terça-feira, setembro 23, 2014
Contos

128

Eu vivo dizendo a você, leitor, a vida é feita de oportunidades. E por vezes, você pode ganhar um presente único, simplesmente sendo… você.

 

A corretora não estava em uma boa fase. Felizmente, sou homem prevenido, e tenho sempre reservas que permitem que operemos sem dificuldades nesses momentos. E me dou o direito de dar alguns dias livres para todos, lá, para que aproveitem como quiserem. Alguns relaxam, outros exploram outras possibilidades para nos conseguirem um bom imóvel para trabalharmos.

 

Eu decidi tirar meu dia, conforme a primeira opção.

 

Conhecia uma boa livraria na área nobre da cidade, era um de meus refúgios, para quando eu queria pensar, ou nos poucos momentos em que eu e minha esposa estávamos em mau entendimento. Ampla, uma boa cafeteria, uma área para fumantes confortável, e bons títulos. Estacionei lá perto, determinado a ali passar meu dia.

 

Cumprimentei a atendente, funcionária lá a anos, e perguntei como de costume pelas novidades de Literatura Estrangeira. Me sugeriram novamente uma série de Fantasia que estava na moda. Não costumo dar muitas chances para modismos, mas estava disposto a correr o risco. Comprei os três primeiros títulos da série, pedi um café, e fui circular um pouco antes de me sentar.

 

Notei que me descreveram para alguém quando subi para o segundo andar, mas não dei muita importância. Não pelo menos até uma voz macia e juvenil me inquirir:

 

- Desculpe, Senhor, mas você tem uma coisa que me pertence.

 

Me virei para ver quem me interrogava. Era uma jovem, trajada como se fosse uma colegial europeia, branca como se nunca tivesse visto o Sol, cabelos negros como a Noite. Os olhos grandes forçavam se firmar em mim, como se tentasse superar alguma timidez.

 

- Como assim, menina?

 

- O terceiro livro. Estava reservado para mim. A atendente esqueceu, e lhe vendeu por engano. Ele é meu – disse a menina, as mãos nas cadeiras estreitas tentando estufar seu busto pequeno, embora presente.

 

- Se eu paguei por ele, agora me pertence. Se o quer, no entanto, podemos conversar a respeito. Ou melhor, não podemos – disse dando as costas novamente para ela.

 

- E por que não?

 

- Não faço negócios com quem nem mesmo conheço o nome – disse me voltando para ela e sorrindo.

 

Ela abaixou a cabeça, sorrindo também. Respirou para me falar com seriedade novamente e continuou:

 

- Puxa… me desculpe pela minha falta de modos. Sou Raquel, prazer, Senhor…

 

- …Luciano. O prazer é meu, Raquel – disse lhe estendendo a mão, gesto retribuído com uma mão gelada de dedos delicados.

 

- Eu já estava indo me sentar mesmo. Que tal me acompanhar para que possamos continuar essa conversa mais confortáveis? – disse lhe apontando a mesa que já me estava reservada.

 

- Sim, claro – disse me seguindo. Vi que ela me olhava conforme me acompanhava, me medindo, olhando detalhes. Tão jovem, e já avaliando um homem. Essa juventude, tão precoce…

 

Já sentados, pedi um café para ela, e enquanto nos servíamos, continuei a conversa:

 

- Então, você quer o livro que acabo de comprar.

 

- Sim, é de uma série que comecei a ler agora, e não o acho mais o terceiro volume, em parte alguma. Liguei para reservá-lo ontem, e vim buscá-lo. Eu… estou disposto a lhe reembolsar pela compra, se isso for o problema, Senhor Luciano.

 

- Mas deveria pegar antes o dinheiro com seus pais, Raquel. Espero que uma menina como você, não esteja circulando pela cidade sozinha, ao menos – disse desafiante. Eu simplesmente não conseguia evitar falar nesse tom com uma mulher interessada…

 

- Não sou nenhuma menina, Senhor Luciano. Sou maior de idade faz tempo. E você me ofende, me tratando dessa forma – disse Raquel, cruzando os braços em protesto.

 

- Queira me desculpar, então, Raquel. Embora a culpa da minha avaliação sejam seus traços delicados, com que o Tempo foi gentil até hoje.

 

Sem lhe dar tempo para falar, após se abaixar e sorrir novamente, continuei.

 

- Você tem em seu favor o fato de não gostar muito desta série de livros, e só tê-la comprado para passar uma tarde tediosa, Raquel. Contudo, eu não costumo renegociar aquilo que nem mesmo tive a oportunidade de apreciar. Sendo assim, tenho uma proposta para você.

 

- Sim?

 

- Me parece que você conhece bem a série. Poderia ajudar me acompanhando enquanto leio, para me fazer entender mais rapidamente o enredo, que sempre me disseram que é complexo. Se eu puder passar pelos três livros e entendê-los, não precisarei mais deles, e serão todos seus – de graça.

 

- Mas isso… significa que irei passar o dia inteiro com você! Um total estranho. Um estranho educado, mas um estranho… e também, a história é complexa mesmo, e complicada de contar para um iniciante. Eu… não sei…

 

- O tempo não será um problema para você, afinal, é maior de idade, então, pode dispor dele como quiser. Ou… o problema é a companhia, sou eu?

 

- Não, Senhor Luc -

 

- Por favor, Raquel. Apenas Luciano. Ou “você”.

 

- Bem… Luciano… você não é má companhia… – disse ela ajeitando o cabelo sem me olhar, e continuando:

 

- Você… é gentil e educado, embora seja um homem muito cruel, em não me dar os livros simplesmente. Mas… aceito – disse ela sorrindo com uma boca vermelha e pequena.

 

- Negócio fechado? – disse estendendo a mão novamente.

 

- Fechado! – ela disse apertando a minha mão, agora mais quente e confortável. Algo me diz que a tarde iria ser realmente agradável.

 

:::

 

Até a hora do almoço, o clima tinha mudado quase totalmente. Raquel, agora sentada ao meu lado, me acompanhava lendo alguns trechos, comentando, explicando, e até rindo eventualmente. Trocávamos olhares furtivos de quando em vez. Ela notou quando recolhi as mangas da camisa, se demorando nos pelos do meu braço. Eu vi quando ela ajeitou a gola da camisa, e vi as veias logo abaixo da pele alva dela. Que ela se interessou era certo. Mas tinha que ter algumas certezas…

 

Alertei para ela sobre a hora, e concordamos em fazer um intervalo para almoçarmos. Conhecia um bom restaurante próximo, com uma sacada com vista para o mar. Ao longo do almoço, conversamos.

 

- …e é por isso que eu gosto tanto dela. – completou Raquel, falando animadamente sobre uma Personagem da obra.

 

- Mas não acha que ela é muito… atiradinha, não? É sempre interessante quando uma mulher conhece seus dotes, e sabe usá-los. Mas não acha que ela vai longe demais?

 

- Não acho. Não existe dedicação, esforço, longe demais, enfim, para se ter o que se quer, Lu. – disse Raquel, ajeitando as mãos, e brevemente tocando a minha.

 

- Se você não teme os riscos e pagar os preços, não existe mesmo, Raquel – falei tomando a mão dela na minha. Quente, mas trêmula.

 

Ela retirou a mão dela sob a minha de repente.

 

- Me desculpe, Luciano. Eu… não devia estar falando desses assuntos com você. Onde paramos mesmo na leitura? Deveríamos voltar para a livraria, e continuar de onde paramos – disse ela, incomodada e recuada.

 

Não estava entendendo. Ela estava disposta. Mas duvidava, e não era para se divertir comigo. Será que…

 

- Sim, talvez deveríamos. Mas você terminará seu almoço antes. Não quero que minha protegida volte ao seu trabalho, de estômago vazio.

 

- Me diga, Luciano. Por que pegou para ler, uma coisa que nem gosta tanto?

 

- Porque não tenho medo de me arriscar, Raquel. Do meu trabalho, ao meu estilo de vida, tudo me exige isso. Correr riscos. Saber diminuí-los, se preciso, mas não deixar de tentar. Sempre me falaram que era uma boa série, e quis ler.

 

Peguei meu cálice de água ao continuar:

 

- As pessoas perdem muito na vida por não tomar suas chances, Raquel. E ignoram que o mais importante que pode ser conquistado, muitas vezes, nem é o prêmio que se quer, mas aquilo que se consegue ao longo da tentativa. Meus negócios sempre me renderam bons contatos. Minha ousadia me rendeu sempre mais sorrisos que bofetadas. E… pegar um livro que era de uma bela jovem, me rendeu sua companhia até agora.

 

- Você sabia! – disse Raquel, ameaçando se levantar – Mas como?

 

- Quando ela me mostrou o livro na tela, o sistema me mostrou os dados da reserva, e como você é cliente regular daquela livraria, apareceram seus dados completos. Vi que você costumava reservar seus livros, e os pegar no dia seguinte. Eu queria conhecer aquela menina mulher que vi naquela tela, então, paguei um extra para que a vendedora me desse o livro assim mesmo, garantindo a ela que não perderia seu emprego por isso. A única coisa que me surpreendeu, foi você ter chegado tão cedo – disse tomando minha água, e sorrindo vitorioso.

 

- Você me enganou!

 

- Em nenhum momento. Você concordou em sentar-se à mesa com um estranho, porque quis. Comentou sobre os livros e suas passagens, porque quis. E soube claramente dos termos do meu acordo. A única coisa que não sabia… é que eu quis sua presença desde o início. E te digo, pelo dia bem agradável que estamos tendo, que fiz a escolha certa em ver uma oportunidade e toma-la para mim.

 

- Não sou um brinquedo para ser disposto do jeito que qualquer um deseja, Senhor! E não vou ficar nem mais um segundo aqui! – disse ela, se levantando da cadeira.

 

- Mas isso é o que quer, Raquel? Sua pose e dignidade é que te exigem isso. Mas não é o que quer. Sente-se.

 

Eu a olhei fundo, e completei:

 

- Não vou mandar duas vezes.

 

Ela se sentou, os lábios apertados e vermelhos de uma menina contrariada, mas tinha certeza que agora, certa que não estava lidando com nenhum garoto suplicante. Continuei falando:

 

- Como já te provei, você está aqui porque quer. Porque gostou. Porque está sendo bom.

 

Então, por que se negar a admitir isso, que sua companhia foi desejada, tomada, e que você gostou disso? Porque reagir negando aquilo que é seu desejo? Não é o que quer fazer da sua vida, cheia de planos e sonhos. Não irá realizar nenhum, Raquel, se não se permitir, se não ousar. Que você é uma mulher culta, mas cheia de vida, eu já gostei e aceitei desde o primeiro momento que falei com você. Mas sabe o que me espanta?

 

A olhei ainda mais fundo ao concluir:

 

- Que mesmo essa mulher que eu vi, é uma farsa.

 

- Como assim, Luciano? Está dizendo que estou mentindo para você?

 

- Não, Raquel. Que você está mentindo para si mesma.

 

Sem deixar ela continuar, prossegui:

 

- Eu vi todas as suas descrições, ao longo do dia, suas preferências e questões. Seus modos e classe são dignas de uma dama, mas uma dama não exaltaria tantas paixões e desejos profundos como você. Sua delicadeza esconde tua firmeza. Sua educação esconde tua Fome. Seus bons modos ocultam uma felina, uma mulher cheia de desejo, pela Vida, e pelas suas possibilidades. Você não precisa deixar de viver essas coisas, Raquel. Precisa apenas descobrir como vivê-las de forma que isso não perturbe mais teus dias, dama e fera, de forma que você possa ser tudo o que pode ser. Não negue essa chama, Raquel. Deixe ela queimar. Se permita ser essa mulher, inteira e completa…

 

Continuei pegando nas mãos dela:

 

- …pois ela é você de verdade.

 

- Eu… bem que eu queria… mas… não… sei se é certo…

 

Ela se levanta e vai até a sacada. Eu lhe dou alguns passos de vantagem, e vou até ela. Raquel sabia da minha aproximação, mas continuou olhando o mar. Cheguei de leve, até lhe falar junto ao ouvido:

 

- Não quero te fazer nenhum mal. Não quero o teu mal. Só o teu bem e o teu melhor. Não daria tanto do meu tempo, se não merecesse isso, Branquela…

 

Ela não se virou. Só estendeu uma mão, me convidando a abraçá-la. O cheiro do cabelo dela me intimava a mergulhar dentro das melenas dela, mas me contive. Apenas a deixei se envolver por mim, enquanto ela olhava a paisagem.

 

- Lu, eu já conversei com muitos homens, mas todos ou eram meninos bobos, ou homens tarados babões. Tanto de uns quanto de outros, eu até gostei, mas de homens assim, eu não quero me lembrar para o resto da vida. Você tinha o fogo nos olhos de um tarado, os modos de um cavalheiro, me fez rir como alguns dos bobos. Mas também fez o que nem um deles já fez…

 

Ela se virou para mim para continuar:

 

- Me fez sentir mulher. Inteira, me vendo como eu sou, me aceitando assim, gostando de mim assim. Sem que me faltasse nada, nada. Você viu até mesmo a mulher que ainda não fui… e isso é tão bom… que eu tenho medo… eu quis tanto que fosse assim… com alguém como você…

 

E Raquel me abraçou de novo, suave e aconchegante como antes.

 

Eu não podia acreditar. Agora eu tinha certeza. Virgem, como eu suspeitava. E cheia de expectativas, apesar das conversas dela sobre as Personagens me deixar bem ciente que a imaginação dela era deliciosamente pervertida.

 

No mundo em que vivemos, achei que nunca mais iria conhecer nenhuma. Eu tinha que viver isso. E ela merecia que isso fosse digno de ser lembrado com sorrisos.

(Continua na Parte Final)

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Como todo homem, gosto de inventar algumas loucuras de vez em quando. Situações inusitadas sempre me atrairam de uma forma muito louca, talvez seja uma espécie de fetiche. Bom mesmo é quando a gente tem uma parceira que acompanha todas as suas vontades sem ficar questionando o lado certo ou errado. Naquele dia, pude tirar a prova…

Certa vez, eu e minha namorada saimos para dançar. A noite estava quente, a festa estava super animada e realmente nos divertimos bastante! Ela me encarava o tempo todo com aqueles olhos castanhos, fazendo mil e uma promessas naquele sorriso malicioso e aquela cara de anjo. Sabia me provocar como ninguém!

Nos cantinhos escuros da festa trocamos beijos e abraços. Tudo dentro da normalidade, pois o ambiente não era tão liberal assim… Estava morrendo de tesão e já não conseguia esconder minha excitação. Gostava muito de trepar com ela e já estava louco para ir embora.

Convidei-a para sair dali. Não via a hora de voltar para casa para fazer aquele sexo gostoso… Ao sair para a rua, sentimos o ar quente da noite. O bairro era afastado da cidade e esta festa era próxima à praia. Morava perto. Decidimos fazer um passeio pelo calçadão na madrugada. Não havia perigos, pois ali praticamente todos se conheciam e aquela hora estava tudo deserto.

Minha namorada estava com um olhar muito safado para meu lado. Seu sorriso ligeiramente malicioso me prometeu fazer uma travessura… tipo aquelas loucuras adolescentes, de não pensar em medos ou consequências. Soltou da minha mão e passou a caminhar sozinha na minha frente. Rebolava numa cadência silenciosa… Estava com um vestido negro, solto, leve.

Nem olhou para trás! Passou a mão nos quadris e percebi que fazia algum movimento estranho por cima do vestido. Custei a perceber que ela estava desamarrando sua calcinha… Só fui ver quando a peça caiu no chão na medida que ela caminhava.

Fiquei louco com isto! Ela olhou pra mim e levantou rapidamente o vestido. Vislumbrei-a nua! Ela abaixou-se como quem não quer nada e juntou a calcinha do chão. Veio na minha direção e esfregou a pequena peça no meu rosto. Senti o cheiro de sexo naquela lingerie. A noite prometia…

Ao lado do calçadão tinha algumas árvores. Tudo completamente escuro! Nenhuma iluminação para denunciar coisas proibidas. Parece que minha ela leu meu pensamento! Saiu da calçada e dirigiu-se para a escuridão, com a calcinha na mão sacudindo displicentemente.

A esta altura estava com meu membro estourando dentro da calça. Aquela situação de adrenalina atiçou minha imaginação! Nós dois começamos a nos beijar sem se importar com riscos. Os beijos eram quentes e molhados! Minhas mãos imediatamente viajaram por baixo daquele pequeno vestido, tocando sua pele macia e morena.

Senti seu sexo lisinho e molhado de tesão se abrindo entre meus dedos. Seus gemidos baixinhos pedindo para “parar com isto” me deixavam cada vez mais louco! Como ela já estava sem calcinha, o acesso estava muito fácil!

Ela encostou-se numa árvore qualquer, mal conseguia equilibrar o salto alto naquele chão úmido. Abriu aas pernas para mim e pediu-me para chupar tudo o que pudesse. Não precisou dizer duas vezes. Aquele cheiro dela… O seu sabor… Minha lingua provou cada pedacinho com vontade! Ela se agarrou em meus cabelos e pedia mais…

Ao mesmo tempo em que curtíamos esta pequena loucura, também estávamos atentos a um possivel movimento suspeito. Alguns transeuntes cruzavam pela calçada, decertos vindos da mesma festa em que estávamos. A impressão que dava é que eles poderiam nos ver, só que eu sabia que aquela escuridão nos protegia.

Sem aguentar muito, abaixei minha calça, virei-a de costas para mim e a penetrei ansioso. Era muito tesão! Deslizei inteiro dentro dela, arrancando ainda mais gemidos e sussurros. Puxei seus cabelos e disse no seu ouvido o quanto ela era safada… Sabia que ela tinha feito aquele lance da calcinha de propósito! Ela sabia o quanto era louco por estas surpresas!

Completamente nervosa pela situação, ela não conseguia gozar, mas estava gostando muito. De minha parte, não demorei muito. Aquele vai-e-vem pra lá de gostoso e proibido estava acabando comigo! Em pouco tempo, explodi num orgasmo intenso! Meu corpo tremia junto com o dela.

Ainda colados, dei um abraço nela e desejei que aquele momento se prolongasse um pouco mais. Só ouvi ela dizendo um “depressa, vamos sair daqui” e saiu andando por entre as árvores, disfarçadamente como se estivesse passeando. Eu me arrumei e sai por outro rumo.

Nos encontramos em pontos diferentes do calçadão. Que poderia dizer dela naquela hora? Simplesmente radiante! Sorriso perfeito nos lábios, olhos brilhando… Típico de quem acabou de fazer arte na madrugada! Ainda carregava a calcinha na mão. Enroscou-a em meus pulsos, improvisando uma algema e convidou:

- Vamos para casa agora?

E me arrastou pra casa, feito um escravo. Enquanto isso, um pequeno filete do meu gozo escorreu lentamente pela sua perna…

Era uma mulher e tanto! Pena que eu não soube amá-la como deveria. Terminamos algum tempo depois, mas nunca mais tive alguém como ela.

 

 
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Luis M. V.
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2373

Os dias passavam rapidamente, mas para mim são todos iguais sem a sua presença. Sua atormentadora e intensa presença…

Há semanas que sumirá sem nenhum adeus.

Em outras palavras, não sei como pode partir e deixar-me sem nenhum adeus?

Cabeça em parafuso, sentimento confuso. O que foi que eu fiz? Ou melhor, que não fiz? Para você me deixar sem nenhum adeus.

Mesmo com o coração em prantos eu ia levando a vida. Eu não podia parar; trabalho, aulas, academia, tinha que seguir a rotina, definida, ou evasiva!

Ontem ao entardecer, fui naquele campo que costumávamos ir juntos. Fui só olhar, e com a tristeza tive que me contentar.

Já não existe brilho naquele verde gramado, as testemunhas de nossas juras de amor. E as folhas verdes que juntos nós pisamos, hoje separados com saudade fui lembrar.

Qual não foi minha surpresa, num vago olhar ao longe, te vejo caminhar.

Lentamente vem em minha direção. Os olhos se encontram sem querer desviar.

Com um sorriso triste, mas esperançoso, vem para me abraçar.

Me assusto, dá vontade de chorar… Ai eu choro, brigo, pasto… Me desgasto.

Mas no fim, volto a ti. Ou será você que voltou a mim?

Quer se explicar, formula mil frases, pede para eu perdoar.

Diz que se arrepende pelo café da manhã, a cama por fazer e pelo sonho desfeito. Arrepende-se de tudo que não tem feito.

Me pega nos braços, me da um beijo acalentador. Me perco!

Não há como voltar. Não quero voltar.

Vou viver de sonhos.

Vamos para casa, tudo ficará bem.

Seu beijo me enlouquece, no seu mar eu quero mergulhar, me perder no seu corpo e de prazer me inundar.

Chagamos ao nosso ninho, nossa cama, onde nunca deixei de te esperar, lembrando-me das tantas noites de amor e todas as cenas obscenas a qual fomos autores nessas quatro paredes.

Tira-me a roupa lentamente, deslizando suas mãos sobre meu corpo, me fazendo um carinho intimo.

Joga-me na cama, refeita, recomposta e agora desfeita.

Meu corpo o espera, minha alma tem sede de nós.

Me perco na doce loucura de nosso amor, de nosso desejo e das emoções mais árduas que me causa.

Arranha-me a pele, me pega com força. Sabe me tomar para si.

Acende-me o fogo, e me deixa queimar

E essa lavra que me agrava

Por outro lado, doce amor por ti consagra.

Gosto de te olhar enquanto fazemos amor, seus olhos, vivos, me levam ao mais profundo da perdição, enquanto subo em você, fazendo intensos movimentos circulares. Ei sei do que você gosta. Sei que deseja que eu continue que acelere e que recue. Nos entendemos tanto aqui, nesse canto.

Passa a mão no meu rosto, pega na minha nuca e puxa meu cabelo com ardor.

Não quero mais sair do seu calor.

Move meu quadril, faz do jeito que você quiser.

Hoje você é meu homem, e eu sempre serei sua mulher.

Agora me põe de quatro. Eu grito tanto que quase te mato.

Fascinada no jeito como me possui, uma homenagem a ti em cada gemido flui.

Gosto do seu jeito mais calmo, quando abro as pernas, você se adentra, como quem quer desvendar. Meus mistérios todos a ti irei entregar.

De pernas abertas pro ar, me toma sem pressa, me arremessa, não para de “socar”

Que disposição, que delicia, que bem estar.

Quero seu jeito mais agressivo, gosto de apanhar.

Me bate, me amassa, me morde, me faz de prazer delirar.

Gosto desse jeito grosso, quero todo alvoroço.

De lado, sinto abalos insanos, me faz soluçar de delírio e ternura

De tanto fogo e tanta loucura.

Me olha uma ultima vez, sem falar nada, sorri

E eu percebo que já está aqui.

E envoltos no sono, alheios a razão

Dormimos em redes da imaginação.

Mas quando acordo… Mais uma vez, sem nenhum adeus…

Espero que um dia volte

Para meu azar, ou sorte.

Que me olhe dentro dos olhos, e diga que não me amou.

E que esse foi o motivo, pelo qual me deixou, sem nenhum adeus.

Autoria: Aline B.
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2876

Os sábados de mutirões na escola eram os mais odiados por todos nós que trabalhávamos na escola. Eu era auxiliar administrativo e costumava ficar no atendimento da biblioteca à noite. Sempre com um sorriso à disposição, era querido por todos. Por alguns mais que imaginava.

Sábado chuvoso, dos quinze funcionários convocados apenas cinco apareceram. Logo fui à biblioteca, cuidar de sua limpeza. Mauricio veio comigo, trabalhava na biblioteca à tarde e era tão chato quanto eu. Tínhamos paixão por aquele lugar.

A chuva apertou e estávamos em nosso refúgio quando a porta foi aberta pela irmã da secretária da escola. Que morena! Baixinha, cerca de 1,62m de altura, cintura de Coca Cola e cabelo liso e longo. Nós dois tínhamos uma queda por ela. Não dava pra negar. Seus olhos castanhos estavam com algumas chamas. Ela veio com seus gracejos:

- Nossa, que água fria né? Pena que a biblioteca não tem chuveiro com água quente – Deu um sorriso cheio de travessuras.

- Mas tem outras coisas que esquentam – disparou Maurício.

- A única coisa que poderia me esquentar nessa chuva era uma transa bem safada com vocês dois. Outro sorriso. Olhei para Mauricio e percebemos que ela já havia entrado ali com o intuito bem definido. Ela foi extremamente direta. Então aquela era a nossa chance de matar a vontade e a curiosidade de um menage
.

- Então o que tá fazendo ai com tanta roupa? – perguntei enquanto ia a sua direção.

Ela estava sentada sobre minha mesa de atendimento. Arranquei um beijo com minhas mãos correndo em sua nuca e pescoço. Logo mordi sua orelha e deslizei a língua na pele do pescoço moreno. Mauricio se juntou a nós e começou a tirar sua roupa e a dela. Os seios logo despontaram e tocaram meu peito. Tirei minha camisa para senti-los tocando minha pele.

Já que o momento era oportuno e único, fizemos o que deveria ser feito: levamos ela para a sala de leitura. Deitada nos almofadões começamos a chupá-la de todo o jeito. Eu nos seios e ele no sexo de nossa colega vadia.

- Eu também quero chupar. Deixa-me chupar?

Mauricio já despido, colocou seu membro na boca da safada. Ela engolia tudo com uma fome voraz. Eu desci e comecei a beijar aquele cálice. Minha língua explorava os lábios grossos e escuros de seu sexo. Ele já estava derramando seu mel em minha boca. Enquanto ela chupava Mauricio, comecei a penetrá-la. Foi uma surpresa. Deu um pequeno grito quando sentiu meu grosso volume a invadindo. Enfiava fundo e ela chupava com mais gosto o meu amigo.

Estava tão gostoso. Não queria parar de meter tudo o que tinha, mas Mauricio também queria senti-la.

- Venham os dois.

- Ela disse isso? Perguntamos-nos.

Mauricio escolheu ficar onde eu estava. A garota sentou nele para cavalgar, mas não dei tempo. Abri sua bundinha gostosa e comecei a penetrar na mesma sintonia que Mauricio. Gemia muito, gemia alto. Seus seios pulavam para cima e para baixo. Parecia que ia ter um ataque. O coração acelerado com dois membros dentro dela…

Lembro-me de um dos gritos:

- Pode colocar… Sem dó nem piedade. Vai…

Fui o primeiro a gozar… Gozei tanto que escorreu por entre sua bunda. Mauricio que ainda metia.

Ele disse alucinado:

- To gozando. To gozando.

- Goza vai… Goza… – ela respondia.

Com um urro Mauricio gozou tudo o que tinha e mais um pouco. Ela não segurou o grito. Saiu de cima dele e desabou nas almofadas com as pernas abertas.

- O que foi? – Perguntei.

- Tá realmente quente aqui dentro – falou com a mão em seu cálice.

Voltamos a limpar a biblioteca. Não resistimos e começamos tudo de novo. Agora um de cada vez, enquanto ela se inclinava sobre as estantes. Um dia para nenhum dos dois esquecer…

 

Autoria: Marcos Paulo H.
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3965

Quem não se recorda cena por cena de quando perdeu a virgindade? Eu tinha 18 anos e minha história com a Ana começa na universidade. Sabe aquela amizade em que há muito contato físico, mas quer ir além daqueles abraços? Foi preciso quase o ano inteiro de aulas juntos para que isso acontecesse. Sempre fui fascinado por mulheres mais velhas que eu, e ao longo do curso a Ana foi me chamando atenção, de várias formas.

Vou focar nos sentidos físicos e sexuais, pois além de um belo rosto e um narizinho charmoso, tem os seios exuberantes que com um decote é capaz de chamar a atenção de um motorista num trânsito parado. Além disso, eu adorava deitar a cabeça no colo dela só pra sentir suas lindas pernas.

Depois de conversas mais calientes pelo extinto MSN, ficou marcado nas entrelinhas que a aula de sexta-feira teria algo a mais. A primeira vez estava prestes a acontecer. Ana estava de saia jeans e assim que a aula terminou, pedi carona e saímos para “conhecer” a parte do campus que ainda estava em obra. Ana parou o carro longe dos blocos onde havia aula, estava escuro. Desligou os faróis, colocou uma música baixinha, olhou no relógio e disse que tinha pouco tempo. O beijo foi tão gostoso que me esqueci de destravar o cinto de segurança. Entre os beijos, minhas mãos pareciam ter consciência própria fazendo coisas que eu só pensava em sonhos: acariciando os seios dela com vontade e com a outra mão por dentro da saia.

Ela correspondeu tirando a calcinha. E eu, embevecido de tanto tesão com meu sexo quase explodindo, fui tirando a calça enquanto ela abaixava o banco do passageiro. Ana só precisou levantar um pouco a saia e sentar gostoso em mim. Estava tão quente e molhada que me deu uma vontade louca de chupá-la até secar, mas tínhamos pouco tempo. Enquanto sentia-a gemer todinha, apertava sua bunda e metia com toda minha força. Ela parecia não acreditar quando por cima me olhava com tanto tesão, foi dos beijos na boca até o pescoço.

Pouco tempo depois o guarda do campus surge de moto atrás do carro, e a Ana apavorada sai de cima de mim. Começa a dirigir, mas não teve jeito! O funcionário acabou nos abordando e fingiu não perceber o que estávamos fazendo ao dizer que era perigoso ficar nesse lado da universidade a essa hora.

Fomos embora e a calcinha dela ainda estava no assoalho, assim como meu p… permanecia com vigor. Apesar do tempo cronometrado, ambos tínhamos compromissos depois da aula. A excitação que ainda não nos tinha satisfeito minimamente foi agendada para outra oportunidade num motel. Com maior tempo meus sonhos eróticos foram surgindo em todos os beijos, amassos, chupadas e metidas. Sim, insaciavelmente gostoso.

 

 
Autoria: Henrique S. D.
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5908

Tem dia que a mulher está a fim de dar. Tem dia que ela quer transar. Mas o gostoso mesmo é quando está a fim de dar. Dar com gosto! Eu estava em casa de noite, no computador, as crianças dormindo lá no quarto. Ela chegou da rua, tinha entregado um trabalho da pós-graduação. Essas situações são as melhores. Sensação de alívio pela tarefa cumprida. E ao mesmo tempo agradecimento pela compreensão e por meu cuidado dobrado com as crianças e tarefas domésticas nas últimas semanas devido à ocupação dela com a pós.

Chegou e já perguntou “tem cerveja em casa?” Não havia. “Então vou comprar e já volto.” Foi num bar ali perto e voltou com algumas latinhas. Já veio abrindo uma, bebendo um gole e dando pra segurar enquanto se ajoelhava na frente da cadeira onde eu estava. Só deu uma olhada pra mim e foi abrindo o zíper da minha calça. Era isso que eu estava falando sobre a vontade de dar. Tirou meu membro pra fora e começou a chupar. Sem afobação, mas de maneira decidida. “Huuumm, estava com saudade de você.” E foi chupando, sem pressa. Deixando entrar fundo até a garganta, e depois subindo deslizando a língua na parte de baixo. Mas havia alguma pressa, da minha parte. Se continuasse assim durante mais tempo, ia começar a ficar difícil de segurar. Fazia uns dias que a gente não transava, devido à correria da pós dela. Logo eu iria gozar ali mesmo, na sua boca. E seria daqueles dias de gozo farto.

Mas minha mulher tinha outros planos. Entre uma chupada e outra, tomou um gole de cerveja, e perguntou: “Quer brincar na parte de trás? Hoje você pode escolher a posição pra me comer daquele jeito que gosta.” Huummm… Proposta irrecusável. Tenho verdadeira paixão por sexo anal! Ficamos em pé, a virei de costas e abracei por trás, tocando aquela bunda deliciosa onde logo entraria.

Tirei sua roupa e pedi pra ficar de quatro na beirada do sofá. Fui buscar o gel lubrificante no quarto. Quando voltei, ela já estava ali, toda nua, se oferecendo para mim. Abaixei-me e comecei a lamber sua bunda, até me concentrar no ponto principal, enfiando a língua o mais que podia… Deixei bem lambuzado o estreito caminho onde entraria dali a pouco. Não demorou muito e ela já me pediu “mete”. Passei o gel e fui subindo até perto do ouvido. Perguntei baixinho, só pra ouvir a resposta: “o que você quer?”

– Quero você dentro de mim.

Que delícia ouvir isso. Perguntei de novo: “Como assim?” Nessa hora a ponta já estava posicionada na entrada… O destino já era iminente.

– Enfia logo, por favor.

Huummm… Passei mais gel pra facilitar a entrada e fui metendo devagarzinho. Ela foi rebolando lentamente, como se quisesse aproveitar cada milímetro dentro de si.

Até que ele ficou cravado bem no fundo. Comecei dar uns soquinhos bem de leve, como se quisesse garantir que tinha entrado até o limite. Alcancei seu sexo com a mão direita, e comecei a acariciar o clitóris. Gemeu mais alto ao sentir minhas carícias… Que prazer ver isso! Gosto de vê-la gozar… Aumentei a intensidade das estocadas, tirando metade para fora e metendo forte de novo até o fundo. Idas e vindas de enlouquecidos momentos…

Não aguentei e cheguei ao clímax. Como previsto, gozo farto. Deve ter inundado tudo lá dentro. Ao sentir meu pau latejando, ela contraiu todo o corpo pra frente, e depois relaxou devagarzinho. Minha noite terminava de uma maneira espetacular…

Como é bom comer uma mulher que está a fim de dar.

Autoria: Adonis Gideon
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Adonis Gideon

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- Aos lucros, principalmente os que achamos perdidos! Assim eu brindava com a Roberta, no jantar onde comemorávamos tanto a reforma, quanto a venda do imóvel.

Ela se comportou em todas as vezes que teve que ser minha secretária. Rígida como uma enfermeira alemã na primeira vez, um pouco mais social nas seguintes. O Freitas até deixou um cartão com um telefone diferente para ela na despedida, com certeza achando que ela era na verdade uma das prostitutas que eu guardava como um trunfo. Ela rasgou o papel lentamente na saída, mas com a firmeza de quem estava arrancando os genitais do velho com as próprias mãos. Aquela negra era fera mesmo. Mas é isso que eu quero mesmo, mas apreciado do jeito certo…

Ela chegou mais relaxada ainda no vestuário, uma saia mais justa e curta, um corpete com um casaco por cima, o decote generoso mais visível. Até sorriu com o canto de boca quando brindamos. Fiquei feliz de ter guardado minha Arma Secreta para o fim mesmo anunciando seu uso previamente – mas ia ser com ela que eu iria derreter o gelo de vez e aproveitar esse vulcão…

- Ficou silencioso por um momento, Sr. Luciano. Achei que palavras era uma coisa que nunca lhe faltavam… – disse Roberta levando novamente a taça de vinho para aquela boca carnuda, mas delicada.

Nossa, a voz é macia, até nessa hora. Será que ela também geme assim? Não. Preciso me concentrar. Se eu perder o foco agora, boto tudo a perder.

- Algumas vezes, nem enquanto durmo Roberta. Ainda bem que sei guardar bem segredos, ou então, minha mulher já teria descoberto todos – repliquei tomando minha taça, olho no olho dela.

- Isso é bom. Vivemos num mundo em que não se dá importância à privacidade, e informação pode valer mais do que ouro. Homens que sabem guardá-los sempre têm o meu respeito. Mas… O que teme que sua mulher pudesse saber? – questionou ela, os olhos brilhantes tentando também buscar algo de mim.

- Qualquer coisa que ela não precise saber. Pecamos muito ao nos tornarmos um livro aberto para o outro, Robertinha. Sem segredos, sem mistérios, o tédio da convivência se agrava ao ponto do insuportável.

O quase sorriso dela sumiu. Sempre me desafiando, essa criatura metida. Tudo bem, nesse jogo podem jogar dois…

- O que foi? Ah, o “Robertinha”? Força do hábito. Mas ninguém vai saber. Não só sou um homem discreto, mas sempre cumpro a palavra dada. E dentro disso, te prometo que quanto mais se revoltar com o nome, mais apelidos particulares você vai ter.

Ela volta a sorrir, desta vez abertamente, abaixando o rosto para não se dar por vencida.

- Prefiro o “Robertinha”. Não quero dar mais asas para sua terrível imaginação, Luciano.

Meu nome. Sem o “Senhor”. Ponto para mim.

- Ao menos, não tem que se preocupar com meus problemas de sigilo, já que não tem um gordo barrigudo num sofá para te fazer perguntas – disse eu, aproveitando outro garfo do nosso prato, refeição leve, claro, quero conservar a silhueta dela por um bom tempo…

Ela suspira.

- O tal gordo barrigudo já se foi da minha vida, mas não sem fazer o estrago dele na saída. Nada que eu não possa… não, que eu não vá recuperar um dia. Até lá, estou melhor tendo vocês só como meus empregados e clientes.

- E quem esquenta seus pés numa noite fria? – disse eu, meu melhor sorriso de novo no rosto?

- Minhas meias. E tenho ótimos pares delas. Tenho tudo, tudo mesmo, que os homens podem proporcionar, sem precisar me sujeitar a nenhum. Do que mais eu precisaria? – disse Roberta, sorrindo também, confiante até dizer chega.

Inclinei-me um pouco mais para frente, ao responder:

- Alguém que não acredite nessa sua farsa de autossuficiência, e que te deixe ser aquilo que você esconde de todo mundo: uma mulher frágil, insegura, que quer colo e quer mais que tudo no mundo alguém a quem possa se entregar.

Roberta gelou ao ouvir essas palavras, apenas o suficiente para eu perceber. Tentando retomar sua pose, retrucou:

- Aí está. Este é o atrevimento que eu odeio em você. Para mim, o jantar acabou já ouve comemoração, e já podemos ir. Peça a conta enquanto vou ao toalete – se levantou ela, me fuzilando com os olhos.

Irritei-a de verdade. Ela até se virou no meio do caminho para me olhar. Fingindo tanta indignação que esqueceu um pente, fino e bem decorado. Exatamente o que eu queria…

Coloquei o objeto embaixo da cobertura da mesa, e fechei sua bolsa, tempo suficiente para que ela retornasse para buscá-la, e me dizer:

- É sua última chance de se retratar, Luciano. Quem lhe deu o direito de falar assim comigo?

- Sua pose, que não me convenceu desde o princípio, Minha Preta… – disse piscando um olho.

A Rainha Negra da Inglaterra me olhou com a secura do início e disse então:

- Então adeus, Luciano. Faço votos que nunca nos encontremos de novo. Resolva a conta você mesmo, já que foi seu o convite.

E saiu, rebolando furiosamente aquelas cadeiras que me deixavam louco. Acertei a conta e marquei a distância. Consegui alcançar meu carro bem na hora em que ela saiu, e fui atrás. Algumas quadras depois, ela freou subitamente, e saiu do carro até o meu, saí a tempo de ouvi-la falar em alto e bom som:

- Ainda por cima está me seguindo, seu… Seu… Debochado inconsequente! Vou ter que chamar a polícia para você me deixar em paz?
- Não, vai ter é que me agradecer… Você esqueceu isso, na pressa de ir embora – estendi a mão, com o pente sobre ela.

A raiva dela sumiu de uma só vez, enquanto ela pegava a peça.

- Ah… Obrigado. É uma peça especial para mim. Eu… Comprei com meus primeiros rendimentos do meu trabalho.

Olhou-me desarmada, enquanto falava:

- Obrigado, Lu. Eu… Eu tenho sido mais cruel com você do que qualquer um que eu conheci. Queria que não fosse assim… Mas você me tira do sério, vendedor amador – disse sorrindo, meio sem graça, mas sem esconder.

- Mas é tirar você do sério que tem que acontecer com você… Comigo… Com nós dois.

Olho no olho. E eu vi tesão no olho dela, enfim. Mas ela respirou por um instante e se virou rápido dizendo:

- Eu tenho que ir.

Não tive dúvidas. Quando ela me virou as cadeiras, dei um sonoro tapa da bunda dela.

Depois de um “ai!” e um “o que é isso”, já de frente para mim, respondi:

- Não te disse que eu sempre cumpro minhas promessas?

Ela andou na minha direção, os olhos vidrados, e falou:

- Então, agora vai ter que guardar um segredo meu…

Os lábios se encontraram quase que instantaneamente. Ela me beijou com um desespero, uma fome digna de um mendigo que não via um prato de comida, há dias. Eu ouvi perfeitamente o som das unhas dela arranhando minha camisa, eu já nem querendo saber se ela ia rasgar ou não.

Até hoje não sei como chegamos naquele quarto de motel, sei que foi no meu carro, sei que quase bati umas quatro vezes no caminho, e sei que aquela foi a segunda vez que me fizeram sexo oral enquanto dirigia. E que oral. Aquela boca que me engolia inteiro era tão boa na prática, quanto na promessa…

Mal fechei a porta do quarto, a segurei pelo cabelo e a abaixei, exigindo que ela continuasse a me sugar. Ela nem protestou, tirou meu cinto, arriou as minhas calças, e passou aqueles lábios maravilhosos na lateral dele, umas mil vezes, lento e depois freneticamente, até me engolir inteiro de novo. Rosnei alto que nem um animal, que se dane, agora ela ia ser minha e compensar meu trabalho de semanas…

Ela continuou, me segurando com uma mão e me chupando inteiro, da ponta ao talo, pressionando, mas que boca é essa vou ter que parar ou vou “queimar a largada” e fazer feio…

Segurei-a pelos braços e a joguei na cama, mandando “tira a calcinha, que vou te comer agora”, ela levanta a saia apressada e desafivela a calcinha, mal tira inteira, ela já está encharcada de tesão, tirei as calças e o paletó de vez, ajoelhei, e entrei naqueles lábios depilados de uma vez só… Ela urrou como uma leoa, sem comedimento, limite ou cuidado, com as mãos na minha bunda, me empurrando para dentro dela, me olhando que nem louca…

Ignorei as mãos e soquei nela veloz como um coelho, uma mão apertando um dos seios, falando na cara dela “é isso que você queria, né, sua safada, que eu te comesse gostoso” e ela dizendo “quero, quero, quero”, empurrei nela até pingar de suado e parei tudo, mexi comigo inteiro dentro dela, falei “de quatro, Minha Preta”, ela ficou de quatro num instante, entrei de novo até o fundo, com raiva, mandei “abre essa bunda, abre logo”, ela abriu para me ver a estocando que nem uma britadeira, a bunda dela batendo freneticamente contra mim, já ficando marcada, ela gritando sem parar…

Com meu corpo já pingando de suor, me senti crescendo dentro dela, preenchendo inteira, sabia que eu iria gozar, mas…Não. Segurei, marretando mais, mandei “grita mais, grita gostoso pra mim”, os cabelos dela travados na minha mão, ela urrou uma, duas… Encheu o quarto com um último rugido, tremendo que nem vara verde, o suor brilhando na testa e molhando a roupa, o corpete estourado… Ela gozava e ria, desmoronando, e eu caindo de lado, bufando, irritado por não ter gozado, mas sabendo que isso, nesse caso, fechou o todo com chave de ouro.

Um tempo depois, ela estava com a cabeça no meu peito, me arranhando de leve, eu agora brincando com o cabelo longo dela com delicadeza. Depois de um bom silêncio, ela solta:

- Espero que você tenha uma boa desculpa para chegar a casa com as roupas nesse estado, Tesudo.

- Eu sempre levo um par extra quando saio. Entre minhas muitas qualidades, também sou prevenido, Minha Preta – sorri para ela, agora entregue a mim sem qualquer pudor, o que vi quando ela me beijou logo após dizer:

- “Minha Preta”… Só você mesmo para me chamar assim, Meu Abusado…

Depois do beijo, ela sentencia:

- Então… Podemos chegar a um entendimento quanto a… O que houve agora?

- Entendimento, uma ova. Vai ser assim: você vai continuar fingindo que é a Rainha da Cocada Preta para o resto do mundo, um dos dois liga, marcamos, e você vai tirar a armadura, a roupa, e sua educação para mim, para poder ser você mesma para o Seu Macho aqui. O resto é detalhe. E tem outra coisa: da próxima vez que eu for te comer, você vai usar uma daquelas suas meias.

- Sim. Aceito tudo isso, por que você acabou de me fazer um bem enorme, e eu não vou querer perder isso, e os dois vão ser absolutamente sigilosos. Mas não disso que eu queria falar, Lu.

- Do que então?

- É que eu sou uma pessoa que gosta de ser justa… E acabei de reparar… Que você ainda não gozou…

Já estava me alisando, e eu nem precisava de muito para ficar duro de novo. Sem problema. Agora era a minha vez. Como ainda ia ser mais outra, e outra, e outra vez…

 

Autoria: Diomedes T. Verro
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Se há uma coisa que tive oportunidade de aprender em meus anos de caçada, é que não existe mulher inatingível. Existe apenas o homem tolo que não sabe valorizar seus atributos o suficiente para atrair sua atenção. Uma das amantes que tive foi a prova viva disso.

Saía para meus negócios matinais, mas desta vez, eu realmente iria trabalhar. Meu estilo de vida é custoso – não há coisa mais custosa e de retorno incerto que uma fêmea, e eu me responsabilizo por muitas – e não posso viver unicamente devotado aos meus prazeres. Um proprietário de um imóvel que eu estava transacionando estava num impasse com a equipe que iria reformá-lo antes da venda, e conhecendo minha capacidade como negociador, pediu minha intervenção.

Cheguei ao imóvel e vi uma pequena equipe de reforma parada à frente do imóvel, junto ao proprietário, o Sr. Freitas. Homem antiquado e de valores embolorados, uma combinação péssima nos dias de hoje – mas com bens cuja transação iriam me garantir uma boa renda. Então, eu sempre era só sorrisos para ele.

- Sr. Freitas! Não acha que é um pouco demais estar aguardando de pijama aqui fora? Vai pegar um resfriado, desse jeito! – disse saindo do carro.

- Sr. Freitas! Não acha que é um pouco demais estar aguardando de pijama aqui fora? Vai pegar um resfriado, desse jeito! – disse saindo do carro.

- Meu jovem, estou na frente da minha casa, e estou pouco me lixando para os vizinhos. Estou esperando o responsável por essa… Porcaria que fizeram na minha residência, para lhe dizer poucas e boas! – disse Freitas ajeitando o calção, dificilmente ajustável em sua barriga protuberante.

Olhei para a residência, de excelente visibilidade também pelo seu segundo andar bem distribuído, com a ala direita parcialmente demolida e recoberta para evitar dispersão de poeira.

- E de que porcaria está falando, Senhor?

- Olha lá! Olha lá! Eles destruíram meu segundo andar! Mandei-os melhorarem a ventilação e a distribuição de luz solar, e eles demoliram a minha casa! O dono dessa equipe vai me pagar caro! – disse o velho, o rosto já avermelhado de raiva.

- Calma, Sr. Freitas, nós vamos ouvir o responsável pela equipe, e tenho certeza que chegaremos a um bom entendimento.

Nesse ponto da conversa, um carro chegava com intenção de estacionar perto de nós. Pela movimentação da equipe, sei que é o dono. Acho curioso o carro dele, um bom importado, mas de linhas mais suaves, e o jeito preciso da direção, mas tudo fica entendido assim que a porta dele se abre.

Uma negra alta e de formas rijas e bem distribuídas, sai dele com um traje de trabalho bem escolhido, mas incapaz de esconder suas curvas. Ela ajeita o cabelo longo e liso ao se aproximar, e nos saúda em voz macia, mas bem audível:

- Bom dia, senhores, e bom dia, equipe. Meus funcionários me informaram que foram impedidos, hoje de manhã, de prosseguir na reforma, e eu gostaria de saber o motivo, Sr. Freitas.

O velho dispara antes que eu possa dizer qualquer coisa:

- Ei, eu pedi para falar com o dono dessa empresa, e não com uma reles secretária! Dá-me o telefone do seu chefe, menina, faz favor.

- Creio que o Senhor esteja enganado. Eu sou a dona dessa… Empresa – diz a mulher, tirando os óculos escuros – Sou Roberta Santos.

Mas que droga. Um impasse entre um velho com mania de grandeza, e uma empresária moderna orgulhosa. Se meu dinheiro não estivesse envolvido, não estaria nem aí. Mas eu tinha que salvar essa negociação. Além disso, adorei a frieza dessa negra… As de exterior mais frio costumam ter um fogo muito compensador dentro das saias – era só saber abrir a porta da fornalha.

Estendi a mão para a Roberta, já que o Freitas não ia fazer isso de jeito nenhum.

- Prazer, Roberta. Sou o corretor do Senhor Freitas, ele pediu minha presença aqui para entender o que estava acontecendo. Pode me chamar de Luciano.

- Sr. Luciano, eu normalmente explicaria calmamente ao Sr. Freitas todos os motivos pelo qual essa demolição parcial foi feita. Mas no momento, dado que cumprimos com total lisura os termos do contrato, e ele nos acusa de falta de profissionalismo, espero apenas que ele se retrate, e de imediato – disse Roberta na mesma pose em que estava desde o início.

- Vai esperando que eu vá pedir desculpas de alguma coisa, sua…

Interrompendo a frase do Freitas com um passo a frente, Roberta adverte:

- Tenha muito cuidado com como irá terminar essa frase, Senhor Ela pode lhe valer um processo, além da quebra do contrato em seu prejuízo.

De mal a pior. Eu tinha que pensar rápido, e agir agora.

- Pessoal, pessoal… Tudo bem, agora podemos acalmar os ânimos, porque acabou o teatro! Isso, Seu Freitas, peguei você! Acha mesmo que eu iria fazer você passar por uma situação constrangedora dessas? – disse rindo, mas me virando para um momento para encarar a Roberta, e mexer os lábios sem som, dizendo “nem mais uma palavra”.

O Freitas arregalou os olhos, e riu:

- Luciano, seu miserável! A corretora bem disse que você era um gozador!

Agora me voltando para a Roberta, disse:

- Robertinha, pode me aguardar um instante no seu carro, que eu já falo com você. Está de parabéns, deveria ter estudado Teatro… Vai agora, vai estragar sua produção ficando aqui fora no calor – disse a ela piscando um olho.

Ela continuou impassível, mas um leve apertar dos olhos me disse que se ela tivesse uma arma naquele momento, teria atirado no meio da minha testa. Andou aquela negra gostosa demais para o carro, o quadril duro como o de uma peça de açougue congelada e lá dentro ficou.

Enquanto isso, eu ia conversando com o Freitas, mas não sem antes colocar meus óculos. Eu adorava o modelo que ele tinha vidros de carros nunca eram totalmente opacos para ele. Roberta estava tensa. Ajeitou-se um bilhão de vezes, enquanto ligou umas duas vezes, e eu pude ler nos lábios dela palavras como “prazo”, “empréstimo”, “renegociação”. Os negócios dela não deveriam ir bem. E ainda sim, ela iria colocar os brios dela na frente do lucro…

Terminando de falar com o Freitas, que saía sorridente para dentro da casa para pegar seu carro e voltar para onde ele residia, fui para o carro da Roberta, bati no vidro, e falei:

- Vai me deixar entrar, ou vou precisar de um convite formal?

Sem nem olhar para mim, ela abriu a outra porta, e entrei.

- Estou enormemente interessada em como você vai explicar a humilhação que me fez passar… – disse Roberta sem nem me olhar.

- Ah, está falando de agora a pouco, onde você iria jogar fora a salvação da sua empresa, e do meu mês de trabalho?

Ela disse apenas um “continue”.

- Prestei atenção na pasta que você tem, está com um monte de plantas e avaliações técnicas. Amadores, vocês estão longe de ser. No entanto, você só se daria ao luxo de brigar por um cliente porco como esse, mesmo que brigando sem estratégia nenhuma, se estivesse realmente precisando do dinheiro. Estou enganado?

Ela levou um tempo, e disse “não”.

E completou:

- Como o convenceu a continuarmos a obra?

- Simples. Depois de mostrar a ele como a reformulação dos cômodos do segundo andar vai causar exatamente o efeito que ele queria – mas fiz isso de forma improvisada e espero que depois, você me dê os detalhes – disse que tudo era uma brincadeira minha, como disse, e que fui eu mesmo quem reuniu a equipe de reforma. Você era apenas uma secretária a quem eu pedi para participar do trote.

- Como é? Formei minha reputação profissional sem precisar de favores de ninguém, nem de me submeter a suínos como esse tal de Freitas, e agora vou ter que bancar a subalterna de um corretor de fala mole? – disse Roberta, sem, contudo erguer o tom de voz.

- Exatamente. Um corretor de fala mole acabou se salvar seu negócio de naufragar porque você não teve jogo de cintura para lidar com um “porco”. Não precisa me agradecer Roberta, a comissão que eu vou ganhar quando vender essa casa reformada já vai me ser o suficiente – disse com meu melhor sorriso.

Mentira deslavada minha. Meu prêmio ia ser fazer essa égua xucra relinchar de tanto gozar comigo…

Ela enfim se voltou para mim, e prosseguiu:

- Sr. Luciano, espero que entenda que essa farsa tem caráter meramente transitório, e que espero que ela seja mantida em sigilo. Não pretendo que minha empresa seja manchada por esse tipo de associação.

- Naturalmente, Roberta. Ou deveria dizer Senhora Roberta?

Ela hesitou por um momento antes de responder:

- Apenas Roberta. Não sou casada, não mais.

Rompimento traumático. O bloco de gelo então tem rachaduras…

- Mas… E o que precisamos fazer agora? Espero não ter que fazer outras… Apresentações como essa.

- Mas claro que vai! Vamos voltar aqui amanhã, como eu disse a ele, para aí sim, explicarmos o motivo da reforma… E vamos ter que aparecer para receber, não é? Você vai me ligar mais tarde, combinaremos um horário, viremos juntos, você vai aparecer com uma roupinha mais vistosa que essa, que vamos combinar, está formal demais para uma secretária…

Ela sabia ser contida em muita coisa, e sabia também como fuzilar alguém com os olhos – para minha sorte, já estava escolado de ser olhado de cara feia. Ela não me interrompeu enquanto continuei:

…e vai aparecer sorridente, falante, e vai ficar bem comportada, inclusive se eu tiver uma tapa na sua bunda. Se não for convincente para o velho gagá, todo o nosso esforço vai para o brejo.

- Você não se atreveria.

- Ah, eu não só me atreverei, mas como você protestou, eu VOU fazer isso. Eu sempre trato assim minha Secretária de verdade, e ela leva na esportiva, e olha que ela nem gosta de homem… Voltaremos depois do mesmo jeito, no dia do pagamento, almoçamos para comemorar, e você nunca mais vai me ver.

Antes que ela reagisse, completei:

- Agora, vou voltando para o meu carro. Tenho que passar na corretora antes de fazer outras visitas. Deixei meu cartão na sua pasta, me envie os detalhes da reforma por e-mail e seu contato, para que possamos combinar a hora de nos encontrarmos.

E saí do carro, nem olhando para trás, quando disse:

- De nada, viu? Por fazer o SEU trabalho, também…

Quando cheguei ao meu carro, comecei a contar. A hora da decisão era essa. 5, 4, 3, 2…

- Espere Sr. Luciano.

Lá vinha ela, com seu compasso de Rainha da Inglaterra, parando na metade do caminho entre os carros.

- Tenho que lhe dizer que você conseguiu ser o homem mais desprezível que já conheci, e que não espero vê-lo novamente depois dessa negociação…

- Tudo isso só pela tapa na bunda que mencionei? Prometo que não vou deixar marca…

Ela travou por um momento, e continuou:

-… mas lhe agradeço pela intervenção nesse caso. O verei amanhã.

Virou-se e voltou para o carro. Gritei para ela:

- Não se esquece da roupa. Um decote ou uma saia mais curta cairiam bem!

- Adeus, Sr. Luciano.

Foi o que ela disse. Mas até chegar ao carro, vi perfeitamente ela caminhar rebolando.

Vitória. Já amaciei a carne. Só preciso dar os últimos passos, no almoço que virá… E depois, apreciar meu banquete…

 

(Primeira parte – Aguarde novo capitulo)
Autoria: Diomedes T. Verro
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Para alguns talvez seja mais um conto erótico, mas para mim é a história do reencontro de uma antiga paixão. Eu tinha uns 13 anos quando o conheci. Na escola ele tinha uma daquelas bandinhas de rock que excitavam as meninas. Achava ele lindo, mas nunca havia me dado um “oi” sequer. Não era nenhuma surpresa que falasse comigo, afinal era uma criança e ele estava no ultimo ano do colégio. Quando ele terminou a escola, nunca mais o vi, a não ser em algumas ocasiões na rua, já que moramos perto um do outro.

Anos depois, graças à internet nos encontramos novamente e começamos a nos falar. Agora não era mais uma criança, era uma mulher e acabei despertando interesse dele. Mantínhamos certa amizade e esse contato, ainda que à distância, me fazia muito bem! Disse-me que havia me tornado uma linda mulher! Continuava tocando em outra banda, mas ainda tinha aquele jeito bad boy de quando tocava na escola.

Certo dia conversando pelas redes sociais, ele me disse que iria tocar em minha cidade. Pediu pra ir vê-lo tocar. Um sentimento estranho correu no meu corpo inteiro. Não sabia se era ansiedade ou excitação, mas era incrível a sensação.

Respondi que iria sim. Imagina que iria deixar esta oportunidade passar… Claro que a ideia de conversar com aquele homem que me excitava na escola me deixou com as pernas bambas e uma incrível vontade de tê-lo.

No dia do show eu mal me continha… Ansiedade, tesão, nervoso, vontade, sei lá, talvez um misto de tudo. Fiquei o dia todo assim! Decidi que deveria estar linda, deslumbrante, poderosa, gostosa, desejada, comestível, maravilhosa! Eu realmente estava assim.

Vesti meu espartilho, caprichei na maquiagem, arrumei bem o cabelo e fui. Meu corpo inteiro vibrava, meu interior se contorcia de tanto tesão e prazer. Assisti ao show inteiro bem perto do palco, venerando, desejando aquele homem dos meus sonhos adolescentes. Imaginava ele comigo, tentando uma maneira que me notasse… Mas ele não notou!

O show já estava quase acabando e minha imaginação já havia deitado na cama, arrancado a roupa e estava esperando o momento que ele fosse me possuir.

Assim que a performance da banda acabou, decidi que iria esperá-lo.  Infelicidade a minha quando um segurança veio e começou a expulsar as pessoas do lugar. Tive um ataque na mesma hora! Minha ultima chance era mandar uma mensagem avisando da minha presença quando percebi que não tinha o número. O que eu ia fazer? Como avisar aquele homem que estava ali pronta pra ele?

Tenho que agradecer a pessoa que inventou o celular e a internet móvel. Na mesma hora entrei na internet e deixei uma mensagem. Era muito tarde, eu não podia esperar ali. Minha única alternativa era ir pra casa e desejar intensamente que ele respondesse.

A primeira coisa que fiz quando cheguei a casa foi ligar o notebook e ver se ele havia me respondido. A resposta esta ali: por que eu não havia esperado? Expliquei o motivo. Parecia sentir o desapontamento dele naquela mensagem. Estava perdida na solidão, já sem minha linda produção, quando ele me mandou uma mensagem assim: “Onde você está? Eu vou te buscar”!

Meu coração pulsava, meu corpo tremia, meu sexo fervilhava de excitação. Tomei um banho rapidamente e me coloquei na fantasia sexual mais provocante: a de mulher fatal! Dei o endereço da minha casa e pouco tempo depois ele estava em meu portão. Novamente com meu espartilho, sem hesitar me joguei dentro do carro.

Sabia pra onde ele me levaria, e pra falar a verdade, não dava a mínima. Se eu estava sendo fácil ou não, isto não importava. Apenas queria realizar a minha vontade.

Não demorou muito para que o carro chegasse ao motel. Escolheu um quarto e já não conseguia mais me segurar. Minhas mãos suavam, meu corpo tremia, minha respiração era ofegante. Finalmente toda aquela paixão de menina veio à tona e estava ali minha oportunidade de aproveitá-la ao máximo.

Botão por botão meu espartilho foi se abrindo. Deitado em cima de mim, me beijava intensamente descendo pelo meu pescoço até chegar a meus seios. Surpreso, deparou-se com meus piercing nos mamilos. Intrigado começou a brincar. O tesão era incrível.

Estava quase implorando que ele acabasse comigo.  Seus dedos que entravam e saiam de mim rapidamente estavam me enlouquecendo.  Ao perceber que eu estava pronta, molhada e excitada, falou ao meu ouvido: Você quer? Me quer?

E sem pensar respondi: Me come!

Colocou uma camisinha e partiu pra cima de mim, puxando minhas pernas na altura de seu pescoço. Metia com vontade e fúria. Eu não pensava mais, apenas o sentia. Gritava de tesão e quanto mais eu gritava, mais ele metia com força. Num movimento rápido, me colocou de lado e eu pensei: Eu não quero de lado, quero de quatro!

Mais rápida que ele, me virei de quatro, e sem hesitar, enfiou em mim toda sua ereção. Eu gemia e ele me acompanhava. Mas aquilo tudo não me bastava, eu queria mais! E foi o que ele fez: agarrou meu cabelo, sussurrou em meu ouvido: “Deixa te comer por trás”?

Foi bruto, mas ao mesmo tempo excitante. Sem pensar, disse: “Come, mas enfia bem devagarzinho, com muito carinho”!

E segurando meu cabelo, começou a enfiar, sussurrando em meu ouvido:

- Devagar assim? Bem gostosinho?

Eu só respondia “sim, humm”… Era tudo que saia da minha boca.

Aquele “entra e sai” e “tira e põe” que ia bem devagar, começou a aumentar. Quando percebi, ele estava todo dentro de mim. Eu queria uma coisa mais bruta, então pedi:

- Solta meu cabelo e segura meu pescoço!

- Você gosta de ser sufocada?

- Aham. Segura meu pescoço!

E ele segurou, me sufocou. Aquela sensação de aprisionamento, aquela vontade de gozar alucinadamente… Orgasmos vieram diretos e certeiros. Nossa, eu senti demais! Pedia pra gozar dentro de mim. Ele me atendeu em segundos. Senti o peso de seu corpo, sentia seus pingos de suor, sentia pulsando dentro da mim. Foi o melhor prazer que havia sentido!

Deitada em seu peito, só conseguia pensar na felicidade de estar naqueles braços. Meu corpo tremia, sentia frio. Aquele homem bruto e carinhoso fez amor e sexo ao mesmo tempo comigo. Minha cabeça estava a mil, mas eu não queria pensar, apenas sentir.

Depois de descansar um pouco, tinha que retribuir de alguma forma todo o prazer que ele tinha me dado. Caprichei no sexo oral e fiz gozar em minha boca. E o sonho de ficar com esta paixão antiga terminou ali…

Levou-me pra casa depois disso. Nem conseguia dormir. Lembro que acordei com a bunda roxa dos tapas que levei! Não sei se verei esse homem de novo. Nossas vidas têm rumos diferentes.

Só sei que não me arrependo de maneira nenhuma de ter sido apenas uma noite de sexo casual! Foi uma das melhores transas da minha vida.

 
Autoria: Anne
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Este é meu doce segredo.

Tudo começou quando em um sábado. Entediada, sem ter o que fazer, resolvi entrar em uma sala de bate papo. Já estava acostumada a frequentar esse tipo de espaço, pois ali você é livre e pode ser o que quiser conversar abertamente sobre assuntos que aparentemente são tabus aos olhos da sociedade.

Estava no chat quando comecei a teclar com um homem muito simpático. Descobrimos que morávamos bem próximos. A conversa fluiu tão bem que fomos para o (antigo) MSN. Lá ele me mostrou fotos de viagens e deu para perceber seu excelente porte físico, um homem bem atlético.

Quando foi minha vez, pediu para mostrar fotos minhas. Fiquei sem graça, pois sou gordinha. Disse isso a ele, mas rebateu dizendo que adorava gordinhas! Alias, foi isso que chamou a atenção dele no chat: meu Nick “Gordinha Linda”.

Começou um bate papo gostoso entre nós. Disse que era casada e ele me contou que tinha namorada. Como descobrimos que trabalhávamos perto um do outro, no centro do Rio, ele me ofereceu uma carona na segunda-feira.

Mesmo relutante, eu aceitei. Com o fim de semana todo pela frente, pensei ate que ele iria esquecer, mas pra minha surpresa logo na segunda recebi uma mensagem confirmando o encontro.

Aceitei! Não queria perder esta oportunidade, afinal, na minha cabeça não tinha nada a perder. Confesso que fiquei muito nervosa pensando nessa loucura. Na hora que sai do trabalho fui para o ponto de ônibus esperar ele vir me pegar. A sensação era um misto de medo, ansiedade e até certa excitação.

Quando aquele carro importado parou em minha frente piscando os faróis, não acreditei! De cara isso já me intimidou. Quando vi o motorista então… Nossa!Era ele! Pensei: “Isso não é para mim”! Um homem alto, com um corpo perfeito, pernas maravilhosas (ele estava de short vindo da academia), cabelo meio grisalho cortado estilo militar. Que homem era aquele?

Entrei no carro e fiquei muda sem ter o que falar. Nosso trajeto era um pouco longo. O tempo todo puxava assunto e eu completamente calada e tímida, mas muito encantada. Quando nossa breve viagem teve fim, sai do carro e fiquei me achando uma burra de não ter aproveitado aquela oportunidade.

De repente recebi uma mensagem dele pedindo desculpas por ter forçado nosso encontro e que tinha entendido que a diferença de idade era muito grande (10 anos). Tomei coragem e respondi a mensagem falando que tinha achado ele um gato, que estava envergonhada e gostaria de uma nova chance. Era disso que precisávamos: quebrar aquele gelo inicial.

Marcamos um novo encontro para quarta feira e a excitação aumentou! Esse gostinho de perigo era muito bom! Trocamos varias mensagens quentíssimas nesse meio tempo. Nossa vontade ia aumentando a cada dia…

Da próxima vez, quando entrei no carro já fomos logo aos beijos. Começamos a colocar em prática tudo aquilo que escrevíamos em mensagens. Ele abriu sua camisa e eu não aquentei quando vi aquele abdômen todo definido. Comecei a beijar e lamber sua barriga até embaixo. Como ele estava dirigindo, mesmo assim com uma mão só ele agarrou meu seio e ficou apertando. Quando parávamos no sinal, ele enfiava a mão por baixo do meu vestido.

Ainda no carro, delicadamente tirei minha calcinha. Imediatamente sentiu como eu estava molhada. Enlouqueceu de tesão! O que tornava o momento mais gostoso é que ele estava dirigindo.

Quando subimos a ponte Rio Niterói, abri a calça e agarrei seu sexo deliciosamente rijo! Comecei a chupá-lo ali mesmo. Cada vez que sentia aquele gosto, queria muito mais… O trânsito estava péssimo naquele dia. Não aguentou e gozou na minha boca. Foi uma delícia!

Quando chegamos ao motel, foi logo me agarrando. Ainda nas escadas, me beijava de um jeito selvagem, parecia que iríamos transar ali mesmo. Ele me fez esquecer a vergonha que tinha do meu corpo e todas aquelas imperfeições que estavam somente na minha cabeça. Isto me fez pensar o quanto nós podemos ser diferentes na cama. Depende de quem esta conosco! Enquanto uma pessoa faz você se sentir desconfortável até com a própria maneira de ser, outras fazem a gente se sentir como uma deusa. Este era o caso deste homem!

Foi a transa mais quente que já tive, pois foi o dia que ele me iniciou no anal. Um tipo de sexo que eu não gostava, mas passei a adorar! Foi delirante…

Depois dessa primeira vez, toda semana saímos pelo menos um dia. Era tudo que queríamos: sexo gostoso sem compromisso. Uma realidade paralela, onde são realizadas nossas fantasias. Realmente aquele homem maduro marcou minha vida e valeu cada minuto tê-lo conhecido. Disse-me que meu Nick deveria ser mudado para “Gordinha Sexy”, pois era assim que ele me via!

Hoje sou uma nova mulher, realizada sexualmente e em paz com meu corpo.

gordinhas

 

Autoria: Conto escrito/enviado por El. – 19/07/2013
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Tive uma experiência incrível de sexo casual em minha última viagem. Moro na capital e recentemente fui visitar alguns parentes no interior. Tenho um amigo por lá. Devo dizer que há algum tempo trocamos mensagens um tanto intimas, pra não dizer ousadas ou calientes. O fato é que ainda não o tinha visto pessoalmente, mas nossa ligação parecia ultrapassar todas as barreiras.

Assim que soube de minha presença na cidade me ligou convidando pra dar um passeio de moto com ele. Este convite me deixou muito excitada. Por isso aceitei sem pensar duas vezes. Ficou combinado que iríamos de moto até a fazenda, onde poderíamos caminhar e nadar num rio, além de um banho de cachoeira.

Na hora combinada ele apareceu. Pela olhada que recebi, tive certeza que tinha acertado no look. Ao me fitar com aqueles olhos azuis, senti que ele me desejava. Aquele passeio prometia ser inesquecível.

Montei em na garupa da moto e seguimos pra fazenda. Durante o trajeto, ele foi me mostrando a paisagem e falando sobre tudo. Mas foi difícil manter atenção no que ele falava, pois minha imaginação estava saltitante. Andar de moto sempre esteve entre as coisas que considero perigosas e desnecessárias, mas naquele momento queria que o passeio não acabasse nunca ou que chegássemos rápido à fazenda.

Em determinado ponto do caminho a moto fez um movimento brusco e eu me agarrei a ele. Humm. “Que cheiro bom!”, pensei. E deixei minha mão escorregar pela sua barriga. Senti que ele gostou e então fui escorregando por sua cintura e coxas. Minha vontade era tocar na calça de forma que eu sentisse algo mais. Mas talvez ele se assustasse um pouco com minha ousadia. Deixei tudo correr naturalmente.

Assim que chegamos à fazenda, descemos logo da moto e seguimos direto para o rio. Tirei a roupa sob seu olhar faminto e isso me excitou ainda mais. A água estava gelada e não pude deixar de fazer uma careta. Ele deu uma risada gostosa, quente.

Mas seu sorriso morreu de repente e me dei conta do motivo. Minha cara queimou e nem tive coragem de olhar pra baixo. Eu senti meus seios bem rijos. Não sei se era tesão demais ou efeito da água fria. Ele percebeu meu acanhamento e se aproximou. Seus olhos tinham um brilho diferente e eu não conseguia me desviar.

Só sei que no momento seguinte estávamos nos beijando como dois adolescentes famintos. Sussurrava entre um beijo e outro o quão excitado ficara durante o trajeto. Tentei falar que também senti o mesmo, mas quando abria a boca, sua língua me invadiu e vi que não precisava falar. Meu corpo já respondia por mim.

Senti suas mãos deslizando pela minha nuca, costas e bumbum. Puxou mais pra perto e senti a rigidez de seu sexo sob a sunga. Estava com muito tesão e pensei que ia gozar só no beijo. Não seria estranho pra mim, talvez pra ele. Nas nossas conversas, nunca mencionei o fato que tenho facilidade em gozar.

Depois, o beijo perdeu o tom avassalador e se tornou mais amoroso. Diria calmo. Sua mão tocou meus seios e instantaneamente um gemido escapou de minha boca. Ele se afastou um pouco e com movimentos rápidos desceu as alças do meu biquíni deixando meus seios livres. Senti sua língua tocando num biquinho e imediatamente segurei sua cabeça.

Queria mais! Ele então chupou. E que chupada! Sugou com força, com carinho. Ora em um, ora em outro. Eu não aguentava mais. Precisava gozar. E quando minha mão tocou seu membro, senti como ele também estava louco de excitação.

Puxei-o pra fora da sunga e comecei a acaricia-lo. Nesse momento senti sua mão invadindo minha calcinha, me tocando, me invadindo. Eu gemia e disse que precisava de mais. Que queria ser dele, por inteira. Queria sentir me rasgando com força.

Então ele me pegou no colo e saímos da água. Olhei pra casa e desejei que não me levasse pra lá naquele momento. Pareceu ler meus pensamentos, pois disse que queria me comer ali mesmo… No mato. Meu nível de tesão chegou às alturas! Sempre quis fazer sexo ao ar livre, correndo o risco de ser flagrada ou observada.

O lugar era perfeito. Já devia estar planejando o ato, pois estendeu uma toalha no chão e me deitou sobre ela. Começamos a nos beijar novamente e sua mão percorria todo meu corpo. Acabamos de tirar as roupas e nos entregamos ao momento.

Sua língua passeava por todos os cantos me arrancando gemidos. Quando senti sua boca no lugar que mais gosto, fiquei louca. Sou alucinada com sexo oral. É a melhor parte do sexo. E uma transa não é totalmente ruim, se tiver um oral. Ele mostrou ser entendido no assunto e me chupou com vontade. Segurei sua cabeça com força, pra não correr risco dele parar. Senti sua língua me invadindo. E nesse momento gritei… Gozei. Percebendo que eu gozava, me estimulou mais ainda chupando com força. E gozei novamente! Uma sucessão de orgasmos múltiplos tomou conta de mim naquele momento.

Passado o êxtase, ele se afastou me beijou na boca, falou pra eu me acalmar. Mas eu não queria calma. Queria sexo em todos os meus espaços.

Com calma, foi escorregando pra dentro de mim. Começou a meter com movimentos lentos que depois foram se tornando rápidos e ritmados. Sua mão apertava meus seios e sua língua brigava com a minha. Estávamos loucos um pelo outro naquele momento.

Pedi que mudássemos de posição e fiquei de quatro. Meteu com força, rasgando-me inteira. Puxou meus cabelos e me dava mordidinhas na orelha e nuca. A minha reação só podia ser uma: gozar de novo. Ah, e como gozei! Ele falava coisas que nós mulheres adoramos ouvir, embora muitas neguem. Depois daquele orgasmo, pedi que parasse um pouco. Disse lhe que queria sentir seu gosto.

Seu gosto era bom. Lambi calmamente, conhecendo cada curva. Torturei-o de todas as formas. Pressionava seu sexo em minha boca enquanto fazia movimentos rápidos. Até que disse não aguentar mais.

Então pedi que gozasse em minha boca. Queria seu mel. E assim fez. Não desperdicei nenhuma gosta e fui surpreendida com um lindo sorriso. Beijamos-nos apaixonadamente até nossos corpos voltarem ao normal.

Depois nos levantamos e tomamos um banho antes de seguirmos pra casa da fazenda onde recomeçamos tudo. O passeio acabou e voltamos pra cidade. Eu voltei pra capital com uma certeza: faria tudo novamente se tivesse outra chance.

Foi um passeio incrível na companhia de um homem inesquecível.

Autoria: Annabela
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Eu sou uma mulher casada… E muito bem casada! Meu marido é lindo e tem 45 anos. Ultimamente ele tem me deixado um pouco de lado por causa do trabalho que tem tomado todo seu tempo. Isso gerou alguns conflitos na minha casa. Quero assistência! Quero sexo! Às vezes ele reclama deste furor sexual que tenho. Não sei explicar! Então ele prefere se afundar no trabalho a atender aos meus desejos. Isso me irrita profundamente.

O problema é que sou muito fogosa e se dependesse de mim transávamos todos os dias. Tenho 39 anos e um corpo de dar inveja a muitas garotinhas de vinte. Quando passo pela rua não tem homem que não olhe me desejando. Nas entrelinhas, sou daquele tipo de mulher com bunda tamanho G (G de Gostosa!).

Mas minha história começa no dia em que meu maridinho não pôde me levar ao trabalho, como fazia todos os dias. Nesse dia tive que ir sozinha e como estava atrasada, peguei um transporte particular.

Todos os dias eu o via passando, nunca havia entrado em seu carro, mas naquele momento resolvi arriscar aquela condução. Quando eu entrei no veículo… Meu Deus! Deparei-me com um deus grego. Como ele era lindo e forte! Aliás, muito forte! Usava uma camiseta que realçava seus músculos. Sentei atrás e não conseguia tirar os olhos dele em nenhum instante.

Imediatamente fui retribuída, já que percebi que ele também não tirava os olhos do retrovisor. Chegou a ajeitá-lo para ver minhas pernas… Como meu espírito é altamente safado, disfarçadamente abri as minhas pernas o deixando ver minha calcinha. Passei a fazer o tipo distraído. O rapaz quase enlouqueceu! Ele deixou no meu destino e continuou viagem, pois havia outros passageiros. Só que ficou no ar aquela sensação de a história inacabada.

No dia seguinte não fiz nenhuma questão do meu marido me levar. Tudo o que eu queria era ver aquele homem novamente. Ao avistar o carro, percebi que não havia mais ninguém além dele. Entrei e sentei na frente, armada de olhares ousados.

Ele estava de bermuda. Tinha as pernas mais lindas e grossas que já vi. Durante o trajeto apenas o silêncio falava por nós. Ele não pegou nenhum outro passageiro e fomos sós. Para quebrar o gelo, perguntou meu nome e puxou assuntos diversos. Sorte minha que o trajeto era longo e deu tempo para conversar muito.

Quase chegando ao meu trabalho, sem perder tempo se declarou dizendo que não tinha conseguido dormir pensando em mim. A esta altura já estava molhadinha, pois eu também não havia dormido pensando nele.

De repente, parou o carro e disse que precisava me beijar de qualquer maneira. Estava torcendo por isso, mas fiz um “charminho” dizendo que não podia fazer isso. Era casada e infidelidade não estava em meus planos! Ele nem ligou! Colocou a mão atrás do meu pescoço, me puxou com carinho pra sua boca deliciosa e me beijou muito. Que delícia de boca!

Paramos por ai, pois tinha horário a cumprir e não poderia me atrasar. Despedimo-nos com muito tesão e dificuldade em parar com aqueles beijos enlouquecedores. Fui trabalhar completamente encharcada!

Não consegui vê-lo nos dias seguintes. Meu marido voltou a me levar ao trabalho todos os dias. No meu íntimo, torcia para que pudesse ver aquele rapaz outra vez só para repetir (e quem sabe) terminar o que começamos.

Até que o dia chegou! Entrei e sentei atrás, só cuidando seus olhares pelo retrovisor. Tinha uma passageira no carro, mas ela desceu logo em seguida. Era a chance que eu precisava!

Esqueci as condutas de boa mulher e dama da sociedade e passei para o banco da frente. Fui presenteada com aquele lindo sorriso prometendo loucuras! Ele mudou o trajeto e entrou num estacionamento pouco movimentado de um bairro qualquer. Sabia o que viria pela frente! Não estava a fim de pensar muito em consequências, o tesão era maior que qualquer coisa.

Desligou o carro e foi direto ao meu pescoço! Até meus peitinhos já estavam durinhos de excitação. Abriu minha blusa e sem pensar, chupou meu peito de forma gulosa quase querendo engolir. Não precisa dizer que eu já estava jorrando de tesão…

Determinado em “me comer”, pegou minha mão e colocou em seu sexo, explodindo dentro da calça. Colocou-o pra fora da bermuda e sussurrou no meu ouvido, pedindo para chupá-lo.

Era o que mais queria naquela hora. Caí de boca esquecendo completamente que era casada. Nunca tinha visto um tão grande como aquele! Encheu minha boca e não consegui engolir todo. Ouvia-o gemendo e me chamando de puta…

Estava de saia naquele dia. Muito rápido, passou a mão em minhas pernas, invadiu minha calcinha e meteu dois dedos em mim de uma vez. Adorou ver o quanto eu estava molhada!

Naquele local mais ou menos deserto, gritava de prazer dentro daquele carro. Ele metia os dedos com velocidade e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Que delícia! Não aguentei e gozei nos dedos dele. Corpo em febre!

Em seguida, empurrou minha cabeça para o meio de suas pernas. Comecei tudo de novo até que de repente ele se encolheu todinho e derramou um jato na minha boca! Engoli tudo, não deixei cair nada. Ele amou! Só que a excitação era muito forte e ele continuava de p..duro!

Tirou minhas roupas ali mesmo e caímos de beijos e abraços pra lá de quentes! Estava peladinha e só faltava alguém cruzar por ali… Disse que queria minha bunda gostosa, queria me comer por trás. Aliás, meu sonho. Sempre quis sexo anal e meu marido não é muito adepto desta prática.

Ajeitou os bancos do carro e ajoelhou-se em cima de mim deixando seu lindo membro na minha cara. Começou a me bater impiedosamente com ele. Virei brinquedo nas mãos daquele cara! Imediatamente me virou de costas, colocou uma camisinha e começou a me penetrar.

Aquele estacionamento nunca mais foi o mesmo depois deste dia! Eu me sentia mais devassa de todas as mulheres. Senti aquele mastro me dividindo ao meio num vai e vem sem explicação. Dor e prazer se misturavam aos gemidos, suor e calafrios. Fazer “sexo por trás” era um tesão diferente, algo selvagem, primitivo.

Ele precisou tapar minha boca, pois não aguentava mais tamanho desejo. Iria chamar muita atenção. Gozei como nunca tinha feito antes. Ele veio logo em seguida. O carro também deveria estar em transe… Eis o que eu chamo de infidelidade sem culpa!

Agora eu não precisava ficar morrendo de tesão sem necessidade, enquanto meu companheiro se dedicava somente ao trabalho que levava pra casa (Sim, ele ainda preferia seus relatórios).  Sem problemas! Eu tinha achado a solução perfeita!
Autoria: Alessandra A.
Fonte: Baseado na história de Kátia
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