todas com Deus! Tia, dê minhas lembranças ao meu avô, viu? Mais tarde, eu estou lá com vocês!

- Se comporte, hem, menina? – disse a tia, também me olhando estranho.

Com todas elas já fora da casa, tirei minha mão da mão dela, e perguntei?

- Que novidade foi essa, hem, amor?

- A novidade – disse Helena chegando mais perto – foi que o meu avô nos convidou para passar o fim de semana no sítio dele. E eu consegui que você hoje me atendesse um desejo…

-… que é… – disse já roçando meu nariz no dela, os lábios dela já ávidos por um beijo.

- Me comer dentro de casa, para teu cheiro de macho ficar aqui também! – disse Helena, me olhando, olho no olho, o brilho deles mais ardente que seu cabelo.

Impossível negar uma intimação como essa… Agarrei-a pelo cabelo, cortado até os ombros, mas que ainda me permitia segurá-la bem, e beijei-a longamente, ela cheia de desespero, tentando me despir apressada. Fui mais rápido, puxando sua camiseta, ela já sem sutiã, a empurro deitada no sofá, sugando os mamilos dela e me esbaldando em seus chiados.

Sem parar de chupar seus peitos, passei para o jeans, tirando-o terminando com um giro na minha mão no final. Ela ri com aquele sorriso lindo e branco, traço de menina que um observador atento notaria. Mas não era hora de observar, mas sim de tomá-la para mim. Voltei por um instante para os seios, descendo sem pressa na direção da calcinha, o cheiro do tesão dela já claro nas minhas narinas.

- Vai comer sua Cadelinha, não vai? – disse ela com a voz ofegando.

- Bem gostoso… – falei um pouco antes de chegar entre as pernas, brincando sem afastar a calcinha, meu nariz roçando e sendo apertado contra sua fenda, quase ficando louco com os gemidos e a umidade que já tomava meu nariz… Quando os gemidos  já eram desesperados, agarrei a lateral da calcinha, e a rasguei, tirando-a facilmente depois. Enlouquecida, já se colocava do jeito que deixávamos nós dois mais à vontade e que gerou o apelido que ela mesma se deu: de quatro. Tirei rápida a camisa e abaixei a bermuda, meu membro duro como rocha, segurei o quadril dela, e lentamente  entrei até o talo. Ela gemendo arrastado na mesma sincronia.

Soquei menos apressado e mais cadenciado dessa vez. O que eu queria mesmo, ainda estava por vir… Aquele quadril batendo contra mim me deixava louco, ela falante sem parar, mesmo me dando, gritando sua saudade, como queria me dar assim todo dia, que era gostoso demais… Eu ouvia mas não registrava. Passei a lancetá-la, saindo inteiro para entrar de uma só vez, brincadeira nova. Uivava a cada vez que eu entrava, fiz repetidas vezes até eu escorregar para fora num ângulo ruim, segurei para não dar impressão  que doeu, e entrei de novo. Já encharcada de tesão, continuou falando, o quanto eu era duro, eu ainda sem ouvir, nem queria saber, soquei, soquei, soquei, até ela virar a cabeça para mim, e dizer:

- Não vou segurar mais… Sabe o que vai acontecer agora?

Sem dar tempo de responder, concluiu:

- Vou gozar você todo!

E  se desfez em tremores e gritos e choro e risos, tudo junto. Ela realmente queria que nós fizéssemos dentro de casa há tempos, mas a marcação da tia era cerrada. Mas não invencível. Nada pode parar o tesão desgovernado de uma mulher.

Deitada ofegando ainda, acariciei seu sexo molhado com carinho, e falei, passando seu mel  no meu mastro, quando entre os glúteos dela:

- Lembra o que minha Cadelinha me prometeu que faria quando eu te comesse dentro de casa? Tá na hora de pagar…

Ela se virou um pouco para me olhar, mas antes que dissesse qualquer coisa, eu já estava debruçado sobre ela. Nossa, apertado e quente. Ela deve mesmo ter feito isso pouco na vida. Sorte minha. Gritou com um travesseiro na boca, mordendo-o, mas sem se afastar. Negou-se a fazer anal comigo no motel todo esse tempo, para nem chiar dessa vez. Coisas de mulher.

Não estoquei de cara, chegar com força nas primeiras vezes pode ser muito dolorido e quem quer aproveitar sempre, é cauteloso nas primeiras vezes. Entrei pela metade e parei um tempo, mordendo sua nuca, procurando um dos seios. Tinha uma lágrima correndo por um dos olhos, mas nem a menor expressão de que queria que eu parasse. Dei um tempo e saí de dentro, continuei brincando uns instantes para entrar inteiro novamente. Mais relaxada, já me olhava com cara de safada…

Apoiei-me nos braços, e aí sim, tomei aquela bunda do jeito que eu queria há muito tempo. Soquei longo, mas gentil no início. Ela me apertava de vez em quando, cadenciado, eu adorando vê-la se envolver no brinquedo aos poucos. Uma das maiores propagandas enganosas é a mulher valorizar tanto seus quadris e negá-los ao homem que os quiser possuir.

Já rosnava alto nessa hora. Chega de brincar, estou bombando forte! Ela grita “não para, não para”, eu não vou parar mesmo! Está bom demais, já soco  sem pena. Vou querer essa bundinha todo dia, não tem mais como segurar…

Derramei-me inteiro dentro dela, gemendo alto, nem quero saber da vizinhança. A mulher era minha e se eles perderam a vida sexual no cotidiano deles, azar. Ela me bebeu inteira, sem deixar sair uma gota sequer. Deitei-me  já pingando de suor, ela se aninhando sorrindo para receber meu corpo mole de gozar.

Quando os dois já conseguiam conversar, ela disse:

- Sabe que doeu, mas foi gostoso?

- Podíamos já estar brincando disso tem bastante tempo, você que foi medrosa e não quis…

Ela pega o travesseiro do sofá e ameaça me bater com ele, nós dois rindo. Passa a me falar com mais detalhes da semana dela de trabalho e das serpentinas políticas onde estava envolvida. Não era problema meu, mas dizia alguma coisa em tom de conselho, mesmo sabendo que  iria ignorar tudo. Na hora da emoção, mulher joga qualquer planejamento pela janela.

- Queria te falar uma coisa, antes de tudo…

- Pode falar, amor – disse enquanto eu me sentava.

- Você pode ser casado, você pode não ser meu, você pode me tratar esquisito algumas vezes, mas quer saber? É disso que eu sinto falta. De ser só mulher. De ser SUA mulher, mesmo que só um pouquinho. Quero que você saiba que nunca um homem me tratou tão bem como você e que eu posso não ser sua mulher só porque você não quer… Mas VOCÊ é o meu homem. Meu homem deliciosamente tesudo…

E me encheu de beijos molhados novamente. Eu lamento pelos tolos que não sabem cultivar o tesão de uma mulher. Comem uma vez, e perdem tudo o mais que ela irá fazer com você, se tivesse um mínimo de atenção de cativar seu desejo. Quem come bem, come sempre, é algo que aprendi cedo e levei para minha vida com muito sucesso.

Eu paro os beijos dela, e pergunto:

- E o que iria me falar depois, Ruiva?

- Que você ainda está me devendo passar uma noite comigo… – me falou já com os olhos ardendo de excitação.

Meu telefone toca. Não tenho dúvidas que é minha mulher, pelo toque. Visto a bermuda e vou para o quintal, sinalizando para ela ficar quieta. O Seguro morreu de Velho.

- Oi, amor! Vou te contar esses clientes meus são muito criativos… Mas está tudo bem aí?

- Está, mas e com você? – Ela me disse com certa urgência.

Isso não era bom. Ela estava me questionando indiretamente sobre algo. Pense, pense… Ah, sim! Ela deve ter visto a mesma matéria que eu na televisão, sobre o protesto de moradores que estava fechando um dos acessos para onde eu deveria ter ido. Memória salvadora a minha…

- Ah, amor, terrível. Um dos amigos do cliente saiu mais cedo, e teve que voltar para cá. Disse que a coisa está feia. Acho que vou ter que pegar uma rota alternativa para voltar…

- E você vai se arriscar desse jeito? Tanto a se perder por aí, quanto ser pego por manifestantes ou perder o negócio porque saiu com pressa? Nada disso! Fique aí o que precisar. Só me deixe informada de como você está, tudo bem? Não quero perder meu maridinho nem seu dinheirinho por você ser tão “Caxias”…

Ela não entenderia o quanto eu sorri ao responder:

- Bem… Já que é assim, vou sondar o cliente. Parece que o amigo inclusive vai pernoitar por aqui. Se o protesto continuar na mesma e o cliente der uma brecha, fico por aqui. Você é uma mulher excepcional, sabia?

- Sou porque te encontrei… Me liga depois para dizer em que pé ficou. Beijo!

Desliguei o telefone e voltei para a casa. Helena já estava meio vestida quando falei com um sorriso de orelha a orelha:

- Mudança de planos, amor. Você acaba de ganhar na Loteria…

 

Autoria: Diomedes T. Verro
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