Traição: Chegou a minha vez

Traição: Chegou a minha vez

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Tinha chegado o dia! Uma relação extraconjugal com dia e hora marcada.

Pela primeira vez em cinco anos de casada resolvi tomar uma atitude fora do meu bom senso. Eu até tinha-me “dado” de presente uma despedida de solteira, mas numa situação inusitada e inesperada. Essa não.

Tinha sido combinada, marcada, esperada (com muitas mensagens de whatsapp e Facebook). E o motivo, uma vingança, dava um tempero ainda mais excitante. Tinha recém-descoberta uma traição de meu marido. Com um filho de dois anos, o sexo tinha ficado em segundo plano. Não por nós, sempre fomos bem ativos e apaixonados, mais pela rotina mesmo. E nem pelo meu corpo, afinal modéstia parte sou muito bonita. Tenho corpão, cintura fina, seios pequenos, cabelo lisos e compridos. A natação desde a infância fez que meu corpo voltasse rapidamente ao que era antes. Mas o fato de saber que fui sumariamente “substituída” por uma mulher qualquer por aí, não me deixava nem um pouco confortável.

Sou muito assediada e essa descoberta não me deixou dúvidas que estava na MINHA vez, sem medos, pudores ou preconceitos. O troco viria “à cavalo” e eu estava disposta a montar!

Arrumada para trabalhar, como o de costume. Mas hoje o destino seria outro. Lingerie vermelha por baixo e cílios postiços. Encontramos-nos, guardamos meu carro na casa de uma colega e entrei no seu carro. No caminho até o motel não pude olhar muito para ele, meu nervosismo era grande.

Entramos no quarto do motel. Vitor era mais baixo do que nas fotos. Mas tinha um rostinho de menino! Afinal era sete anos mais novo. Pouco papo,  muita ação! Não estava ali para romance e ele sabia muito bem disso.

Nesse momento, pude comprovar o que já previa: que nossa química seria perfeita! Puxou-me e me beijou ardentemente, com muito desejo. Deslizou a mão por todo meu corpo, como para comprovar que todo aquele material estava mesmo ali. Começou a arrancar minha roupa com força (ah, a virilidade dos 20 e poucos anos!), tirou meu sutiã e chupou meus pequenos seios com tesão. Peguei no seu membro e pude sentir o que estava por vir. De repente, Vitor me jogou na cama e apenas afastou minha pequena calcinha para sentir meu gosto. Explorou meu sexo como ninguém, como se saboreasse um sorvete. Passava a língua pelo meu clitóris em movimentos circulares, chupava minha virilha, introduzia os dedos, usava sua suave barba para me arrepiar… nossa, vi estrelas! Quando estava quase lá, ele parou me olhou com cara de safado e disse: “Vou pegar a camisinha, quero meter em você.” Com o tesão que eu estava, era tudo o que queria!

Fiquei ansiosa por aquela penetração. Quando ele voltou, me puxou com força e encaixou em mim. Quantos gemidos de prazer! Um vai e vem sem interrupções. Não demorei muito e já gozei. Como estava toda molhada, me virei de quatro e pedi pra ele vir. Não foi preciso falar duas vezes, se ajoelhou e encaixou novamente. Foi quando ele gozou. Pelo espelho do quarto pude ver sua expressão de imenso prazer.

Ficamos lá quase cinco horas. Teoricamente, eu estava trabalhando, ele estudando no seu curso de Medicina. Conversamos, tomamos café e também transamos outras vezes! Nem me lembro de se alguma vez tinha gozado tanto assim. Exploramos tudo o que tinha naquele quarto de motel: cama, sofá, banheira, balcão de pedra, degrau de carpete, cadeira, tudo!

Vitor tem namorada e eu sou casada. Nossa química deu certo e com tudo esclarecido desde o início não haveria cobranças. Tudo indicava que não ficaria apenas numa vingança. Eu estava prestes a ter um amante…

E eu fui embora me sentindo mais forte do que nunca!

Autoria: Conto enviado por leitora anônima – 25/10/2013
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